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musical volta a São Paulo para temporada inédita
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‘Wicked’, o maior sucesso da Broadway escrito no século 21, retorna ao palco do Teatro Renault, em São Paulo, a partir do dia 20 de março de 2025.
Os ingressos já estão à venda e podem ser adquiridos no site oficial ou presencialmente na bilheteria do teatro.
A montagem será uma versão inédita no país, com novo elenco, cenário, figurino, iluminação e efeitos especiais.
Na trama, estão de volta as atrizes Myra Ruiz e Fabi Bang, que também realizam a dublagem em português para a adaptação nos cinemas, que estreia no Brasil em 21 de novembro. Dirigido por Jon M. Chu, o filme homônimo tem Ariana Grande e Cynthia Erivo no elenco.
‘Wicked’ é o prelúdio da famosa história de Dorothy e do Mágico de Oz, retratando a história não contada da Bruxa Boa e da Bruxa Má do Oeste.
A narrativa acompanha Elphaba (Myra Ruiz), uma jovem do Reino de Oz incompreendida por causa de sua pele verde incomum e por ainda não ter descoberto seu verdadeiro poder. Sua rotina é tranquila e pouco interessante, mas ao iniciar os estudos na universidade, seu destino encontra Glinda (Fabi Bang), uma jovem popular e ambiciosa, nascida em berço de ouro, que só quer garantir seus privilégios e ainda não conhece sua verdadeira alma.
As duas iniciam uma inesperada amizade. No entanto, suas diferenças, como o desejo de Glinda pela popularidade e poder, e a determinação de Elphaba em permanecer fiel a si mesma, entram no caminho, o que pode perpetuar no futuro de cada uma e em como as pessoas de Oz as enxergam.
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Aqueles que comprarem o “Ticket Esmeralda” até esta sexta-feira, às 18h59, ganharão uma visita exclusiva aos bastidores do musical, sem custo adicional. Os ingressos estão disponíveis nos setores Plateia VIP Esmeralda, Camarote VIP Esmeralda e Balcão VIP Esmeralda, com um limite de 50 ingressos por sessão.
A visita acontece uma hora antes do início da sessão para a qual o ingresso promocional foi adquirido.
Assistido por mais de 500 mil pessoas no Brasil, o musical já esteve em cartaz no Teatro Renault (SP), em 2016, sendo sucesso de público.
Em 2023, o espetáculo esteve em cartaz no Teatro Santander (SP), sendo a maior bilheteria na história desse teatro com cinco meses de sessões esgotadas. Na estreia, o portal da TV Cultura conversou com parte do elenco e produção.
“A essência da peça é sobre irmandade, sobre amizade de duas mulheres. Mas é também sobre procurar a verdade e às vezes a verdade é perversa e é preciso saber a diferença entre o que é bom e o que é ruim fazendo o seu trabalho, não apenas seguir algo só porque alguém disse a você”, destacou, em entrevista, o diretor geral John Stefaniuk.
Foto: Silvio Júnior – TV Cultura
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Declarado o “melhor musical da década” pela Entertainment Weekly e “um fenômeno cultural” pela Variety, ‘Wicked’ é baseado no romance de Gregory Maguire, com música e letras de Stephen Schwartz e roteiro de Winnie Holzman.
O musical original da Broadway é vencedor de mais de 50 dos maiores prêmios internacionais, incluindo o Grammy Award e três Tony Award.
No Brasil, a produção é uma realização do Instituto Artium de Cultura, Ministério da Cultura e Governo Federal. O Atelier de Cultura assina a coprodução.
Serviço
Local: Teatro Renault – Av. Brigadeiro Luís Antônio, 411 – Bela Vista, São Paulo, SP
Sessões: Quinta a sexta-feira 20h00; Sábado e domingo 15h00 e 19h30
Temporada: a partir de 20 de março
Capacidade: 1.570 lugares
Acessibilidade:
- ● O teatro conta com 53 assentos para pessoas com deficiência. São 37 lugares para pessoas com mobilidade reduzida e 16 para pessoas com obesidade.
- ● Elevador com acesso aos dois andares da casa (plateia e balcão);
- ● Banheiros PCD, conforme NBR9050;
Estacionamento: O teatro não possui estacionamento próprio
Classificação indicativa: Livre. Menores de 12 anos devem estar acompanhados dos pais e/ou responsáveis legais. A determinação da classificação etária poderá a qualquer momento ser alterada pelo Juiz de Direito da Vara da Infância e Juventude da Comarca de São Paulo – SP
Ingressos: de R$ 21,18 (meia-entrada – Balcão Economy Oz) a R$ 400,00 (inteira – Plateia VIP Esmeralda)
Bilheteria sem taxa de conveniência: Teatro Renault – Segundas-feiras: Fechada / Terça a domingo, das 12h às 20h (Av. Brigadeiro Luís Antônio, 411 – Bela Vista – São Paulo – SP)
Bilheteria on-line com taxa de conveniência: site oficial
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Ufac celebra trajetória de dez anos do Laboratório de Discriminação Racial — Universidade Federal do Acre
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15 de maio de 2026O Núcleo de Estudos Afro-Brasileiros e Indígenas (Neabi) da Ufac realizou, nesta quarta-feira, 13, no auditório do Centro de Filosofia e Ciências Humanas (Cfch), um evento em comemoração aos 10 anos do Laboratório de Pesquisa Observatório de Discriminação Racial (LabODR). A programação reuniu a comunidade acadêmica, pesquisadores, egressos, bolsistas e integrantes do movimento social negro para celebrar a trajetória do laboratório e os resultados alcançados por meio das pesquisas desenvolvidas ao longo da última década.
Vinculado à área de História, mas formado por profissionais de diferentes áreas do conhecimento, o LabODR/Ufac foi criado em 2016 a partir de uma articulação entre a Ufac e o movimento negro acreano, especialmente o Fórum Permanente de Educação Étnico-Racial do Estado do Acre. Inicialmente estruturado como projeto institucional de pesquisa, o laboratório contou com apoio da Pró-Reitoria de Assuntos Estudantis (Proaes) e, em 2018, foi inserido na plataforma Lab e certificado pela Pró-Reitoria de Pesquisa e Pós-Graduação (Propeg).
O laboratório atua na pesquisa e na formação de pesquisadores com foco na promoção da igualdade racial, desenvolvendo estudos voltados tanto à denúncia de práticas racistas quanto à construção de reflexões e práticas antirracistas, principalmente nos espaços educacionais. Atualmente, o LODR/Ufac abriga projetos institucionais como “Práticas Pedagógicas em Educação das Relações Étnico-Raciais em Escolas do Estado do Acre”, desenvolvido desde 2018, e “Pérolas Negras”, iniciado em 2020.
Durante o evento, convidados e bolsistas compartilharam experiências acadêmicas e profissionais construídas a partir das atividades desenvolvidas pelo laboratório, destacando a importância do observatório em suas formações pessoais e profissionais. A programação também apresentou pesquisas realizadas ao longo desses dez anos de atuação e ressaltou a contribuição do laboratório para o fortalecimento das discussões sobre igualdade racial dentro da universidade e na sociedade acreana.
Compuseram o dispositivo de honra o vice-reitor, Josimar Ferreira; o pró-reitor de Extensão e Cultura, Carlos Paula de Moraes; a pró-reitora de Pesquisa e Pós-Graduação da Ufac, Margarida Lima; a vice-diretora do Cfch, Lucilene Ferreira de Almeida; e a representante do Neabi, Flávia Rocha.
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Ufac participa de mostra científica na Reserva Extrativista Cazumbá-Iracema, em Sena Madureira — Universidade Federal do Acre
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15 de maio de 2026A Universidade Federal do Acre (Ufac) participou, no dia 1º de maio, da Mostra Científica “Conectando Saberes: da integração à inclusão na Amazônia”, realizada na Reserva Extrativista Cazumbá-Iracema, em Sena Madureira. A ação reuniu instituições de ensino, pesquisa, escolas rurais e moradores da reserva em atividades de divulgação científica e integração comunitária.
Financiada pelo CNPq, a iniciativa contou com a participação da Ufac, Ifac, ICMBio e de escolas da região. Aproximadamente 250 pessoas participaram da programação, entre estudantes, professores e moradores das comunidades da reserva.
Durante o evento, estudantes da graduação e pós-graduação da Ufac e do Ifac apresentaram pesquisas e atividades educativas nas áreas de saúde, Astronomia, Física, Matemática, Robótica e educação científica. A programação incluiu oficinas de foguetes, observação do céu com telescópios, sessões de planetário, jogos educativos e atividades com microscópios.
O professor Francisco Glauco, do Centro de Ciências Biológicas e da Natureza (CCBN) da Ufac, destacou a importância da participação acadêmica em ações junto às comunidades tradicionais.
“A universidade tem um papel fundamental para a formação científica e cidadã dos estudantes. A troca de conhecimentos com comunidades de difícil acesso fortalece essa formação”, afirmou.
A professora Valdenice Barbosa, da Escola Iracema, ressaltou o impacto da iniciativa para os alunos da reserva.
“Foi um dia histórico de muito aprendizado. Muitos estudantes tiveram contato pela primeira vez com experimentos e equipamentos científicos”, disse.
Além das atividades científicas, a programação contou com apresentações culturais realizadas pelos estudantes da reserva, fortalecendo a integração entre ciência, educação e saberes amazônicos.
A participação da Ufac reforça o compromisso da universidade com a extensão, a popularização da ciência e a aproximação entre universidade e comunidades tradicionais da Amazônia.
Fhagner Soares – Estagiário
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UFAC participa de pesquisa sobre zoonose associada à caça de subsistência na Amazônia — Universidade Federal do Acre
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15 de maio de 2026Um estudo publicado na revista Acta Amazonica identificou a presença do parasita Echinococcus vogeli em pacas (Cuniculus paca) abatidas e consumidas por comunidades tradicionais da Amazônia Ocidental. O agente é responsável pela equinococose policística humana, zoonose considerada emergente na região.
A pesquisa foi desenvolvida entre 2022 e 2023 nos municípios de Sena Madureira e Rio Branco, no Acre, sob coordenação do professor Francisco Glauco de Araújo Santos, do Centro de Ciências Biológicas e da Natureza (CCBN), integrando a dissertação de mestrado de Liliane de Souza Anadão, do Programa de Pós-Graduação em Sanidade e Produção Animal Sustentável na Amazônia (PPGSPASA).
O estudo entrevistou 78 famílias e analisou 23 fígados de pacas abatidas para consumo. Em 48% das amostras foram identificados cistos hidáticos causados pelo parasita. A pesquisa também apontou que a maioria dos cães das comunidades participa das caçadas e consome vísceras cruas dos animais.
Segundo os pesquisadores, o principal risco de transmissão ocorre quando cães infectados eliminam ovos do parasita no ambiente, contaminando solo, água e alimentos.
“O principal risco está associado ao descarte inadequado das vísceras e ao contato com ambientes contaminados pelas fezes de cães infectados”, destacou o professor Francisco Glauco.
O estudo reforça a necessidade de ações de vigilância e educação em saúde nas comunidades rurais, principalmente relacionadas ao manejo de cães e ao descarte adequado das vísceras dos animais abatidos.
Para o pesquisador Leandro Siqueira, doutor em Medicina Tropical pela Fiocruz e coautor do estudo, a pesquisa amplia o conhecimento sobre a transmissão da doença na Amazônia e pode contribuir para futuras ações de prevenção e diagnóstico na região.
Fhagner Soares – Estagiário
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