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Mulher de Coventry que desapareceu há 52 anos é encontrada viva e bem | Coventry
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2 anos atrásem
Jane Clinton
Uma mulher que desapareceu há 52 anos foi encontrada viva e bem depois de a polícia ter divulgado uma fotografia granulada como parte de um recurso, resolvendo um dos casos de desaparecimento mais antigos da Grã-Bretanha.
Sheila Fox, agora com 68 anos, desapareceu de Coventry em 1972, quando ela tinha 16 anos. Na época, a polícia de West Midlands disse que ela morava com os pais e poderia estar namorando um homem. Os policiais disseram que estavam mantendo a mente aberta, acreditando que ela pode ter se mudado da área.
No domingo, Centros Ocidentais a polícia lançou um novo apelo para ajudar a encontrar Fox, divulgando uma fotografia dela na época de seu desaparecimento em seu site e nas redes sociais.
Poucas horas depois de ser divulgado, o público entrou em contato com informações e, na quarta-feira, os policiais confirmaram que Fox estava vivo e bem. Disseram que ela estava morando em outra parte do país.
Um porta-voz da polícia disse: “Temos o prazer de anunciar a conclusão de uma das investigações mais antigas da polícia de West Midlands sobre pessoas desaparecidas.
“Uma única foto de Sheila na época de seu desaparecimento foi encontrada pelos policiais que investigavam e publicada em nosso site e nas redes sociais. Poucas horas depois do apelo, o público entrou em contato com informações que levaram a equipe até ela.”
A DS Jenna Shaw, da equipe de investigação de casos arquivados, disse: “Procuramos todas as evidências que pudemos encontrar e conseguimos localizar uma foto de Sheila.
“Somos uma pequena equipe de policiais e gostaria de reconhecer o trabalho do DC Shaun Reeve, que conseguiu resolver este caso com a ajuda do público. Cada pessoa desaparecida tem uma história, e seus familiares e amigos merecem saber o que aconteceu com eles e, com sorte, se reunir com eles.”
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Eventos da Ufac em CZS discutem ciências ambientais e agrárias — Universidade Federal do Acre
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11 de setembro de 2026O programa de pós-graduação em Ciências Ambientais e o programa de educação tutorial (PET) de Agronomia, do campus Floresta da Ufac, promovem, de 16 a 19 de novembro, o 5º Simpósio de Ciências Ambientais da Amazônia Sul Ocidental e o 2º Simpósio de Ciências Agrárias do Vale do Juruá. As inscrições estão abertas online para submissão de trabalhos até 20 de setembro; e para estudantes, profissionais da área e público em geral até 20 de novembro.
Os eventos reúnem alunos, pesquisadores e profissionais do setor para debater soluções socioambientais e inovações para o desenvolvimento sustentável na região. E segundo os organizadores, consolidam-se como um fórum estratégico de integração interdisciplinar na Amazônia Ocidental, promovendo a difusão de pesquisas científicas, o intercâmbio de experiências práticas e o fortalecimento de redes de conhecimento voltadas à conservação ambiental e ao avanço das ciências ambientais e agrárias.
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Pesquisa da Ufac é premiada em Congresso Brasileiro de Sementes — Universidade Federal do Acre
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10 de setembro de 2026Pesquisadores de programas de pós-graduação (PPGs) da Ufac conquistaram o prêmio de melhor trabalho na categoria Mestrado durante o 23º Congresso Brasileiro de Sementes, realizado de 25 a 28 de agosto, em Foz do Iguaçu (PR), e promovido pela Associação Brasileira de Tecnologia de Sementes. O estudo trata de uma técnica baseada no uso de ultrassom para acelerar a germinação e o crescimento de mudas.
A autora principal é a mestranda Lívia Brito, com a colaboração de Ítalo Ribeiro, Rayane de Oliveira, João dos Santos, Janaína Alencar, Evandro Ferreira e Luis Maggi, que integram os PPGs em Ciência, Inovação e Tecnologia para a Amazônia; Biodiversidade e Biotecnologia; Produção Vegetal e Ciência Florestal, além do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa).
O trabalho avaliou os impactos do ultrassom na espécie arbórea conhecida popularmente como bordão-de-velho ou sete-cascas. A planta possui valor econômico para alimentação humana e animal, além de potencial para projetos de reflorestamento. Contudo, a produção de mudas enfrenta barreiras devido ao seu revestimento, uma rigidez na casca da semente que dificulta a entrada de água e atrasa a germinação.
Os testes conduzidos no Laboratório de Biofísica da Ufac/Bionorte demonstraram que a aplicação de ultrassom com determinada frequência e intensidade pelo período de cinco minutos aumentou o percentual e a velocidade do processo de germinação. A tecnologia é pioneira no país, sem registros anteriores de aplicação em escala industrial no Brasil.
Segundo Lívia, a expectativa da equipe é estender a metodologia a outras culturas agrícolas e espécies nativas, sobretudo as ameaçadas de extinção. A investigação também abrange experimentos com a castanha-do-brasil, apontando dados preliminares de que doses específicas de ultrassom podem elevar os teores de proteína bruta e nitrogênio total nas plantas.
A comitiva da Ufac no congresso contou ainda com outras apresentações. Ítalo Ribeiro expôs os efeitos da técnica no crescimento inicial da ‘Apuleia leiocarpa’, espécie moveleira sob ameaça de extinção; Ronald Antônio Nascimento de Souza apresentou resultados aplicados a sementes de sangue-de-dragão e moringa; e o professor e orientador Luis Eduardo Maggi apresentou um software em desenvolvimento projetado para estimar com precisão a quantidade de energia acústica aplicada sobre as sementes.
(Fhagner Soares, estagiário Ascom/Ufac)
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publicado:
09/09/2026 10h59,
última modificação:
09/09/2026 11h03
As inscrições são gratuitas e estão abertas no site do 5º Simeco.
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