ACRE
Neta de Maysa surpreende. Tem nome, voz e a cara da cantora, ícone da boemia
PUBLICADO
1 ano atrásem
Maysa Matarazzo, neta da cantora Maysa, voz icônica da boemia brasileira, compartilhou recentemente um vídeo cantando no Instagram e deixou seguidores de boca aberta. Além de ter o nome da avó, ela também herdou a beleza e o talento. Detalhe, ela tem apenas 14 anos!
Filha do diretor Jayme Monjardim e da cantora e compositora Tânia Mara, a jovem Maysa emocionou os seguidores ao cantar “Sailor Song” de Gigi Perez. Além de impressionar pela afinação impecável, ela chama a atenção pela semelhança física com a avó.
Os seguidores reagiram da melhor forma possível. “Garota, estou em choque. Maysa, sua avó, presenteou o Brasil com você! Que voz impecável. Maravilhosa!”, comentou um.
Talento herdado
O olhar profundo da neta deixou os seguidores surpresos. É a mesma expressão da avó! Apesar de ter apenas 14 anos, as jovem Maysa demonstrou uma maturidade artística impressionante.
O vídeo viralizou rapidamente e gerou milhares de comentários, entre fãs e familiares. O próprio pai, Jayme, aproveitou para deixar um recado lindo:
“Olho você e vejo um legado que atravessa gerações, uma voz que carrega história, emoção e verdade. Seu nome já nasceu carregado de significado, de música, de alma”, comentou.
Leia mais notícia boa
“Cantora favorita”
A mãe, Tânia Mara, fez questão de elogiar a filha.
“Minha filha é minha cantora favorita no mundo! Que orgulho!”, disse.
Em outro vídeo, Maysa aparece cantando em um estúdio, enquanto que, ao fundo da gravação, é possível ver Tânia morrendo de orgulho.
Passos na música
A carreira da jovem é promissora.
Recentemente, a jovem Maysa passou a tarde em um estúdio, na Zona Oeste do Rio de Janeiro, gravando algumas músicas.
Ao todo, foram cinco canções registradas, o que indica que ela deve seguir os passos da avó e da mãe.
A grande Maysa
Maysa Figueira Monjardim, mais conhecida como Maysa Matarazzo, foi uma cantora, intérprete, compositora, instrumentista e atriz brasileira.
A cantora fez grande sucesso nas décadas de 1950 e 1960, sendo uma das precursoras do samba-canção. Músicas como Eu e a Brisa, Por Causa de Você e Meu Mundo caiu ganharam vida na interpretação de Maysa.
Em 2014, ela foi tema da escola de Samba Acadêmicos do Grande Rio, com o enredo “Verdes olhos sobre o mar, no caminho: Maricá”.
Maysa faleceu em 1977 vítima de um acidente automobilístico na Ponte Rio-Niterói, no Rio de Janeiro.
Veja que voz mais maravilhosa da jovem Maysa:
Veja o talento que a menina herdou da avó!
Agora dois dos clássicos de Maysa, Por Causa de Você:
Agora, Eu e a Brisa:
Maysa morreu em 1977 vítima de um acidente automobilístico na Ponte Rio-Niterói, no Rio de Janeiro. – Foto arquivo

A jovem Maysa chocou pela voz e a semelhança com a avó. – Foto: @jaymemonjardim/Instagram
Relacionado
VOCÊ PODE GOSTAR
ACRE
Seminário na Ufac tematiza planejamento e governança pública — Universidade Federal do Acre
PUBLICADO
2 dias atrásem
23 de junho de 2026O programa de pós-graduação em Planejamento e Governança Pública, da Universidade Tecnológica Federal do Paraná (UTFPR), no âmbito do mestrado interinstitucional para técnico-administrativos da Ufac e do Instituto Federal do Acre (Ifac), realiza o 12º Seminário de Boas Práticas em Planejamento e Governança Pública, de 14 a 16 de julho, no anfiteatro Garibaldi Brasil, campus-sede da Ufac. As inscrições são gratuitas e estão abertas até 16 de julho, por meio online.
O evento será transmitido pelo YouTube e terá como tema “Governança, Políticas Públicas e Desenvolvimento Regional na Amazônia: Desafios Estruturais para o Acre”, propondo um debate sobre questões territoriais, sociais, ambientais, urbanas, institucionais e econômicas que atravessam a realidade amazônica e acreana.
A programação científica será organizada em quatro eixos temáticos: governança urbana, mobilidade e direito à cidade na Amazônia; infraestrutura, saneamento e resiliência em contextos de enchentes e queimadas; governança ambiental, desenvolvimento sustentável e capacidade estatal na Amazônia; e educação e empreendedorismo na Amazônia.
O seminário tem como público-alvo a comunidade universitária e gestores públicos, contando com a participação de autoridades locais, pesquisadores da UTFPR, docentes da Ufac e do Ifac, bem como especialistas convidados de diferentes áreas.
Relacionado
ACRE
Estudo indica limitações de conhecimento sobre leishmaniose — Universidade Federal do Acre
PUBLICADO
1 semana atrásem
17 de junho de 2026A Ufac é parceira em pesquisa desenvolvida no município de Sena Madureira (AC), a qual identificou limitações no conhecimento sobre a leishmaniose cutânea entre pacientes e profissionais da saúde, além de barreiras geográficas e estruturais que dificultam o acesso ao diagnóstico e ao tratamento precoce em áreas rurais endêmicas.
Os resultados do estudo foram publicados, em maio, na revista eletrônica “Acervo Saúde”, vol. 26(5), com o título “Leishmaniose Cutânea na Amazônia Ocidental: Lacunas no Conhecimento e Barreiras de Acesso Assistencial em Áreas Endêmicas”. O artigo tem coautoria de pesquisadores da Ufac.
A pesquisa foi realizada com 50 pacientes com suspeita clínica de leishmaniose cutânea e 51 agentes de saúde, sendo 63% agentes comunitários de saúde e 37% agentes de combate às endemias.
“Em nosso trabalho, identificamos que tanto os profissionais da saúde quanto os pacientes possuem informações limitadas sobre a doença. Conhecer as limitações para acesso ao diagnóstico e tratamento precoce é uma das principais estratégias para a implementação de programas de controle e de educação em saúde que contemplem o perfil epidemiológico e social das populações de áreas endêmicas”, disse o autor do estudo, Leandro Siqueira de Souza, do Instituto Oswaldo Cruz (IOC).
A região Norte é responsável por mais da metade dos casos da doença no Brasil; o Acre conta com mais de 11 mil casos notificados na última década. Em 2025, os municípios acreanos de Xapuri, Marechal Thaumaturgo, Assis Brasil, Sena Madureira e Brasileia foram classificados pelo Ministério da Saúde como áreas de risco intenso para transmissão da doença.
“A região amazônica é uma área endêmica para a leishmaniose cutânea, uma doença negligenciada que afeta principalmente populações de comunidades tradicionais”, contou o pesquisador Reginaldo Peçanha Brazil, do IOC. “Conhecer as limitações no conhecimento tanto dos pacientes como de profissionais da saúde de áreas endêmicas é fundamental para o sistema de saúde do Estado do Acre e para o controle mais efetivo da doença.”
A investigação integra um projeto de pesquisa coordenado por Brazil. Além da Ufac, são parceiros na pesquisa a Universidade Federal de Minas Gerais, a Universidade de Brasília, o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade e a Secretaria de Estado de Saúde do Acre.
Pela Ufac, são coautores do artigo os pesquisadores Andréia Luísa Peixinho da Silva Guimarães, Francisca Alana Costa de Souza, Marcos Bruno Zacarias Campelo, Breno Kalyl Freitas Nascimento, Andreia Fernandes Brilhante e Francisco Glauco de Araújo Santos. Os estudos contam com financiamento do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e apoio de instituições parceiras.
Relacionado
ACRE
Ufac e TCE-AC apresentam pesquisa de vitimização em Rio Branco — Universidade Federal do Acre
PUBLICADO
1 semana atrásem
16 de junho de 2026
A Ufac e o Tribunal de Contas do Estado do Acre (TCE-AC) realizaram o Seminário de Apresentação da Pesquisa de Vitimização na Cidade de Rio Branco. O evento, que ocorreu nesta terça-feira, 16, no Plenário do TCE-AC, consistiu em exposições e debate no sentido de contribuir para um diagnóstico da segurança pública e para o aprimoramento das políticas voltadas à população.
A pesquisa foi apoiada por emenda parlamentar do senador Sérgio Petecão (PSD-AC), destinada em 2025 à Ufac. “Quero agradecer a disponibilidade do senador em ajudar a universidade sempre com emendas necessárias para o desenvolvimento da educação e da pesquisa, com retorno garantido para a sociedade acreana”, disse a reitora Guida Aquino.
O seminário teve como público-alvo a comunidade acadêmica, servidores do TCE-AC e do Ministério Público de Contas do Acre, servidores públicos em geral, gestores da área de segurança pública, justiça criminal e direitos humanos e sociedade civil. A pesquisa buscou compreender como a população percebe a segurança, quais situações de violência e criminalidade afetam os cidadãos e como os serviços de segurança pública são avaliados pelas pessoas.
O trabalho provém do grupo de pesquisa Sujeitos, Ações e Percepções: Estudos em Violência e Conflitualidade, coordenado pelo professor da Ufac, Ermício Sena. Ele informou que os produtos da pesquisa foram banco de dados, mapas descritivos de Rio Branco, relatórios de campo, geral e sintético/executivo.
Em seu discurso, Sena agradeceu aos envolvidos na realização da pesquisa e a Fundação de Apoio e Desenvolvimento ao Ensino, Pesquisa e Extensão Universitária no Acre, que foi a intermediária para contratação do Instituto de Opinião Pública para execução da pesquisa.
Warning: Undefined variable $user_ID in /home/u824415267/domains/acre.com.br/public_html/wp-content/themes/zox-news/comments.php on line 48
You must be logged in to post a comment Login