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Na Alemanha, Sahra Wagenknecht quer impor uma linha pró-Rússia nos Länder Orientais

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A paleta de cores da política alemã adquiriu uma nova cor: o roxo. Ao lado do preto dos democratas-cristãos, do vermelho dos sociais-democratas e do azul da extrema direita, aparece agora o roxo do jovem partido de Sahra Wagenknecht, baptizado “Aliança Sahra Wagenknecht” (BSW). Reconhecível por seus coques severos e jaquetas coloridas, ela deixou o partido de extrema esquerda Die Linke no início do ano para criar sua própria plataforma. Fenômeno político do ano de 2024 do outro lado do Reno, este partido recebeu a cor roxa dos cientistas políticos na tentativa de identificar um posicionamento que continua difícil de classificar – algures entre o vermelho da esquerda pelas suas posições sociais e o azul da extrema direita, pelo seu discurso crítico sobre a imigração, bem como pela sua proximidade com a Rússia.

Os partidos históricos que tentam constituir uma maioria para governar na Saxónia, na Turíngia e em Brandeburgo, estas três regiões orientais cujos eleitores foram às urnas no dia 1é e 22 de setembro, agora terão que lidar com o BSW. Porque, dois meses depois destas eleições, marcadas por uma progressão muito forte da extrema direita, nenhum dos três Länder conseguiu formar maioria.

A extrema-direita ficou em primeiro lugar na Turíngia e em segundo na Saxónia e Brandemburgo, mas nenhum partido concorda em negociar com ela. Sahra Wagenknecht, na terceira posição, está portanto em posição de fazer ou quebrar coligações. Ansiosa por fazer do seu partido uma formação à escala nacional com vista às eleições legislativas de Setembro de 2025, ela aproveitou todos os benefícios que poderia retirar da sua posição de árbitro para promover o que constitui o “núcleo de (no) marca », nomeadamente questionando o apoio à Ucrânia.

A opinião está muito dividida

Nascida em Jena, na Turíngia (antiga RDA), aos 55 anos, Sahra Wagenknecht defende a ideia de que uma paz rápida é possível entre a Rússia e a Ucrânia, assim que a Alemanha deixar de fornecer armas em Kiev e se opuser a qualquer instalação de novos mísseis americanos no seu território. solo. Uma aproximação com a Rússia teria também, a seu ver, a vantagem de reabrir a torneira ao fornecimento de gás russo barato, cuja interrupção, depois de 2022, penalizou cruelmente toda a economia alemã.

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Mesmo que as questões de política externa não sejam da responsabilidade dos Länder, mas sim do governo federal, a mulher que também é membro do Bundestag desde 2009 exigiu a presença de uma declaração explícita como pré-requisito para qualquer discussão sobre um contrato de coligação local. . a favor das negociações de paz, hostil ao estacionamento de novos mísseis americanos em solo alemão e ao fornecimento de armas à Ucrânia. Os governos locais podem, acredita ela, exercer pressão sobre Berlim e influenciar a política externa.

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Seminário na Ufac tematiza planejamento e governança pública — Universidade Federal do Acre

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Seminário na Ufac tematiza planejamento e governança pública — Universidade Federal do Acre

O programa de pós-graduação em Planejamento e Governança Pública, da Universidade Tecnológica Federal do Paraná (UTFPR), no âmbito do mestrado interinstitucional para técnico-administrativos da Ufac e do Instituto Federal do Acre (Ifac), realiza o 12º Seminário de Boas Práticas em Planejamento e Governança Pública, de 14 a 16 de julho, no anfiteatro Garibaldi Brasil, campus-sede da Ufac. As inscrições são gratuitas e estão abertas até 16 de julho, por meio online.

O evento será transmitido pelo YouTube e terá como tema “Governança, Políticas Públicas e Desenvolvimento Regional na Amazônia: Desafios Estruturais para o Acre”, propondo um debate sobre questões territoriais, sociais, ambientais, urbanas, institucionais e econômicas que atravessam a realidade amazônica e acreana.

A programação científica será organizada em quatro eixos temáticos: governança urbana, mobilidade e direito à cidade na Amazônia; infraestrutura, saneamento e resiliência em contextos de enchentes e queimadas; governança ambiental, desenvolvimento sustentável e capacidade estatal na Amazônia; e educação e empreendedorismo na Amazônia.

O seminário tem como público-alvo a comunidade universitária e gestores públicos, contando com a participação de autoridades locais, pesquisadores da UTFPR, docentes da Ufac e do Ifac, bem como especialistas convidados de diferentes áreas.

 



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Estudo indica limitações de conhecimento sobre leishmaniose — Universidade Federal do Acre

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Estudo indica limitações de conhecimento sobre leishmaniose-interna.jpg

A Ufac é parceira em pesquisa desenvolvida no município de Sena Madureira (AC), a qual identificou limitações no conhecimento sobre a leishmaniose cutânea entre pacientes e profissionais da saúde, além de barreiras geográficas e estruturais que dificultam o acesso ao diagnóstico e ao tratamento precoce em áreas rurais endêmicas.

Os resultados do estudo foram publicados, em maio, na revista eletrônica “Acervo Saúde”, vol. 26(5), com o título “Leishmaniose Cutânea na Amazônia Ocidental: Lacunas no Conhecimento e Barreiras de Acesso Assistencial em Áreas Endêmicas”. O artigo tem coautoria de pesquisadores da Ufac.

A pesquisa foi realizada com 50 pacientes com suspeita clínica de leishmaniose cutânea e 51 agentes de saúde, sendo 63% agentes comunitários de saúde e 37% agentes de combate às endemias.

“Em nosso trabalho, identificamos que tanto os profissionais da saúde quanto os pacientes possuem informações limitadas sobre a doença. Conhecer as limitações para acesso ao diagnóstico e tratamento precoce é uma das principais estratégias para a implementação de programas de controle e de educação em saúde que contemplem o perfil epidemiológico e social das populações de áreas endêmicas”, disse o autor do estudo, Leandro Siqueira de Souza, do Instituto Oswaldo Cruz (IOC).

A região Norte é responsável por mais da metade dos casos da doença no Brasil; o Acre conta com mais de 11 mil casos notificados na última década. Em 2025, os municípios acreanos de Xapuri, Marechal Thaumaturgo, Assis Brasil, Sena Madureira e Brasileia foram classificados pelo Ministério da Saúde como áreas de risco intenso para transmissão da doença.

“A região amazônica é uma área endêmica para a leishmaniose cutânea, uma doença negligenciada que afeta principalmente populações de comunidades tradicionais”, contou o pesquisador Reginaldo Peçanha Brazil, do IOC. “Conhecer as limitações no conhecimento tanto dos pacientes como de profissionais da saúde de áreas endêmicas é fundamental para o sistema de saúde do Estado do Acre e para o controle mais efetivo da doença.”

A investigação integra um projeto de pesquisa coordenado por Brazil. Além da Ufac, são parceiros na pesquisa a Universidade Federal de Minas Gerais, a Universidade de Brasília, o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade e a Secretaria de Estado de Saúde do Acre.

Pela Ufac, são coautores do artigo os pesquisadores Andréia Luísa Peixinho da Silva Guimarães, Francisca Alana Costa de Souza, Marcos Bruno Zacarias Campelo, Breno Kalyl Freitas Nascimento, Andreia Fernandes Brilhante e Francisco Glauco de Araújo Santos. Os estudos contam com financiamento do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e apoio de instituições parceiras.

 



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Ufac e TCE-AC apresentam pesquisa de vitimização em Rio Branco — Universidade Federal do Acre

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Ufac e TCE-AC apresentam pesquisa de vitimização em Rio Branco — Universidade Federal do Acre

 

A Ufac e o Tribunal de Contas do Estado do Acre (TCE-AC) realizaram o Seminário de Apresentação da Pesquisa de Vitimização na Cidade de Rio Branco. O evento, que ocorreu nesta terça-feira, 16, no Plenário do TCE-AC, consistiu em exposições e debate no sentido de contribuir para um diagnóstico da segurança pública e para o aprimoramento das políticas voltadas à população.

A pesquisa foi apoiada por emenda parlamentar do senador Sérgio Petecão (PSD-AC), destinada em 2025 à Ufac. “Quero agradecer a disponibilidade do senador em ajudar a universidade sempre com emendas necessárias para o desenvolvimento da educação e da pesquisa, com retorno garantido para a sociedade acreana”, disse a reitora Guida Aquino.

O seminário teve como público-alvo a comunidade acadêmica, servidores do TCE-AC e do Ministério Público de Contas do Acre, servidores públicos em geral, gestores da área de segurança pública, justiça criminal e direitos humanos e sociedade civil. A pesquisa buscou compreender como a população percebe a segurança, quais situações de violência e criminalidade afetam os cidadãos e como os serviços de segurança pública são avaliados pelas pessoas.

O trabalho provém do grupo de pesquisa Sujeitos, Ações e Percepções: Estudos em Violência e Conflitualidade, coordenado pelo professor da Ufac, Ermício Sena. Ele informou que os produtos da pesquisa foram banco de dados, mapas descritivos de Rio Branco, relatórios de campo, geral e sintético/executivo.

Em seu discurso, Sena agradeceu aos envolvidos na realização da pesquisa e a Fundação de Apoio e Desenvolvimento ao Ensino, Pesquisa e Extensão Universitária no Acre, que foi a intermediária para contratação do Instituto de Opinião Pública para execução da pesquisa.

 



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