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Na COP29, nenhum acordo é melhor do que um “mau acordo”, argumentam mais de 300 ONGs

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Um ativista participa de um protesto silencioso contra o projeto de acordo, durante a conferência das Nações Unidas sobre mudanças climáticas COP29, em Baku, Azerbaijão, em 22 de novembro de 2024.

Mais de 300 ONG apelaram, durante a noite de sexta-feira para sábado, 23 de novembro, aos países em desenvolvimento e à China para saírem a conferência da ONU sobre o clima em Bakuse os países ricos não aumentarem o seu compromisso financeiro.

“Se nada forte o suficiente for proposto nesta COP, convidamos você a sair da mesa (negociações) lutar outro dia, e lutaremos a mesma luta”escrevem 335 organizações numa carta dirigida a uma aliança de 134 países que reúne países em desenvolvimento e a China, um grupo denominado G77 + China.

” Nós (…) apoiamo-lo sinceramente na rejeição do actual texto de negociação. Este texto é absolutamente inaceitável e permite que os países desenvolvidos se libertem completamente das suas obrigações em termos de financiamento da luta contra as alterações climáticas nos países em desenvolvimento.estimar as ONGs.

A COP29 entrou em prorrogação no sábado, após doze dias de negociações malsucedidas. As negociações continuaram durante a noite, de sexta-feira para sábado, para rever o projeto de acordo publicado na sexta-feira, que incluía uma primeira oferta dos estados ricos. Eles comprometeram-se a aumentar o seu esforço dos atuais 100 mil milhões por ano para 250 mil milhões de dólares até 2035.

“A intransigência dos países desenvolvidos”

“Insistimos: é melhor não ter acordo em Baku do que um mau acordo, e este é um acordo muito, muito mau, devido à intransigência dos países desenvolvidos”insiste a carta.

Representantes da Rede de Acção Climática, da War on Want e da Coligação pela Justiça Climática também enviaram uma carta assinada por 156 organizações dos Estados Unidos, da União Europeia, do Reino Unido, do Canadá, do Japão e de outros países desenvolvidos.

Nós “estão profundamente indignados com o papel destrutivo que você desempenhou na criação de um projeto de texto de negociação (…) absolutamente inaceitável neste último dia da COP29”indica ainda esta carta entregue a Trigg Talley, enviado especial do presidente americano para o clima.

As ONGs perguntam aos países desenvolvidos, “em vez de fugirem das suas responsabilidades legais, (…) tomar a iniciativa de abandonar os combustíveis fósseis, fornecendo fundos públicos e tecnologias aos países em desenvolvimento”.

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O mundo com AFP



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V SIMECO — Universidade Federal do Acre

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Egressa de mestrado em CZS obtém prêmio de pós-graduação — Universidade Federal do Acre

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Mirian Soares de Amorim.jpeg

A engenheira agrônoma Mirian Soares de Amorim, aluna egressa do curso de Agronomia e do mestrado em Ciências Ambientais, do campus Floresta da Ufac, em Cruzeiro do Sul, obteve o 2º lugar na categoria Pós-Graduação do 5º Prêmio Margarida Alves de Estudos sobre Ruralidades e Feminismos, cujo resultado final foi divulgado em 17 de março. O evento foi promovido pelo Ministério do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar.

O estudo destaca a articulação entre a transição agroecológica e a igualdade de gênero, enfatizando o papel central das mulheres rurais, ribeirinhas e agricultoras na preservação da agrobiodiversidade e na soberania alimentar na Amazônia. No mestrado, sob orientação do professor Kleber Andolfato de Oliveira, Mirian também aprofundou investigações sobre o desenvolvimento sustentável e o papel das populações rurais no manejo dos ecossistemas amazônicos.



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Ufac consolida criação do curso de Farmácia com 50 vagas — Universidade Federal do Acre

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Curso de Farmácia-entrega de Menção Honrosa (2).jpg

O reitor da Ufac, Josimar Ferreira, reuniu-se com membros da comissão responsável pela proposta de criação do curso de Farmácia. O encontro ocorreu nesta segunda-feira, 31, na sala de reuniões da Reitoria, visando consolidar o Projeto Político-Pedagógico da nova graduação, além de homenagear, com a entrega, pela Federação Nacional dos Farmacêuticos (Fenafar), de Menção Honrosa ao reitor e a pessoas cujo empenho culminou na abertura do curso.

A iniciativa faz parte do programa Universidades Transformadoras, pactuada com o Ministério da Educação (MEC). O curso prevê a oferta de 50 vagas para estudantes e liberação de 11 códigos de vagas para professores. A aula inaugural e início das atividades acadêmicas estão previstos entre 2028 e 2029.

“Esse é um curso que se assenta fortemente na demanda de conhecer os bioativos da floresta amazônica e transformar esse conhecimento em riqueza, patentes, inovação e qualidade de vida para a sociedade”, disse Josimar Ferreira. Além disso, ele ressaltou a necessidade de conectar o novo curso às estruturas já consolidadas da Ufac, otimizando disciplinas e espaços curriculares em conjunto com as áreas de saúde e química.

A presidente da comissão de criação do curso, Andréia Andrade, lembrou que o projeto começou em 2011. “Hoje nos reunimos com a perspectiva de viabilizar a abertura do curso diante do que já temos na instituição. Nosso objetivo é ofertar uma formação generalista, com investimento otimizado na estrutura existente e com forte inserção na pesquisa e extensão, aproveitando a nossa biodiversidade e criando caminho para futuros programas de pós-graduação.”

Também participaram da reunião representantes externos da categoria profissional, como a ex-conselheira federal, membro da comissão e diretora de Relações Institucionais da Fenafar, Isabela de Oliveira Sobrinho. “Acompanhei a busca por esse projeto pedagógico desde o início e ver essa etapa final é um avanço enorme”, pontuou. “É um trabalho a muitas mãos para trazer o melhor para a Ufac. Trata-se de um curso de grande magnitude, focado em tecnologias de medicamentos e em pesquisas com nossas plantas nativas para gerar qualidade de vida à população.”

(Fhagner Soares, estagiário Ascom/Ufac)



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