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Na Alemanha, o conflito social na Volkswagen está a endurecer e a politizar-se

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Uma manifestação do sindicato IG Metall em frente à sede da Volkswagen em Wolfsburg (Baixa Saxônia), 9 de dezembro de 2024.

A pressão sobre Oliver Blume, chefe do grupo Volkswagen, aumenta. Segunda-feira, 9 de dezembro, uma segunda rodada de greves interrompeu a produção em nove fábricas alemãs do fabricante. E 68 mil funcionários pararam de trabalhar por algumas horas, relata o sindicato IG Metall. Em Wolfsburg (Baixa Saxônia), uma manifestação gigante reuniu dezenas de milhares de funcionários na histórica fábrica da Volkswagen. Na cidade automobilística, a quarta rodada de negociações salariais foi realizada na tarde desta segunda-feira, sem resultado.

Leia também | Artigo reservado para nossos assinantes Crise na Volkswagen: o modelo social alemão posto à prova

Por enquanto, o conflito está a decorrer no âmbito de um ritual testado por décadas de co-gestão ao estilo alemão. O último acordo coletivo da Volkswagen terminou em 1é Dezembro, que marcou o fim do “período de paz”, durante o qual os trabalhadores não têm, em princípio, direito à greve.

Cada ronda de negociações entre empregadores e sindicatos é então precedida pelas chamadas greves de “aviso”, a fim de pressionar as discussões. A IG Metall exige um aumento de 7% e garantias de emprego. No restante da indústria, os empregados obtiveram um aumento salarial de 5,5% em meados de novembro. Um sinal importante de manutenção do diálogo social, apesar da crise aguda que abala todo o sector, onde os planos sociais se multiplicam há vários meses.

Só que a negociação em curso na Volkswagen, que deve determinar o preço “interno” da marca, já é extraordinária. Ao contrário dos ciclos anteriores, ainda não foi estabelecida nenhuma base de negociação e nenhum calendário parece ter sido definido pelas duas partes até agora. A administração quer um corte salarial de 10%, e mencionou o fechamento de três fábricasbem como despedimentos, pela primeira vez na história do grupo. Volkswagen quer adaptar as suas capacidades de produção a uma situação julgada “sério” : a procura de veículos continua persistentemente fraca na Europa, as vendas do grupo na China entraram em colapso e os alemães enfrentam uma forte concorrência nos carros eléctricos e conectados. Os lucros chineses, que garantiram a paz social em Wolfsburg durante quinze anos, secaram definitivamente.

Atmosfera deletéria

Durante visita aos funcionários na quarta-feira, 4 de dezembro, o Sr. Blume alertou os funcionários contra demandas que considera irrealistas na situação atual. “Podemos fabricar os melhores carros do mundo, não importa se não ganharmos dinheiro com eles”alertou, acreditando que é preciso continuar a negociar. A IG Metall, por sua vez, apresentou uma proposta que faz certas concessões salariais, mas exclui qualquer encerramento de instalações. “Insuficiente”se opôs à gestão. Tudo sugere que o impasse continuará para além das férias de Natal. Isso agravaria o clima já deletério que pesa sobre o país, há pouco mais de dois meses antes das eleições antecipadas, marcadas para 23 de fevereiro de 2025.

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Ufac faz cerimônia de entrega de diplomas médicos do Revalida — Universidade Federal do Acre

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Nathalia Oliveira, Ufac 2026.10.02.jpeg

A Ufac realizou a cerimônia de entrega da revalidação de diplomas médicos expedidos por instituições de ensino superior estrangeiras, referentes à edição 2025.2 do Revalida. O Núcleo de Registro e Controle Acadêmico (Nurca) relaciona 67 certificados disponíveis para retirada. O ato ocorreu nesta sexta-feira, 2, no Nurca, campus-sede, e contou com a participação do reitor Josimar Ferreira.

“É inédito para nossa universidade fazer um ato que representa a entrega dos diplomas”, disse Josimar. Ele ressaltou a rapidez com que o processo foi concluído pela equipe do Nurca e pediu aos médicos que retribuam à sociedade com ética e acolhimento no atendimento, além de afirmar que a entrega demonstra o papel da universidade no reconhecimento daqueles que se formaram fora do Brasil.

Segundo o diretor do Nurca, Lucas de Araújo Moura, a Ufac realiza revalidações há alguns anos, mas as entregas dos certificados aconteciam de forma avulsa. Ele explicou que a proposta do ato simbólico foi atender os profissionais e valorizar o momento vivido por eles e por suas famílias. Os documentos são entregues juntamente com os originais apresentados pelos interessados, que devem assinar o termo de recebimento do certificado de revalidação.

A médica Nathalia Bragança de Oliveira, que recebeu o diploma revalidado 30 dias após dar entrada no processo na Ufac, disse ter escolhido a universidade pela organização e pelo prazo de entrega. “Foi muito rápido, um processo muito organizado também, desde o momento do início até agora.” Ela relatou que foi recebida com atenção pela equipe, que explicou todas as etapas do procedimento, disse esperar ingressar no mercado de trabalho e atender os pacientes com cuidado.



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Consu aprova comissão para destinar cotas a pessoas transgênero — Universidade Federal do Acre

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O Conselho Universitário (Consu) da Ufac aprovou a criação de uma comissão para elaborar a proposta de cotas de acesso à graduação para pessoas transgênero, que é uma pauta da Pró-Reitoria de Ações Afirmativas e Equidade (Proafe), recentemente criada com o objetivo de expandir políticas de inclusão na universidade. A aprovação ocorreu nessa quarta-feira, 30, na 5ª Reunião Ordinária do Consu, realizada no auditório do Centro de Filosofia e Ciências Humanas, campus-sede.

A Ufac já possui regulamentação que garante o acesso por cotas à comunidade transgênero na pós-graduação desde 2023. A proposta aprovada pelo Consu busca ampliar esse direito para a graduação, assegurando não apenas a entrada, mas também o acompanhamento para permanência de estudantes até a conclusão dos cursos.

A comissão terá prazo de 90 dias para realizar os estudos e apresentar a minuta final do projeto. O grupo terá formação intersetorial, reunindo representantes das três categorias acadêmicas: docentes, técnico-administrativos e discentes, além de representantes de entidades e movimentos sociais da sociedade civil voltados aos direitos da população transgênero no Acre.

“Reafirmamos nosso compromisso ao instituir a comissão que vai deliberar sobre as cotas trans”, disser o reitor Josimar Ferreira. “Trata-se de uma ação demandada pela sociedade para incluir populações historicamente invisibilizadas, garantindo que as ações afirmativas façam parte da história do nosso conselho.”

Segundo a pró-reitora de Ações Afirmativas e Equidade, Letícia Mamed, a política visa transformar a realidade de um dos grupos mais marginalizados socialmente. “Precisamos atentar para a garantia de acesso, permanência e dignidade para que essa comunidade possa construir seus projetos de vida com mais oportunidades”, comentou. “No Brasil, cerca de 30 universidades já adotam políticas semelhantes, e a Ufac dá um passo essencial para consolidar essa transformação.”

Integrante do Consu, a professora Raquel Ishii ressaltou que a comissão foi criada para ir além da gestão superior da universidade. “Considero essa aprovação uma grande vitória para a sociedade civil e para a universidade. A comissão amplia o debate da pós-graduação para a graduação. Trata-se de um grupo bem amplo, constituído não só pela gestão, mas com convites abertos ao Diretório Central dos Estudantes e a movimentos sociais externos à universidade.”

(Fhagner Soares, estagiário Ascom/Ufac)



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SAE-CZS — Universidade Federal do Acre

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SAE-CZS — Universidade Federal do Acre

A Diretoria Geral do Campus Floresta (DG-Camp), por meio do Setor de Assistência Estudantil (SAE-CZS), comunica a suspensão do Restaurante Universitário nesta segunda-feira, 28, para o Campus Floresta, em decorrência do ponto facultativo decretado pela Reitoria por meio da Portaria n.º 3.914, de 24/09/2026, em virtude da celebração do Aniversário do município de Cruzeiro do Sul (AC).
Contamos com a compreensão de toda a comunidade acadêmica.

 



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