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Neil Gaiman nega acusações de agressão sexual depois que várias mulheres se manifestam | Neil Gaiman
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2 anos atrásem
Sian Cain
Neil Gaiman negou todas as acusações contra ele depois que várias mulheres o acusaram de má conduta sexual em um artigo da New York Magazine, escrevendo uma longa declaração: “Nunca me envolvi em atividades sexuais não consensuais com ninguém. Sempre.”
Em julho, uma investigação de podcast da Tortoise media relataram alegações de duas mulheres de agressão sexual contra Gaiman. Uma das mulheres alegou que Gaiman praticou atos sexuais com ela sem seu consentimento quando ela tinha 22 anos e trabalhava como babá para a família do autor na Nova Zelândia. Gaiman negou veementemente qualquer irregularidade na época, dizendo que todas as suas relações sexuais foram consensuais.
Depois que o podcast foi lançado, uma mulher que trabalhava como cuidadora de Gaiman no interior do estado de Nova York alegou que ele a pressionou para fazer sexo com ele em troca de deixá-la morar em sua propriedade e depois a fez assinar um acordo de sigilo. em troca de um pagamento de $ 275.000. Gaiman disse na época que seu relacionamento com ela era totalmente consensual.
A New York Magazine informou esta semana que mais mulheres fizeram acusações contra Gaiman, incluindo alegações de agressão sexual, má conduta sexual e coerção. A revista entrevistou oito mulheres, seis oficialmente, incluindo quatro mulheres que participaram da série de podcasts Tortoise.
Todas as mulheres que falaram oficialmente com a New York Magazine disseram que tiveram um relacionamento sexual consensual com o autor em alguns momentos, mas alegaram que ele preferia sexo violento e atividades BDSM com as quais elas nem sempre consentiram de antemão. As duas mulheres que trabalharam para ele disseram que se sentiram coagidas no relacionamento porque trabalhavam para Gaiman e moravam em sua propriedade.
No comunicado completo publicado em seu site na terça-feira, Gaiman disse que se absteve de falar publicamente sobre as alegações “por respeito às pessoas que compartilhavam suas histórias e pelo desejo de não chamar ainda mais atenção para muita desinformação”, mas acrescentou: “Agora cheguei ao ponto em que sinto que deveria dizer alguma coisa.”
Embora tenha reconhecido “há momentos que reconheço parcialmente e momentos que não reconheço” no artigo da New York Magazine, ele negou ter cometido agressão sexual, escrevendo: “Estou longe de ser uma pessoa perfeita, mas nunca me envolvi em atividades não -atividade sexual consensual com qualquer pessoa. Sempre.”
Embora ele ainda acreditasse que seus relacionamentos com todas as mulheres eram “relações sexuais totalmente consensuais” com base nas comunicações delas com ele na época, ele disse que passou meses refletindo sobre como ele se comportava nos relacionamentos.
“Eu estava emocionalmente indisponível enquanto estava sexualmente disponível, focado em mim mesmo e não tão atencioso quanto poderia ou deveria ser”, escreveu ele.
“Ao mesmo tempo, ao refletir sobre o meu passado – e ao reexaminar tudo o que realmente aconteceu em oposição ao que está sendo alegado – não aceito que tenha havido qualquer abuso. Para repetir, nunca me envolvi em atividades sexuais não consensuais com ninguém.”
Ele disse que algumas das alegações “horríveis” “simplesmente nunca aconteceram” e que outras “foram tão distorcidas do que realmente aconteceu que não têm qualquer relação com a realidade”.
“Estou preparado para assumir a responsabilidade por quaisquer erros que cometi. Não estou disposto a dar as costas à verdade e não posso aceitar ser descrito como alguém que não sou, e não posso e não vou admitir ter feito coisas que não fiz.”
Os representantes de Gaiman disseram anteriormente ao Tortoise que “a degradação sexual, a escravidão, a dominação, o sadismo e o masoquismo podem não agradar a todos, mas entre adultos consentidos, o BDSM é legal”.
Uma denúncia acusando Gaiman de agressão sexual foi feita à polícia da Nova Zelândia em janeiro de 2023, mas a investigação acabou sendo arquivada.
Desde que as acusações vieram à tona, três adaptações cinematográficas das obras de Gaiman foram cancelados ou tiveram sua produção pausadaincluindo Dead Boy Detectives da Netflix, a terceira e última temporada do drama da Amazon Good Omens e uma adaptação da Disney de The Graveyard Book, que estava em desenvolvimento. Nenhum dos serviços de streaming confirmou que essas decisões foram tomadas por causa das alegações, mas Prazo informado que Gaiman desistiu de seu envolvimento em Good Omens devido às alegações.
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Alunas da Ufac criam biblioteca de grafismos do povo Huni Kuin — Universidade Federal do Acre
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2 dias atrásem
9 de outubro de 2026Alunas de graduação e mestrado do campus Floresta da Ufac criaram, em 2024, o projeto Biblioteca de Kene, que reúne tecelagem em algodão, pintura corporal, registros audiovisuais e uma plataforma digital acessível por celular. A iniciativa surgiu do trabalho de conclusão de curso de Txima Huni Kuin, em Licenciatura Indígena, e da pesquisa para a dissertação de Alexandra Deitos no programa de pós-graduação em Ensino de Humanidades e Linguagens.
Txima investigou a tecelagem como expressão dos conhecimentos, da arte e da espiritualidade de seu povo, sob orientação do professor Amilton Pelegrino de Mattos. Alexandra, artista visual e atualmente doutoranda, colaborou na construção do projeto por meio de uma pesquisa de autoria coletiva, desenvolvida com as mulheres da comunidade.
Desse encontro surgiu a proposta de criar um espaço onde os mais de 60 grafismos praticados pelas mulheres pudessem ser consultados, ensinados e aprendidos por jovens e mestras tecelãs. O projeto terá uma nova etapa entre 10 e 16 de outubro, com a realização da 2ª Oficina de Kene da Aldeia Arco-Íris, na terra indígena Seringal Independência, no município de Jordão (AC).
Aprendizagem no território
Durante os sete dias de oficina, mestras tecelãs e jovens aprendizes participarão de atividades de preparação de fios, cantos rituais, aplicação do Bawe e tecelagem de painéis com grafismos. Os processos serão documentados para compor o acervo da biblioteca na aldeia e seu site colaborativo, com gestão do conhecimento pelas próprias mulheres.
A proposta dialoga com a expressão “a universidade é na aldeia”, do professor e pesquisador Yube Huni Kuin, também acadêmico da Licenciatura Indígena da Ufac. A experiência reconhece o território e as práticas da comunidade como espaços de produção e transmissão de conhecimento.

A 2ª Oficina de Kene é realizada por Txima Huni Kuin, Alexandra Deitos e pela Aldeia Arco-Íris, com apoio do curso de Licenciatura Indígena, da Fundação de Cultura Elias Mansour, do governo do Acre, da Política Nacional Aldir Blanc de Fomento à Cultura, do Ministério da Cultura e do governo federal.
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Ufac sedia encontro regional sobre residência e preceptoria no SUS — Universidade Federal do Acre
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8 de outubro de 2026A Ufac sediou o 2º Encontro Regional do Projeto de Desenvolvimento da Gestão de Programas de Residência e da Preceptoria no Sistema Único de Saúde (SUS). O evento ocorreu nesta quinta-feira, 8, no anfiteatro Garibaldi Brasil, campus-sede, e reuniu profissionais e representantes de instituições de saúde para a apresentação dos resultados de sete projetos de intervenção desenvolvidos ao longo de dois anos de formação.
A iniciativa é promovida pelo Hospital Sírio-Libanês, em parceria com o Ministério da Saúde, no âmbito do Programa de Apoio ao Desenvolvimento Institucional do SUS, com participação da Ufac.
Para o reitor Josimar Ferreira, cerca de 80% das atividades dos residentes são realizadas nas unidades de saúde. Ele ressaltou o compromisso da gestão com a valorização dos profissionais que atuam na formação dos residentes. “Temos desenvolvido uma política para que os nossos preceptores possam participar dos nossos programas de pós-graduação, de forma a ter vagas garantidas para sua qualificação também.”
O encontro marcou a apresentação dos projetos de intervenção dos cursos de especialização em Gestão de Programas de Residência em Saúde e Educação na Saúde para Preceptores no SUS. Os trabalhos abordaram temas como formação e avaliação de preceptores, definição de perfis de competências, saúde mental dos residentes, reestruturação curricular e melhoria dos processos de trabalho nos serviços de saúde.
Segundo a coordenadora da Residência Multiprofissional Integrada em Saúde da Família e Comunidade da Ufac, Mariane Ribeiro, as iniciativas buscam qualificar tanto a formação dos residentes quanto as atividades desenvolvidas nos campos de prática. “Esses resultados que temos hoje proporcionam uma integração com o ensino, serviço e a comunidade, porque também têm um retorno para o usuário”, disse.
Para a representante do Hospital Sírio-Libanês e facilitadora de ensino e aprendizagem, Célia Márcia Birchler, a conclusão dos cursos representa uma etapa de um trabalho que deve continuar nas instituições de saúde. “Toda vez que fazemos um movimento de fortalecimento dos programas de residência, na realidade estamos falando de um processo de qualificação do SUS”, afirmou.
A presidente da Fundação Hospitalar Governador Flaviano Melo (Fundhacre), Sóron Angélica Steiner, disse que a formação estimula mudanças na organização do trabalho e no atendimento da população. “Essa força motriz que faz com que o serviço ande de acordo com a formação é o que faz com que o gestor seja provocado a melhorar o ambiente de trabalho, o fluxo de serviço.”
Também participaram da mesa de honra do encontro o presidente do Conselho Estadual de Saúde do Acre, Osvaldo de Souza Leal Júnior; e Pedro Henrique Macedo Leitão, representando o secretário municipal de Saúde de Rio Branco, Rennan Biths.
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Ufac faz cerimônia de entrega de diplomas médicos do Revalida — Universidade Federal do Acre
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2 de outubro de 2026A Ufac realizou a cerimônia de entrega da revalidação de diplomas médicos expedidos por instituições de ensino superior estrangeiras, referentes à edição 2025.2 do Revalida. O Núcleo de Registro e Controle Acadêmico (Nurca) relaciona 67 certificados disponíveis para retirada. O ato ocorreu nesta sexta-feira, 2, no Nurca, campus-sede, e contou com a participação do reitor Josimar Ferreira.
“É inédito para nossa universidade fazer um ato que representa a entrega dos diplomas”, disse Josimar. Ele ressaltou a rapidez com que o processo foi concluído pela equipe do Nurca e pediu aos médicos que retribuam à sociedade com ética e acolhimento no atendimento, além de afirmar que a entrega demonstra o papel da universidade no reconhecimento daqueles que se formaram fora do Brasil.
Segundo o diretor do Nurca, Lucas de Araújo Moura, a Ufac realiza revalidações há alguns anos, mas as entregas dos certificados aconteciam de forma avulsa. Ele explicou que a proposta do ato simbólico foi atender os profissionais e valorizar o momento vivido por eles e por suas famílias. Os documentos são entregues juntamente com os originais apresentados pelos interessados, que devem assinar o termo de recebimento do certificado de revalidação.
A médica Nathalia Bragança de Oliveira, que recebeu o diploma revalidado 30 dias após dar entrada no processo na Ufac, disse ter escolhido a universidade pela organização e pelo prazo de entrega. “Foi muito rápido, um processo muito organizado também, desde o momento do início até agora.” Ela relatou que foi recebida com atenção pela equipe, que explicou todas as etapas do procedimento, disse esperar ingressar no mercado de trabalho e atender os pacientes com cuidado.
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