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Mulheres dos EUA abortam na mesma proporção de antes da proibição: novo estudo | Notícias de saúde
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Um estudo mostra que as mulheres nos EUA estão contornando as proibições estaduais usando a telessaúde para obter pílulas abortivas.
As mulheres nos Estados Unidos que vivem em estados que proibiram o aborto ainda os realizam a uma taxa semelhante em comparação com antes da anulação da Suprema Corte. Roe v Wade, de acordo com um novo estudo.
As mulheres estão viajando para outros estados para o procedimento e usando cada vez mais telessaúde ter pílulas abortivas enviado a eles de acordo com um relatório #WeCount, divulgado na terça-feira pela Sociedade de Planejamento Familiar que defende o acesso ao aborto.
“As proibições do aborto não eliminam a necessidade do aborto”, disse Ushma Upadhyay, cientista social de saúde pública da Universidade da Califórnia e co-presidente da pesquisa #WeCount. “As pessoas estão superando esses obstáculos porque precisam”, acrescentou ela.
O estudo #WeCount criou um instantâneo ao pesquisar as tendências do aborto pouco antes de Roe ser derrubado. Encontrou mudanças rápidas logo após a decisão da Suprema Corte dos EUA Dobbs x Jackson decisão que acabou com o direito nacional ao aborto, colocando a questão nas mãos dos estados.
O número de abortos em estados com proibições em todas as fases da gravidez caiu para perto de zero. Também despencou em estados onde as proibições entram em vigor por volta das seis semanas de gravidez, ou seja, antes de muitas mulheres saberem que estão grávidas.
Mas a nível nacional os números são diferentes – aproximadamente o mesmo nível ou ligeiramente mais elevados do que antes da decisão. O estudo estima que quase 98 mil abortos ocorreram todos os meses no primeiro semestre de 2024, acima dos 81 mil mensais de abril a dezembro de 2022 e dos 88 mil em 2023.
Na verdade, a pesquisa #WeCount descobriu que mulheres em estados com proibição durante a gravidez estavam fazendo abortos em números semelhantes aos de 2020.
Mostra que as mulheres estão a contornar as proibições e a escolher cada vez mais prescritores de telessaúde. Esses fornecedores receberam um impulso quando alguns estados controlados pelos Democratas começaram, no ano passado, a implementar leis para protegê-los de processos judiciais.
Um importante fornecedor de pílulas de telessaúde é o Projeto de Acesso ao Aborto de Massachusetts. O cofundador Angel Foster disse que o grupo prescreveu para cerca de 500 pacientes por mês, a maioria em estados com proibições, desde que foi lançado em setembro de 2023. Espera aumentar os abortos para 1.500 a 2.000 por mês com um novo modelo que reduz os custos para os pacientes.
“Há uma ironia no que aconteceu no cenário pós-Dobbs”, disse Foster. “Em alguns lugares, a assistência ao aborto é mais acessível e acessível do que era”, disse ela.
Não houve grandes desafios legais às leis que protegem os prestadores de serviços de aborto de prescrever pílulas em estados onde é restrito ou proibido, mas os opositores ao aborto tentaram fazer com que uma das principais pílulas fosse retirada do mercado.
No início deste ano, a Suprema Corte dos EUA preservou por unanimidade o acesso ao medicamento abortivo, mifepristona. Decidiu que os médicos que defendem os direitos do aborto não poderiam contestar a aprovação federal do medicamento.
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Egressa de mestrado em CZS obtém prêmio de pós-graduação — Universidade Federal do Acre
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1 de setembro de 2026A engenheira agrônoma Mirian Soares de Amorim, aluna egressa do curso de Agronomia e do mestrado em Ciências Ambientais, do campus Floresta da Ufac, em Cruzeiro do Sul, obteve o 2º lugar na categoria Pós-Graduação do 5º Prêmio Margarida Alves de Estudos sobre Ruralidades e Feminismos, cujo resultado final foi divulgado em 17 de março. O evento foi promovido pelo Ministério do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar.
O estudo destaca a articulação entre a transição agroecológica e a igualdade de gênero, enfatizando o papel central das mulheres rurais, ribeirinhas e agricultoras na preservação da agrobiodiversidade e na soberania alimentar na Amazônia. No mestrado, sob orientação do professor Kleber Andolfato de Oliveira, Mirian também aprofundou investigações sobre o desenvolvimento sustentável e o papel das populações rurais no manejo dos ecossistemas amazônicos.
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Ufac consolida criação do curso de Farmácia com 50 vagas — Universidade Federal do Acre
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31 de agosto de 2026O reitor da Ufac, Josimar Ferreira, reuniu-se com membros da comissão responsável pela proposta de criação do curso de Farmácia. O encontro ocorreu nesta segunda-feira, 31, na sala de reuniões da Reitoria, visando consolidar o Projeto Político-Pedagógico da nova graduação, além de homenagear, com a entrega, pela Federação Nacional dos Farmacêuticos (Fenafar), de Menção Honrosa ao reitor e a pessoas cujo empenho culminou na abertura do curso.
A iniciativa faz parte do programa Universidades Transformadoras, pactuada com o Ministério da Educação (MEC). O curso prevê a oferta de 50 vagas para estudantes e liberação de 11 códigos de vagas para professores. A aula inaugural e início das atividades acadêmicas estão previstos entre 2028 e 2029.
“Esse é um curso que se assenta fortemente na demanda de conhecer os bioativos da floresta amazônica e transformar esse conhecimento em riqueza, patentes, inovação e qualidade de vida para a sociedade”, disse Josimar Ferreira. Além disso, ele ressaltou a necessidade de conectar o novo curso às estruturas já consolidadas da Ufac, otimizando disciplinas e espaços curriculares em conjunto com as áreas de saúde e química.
A presidente da comissão de criação do curso, Andréia Andrade, lembrou que o projeto começou em 2011. “Hoje nos reunimos com a perspectiva de viabilizar a abertura do curso diante do que já temos na instituição. Nosso objetivo é ofertar uma formação generalista, com investimento otimizado na estrutura existente e com forte inserção na pesquisa e extensão, aproveitando a nossa biodiversidade e criando caminho para futuros programas de pós-graduação.”
Também participaram da reunião representantes externos da categoria profissional, como a ex-conselheira federal, membro da comissão e diretora de Relações Institucionais da Fenafar, Isabela de Oliveira Sobrinho. “Acompanhei a busca por esse projeto pedagógico desde o início e ver essa etapa final é um avanço enorme”, pontuou. “É um trabalho a muitas mãos para trazer o melhor para a Ufac. Trata-se de um curso de grande magnitude, focado em tecnologias de medicamentos e em pesquisas com nossas plantas nativas para gerar qualidade de vida à população.”
(Fhagner Soares, estagiário Ascom/Ufac)
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Seminário na Ufac debate formação em enfermagem obstétrica — Universidade Federal do Acre
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28 de agosto de 2026A Ufac sediou o seminário Desafios Atuais na Formação para a Prática da Enfermagem Obstétrica, que ocorreu nesta sexta-feira, 28, na sala dos Colegiados, campus-sede. O encontro reuniu professores, pesquisadores, gestores e profissionais de saúde para debater a reestruturação do modelo de assistência ao parto e ao nascimento, o fortalecimento do Sistema Único de Saúde (SUS) e a interiorização da qualificação profissional no Estado.
O evento integra um projeto nacional, composto por uma rede de 40 instituições de ensino superior articuladas para formar mais de 700 enfermeiras obstétricas pelo país, com foco prioritário nas regiões do interior. No Acre, o programa abrange turmas de especialização e residência voltadas para profissionais atuantes nas regionais do Alto Acre, Alto Purus, Baixo Acre, Tarauacá-Envira e Juruá.
“A Ufac cumpre o seu papel social ao ampliar a formação e capacitar profissionais que atuam em um momento tão ímpar quanto o nascimento de uma criança”, disse o reitor Josimar Ferreira. “Contamos com alunos de todas as regionais. Isso gera um efeito multiplicador: o profissional capacitado coordena equipes locais e eleva diretamente a qualidade do atendimento prestado à população pelo SUS.”
A coordenadora das formações no Estado e professora da Ufac, Sheley Borges, destacou a necessidade de repensar a prática profissional para garantir um cuidado humanizado e seguro. “A intencionalidade da nossa formação é reduzir a mortalidade materna e neonatal e alcançar as mulheres em uma dimensão em que sejam respeitadas. Queremos garantir que as escolhas não ocorram por medo, como optar por uma cesariana sem compreender que é uma cirurgia de grande porte.”
A coordenadora nacional do curso de especialização em Enfermagem Obstétrica da Rede Alyne, vinculada à Universidade Federal de Minas Gerais, Kleyde Ventura, ressaltou a relevância estratégica da parceria com a Ufac. “No Acre, vivemos uma condição muito especial, pois, com exceção de uma aluna, todas as especializadas são do interior. Estamos interiorizando e descentralizando os modos de formar, abordando o trabalho multiprofissional e a articulação de redes para garantir assistência de qualidade e direitos assegurados.”
Também participaram do seminário o promotor de Justiça do MP-AC, Gláucio Oshiro; o coordenador do curso de Enfermagem da Ufac, João Francalino; e o epidemiologista Serafim Salgado, coordenador das metodologias aplicadas no programa de formação.
(Fhagner Soares, estagiário Ascom/Ufac)
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