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Na Síria, 16 mortos entre as forças de segurança nos confrontos “violentos” desde a queda do regime de al-Assad

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Na Síria, 16 mortos entre as forças de segurança nos confrontos "violentos" desde a queda do regime de al-Assad

Membros das forças de segurança das novas autoridades sírias, durante confrontos em Sanameïn, na província de Deraa, no sul, em 5 de março de 2025.

Estes são confrontos “O mais violento contra as novas autoridades desde o outono” do regime al-Assad, de acordo com o Observatório Sírio para os Direitos Humanos (OSDH). Dezesseis membros das forças de segurança sírios foram mortosQuinta -feira, 6 de março, durante confrontos com apoiadores do ex -presidente da região de Lattaquié, informou a ONG. Nos últimos dias, a luta foi realizada nessa região, o bastião da minoria Alawish do presidente caído, localizado no noroeste do país.

“Dezesseis membros das forças de segurança foram mortos em ataques e emboscadas realizadas por homens armados fiéis a (Bachar al-)Assad na cidade de Jablé e seus arredores ”disse o OSDH. Pelo menos três homens armados foram mortos em Jablé, acrescentou a ONG instalada no Reino Unido, mas que possui uma grande rede de fontes na Síria. A maioria das vítimas vem do antigo bastião rebelde de Idleb, também no noroeste do país.

Anteriormente, o gerente de segurança de Lattaquié havia anunciado à agência de notícias da SANA que as autoridades enfrentaram homens armados que apoiaram um ex-comandante de uma unidade de elite em Bashar al-Assad, Desil al-Hassan, A A. “Criminal de guerra (…) que cometeram os piores massacres contra o povo sírio ». De acordo com a agência de notícias, “Homens armados dispararam de membros e veículos do Ministério da Defesa, perto da vila, matando um e vários feridos”.

Fotos de helicóptero e artilharia

A tensão aumentou na quinta-feira em Beit Aana, uma vila de origem dos desejos al-Hasan, quando os moradores impediram a prisão de uma pessoa suspeita de tráfico de armas, de acordo com o OSDH. As forças de segurança lançaram uma operação, apaixonadas por confrontos com pessoas armadas, cujas identidades permanecem desconhecidas. Um fotógrafo de al-Jazira foi ferido durante os confrontos, de acordo com o canal de televisão do Catar, que disse que estava fora de perigo.

As autoridades então lideraram tiros de helicóptero em homens armados na vila de Beit Aana e nas florestas circundantes, e incêndio em artilharia em uma vila vizinha, de acordo com o OSDH, pressionando os líderes religiosos alawitas a chamar a “Demonstrações do Pacífico” Sexta-feira. Essas greves, que eles se classificaram em um comunicado de imprensa“Ataques a residências civis” O terror semeado entre os habitantes da região acrescentou a ONG.

Uma fonte do Ministério da Defesa disse à SANA que reforços militares importantes foram implantados na região de Jabil “Para apoiar as forças de segurança e restaurar a estabilidade na região”. Mais tarde, na quinta -feira, os jovens, alguns dos quais estavam armados, reunidos em Idlib para apoiar as forças de segurança que estavam lutando em Latquié, informou o Observatório. Mensagens transmitidas por falantes de mesquitas chamadas para a jihad (Guerra Santa) contra homens armados, de acordo com a mesma fonte.

Questão de segurança

Essa violência ocorre depois que quatro civis foram mortos em Lattaquié nesta semana, de acordo com o OSDH, durante operações de segurança que também custam a vida de dois membros das forças de segurança.

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Desde que as novas autoridades assumiram o poder em Damasco, muitas campanhas de segurança foram lançadas em várias regiões contra aquelas que acusam de serem homens armados leais a Bashar al-Assad. Moradores da região costeira denunciam regularmente os abusos cometidos na região, qualificados como“Incidentes isolados” pelas autoridades.

O país é liderado por Ahmed al-Charaa. Em 2011, Uma guerra civil havia eclodido na Síria Após a repressão de manifestações anti -governo, dividindo o país e matando mais de 500.000 pessoas.

O mundo com AFP

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Ufac participa de lançamento de projeto na Resex Cazumbá-Iracema — Universidade Federal do Acre

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Ufac participa de lançamento de projeto na Resex Cazumbá-Iracema — Universidade Federal do Acre

A Ufac participou do lançamento do projeto Tecendo Teias na Aprendizagem, realizado na reserva extrativista (Resex) Cazumbá-Iracema, em Sena Madureira (AC). O evento ocorreu em 28 de março e reuniu representantes do poder público, comunidade acadêmica e moradores da reserva.

Com uma área de aproximadamente 750 mil hectares e cerca de 500 famílias, a Resex é território de preservação ambiental e de produção de saberes tradicionais. O projeto visa fortalecer a educação e promover a troca de conhecimentos entre universidade e comunidade.

O presidente da reserva, Nenzinho, destacou que a iniciativa contribui para valorizar a educação não apenas no ensino formal, mas também na qualidade da aprendizagem construída a partir das vivências no território. Segundo ele, a proposta reforça o papel da universidade na escuta e no reconhecimento dos saberes locais.

O coordenador do projeto, Rodrigo Perea, sintetizou a relação entre universidade e comunidade. “A floresta ensina, a comunidade ensina, os professores aprendem e a Ufac aprende junto.” 

Também estiveram presentes no lançamento os professores da Ufac, Alexsande Franco, Anderson Mesquita e Tânia Mara; o senador Sérgio Petecão (PSD-AC); o prefeito de Sena Madureira, Gerlen Diniz (PP); e o agente do ICMBio, Aécio Santos.
(Fhagner Silva, estagiário Ascom/Ufac)



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Educação Física homenageia Norma Tinoco por pioneirismo na dança — Universidade Federal do Acre

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Educação Física homenageia Norma Tinoco por pioneirismo na dança — Universidade Federal do Acre

 Os professores Jhonatan Gomes Gadelha e Shirley Regina de Almeida Batista, do curso de Educação Física da Ufac, realizaram a mostra de dança NT: Sementes de uma Pioneira, em homenagem à professora aposentada Norma Tinoco, reunindo turmas de bacharelado e licenciatura, escolas de dança e artistas independentes. O evento ocorreu na noite de 25 de março, no Teatro Universitário, campus-sede, visando celebrar a trajetória da homenageada pela inserção e legitimação da dança no curso.

Norma recebeu uma placa comemorativa pelos serviços prestados à universidade. Os alunos do curso, André Albuquerque (bacharelado) e Matheus Cavalcante (licenciatura) fizeram a entrega solene. Segundo os organizadores, os anos de dedicação da professora ao curso e seu pioneirismo jamais serão esquecidos.

“A ideia, que ganhou corpo e emoção ao longo de quatro atos, nasceu do coração de quem viveu de perto a influência da homenageada”, disse Jhonatan Gomes Gadelha, que foi aluno de Norma na graduação. Ele contou que a mostra surgiu de uma entrevista feita com ela por ocasião do trabalho dele de conclusão de curso, em 2015. “As falas, os ensinamentos e as memórias compartilhadas por Norma naquele momento foram resgatadas e transformadas em movimento”, lembrou.

Gadelha explicou que as músicas que embalaram as coreografias autorais foram criadas com o auxílio de inteligência artificial. “Um encontro simbólico entre a tradição plantada pela pioneira e as ferramentas do futuro. O resultado foi uma apresentação carregada de bagagem emocional, autenticidade e reverência à história que se contava no palco.”

Mostra em 4 atos

A professora de Educação Física, Franciely Gomes Gonçalves, também ex-aluna de Norma, foi a mestre de cerimônias e guiou o público por uma narrativa que comparava a trajetória da homenageada ao crescimento de uma árvore: “A Pioneira: A Raiz (ato I), “A Transformadora: O Tronco” (ato II), “O Legado: Os Frutos” (ato III) e “Homenagem Final: O reconhecimento” (ato IV).

O ato I trouxe depoimentos em vídeo e ao vivo, além de coreografias como “Homem com H” (com os 2º períodos de bacharelado e licenciatura) e “K Dance”, que homenageou os anos 1970. O ex-bolsista Kelvin Wesley subiu ao palco para saudar a professora. A escola de dança Adorai também marcou presença com as variações de Letícia e Rayelle Bianca, coreografadas por Caline Teodoro, e o carimbó foi apresentado pelo professor Jhon e pela aluna Kethelen.

O ato II contou com o depoimento ao vivo de Jhon Gomes, ex-aluno que seguiu carreira artística e acadêmica, narrando um momento específico que mudou sua trajetória. Ele também apresentou um solo de dança, seguido por coreografias da turma de licenciatura e uma performance de ginástica acrobática do 4º período.

No ato III foi exibido um vídeo em que os atuais alunos do curso de Educação Física refletiram sobre o que a dança significa em suas formações. As apresentações incluíram o Atelier Escola de Dança com “Entre o que Fica e o que Parte” (Ana Fonseca e Elias Daniel), o Estúdio de Artes Balancé com “Estrelas” (coreografia de Lucas Souza) e a Cia. de Dança Jhon Gomes, com outra versão de “Estrelas”. A escola Adorai retornou com “Sarça Ardente”, coreografada por Lívia Teodoro; os alunos do 2º período de bacharelado encerraram o ato.

No ato IV, após o ministério de dança Plenitude apresentar “Raridade”, música de Anderson Freire, a professora Shirley Regina subiu ao palco para oferecer palavras à homenageada. Em seguida, a mestre de cerimônias convidou Norma Tinoco a entrar em cena. Ao som de “Muda Tudo”, os alunos formaram um círculo ao redor da professora, cantando o refrão em coro.

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I FÓRUM ESTADUAL "Autismo, Cultura, Mercado de Trabalho e Políticas Públicas no Acre."

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I FÓRUM ESTADUAL "Autismo, Cultura, Mercado de Trabalho e Políticas Públicas no Acre."

09 e 10 de ABRIL
Local: Teatro Universitário da UFAC
11 de ABRIL
Local: Anfiteatro Garibaldi Brasil UFAC

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