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Na Líbia, vídeos de tortura na prisão de Qarnada demonstram a violência do sistema prisional

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Um mural representando uma cena de tortura em Trípoli, junho de 2012.

As imagens vazadas não têm precedentes. Emana das profundezas do sistema prisional do marechal Khalifa Haftar, à frente do autoproclamado “Exército Nacional Líbio” (LNA), que reina com mão de ferro sobre uma vasta faixa de território líbio. Vários vídeos, filmados clandestinamente na prisão de Qarnada, situada perto da cidade de Shahat, a cerca de 200 quilómetros a nordeste de Benghazi (leste), foram difundidos nas redes sociais e depois massivamente divulgados pelos meios de comunicação árabes líbios e mundiais. Eles mostram cenas de tortura e tratamento degradante perpetrados contra prisioneiros.

Em um deles, ouvimos primeiro o estalo de um chicote e depois gritos. Enquanto a câmera é colocada no chão para filmar sob uma porta, vemos um carcereiro, vestido com camiseta branca, calça e botas militares, desferir uma saraivada de golpes em um prisioneiro vestido com uma simples cueca samba-canção branca. Com as mãos amarradas a uma grade, o homem torturado grita, contorcendo-se de dor. “Cale a boca, seu animal!” “, ele é um dos guardas. Num outro vídeo, os detidos são colocados à força numa posição de cinta com os antebraços no chão. Um deles, visivelmente idoso, se debate e tenta explicar seu estado ao guarda, antes de receber chicotadas.

No total, foram transmitidas pelo menos seis sequências diferentes, filmadas em celulares. Caso a origem do vazamento permaneça desconhecida, há evidências que atestam a veracidade das imagens. Primeiro, o dialecto da Líbia Oriental falado pelos guardas, vários dos quais usam uniformes da polícia militar líbia. “O local dos incidentes de tortura foi identificado como sendo o piso térreo da prisão, vulgarmente conhecida como “ala da administração penitenciária”.”especifica a organização Libya Crimes Watch. “Os vídeos representam apenas uma pequena parte das atrocidades que ali acontecem”comentou Ali Alaspli, ativista líbio dos direitos humanos e ex-prisioneiro, na rede social X.

Num comunicado de imprensa publicado na noite de terça-feira, 14 de janeiro, a Missão de Apoio das Nações Unidas na Líbia (Manul) solicitou a abertura de um “investigação imediata” sobre estes actos de tortura, dizendo “alarmado” por essas imagens “chocante” e condenando “firmemente” os actos que constituem “uma violação grave do direito internacional”.

“A Saydnaya Líbia”

Imagens de tortura circulam regularmente em Líbia. Os migrantes subsaarianos são sujeitos a uma violência atroz, como evidenciam as imagens publicadas nas redes sociais de Naima Jamal, uma etíope de 20 anos torturada no sul do país. Mas em Qarnada, o facto de os detidos serem líbios e estarem encerrados numa prisão estatal – e não em centros de detenção mais ou menos oficiais – provocou fortes reacções por parte dos utilizadores locais da Internet. Alguns o descreveram como “Saidnaya Líbia”em referência à terrível prisão do regime sírio deposto, ao norte de Damasco.

“Isolar um detido, espancá-lo, torturá-lo é um ato de extrema covardia, um ato de guerra cometido pelas forças armadas”, afirmou. denuncia Mohamed Buisier, político e empresário que se refugiou nos Estados Unidos, em vídeo publicado no Facebook. Este antigo conselheiro do marechal Haftar apela ao autocrata para que tome “medidas decisivas e firmes a favor dos detidos e para lhes fazer justiça”, bem como contra os responsáveis ​​por estes actos de tortura. De acordo com a mídia online da Líbia Fawasel, sete membros da administração penitenciária de Qarnada e da brigada Tareq Bin Zeyad, uma milícia integrada na ANL e regularmente acusada de violações dos direitos humanos, foram detidos na terça-feira na sequência destas revelações.

“O que chocou os líbios foi ver tal violência explicitamente em vídeos que sabemos serem inegáveis”analisa Jalel Harchaoui, pesquisador associado do Royal United Services Institute, em Londres: “Não é a mesma coisa que receber uma denúncia baseada em depoimento. As reações são, portanto, emocionais, mas não há nenhuma descoberta real sobre o que está acontecendo nesta prisão. Isto é conhecido. »

“Recebemos frequentemente testemunhos de tortura e maus-tratos em O século », confirma Diana Eltahawy, vice-diretora da Amnistia Internacional para o Médio Oriente e Norte de África: « Alguns dos métodos mais frequentemente relatados são semelhantes às cenas mostradas nos vídeos, como espancamentos com objetos diversos, humilhação de indivíduos, insultos verbais, mas também suspensão no ar. Envolve também recusas prolongadas de visitas e comunicações com familiares. »

“Silenciar oponentes”

A missão independente de investigação das Nações Unidas mencionado em 2023, em seu relatório, « detenções arbitrárias prolongadas, assassinatos, tortura, estupro e outros atos desumanos”. em Qarnada e outras prisões sob o controle de Khalifa Haftar. Ela sentiu que tinha “motivos razoáveis ​​para acreditar que crimes contra a humanidade estão a ser cometidos nestas prisões”com o objetivo, em especial, “silenciar opositores ideológicos, jornalistas, ativistas e pessoas críticas ou consideradas críticas da ANL”citando o caso de dois ativistas, Ahmed Mustafa e Ali Alaspli.

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Em abril de 2024 o jornalista e escritor Siraj Daghman crítico do regime de Haftar morreu em circunstâncias misteriosas durante a sua detenção num centro perto de Benghazi.

Além da ala para detentos comuns, a prisão de Qarnada é composta por duas seções sob o controle da agência de segurança interna e da polícia militar. Durante a recaptura pelas forças armadas do marechal Haftar de territórios controlados, a partir de 2014, pela organização Estado Islâmico (EI) e pela Al-Qaeda, muitos jihadistas ou simpatizantes, reais ou supostos, foram ali encarcerados, por vezes com base em simples suspeitas. Vozes críticas ao regime também foram encerradas lá.

Leia também | Artigo reservado para nossos assinantes O clã do marechal Haftar, que controla o leste da Líbia, está avançando no Sahel

“A maioria dos detidos nunca teve um julgamento justo num tribunal civilobserve Diana Eltahawy. Se houve processos, estes decorreram perante tribunais militares que não podem de forma alguma ser considerados imparciais e independentes, uma vez que fazem parte da ANL. »

A violência perpetrada em Qarnada não é exceção no sistema prisional líbio. “Isto é algo que infelizmente é sistemático em toda a Líbia, no leste e no oeste, independentemente dos grupos armados que controlam os centros de detenção”, lamenta o responsável da Amnistia Internacional, citando várias milícias ligadas ao “governo de unidade nacional”, reconhecido pela comunidade internacional e sediado em Trípoli (oeste). « Para mudar as coisas, temos de quebrar o ciclo de impunidade que caracteriza a Líbia pós-Gaddafi”, ela recomenda.

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Pavic-Lab da Ufac apresenta seis trabalhos em congresso internacional de computação — Universidade Federal do Acre

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Pavic-Lab da Ufac apresenta seis trabalhos em congresso internacional de computação — Universidade Federal do Acre

Pesquisadores do projeto Pavic-Lab, da Universidade Federal do Acre (Ufac), apresentaram seis trabalhos científicos durante a Conference on Graphics, Patterns and Images (SIBGRAPI 2026), congresso internacional de referência nas áreas de computação gráfica, processamento de imagens e visão computacional, realizado de 29 de setembro a 2 de outubro, em Goiânia (GO). As pesquisas foram desenvolvidas no projeto de pesquisa e desenvolvimento (P&D) Pesquisas Aplicadas em Visão e Inteligência Computacional (Pavic-Lab), uma iniciativa de cooperação técnico-científica entre a Ufac, Motorola, Flextronics e Fundação de Apoio e Desenvolvimento ao Ensino, Pesquisa e Extensão Universitária no Acre (Fundape).

Segundo a professora do Centro de Ciências Exatas e Tecnológicas (CCET), Ana Beatriz Alvarez Mamani, a participação no congresso contribui para divulgar a produção científica desenvolvida no Acre e ampliar o intercâmbio com outras instituições. Ela destacou que a presença da Ufac em eventos científicos também ajuda a reduzir as desigualdades regionais na ciência brasileira, além de possibilitar novas parcerias e o aperfeiçoamento das pesquisas.

A equipe foi composta pela professora Ana Beatriz Alvarez Mamani, pelo pesquisador Quefren Leher, pelos mestrandos do Programa de Pós-Graduação em Ciência da Computação (PPGCC) Clécio Silva, Lucas Carvalho, Gustavo Ferreti, Julio Martins e Ian Teixeira, além do graduando em Sistemas de Informação Kauã Galvão de Macedo.

Dos seis trabalhos apresentados, um integrou uma sessão especial do congresso e já foi publicado na revista científica Computers & Graphics. Outros três foram apresentados na programação principal, com previsão de publicação nos anais do Instituto de Engenheiros Eletricistas e Eletrônicos (IEEE) e na biblioteca digital da Sociedade Brasileira de Computação (SBC). Os dois trabalhos restantes foram apresentados em workshops, também com previsão de publicação na biblioteca digital da SBC.

As pesquisas estão divididas em duas áreas principais: reconstrução tridimensional e processamento de imagens. Na primeira, Clécio Silva apresentou um método computacional para criar representações digitais mais detalhadas de ambientes internos a partir de imagens. A tecnologia pode ser aplicada em jogos, realidade virtual e aumentada, simulações e projetos da construção civil.

Na área de processamento de imagens, Lucas Carvalho apresentou uma pesquisa para reconstruir imagens de alta faixa dinâmica (HDR) a partir de uma única imagem convencional, buscando recuperar detalhes em regiões claras e escuras. Gustavo Ferreti desenvolveu uma rede neural para combinar imagens com diferentes níveis de exposição e melhorar a qualidade visual dos resultados.

Julio Martins apresentou uma metodologia para reduzir o custo computacional da reconstrução de imagens HDR, preservando a qualidade das imagens produzidas. Ian Teixeira investigou o uso de mecanismos de atenção em modelos de inteligência artificial para recuperar informações em imagens de baixa qualidade. Já Kauã Galvão de Macedo apresentou uma abordagem que combina redes neurais e técnicas de processamento de sinais para melhorar imagens capturadas em ambientes com pouca iluminação.

Os métodos desenvolvidos apresentam potencial de aplicação em sistemas embarcados com recursos computacionais limitados, como dispositivos eletrônicos que integram processamento de imagens, permitindo aprimorar a qualidade visual com menor demanda de processamento.

Para o graduando Kauã Galvão de Macedo, a participação no congresso proporcionou a oportunidade de apresentar os resultados de sua pesquisa e conhecer novas abordagens científicas. “Foi uma ótima experiência, tanto pela oportunidade de apresentar minhas pesquisas desenvolvidas na Ufac quanto pela troca de conhecimentos com pesquisadores de outras instituições”, afirmou.

Segundo Kauã, as discussões realizadas durante o evento possibilitaram o contato com técnicas que poderão contribuir para suas pesquisas e para os projetos desenvolvidos pelo Pavic-Lab, além de abrir oportunidades de colaboração científica.

O mestrando em Ciência da Computação Gustavo de Souza Ferreti também destacou a importância da experiência para sua formação acadêmica. “Tive a oportunidade gratificante de conhecer professores e pesquisadores com ampla trajetória no nosso campo, além de ouvir sobre suas vivências e receber orientações valiosas para aprimorar meu trabalho”, disse.

O Pavic-Lab desenvolve atividades de pesquisa voltadas ao processamento de imagens, ao aprimoramento da qualidade visual e à reconstrução tridimensional de ambientes e objetos. Após a participação no congresso, a equipe dará continuidade às pesquisas científicas, com novos experimentos e avaliações para aperfeiçoar os métodos, reduzir custos computacionais e ampliar as possibilidades de aplicação prática dos resultados.



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Ufac abre 1ª Conferência Internacional Amazônia Nexus — Universidade Federal do Acre

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Ufac abre 1ª Conferência Internacional Amazônia Nexus — Universidade Federal do Acre

A Universidade Federal do Acre (Ufac) iniciou, na manhã desta segunda-feira, 19, a 1ª Conferência Internacional Amazônia Nexus. A solenidade de abertura ocorreu no auditório do e-Amazônia, no campus-sede, em Rio Branco, e reuniu professores, estudantes, participantes externos e palestrantes locais, nacionais e internacionais.

A vice-reitora da Ufac, Almecina Balbino, destacou que o evento busca fortalecer a produção científica regional e estreitar os laços interinstitucionais. Segundo ela, a conferência favorece a criação de uma rede de conexão entre os programas de pós-graduação e viabiliza a internacionalização por meio da cooperação Sul-Sul, permitindo que pesquisadores externos contribuam diretamente para os estudos sobre o território amazônico.

O pró-reitor de Extensão e Cultura, Marco Amaro, ressaltou o papel da extensão universitária na articulação do conhecimento científico com a comunidade. “Não existe integração entre ensino, pesquisa e extensão se a gente tirar as pesquisas da prateleira sem estarmos envolvidos com ações de extensão, que fazem a intermediação entre o conhecimento da universidade e a sociedade”, declarou. Ele também destacou que a rede de contatos estabelecida entre as diferentes áreas fortalece a qualidade acadêmica da instituição.

O coordenador do evento, professor Flávio Roberto Chaves da Silva, expressou satisfação com o início da conferência e destacou a dimensão coletiva da iniciativa. “É com muita alegria, satisfação e gratidão que damos início a este projeto que nasceu do desejo de fortalecer a ciência, a cooperação e a internacionalização da pesquisa na Amazônia. Celebramos a coragem de começar, a força do trabalho coletivo e a realização de um sonho. Que esta seja a primeira de muitas edições, promovendo o conhecimento e contribuindo para o desenvolvimento sustentável da nossa região”, afirmou o docente, agradecendo a parceria dos palestrantes, da comissão organizadora e dos apoiadores.

Durante a abertura, a mesa de debates destacou a importância do encontro para a região. O professor e pesquisador Lin Shau Ming, da Universidade Federal do Amazonas (Ufam), um dos palestrantes do dia, ressaltou que os estudos sobre plantas medicinais e agrobiodiversidade contribuem para o bem-estar das comunidades tradicionais. Segundo ele, o tema está alinhado à proposta central do evento de promover a integração de diferentes saberes e áreas do conhecimento na universidade.

A coordenadora do Programa de Pós-Graduação em Ciência Animal na Amazônia Ocidental, Cíntia Daudt, destacou o compromisso social da universidade com a produção de conhecimento e o desenvolvimento regional. “É um evento bem importante para a nossa região e para a nossa universidade. Estamos aqui cumprindo o nosso ato de educação. Como dizia Paulo Freire, ‘educar é um ato político’. Nós estamos cumprindo a nossa parte, unindo ensino, pesquisa e extensão em um único evento”, afirmou.

A cerimônia de abertura contou ainda com a participação do pró-reitor de Pesquisa, Pós-Graduação e Inovação, Dionatas Meneguetti; dos coordenadores Fernando da Silva Souza, de Ciência, Inovação e Tecnologia para a Amazônia; Felipe Souza, de Ciência Florestal; Regina Lúcia Ferreira, de Produção Vegetal; e da vice-coordenadora Danúsia Rocha, de Saúde Coletiva.

(Fhagner Soares, estagiário Ascom/Ufac)



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Ufac promove ação de prevenção à saúde da mulher durante o Outubro Rosa — Universidade Federal do Acre

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Ufac promove ação de prevenção à saúde da mulher durante o Outubro Rosa — Universidade Federal do Acre

A Ufac, por meio da Pró-Reitoria de Desenvolvimento e Gestão de Pessoas (Progep) e da Diretoria de Saúde e Qualidade de Vida (DSQV), realizou nesta sexta-feira, 16, no estacionamento H (bloco de Medicina) do campus-sede, uma ação de prevenção e cuidado à saúde da mulher em alusão à campanha Outubro Rosa. Com o tema “A rotina pode esperar um pouco. Cuidar de você também é prioridade”, a iniciativa disponibilizou exames preventivos do colo do útero (PCCU) e testes rápidos para toda a comunidade acadêmica.

A diretora de Saúde e Qualidade de Vida da Ufac, Ane Kelly Severino Salvino, destacou a importância de facilitar o atendimento no próprio ambiente de trabalho para servidoras e terceirizadas. “A ideia é que elas parem por um momento, deixem o trabalho um pouquinho de lado e passem a se cuidar. Oferecer essa facilidade é muito gratificante”, afirmou. Ela ressaltou ainda as parcerias com a Uninorte, o sindicato e a Residência em Enfermagem Obstétrica para ampliar a ação.

A coordenadora de Vigilância à Saúde do Servidor, Priscila Miranda, ressaltou a importância de uma abordagem integral da saúde feminina e chamou a atenção para a sobrecarga da rotina das mulheres. “Trazemos esse olhar para mostrar que a mulher precisa se conscientizar sobre a prioridade de cuidar de si mesma e de sua saúde física e mental, não apenas no Outubro Rosa. Trazer esses exames para dentro da universidade dá a elas o tempo necessário para o autocuidado”, pontuou.

Conscientização e prevenção

Durante a ação, residentes do programa de Enfermagem Obstétrica da Ufac atuaram no acolhimento e na orientação das mulheres atendidas, reforçando a importância da prevenção do câncer do colo do útero, apontado como o segundo tipo com maior mortalidade feminina no mundo.

A enfermeira residente Francisca da Silva enfatizou que a campanha é um momento estratégico de mobilização. “Nós temos todos os 12 meses do ano para orientar, mas o mês de outubro é quando toda a rede intensifica ações para chamar as mulheres a realizarem seus exames o quanto antes”, ressaltou.

A enfermeira residente Vitória Amorim alertou que o câncer do colo do útero é assintomático no início, mas pode ser prevenido por meio do rastreamento e do tratamento de lesões precursoras. “Com o rastreamento periódico pelo PCCU, é possível diagnosticar e tratar lesões pré-cancerígenas anos antes que a doença se desenvolva. Por isso, promover essa educação em saúde no campus é vital para estimular o cuidado rotineiro”, explicou.

A iniciativa contou com a parceria do programa de Residência em Enfermagem Obstétrica da Ufac, dos cursos de Medicina e Enfermagem da Uninorte e do sindicato da categoria, que contribuíram para o suporte técnico e o atendimento às participantes.



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