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Musk pede que o ativista de extrema direita preso no Reino Unido, Tommy Robinson, seja libertado | As notícias da extrema direita

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O bilionário da tecnologia dos EUA diz que Tommy Robinson, que cumpre pena de 18 meses de prisão, “deveria ser libertado”.

Elon Musk apelou à libertação do activista de extrema-direita britânico Tommy Robinson e criticou o primeiro-ministro do Reino Unido, Sir Kier Starmer, pela sua resposta aos escândalos de aliciamento quando serviu como procurador-chefe do país há mais de uma década.

Numa enxurrada de postagens nas redes sociais na quinta-feira, o bilionário da tecnologia dos EUA disse que Robinson, que fundou a Liga de Defesa Inglesa de extrema direita e cujo nome verdadeiro é Stephen Yaxley-Lennon, “deveria ser libertado”.

“Por que Tommy Robinson está em uma prisão solitária por dizer a verdade?” Musk escreveu no X, a plataforma de mídia social de sua propriedade, na quinta-feira.

“Ele deveria ser libertado e aqueles que encobriram esta farsa deveriam ocupar o seu lugar naquela cela”, escreveu ele.

Robinsonum ex-hooligan do futebol com uma série de condenações criminais no Reino Unido, está cumprindo uma pena de 18 meses de prisão depois de admitir desacato ao tribunal em um processo de difamação de longa data envolvendo um refugiado sírio.

Musk também publicou várias mensagens sobre os escândalos de aliciamento que ocorreram ao longo de décadas em várias cidades inglesas, incluindo Rochdale, Rotherham e Oldham, até serem descobertos há mais de uma década.

Musk compartilhou as afirmações de várias outras contas sobre os escândalos e criticou a resposta de Starmer ao escândalo.

“No Reino Unido, crimes graves como a violação exigem a aprovação do Crown Prosecution Service para que a polícia indique os suspeitos. Quem era o chefe do CPS quando os gangues de violadores foram autorizados a explorar raparigas sem enfrentar a justiça? Keir Starmer, 2008-2013”, postou, criticando o atual primeiro-ministro britânico.

Starmer era o chefe do CPS naquele período e iniciou um processo contra uma gangue de aliciamento em Rochdale durante seu último ano no cargo, logo após o surgimento do escândalo. Nenhuma das investigações sobre os escândalos apontou Starmer como culpado ou descobriu que ele tentou bloquear os processos.

Em 2012, Starmer culpou a abordagem falha do sistema judicial à exploração sexual e ordenou uma reestruturação abrangente das respostas do CPS a esta questão.

Os tweets de Musk sobre Robinson conquistaram o apoio de figuras de extrema direita, incluindo o político holandês Geert Wilders, bem como de alguns canais de direita do YouTube que também pediram sua libertação.

A última intervenção do bilionário da tecnologia dos EUA na política do Reino Unido ocorre após sua recente declaração de apoiar para o partido de extrema-direita AfD da Alemanha, onde afirmou que a AfD é o único partido que pode “salvar” a Alemanha enquanto o país se encaminha para eleições antecipadas no próximo mês.

O governo alemão acusou-o de interferir na votação.

Musk também apoiou abertamente outras figuras de extrema direita na Europa, incluindo Nigel Farage, do Partido Reformista do Reino Unido, e a primeira-ministra de direita italiana, Giorgia Meloni.

Musk também foi um proeminente financiador e apoiador da campanha do presidente eleito dos EUA, Donald Trump. No mês passado, Trump refutou as alegações de que teria “cedido a presidência” a Musk.



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Egressa de mestrado em CZS obtém prêmio de pós-graduação — Universidade Federal do Acre

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Mirian Soares de Amorim.jpeg

A engenheira agrônoma Mirian Soares de Amorim, aluna egressa do curso de Agronomia e do mestrado em Ciências Ambientais, do campus Floresta da Ufac, em Cruzeiro do Sul, obteve o 2º lugar na categoria Pós-Graduação do 5º Prêmio Margarida Alves de Estudos sobre Ruralidades e Feminismos, cujo resultado final foi divulgado em 17 de março. O evento foi promovido pelo Ministério do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar.

O estudo destaca a articulação entre a transição agroecológica e a igualdade de gênero, enfatizando o papel central das mulheres rurais, ribeirinhas e agricultoras na preservação da agrobiodiversidade e na soberania alimentar na Amazônia. No mestrado, sob orientação do professor Kleber Andolfato de Oliveira, Mirian também aprofundou investigações sobre o desenvolvimento sustentável e o papel das populações rurais no manejo dos ecossistemas amazônicos.



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Ufac consolida criação do curso de Farmácia com 50 vagas — Universidade Federal do Acre

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Curso de Farmácia-entrega de Menção Honrosa (2).jpg

O reitor da Ufac, Josimar Ferreira, reuniu-se com membros da comissão responsável pela proposta de criação do curso de Farmácia. O encontro ocorreu nesta segunda-feira, 31, na sala de reuniões da Reitoria, visando consolidar o Projeto Político-Pedagógico da nova graduação, além de homenagear, com a entrega, pela Federação Nacional dos Farmacêuticos (Fenafar), de Menção Honrosa ao reitor e a pessoas cujo empenho culminou na abertura do curso.

A iniciativa faz parte do programa Universidades Transformadoras, pactuada com o Ministério da Educação (MEC). O curso prevê a oferta de 50 vagas para estudantes e liberação de 11 códigos de vagas para professores. A aula inaugural e início das atividades acadêmicas estão previstos entre 2028 e 2029.

“Esse é um curso que se assenta fortemente na demanda de conhecer os bioativos da floresta amazônica e transformar esse conhecimento em riqueza, patentes, inovação e qualidade de vida para a sociedade”, disse Josimar Ferreira. Além disso, ele ressaltou a necessidade de conectar o novo curso às estruturas já consolidadas da Ufac, otimizando disciplinas e espaços curriculares em conjunto com as áreas de saúde e química.

A presidente da comissão de criação do curso, Andréia Andrade, lembrou que o projeto começou em 2011. “Hoje nos reunimos com a perspectiva de viabilizar a abertura do curso diante do que já temos na instituição. Nosso objetivo é ofertar uma formação generalista, com investimento otimizado na estrutura existente e com forte inserção na pesquisa e extensão, aproveitando a nossa biodiversidade e criando caminho para futuros programas de pós-graduação.”

Também participaram da reunião representantes externos da categoria profissional, como a ex-conselheira federal, membro da comissão e diretora de Relações Institucionais da Fenafar, Isabela de Oliveira Sobrinho. “Acompanhei a busca por esse projeto pedagógico desde o início e ver essa etapa final é um avanço enorme”, pontuou. “É um trabalho a muitas mãos para trazer o melhor para a Ufac. Trata-se de um curso de grande magnitude, focado em tecnologias de medicamentos e em pesquisas com nossas plantas nativas para gerar qualidade de vida à população.”

(Fhagner Soares, estagiário Ascom/Ufac)



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Seminário na Ufac debate formação em enfermagem obstétrica — Universidade Federal do Acre

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Seminário enfermagem obstétrica (2).jpg

A Ufac sediou o seminário Desafios Atuais na Formação para a Prática da Enfermagem Obstétrica, que ocorreu nesta sexta-feira, 28, na sala dos Colegiados, campus-sede. O encontro reuniu professores, pesquisadores, gestores e profissionais de saúde para debater a reestruturação do modelo de assistência ao parto e ao nascimento, o fortalecimento do Sistema Único de Saúde (SUS) e a interiorização da qualificação profissional no Estado.

O evento integra um projeto nacional, composto por uma rede de 40 instituições de ensino superior articuladas para formar mais de 700 enfermeiras obstétricas pelo país, com foco prioritário nas regiões do interior. No Acre, o programa abrange turmas de especialização e residência voltadas para profissionais atuantes nas regionais do Alto Acre, Alto Purus, Baixo Acre, Tarauacá-Envira e Juruá.

“A Ufac cumpre o seu papel social ao ampliar a formação e capacitar profissionais que atuam em um momento tão ímpar quanto o nascimento de uma criança”, disse o reitor Josimar Ferreira. “Contamos com alunos de todas as regionais. Isso gera um efeito multiplicador: o profissional capacitado coordena equipes locais e eleva diretamente a qualidade do atendimento prestado à população pelo SUS.”

A coordenadora das formações no Estado e professora da Ufac, Sheley Borges, destacou a necessidade de repensar a prática profissional para garantir um cuidado humanizado e seguro. “A intencionalidade da nossa formação é reduzir a mortalidade materna e neonatal e alcançar as mulheres em uma dimensão em que sejam respeitadas. Queremos garantir que as escolhas não ocorram por medo, como optar por uma cesariana sem compreender que é uma cirurgia de grande porte.”

A coordenadora nacional do curso de especialização em Enfermagem Obstétrica da Rede Alyne, vinculada à Universidade Federal de Minas Gerais, Kleyde Ventura, ressaltou a relevância estratégica da parceria com a Ufac. “No Acre, vivemos uma condição muito especial, pois, com exceção de uma aluna, todas as especializadas são do interior. Estamos interiorizando e descentralizando os modos de formar, abordando o trabalho multiprofissional e a articulação de redes para garantir assistência de qualidade e direitos assegurados.”

Também participaram do seminário o promotor de Justiça do MP-AC, Gláucio Oshiro; o coordenador do curso de Enfermagem da Ufac, João Francalino; e o epidemiologista Serafim Salgado, coordenador das metodologias aplicadas no programa de formação.

(Fhagner Soares, estagiário Ascom/Ufac)



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