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Na Lituânia, os sociais-democratas vencem as eleições legislativas

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Ao obter o primeiro lugar com 52 dos 141 assentos no Seimas (Parlamento Lituano), no final da segunda volta das eleições legislativas, domingo, 27 de Outubro, os sociais-democratas lituanos obtiveram uma vitória clara. “Os resultados das eleições mostram que os lituanos, onde quer que vivam – em cidades ou aldeias – querem mudanças e precisam de um governo completamente diferente”declarou, ao final da noite, a líder do Partido Social Democrata, Vilija Blinkeviciute (64 anos).

Momentos antes, o líder da União Pátria-Democratas-Cristãos Lituanos, Gabrielius Landsbergis, o ministro dos Negócios Estrangeiros cessante, tinha admitido a derrota. À frente de um governo de centro-direita liderado desde 2020 pela primeira-ministra Ingrida Simonyte, o seu partido surge apenas na segunda posição, com 28 assentos. Num breve discurso, Landsbergis apelou aos social-democratas para formarem “governo responsável” et “não inverter a direção” tomadas pelo país nos últimos anos.

No domingo à noite, Vilija Blinkeviciute, eurodeputada desde 2009, reuniu-se com os líderes da União dos Democratas pela Lituânia (centro-esquerda), que ficou em quarto lugar (14 eurodeputados), e da União Agrária Lituana e dos Verdes (centro-direita), que classifica sexto (8 deputados), com vista à formação de uma aliança. Mesmo que as negociações prometam ser difíceis, nomeadamente devido à animosidade pessoal entre os líderes destes dois partidos, tal coligação teria o mérito de ter maioria no Parlamento.

Deterioração preocupante dos serviços públicos

Para o fazer, o futuro governo não precisaria, portanto, de contar com o apoio do partido populista Nemuno Ausra (Amanhecer do Rio Niemen), criado em Novembro de 2023 e que ficou na terceira posição com 15% dos votos (20 deputados). Excluído do partido Liberdade e Justiça (conservador liberal) em maio de 2023, após ter feito comentários antissemitas nas redes sociais, o seu líder, Remigijus Zemaaitite, está atualmente a ser julgado por incitação ao ódio racial por um tribunal de Vilnius. Em maio, obteve 11% dos votos nas eleições presidenciais, vencidas pelo presidente cessante, Gitanas Nauseda (independente).

Segundo o cientista político Ramunas Vilpisauskas, o partido radical deve a sua excelente pontuação ao seu discurso antissistema: “Ele ainda não é considerado parte do establishment e as críticas dos grupos tradicionais a ele têm ajudado a mantê-lo no centro das atenções, enquanto o seu programa permanece muito vago. »

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Projeto da Ufac integra exposição sobre memória da covid-19 — Universidade Federal do Acre

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Ministro da Saúde Alexandre Padilha

O projeto de extensão Relatos de Maternidade, da Ufac, desenvolvido entre setembro e dezembro de 2020, compõe a exposição A Infinita Memória da Pandemia: A História da Covid-19, cuja cerimônia de inauguração ocorreu na terça-feira, 26, no shopping Conjunto Nacional, em Brasília, e que também passará por Fortaleza, Manaus, Porto Alegre e São Paulo.

O projeto foi desenvolvido pelas professoras Ana Letícia de Fiori, do curso de Ciências Sociais e do programa de pós-graduação em Artes Cênicas, e Camila Bylaardt Volker, à época do curso de Letras e atualmente servidora do Ministério das Mulheres. Elas e seis estudantes entrevistaram, por WhatsApp, mais de 50 mulheres e mães, coletando relatos sobre suas experiências de maternidade e vida.

O trabalho abordou, ainda, cuidados, trabalho, família, medos, esperanças e projetos afetados pela pandemia da covid-19 no Acre, originando um e-book (162 p.) lançado pela Editora da Ufac (Edufac) em 2025, disponível para leitura online e download gratuito. Além disso, passou a integrar o Memorial Digital da Pandemia de Covid-19, como coleção.

Nessa quarta-feira, 27, as professoras Ana Letícia e Camila participaram, tratando dos relatos de maternidades, de mesa-redonda com os organizadores dos projetos Fala, Parente (PET Indígena, Unifap), a qual contou com depoimentos de indígenas do Amapá, Pará e Guiana Francesa.

A exposição levará a capitais brasileiras parte das coleções do Memorial da Pandemia de Covid-19, sediado no Rio de Janeiro e desenvolvido pela Ministério da Saúde, Organização Pan-Americana de Saúde, Centro Latino-Americano e do Caribe de Informação em Ciências da Saúde e Centro de Humanidades Digitais da Unicamp.

 



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Projeto de extensão seleciona resumos expandidos para publicação — Universidade Federal do Acre

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O projeto de extensão ComunicAÇÃO, da Ufac, realiza processo seletivo para submissão de trabalhos extensionistas, na modalidade de resumo expandido. Os selecionados comporão a Coleção de Cadernos de Extensão “Ufac e Comunidade”. As inscrições estão abertas até 30 de junho, por meio de formulário online.

O trabalho inscrito deve estar contemplado em uma das áreas temáticas: comunicação, cultura, direitos humanos e justiça, educação, meio ambiente, saúde, tecnologia e produção, trabalho. Cada resumo deverá estar vinculado a uma ação de extensão (projeto, curso, evento ou programa) institucionalizada na Ufac.

“O resumo expandido deverá evidenciar, de forma clara e consistente, as experiências adquiridas e/ou vivenciadas junto à comunidade externa ao longo do desenvolvimento da ação de extensão, destacando as interações estabelecidas, os impactos gerados, os aprendizados construídos e as contribuições mútuas decorrentes da execução das atividades”, detalha o item 3.1 do edital.

A seleção consiste em avaliação por uma comissão que indicará 50 trabalhos aptos para publicação na 1ª Edição da Coleção de Cadernos de Extensão, considerando a formatação e os aspectos científicos, além do envolvimento da comunidade externa, dos resultados obtidos e da efetividade da metodologia proposta. O resultado final do processo seletivo está previsto para 21 de agosto.

Para mais informações sobre o certame, leia o edital Proex n.º 9.1/2026.

 



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Reitora da Ufac participa de fórum Brasil-África em Brasília — Universidade Federal do Acre

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Reitora da Ufac participa de fórum de reitores em Brasília-lula.jpg

A reitora da Ufac, Guida Aquino, participou, nessa segunda-feira, 25, em Brasília, do 1º Fórum de Reitores Brasil-África. A convite do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e do Ministério da Educação (MEC), ela representou a Ufac no encontro, acompanhada da pró-reitora de Inovação e Tecnologia, Almecina Balbino Ferreira. O evento segue até quarta-feira, 27, e tem como foco o fortalecimento da cooperação internacional em educação superior entre universidades brasileiras e instituições africanas.

Guida destacou a importância da presença da Ufac em um espaço voltado ao diálogo internacional e à construção de parcerias acadêmicas. Segundo a reitora, a aproximação entre Brasil e África por meio da educação, da pesquisa, da inovação e da troca de experiências permite avançar em soluções conjuntas para desafios comuns. “Temos histórias, identidades e desafios que nos aproximam, e a universidade tem um papel fundamental nessa conexão”, afirmou.

O fórum é uma iniciativa liderada pelo MEC, pela Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior e pela Associação Nacional dos Dirigentes das Instituições Federais de Ensino Superior. A programação reúne reitores, pró-reitores e assessores de cooperação internacional de universidades federais, estaduais e privadas do Brasil, além de representantes de universidades africanas mobilizadas pela Associação de Universidades Africanas.

Reitora da Ufac participa de fórum de reitores em Brasília-vice.jpg

A proposta do encontro é ampliar as relações acadêmicas entre Brasil e África, com a construção de novos acordos institucionais, programas de mobilidade estudantil, intercâmbio científico e cooperação em áreas estratégicas como agricultura, energias renováveis, mineração, petróleo e gás, setor aeroespacial, inteligência artificial e ciências humanas.

A programação inclui painéis temáticos, reuniões bilaterais, workshops e sessões voltadas à construção de novas parcerias universitárias. Ao final do evento, os resultados e compromissos construídos serão formalizados na Carta de Brasília do 1º Fórum de Reitores Brasil-África, documento que deve orientar os próximos passos da cooperação entre universidades brasileiras e africanas.

 



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