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Mulher com doença grave na gravidez deu à luz em coma – 13/01/2025 – Equilíbrio

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Uma mulher colocada em coma induzido após passar por uma grave doença na gravidez descreveu como acordou e descobriu que seu bebê havia nascido.

Atlanta McIntyre, de 29 anos, da cidade de Rhondda Cynon Taff, no País de Gales, teve náuseas e vômitos excessivos durante a gravidez, conhecidos como hiperêmese gravídica (HG).

Durante um episódio de vômito, McIntyre engasgou e teve que ser colocada em coma induzido pelos médicos.

Quando ela recuperou a consciência, descobriu que sua filha havia nascido de uma cesariana.

“Fiquei muito chocada e incrédula”, disse McIntyre.

“Lembro-me de dizer a todas as enfermeiras e ao meu parceiro que eles estavam mentindo para mim sobre tê-la tido.”

Enjoos na gravidez, muitas vezes chamados de enjoos matinais, são muito comuns, com oito em cada 10 mulheres grávidas apresentando sintomas.

Mas algumas gestantes apresentam vômitos e náuseas extremos, conhecidos como HG, que geralmente necessitam de tratamento hospitalar.

Segundo o NHS, o sistema público de saúde do Reino Unido, a HG afeta cerca de uma a três em cada 100 mulheres grávidas.

“Minha doença começou cedo, desde o momento em que soube que estava grávida, antes mesmo de fazer o teste”, conta McIntyre.

“Por volta de seis semanas, o enjoo matinal realmente começou. Toda manhã, eu acordava passando mal. Tudo que eu comia, eu passava mal.”

A doença se tornou tão grave que McIntyre acabou precisando fazer um tratamento hospitalar constante para desidratação.

“Eu não conseguia manter nada no estômago. Não conseguia manter medicamentos ou algo assim”.

“As pessoas ficavam me dizendo: ‘Vai melhorar depois do primeiro trimestre’, então, depois de 12 semanas, vai melhorar”.

“Cheguei com cerca de 14 semanas e ainda era estranhamente grave a ponto de eu não conseguir reter líquidos”.

“Foi quando me diagnosticaram com HG”.

“Eu ia e voltava semanalmente, especialmente no final da minha gravidez, para o hospital”, relata McIntyre.

Em fevereiro de 2024, durante sua 29ª semana de gravidez, McIntyre começou a se sentir mal ao comer.

“Eu basicamente engasguei (com o vômito) e ele foi direto para meus pulmões”, conta McIntyre.

Ela ficou tão doente que os médicos do Hospital Prince Charles, em Merthyr Tydfil, tiveram que colocá-la em coma induzido no dia 19 de fevereiro.

“Fiquei ali por umas boas 20 horas antes de fazerem uma cesárea”, conta.

“A frequência cardíaca dela (da bebê) caiu drasticamente, e eles disseram ao meu parceiro: ‘Está na hora – temos que tirá-la agora, caso contrário ela não sobreviverá’.”

A filha de McIntyre, Poppy, nasceu prematuramente, com 29 semanas, em 20 de fevereiro, pesando 1,4 kg.

A bebê foi transferida para o Hospital Singleton, em Swansea, para receber cuidados.

Quando McIntyre acordou do coma, três dias depois, ela descreveu que estava se sentindo aterrorizada.

“Foi assustador, não saber se a (Poppy) estava bem”, conta McIntyre.

“Ela estava intubada e ventilada na época, em um hospital completamente diferente do meu.”

O parceiro de McIntyre a visitava durante o dia antes de ir para Singleton para passar um tempo com a filha à noite.

Cerca de 10 dias depois de acordar do coma, McIntyre conheceu sua filha.

“Foi realmente assustador para nós, mas foi incrível vê-la e conferir como ela havia progredido apenas naqueles poucos dias em que eu não estava por perto”, lembra McIntyre.

Agora, com 10 meses, Poppy está morando em casa e passando bem.

O que é hiperêmese gravídica (HG)?

  • A hiperêmese gravídica (HG) é diferente do enjoo matinal, que afeta cerca de 80% das mulheres grávidas.
  • O enjoo matinal causa náuseas e vômitos que geralmente melhoram por volta da 16ª ou 20ª semana de gravidez.
  • Em contraste, mulheres com HG podem vomitar mais de 50 vezes por dia e sentir náuseas constantes e intensas, interferindo significativamente no seu dia a dia.
  • As complicações da HG podem incluir deficiência grave de vitaminas devido a vômitos excessivos, perda significativa de peso, desidratação e desnutrição, colocando em risco a saúde da mãe e do bebê.

“Eu fiquei tonta, letárgica, não conseguia levantar a cabeça, tinha dores de cabeça constantes e estava constantemente desidratada”.

“Eu não conseguia manter líquidos no estômago. Qualquer coisa que eu cheirasse me deixava mal. Eu não conseguia comer alimentos gordurosos ou algo assim. Eu só conseguia comer alimentos sem graça – arroz, pão, biscoitos de gengibre.”

“Foi quando a coisa ficou realmente ruim. Quando eu não conseguia nem segurar isso. Perdi muito peso durante a gravidez. O fato de ela ter nascido com três libras me espanta.”

McIntyre espera que, ao contar sua experiência com HG, ela possa encorajar outras mulheres grávidas que sofrem da mesma condição a procurar ajuda.

“Eu diria a outras mulheres: não é normal se sentir assim”, afirma ela.

“Não se deixe levar por quem diz que é só enjoo matinal… Eu era praticamente uma morta-viva”



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Startup Day-2026 ocorre na Ufac em 21/03 no Centro de Convivência — Universidade Federal do Acre

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Startup Day-2026 ocorre na Ufac em 21/03 no Centro de Convivência — Universidade Federal do Acre

A Pró-Reitoria de Inovação e Tecnologia (Proint) da Ufac e o Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas do Acre (Sebrae-AC) realizam o Startup Day-2026, em 21 de março, das 8h às 12h, no espaço Sebrae-Lab, Centro de Convivência do campus-sede. O evento é dedicado à inovação e ao empreendedorismo, oferecendo oportunidades para transformar projetos em negócios de impacto real. As inscrições são gratuitas e estão abertas por meio online.

O Startup Day-2026 visa fortalecer o ecossistema, promover a troca de experiências, produzir e compartilhar conhecimento, gerar inovação e fomentar novos negócios. A programação conta com show de acolhimento e encerramento, apresentações, painel e palestra, além de atividades paralelas: carreta game do Hospital de Amor de Rio Branco, participação de startups de game em tempo real, oficina para crianças, exposição de grafiteiros e de projetos de pesquisadores da Ufac.

 



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A lógica de valor da Thryqenon (TRYQN) é apoiar a evolução da economia verde por meio de sua infraestrutura digital de energia

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Com a aceleração da transição para uma economia de baixo carbono e a reestruturação do setor elétrico em diversos países, cresce a discussão sobre como a infraestrutura digital pode sustentar, no longo prazo, a evolução da economia verde. Nesse contexto, a plataforma de energia baseada em blockchain Thryqenon (TRYQN) vem ganhando atenção por propor uma estrutura integrada que combina negociação de energia, gestão de carbono e confiabilidade de dados.

A proposta da Thryqenon vai além da simples comercialização de energia renovável. Seu objetivo é construir uma base digital para geração distribuída, redução de emissões e uso colaborativo de energia. À medida que metas de neutralidade de carbono se tornam compromissos regulatórios, critérios como origem comprovada da energia, transparência nos registros e liquidação segura das transações deixam de ser diferenciais e passam a ser requisitos obrigatórios. A plataforma utiliza registro descentralizado em blockchain, correspondência horária de energia limpa e contratos inteligentes para viabilizar uma infraestrutura verificável e auditável.

A economia verde ainda enfrenta obstáculos importantes. Existe descompasso entre o local e o momento de geração da energia renovável e seu consumo final. A apuração de emissões costuma ocorrer de forma anual, dificultando monitoramento em tempo real. Além disso, a baixa rastreabilidade de dados limita a criação de incentivos eficientes no mercado. A Thryqenon busca enfrentar essas lacunas por meio de uma estrutura digital que integra coleta, validação e liquidação de informações energéticas.

Na arquitetura da plataforma, há conexão direta com medidores inteligentes, inversores solares e dispositivos de monitoramento, permitindo registro detalhado da geração e do consumo. Na camada de transações, o sistema possibilita verificação automatizada e liquidação hora a hora de energia e créditos de carbono, garantindo rastreabilidade. Já na integração do ecossistema, empresas, distribuidoras, comercializadoras e consumidores podem interagir por meio de interfaces abertas, promovendo coordenação entre diferentes agentes do setor elétrico.

O potencial de longo prazo da Thryqenon não está apenas no crescimento de usuários ou no volume de negociações, mas em sua capacidade de se posicionar como infraestrutura de suporte à governança energética e ao mercado de carbono. Com o avanço de normas baseadas em dados e reconhecimento internacional de créditos ambientais, plataformas transparentes e auditáveis tendem a ter papel relevante na transição energética e no financiamento sustentável.

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Bancos vermelhos na Ufac simbolizam luta contra feminicídio — Universidade Federal do Acre

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Bancos vermelhos na Ufac simbolizam luta contra feminicídio — Universidade Federal do Acre

A Ufac inaugurou a campanha internacional Banco Vermelho, símbolo de conscientização sobre o feminicídio. A ação integra iniciativas inspiradas na lei n.º 14.942/2024 e contempla a instalação, nos campi da instituição, de três bancos pintados de vermelho, que representa o sangue derramado pelas vítimas. A inauguração ocorreu nesta segunda-feira, 9, no hall da Reitoria.

São dois bancos no campus-sede (um no hall da Reitoria e outro no bloco Jorge Kalume), além de um no campus Floresta, em Cruzeiro do Sul. A reitora Guida Aquino destacou que a instalação dos bancos reforça o papel da universidade na promoção de campanhas e políticas de conscientização sobre a violência contra a mulher. “A violência não se caracteriza apenas em matar, também se caracteriza em gestos, em fala, em atitudes.”

A secretária de Estado da Mulher, Márdhia El-Shawwa, ressaltou a importância de a Ufac incorporar o debate sobre o feminicídio em seus espaços institucionais e defendeu a atuação conjunta entre universidade, governo e sociedade. Segundo ela, a violência contra a mulher não pode ser naturalizada e a conscientização precisa alcançar também a formação de crianças e adolescentes.

A inauguração do Banco Vermelho também ocorre no contexto da aprovação da resolução do Conselho Universitário n.º 266, de 21/01/2026, que institui normas para a efetividade da política de prevenção e combate ao assédio moral, sexual, discriminações e outras violências, principalmente no que se refere a mulheres, população negra, indígena, pessoas com deficiência e LGBTQIAPN+ no âmbito da Ufac em local físico ou virtual relacionado.

No campus Floresta, em Cruzeiro do Sul, a inauguração do Banco Vermelho contou com a participação da coordenadora do Centro de Referência Brasileiro da Mulher, Anequele Monteiro.

Participaram da solenidade, no campus-sede, a pró-reitora de Desenvolvimento e Gestão de Pessoas, Filomena Maria Cruz; a pró-reitora de Graduação, Ednaceli Damasceno; a pró-reitora de Pesquisa e Pós-Graduação, Margarida Carvalho; a coordenadora do projeto de extensão Infância Segura, Alcione Groff; o secretário de Estado de Saúde, Pedro Pascoal; a defensora pública e chefe do Núcleo de Promoção da Defesa dos Direitos Humanos da Mulher, Diversidade Sexual e Gênero da DPE-AC, Clara Rúbia Roque; e o chefe do Centro de Apoio Operacional de Proteção à Mulher do MP-AC, Victor Augusto Silva.

 



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