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Mulher germano-iraniana Nahid Taghavi libertada da prisão – DW – 13/01/2025

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Ativista dos direitos das mulheres Nahid Taghavi regressou à Alemanha depois de mais de 4 anos sob custódia em Irã na noite de domingo, anunciaram sua família e a Anistia Internacional na manhã de segunda-feira.

Segundo a Amnistia, ela foi torturada e colocada em confinamento solitário, passando mais de 1.500 dias na prisão no Irão.

“Acabou. Nahid está livre! Depois de mais de 4 anos como prisioneira política na República Islâmica do Irão, a minha mãe Nahid Taghavi foi libertada e está de volta à Alemanha”, escreveu Mariam Claren, filha de Taghavi, online, publicando uma imagem dela e do seu filho. mãe em um aeroporto.

Taghavi foi preso em outubro de 2020 durante uma visita ao Irã.

Sua sentença de mais de 10 anos por espalhar “propaganda” e por pertencer a um grupo ilegal foi repassado em agosto de 2021.

Filha agradece apoiadores, diz que justiça foi feita

Mariam Claren fazia campanha pela libertação de sua mãe enquanto estava na Alemanha.

Mariam Claren, filha de Nahid Taghavi, em um protesto de 2023 em Berlim pedindo a libertação de sua mãe da prisão.
A filha de Taghavi, Mariam Claren, fez campanha pública pela sua libertação, em eventos como este em 2023 em BerlimImagem: Metodi Popow/aliança de imagens

“Minha mãe finalmente chegou em casa”, disse Claren na segunda-feira. “Meras palavras não podem descrever a nossa alegria. De Berlim a Teerão: a vossa solidariedade ajudou a alcançar a justiça.”

Só na Alemanha, foram recolhidas mais de 30.000 assinaturas exigindo a sua libertação nos últimos anos, com manifestações em Berlim, Colónia e noutros locais.

No entanto, Claren também disse que sua mãe era um caso entre muitos.

“Muitos outros presos políticos não violentos, como a minha mãe, ainda estão nas prisões iranianas”, disse ela. “A impunidade das autoridades iranianas deve acabar.”

O telão do estádio do FC Colônia exibe um cartaz pedindo "liberdade para Nahid Taghavi de Colónia," durante uma partida de 10 de dezembro de 2023 contra o Mainz.
O clube de futebol de Colônia também divulgou o caso de Taghavi, com este apelo na tela grande pela ‘liberdade para Nahid Taghavi de Colônia’Imagem: Wunderl/BEAUTIFUL SPORTS//aliança de imagens

Taghavi, uma arquiteta que vive em Colônia desde 1983, foi uma defensora veemente dos direitos democráticos e, principalmente, dos direitos das mulheres no Irã.

A presidente do parlamento Bundestag, Bärbel Bas, disse num apelo anterior pela sua libertação que foi “presa como prisioneira política apenas por causa da sua realização pacífica ou dos seus direitos à liberdade de expressão e à liberdade de reunião”.

Países europeus pressionam o Irão sobre os prisioneiros

No final da semana passada, ambos Suíça e França convocaram autoridades iranianas para protestar contra os seus cidadãos na prisãoum dia depois Irã relatou o “suicídio” de um cidadão suíço na prisão.

Poucos dias antes, outro prisioneiro proeminente no Irão, A jornalista italiana Cecilia Sala foi libertada da prisão.

Tal como Taghavi, Sala passou algum tempo na famosa prisão de Evin, em Teerão.

O destino de um residente alemão-iraniano nos EUA, Jamshid Sharmahd, também esteve em foco no final do ano passado.

Primeiro o Irã informou que o ativista havia sido executadosolicitando fechamentos de consulados e outras reações na Alemanha, antes alegando cerca de uma semana depois que Sharmahd havia de fato morrido pouco antes de uma execução programada.

msh/ab (AFP, dpa)



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Ufac inaugura novo laboratório de informática do CCJSA — Universidade Federal do Acre

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A reitora da Ufac, Guida Aquino, entregou o novo laboratório de informática do Centro de Ciências Jurídicas e Sociais Aplicadas (CCJSA). A cerimônia de inauguração ocorreu nessa quinta-feira, 28, no prédio do centro. O espaço tem como objetivo fortalecer o ensino e a pesquisa na unidade acadêmica, oferecendo melhores condições de aprendizado e conforto aos estudantes, além de atender às demandas de professores.

O laboratório conta com computadores modernos, adquiridos com investimentos da universidade e apoio de emendas parlamentares. O CCJSA abriga os cursos de Direito, Economia e Contabilidade, este o mais novo, com alunos da primeira turma matriculados em 2023. Todos serão beneficiados com o novo espaço.

A reitora Guida Aquino destacou a satisfação em disponibilizar a estrutura. “Estamos muito felizes por entregar um laboratório tão bem estruturado, que servirá de apoio não apenas para o aprendizado teórico, mas também para a prática. Este espaço representa um avanço significativo para os cursos de Economia, Contabilidade e Direito.”

 

A importância da iniciativa também foi ressaltada pelo diretor do CCJSA, Francisco Raimundo Alves Neto; pela coordenadora do curso de Direito, Sabrina Cassol; pela coordenadora de Ciências Contábeis, Oleides Francisca; e pela vice-coordenadora de Economia, Gisele Elaine. Eles agradeceram o empenho da universidade e dos parceiros, lembrando que, antes, os cursos não contavam com um espaço desse porte e agora terão condições adequadas para desenvolver atividades práticas.

O momento contou ainda com a participação de parceiros. O representante da Alterdata Software, Evaldo Bezerra, informou que a empresa disponibiliza seu sistema para ampliar a prática da contabilidade entre os estudantes. Já o representante da Campos & Lima, Hugo Viana, destacou o apoio da empresa na capacitação dos futuros contadores e mencionou que a CEO, Camila Lima, ficou muito feliz em apoiar o projeto, considerando a parceria uma forma de contribuir para a formação de profissionais mais preparados.

(Camila Barbosa, estagiária Ascom/Ufac)

 



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Livro aborda parte da política e história da Ufac de 1968 a 1988 — Universidade Federal do Acre

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A Editora da Ufac (Edufac) lançou o livro “Da Reforma Universitária à Constituição Federal de 1988: Reflexos na Ufac — Ensaio Filosófico” (137 p.), do pró-reitor de Extensão e Cultura, Carlos Paula de Moraes. A obra, que retrata parte da política e da história da universidade, foi apresentada ao público nessa quarta-feira, 27, no hall da Assessoria de Comunicação e da editora.

O trabalho nasceu com o propósito de prestigiar os 60 anos de ensino superior da Ufac, mas foi além da comemoração. Segundo o autor, a motivação partiu de sua curiosidade em compreender a formação institucional brasileira e os reflexos da Reforma Universitária de 1968 até a promulgação da Constituição Federal de 1988.

O livro percorre diferentes momentos da história do ensino superior, explorando desde transformações institucionais até experiências locais que marcaram a consolidação da universidade pública no Brasil. Ao reunir análises históricas e reflexões críticas, busca oferecer uma visão ampla sobre a evolução do ensino superior e os desafios enfrentados ao longo de sua trajetória.

Moraes destacou que escrever a obra foi uma honra, resultado de intensas pesquisas e dedicação. Para ele, a intenção não é apenas revisitar a história acadêmica, mas também tornar o conhecimento acessível e enriquecedor para todos. Para isso, recorreu a uma diversidade de autores e a relatos de pessoas que vivenciaram a experiência universitária, o que contribuiu para ampliar a compreensão do tema.

No início do lançamento, houve apresentação musical do Grupo Vybe. A seguir, compuseram o dispositivo de honra a reitora Guida Aquino, que assina o prefácio da obra, o autor e o assessor de Comunicação e diretor da Edufac, Gilberto Lobo. Também foram convidados para compor o dispositivo a servidora aposentada Eliana Barroso, o professor do Centro de Filosofia e Ciências Humanas, Enock da Silva Pessoa, e a servidora Maria Perpetuo Socorro Noronha Mendonça, já que seus depoimentos constam no capítulo 4 da obra: “Ufac, Somos Parte dessa História”.

Eliana recebeu uma placa de homenagem e flores entregues pela reitora Guida Aquino pelos serviços prestados no Núcleo de Registro e Controle Acadêmico (Nurca) e em reconhecimento a sua trajetória profissional na universidade. Em suas palavras, a reitora descreveu Eliana como uma mulher extraordinária, sábia e humana e desejou que essa nova etapa de sua vida seja marcada por tempo, tranquilidade e alegria.

(Camila Barbosa, estagiária Ascom/Ufac)

 

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Fórum Permanente de Graduação

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