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New Vanuatu PM diz que será ‘revisitará’ 2022 Contrato de Segurança com a Austrália | Vanuatu
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2 anos atrásem
Prianka Srinivasan
O novo primeiro -ministro de Vanuatu disse que seu governo pretende “revisitar” um acordo de segurança com a Austrália, argumentando que não reflete as prioridades de seu país, incluindo mudanças climáticas e mobilidade de viagens para seus cidadãos.
Jotham, eleito Em fevereiro, disse que o pacto com Canberra teve que ser levado “de volta à prancheta”, enquanto ele buscava uma “situação em que todos saem ganhando” em um acordo renegociado.
“A mudança climática para nós é uma questão de segurança que não se reflete no contrato de segurança”, disse Napat ao The Guardian.
“É algo que gostaríamos de revisitar e poder discutir abertamente com o governo australiano”.
O acordo de segurança bipartidário, Assinado em 2022 Mas ainda a ser ratificado por qualquer nação, visa fortalecer a cooperação em áreas como resposta a desastres, policiamento, segurança cibernética e segurança nas fronteiras. As mudanças climáticas são mencionadas uma vez no documento, em uma seção sobre “Segurança de Meio Ambiente e Recursos”.
Além de uma maior referência às mudanças climáticas, Napat disse que também queria “um acordo oficial sem renúncia com a Austrália” como parte de um novo acordo para que os cidadãos pudessem viajar mais facilmente entre os dois países.
Ele já havia falado sobre estes termos a autoridades australianas, incluindo o vice -primeiro -ministro, Richard Marles, e eles ficaram “felizes pelos dois países para revisitar o acordo de segurança”.
Em um comunicado ao The Guardian, um porta -voz do Departamento de Relações Exteriores da Austrália disse que o governo “Welcome (s) recentes comentários dos líderes de Vanuatu no fortalecimento do relacionamento bilateral” e estava “ouvindo as prioridades de Vanuatu”.
Austrália Push for Security and Policing Acordes com países do Pacífico – incluindo Papua Nova GuinéAssim, TuvaluIlhas Salomão, Fiji – tem sido amplamente visto como parte de seu esforço para combater a crescente influência da China na região. Pequim expandiu sua presença de segurança, diplomática e econômica em todo o Pacífico, assinando mais recentemente uma parceria estratégica abrangente Com as ilhas de Cook, que cobre áreas, incluindo mineração, educação e transporte de profundidade.
Quando perguntado sobre ChinaNapat disse que Vanuatu não “tinha nenhuma preferências” em parceiros de desenvolvimento: “Tratamos a Austrália da mesma forma que a China e os Estados Unidos”.
Mihai Sora, diretor do Programa das Ilhas do Pacífico do Instituto Lowy, disse que Vanuatu está bem posicionado para aproveitar a competição geopolítica.
“Vanuatu tem muita alavancagem agora – a Austrália precisa desses tipos de parcerias de segurança”, disse ele. “Ele procura formalizar atividades existentes e elevar acordos existentes onde quer que possa, em uma tentativa de criar isolamento estratégico da invasão da China”.
A China estava adotando uma “abordagem oportunista” para expandir as parcerias de segurança no Pacífico, disse Sora, contando com líderes individuais do Pacífico para aceitar suas ofertas abertas para apoio adicional. “A China procura elevar seus laços políticos e, em seguida, abrir caminho para uma cooperação mais detalhada de segurança em todo o Pacífico”.
A tentativa de Vanuatu para garantir novos compromissos com a Austrália ocorre quando o Nós procuramos recuar de promessas significativas Fez aos países do Pacífico, particularmente em torno do desenvolvimento econômico e da ação climática.
Donald Trump ordenou o retirada de seu país do acordo climático de Parisuma mudança que Napat disse que foi profundamente preocupante para Vanuatu, um país nas linhas de frente das mudanças climáticas.
“Para nós, é sobre nossa sobrevivência”, disse ele, acrescentando que gostaria de convencer Trump “a não se retirar porque todo mundo depende do Acordo de Paris”.
Napat também disse que seu governo ainda não havia recebido confirmação sobre se a ajuda dos EUA para Vanuatu seria cortada, mas esperava que Washington reconsiderasse quaisquer planos de reduzir o apoio.
Sob a presidência de Joe Biden, os EUA aumentaram sua presença no Pacífico, abrindo Novos postes diplomáticosnegociando a acordo de segurança com PNGe prometendo aprofundar a ajuda econômica. Sora disse que algumas dessas iniciativas provavelmente continuam sob o governo Trump.
“O que provavelmente acontecerá com base nos desenvolvimentos recentes que saem de Washington é que os EUA manterão um interesse de segurança restrito no Pacífico”, disse Sora.
“Mas não é provável que vejamos que os Estados Unidos cumpram seus compromissos em se envolver com o desenvolvimento econômico e as mudanças climáticas”.
Além da segurança e da diplomacia, Napat disse que a prioridade de seu novo governo era os esforços de recuperação em andamento terremoto devastador de 7,3 magnitude que atingiu Vanuatu em dezembro Em 2024. O centro da capital, Port Vila, permanece amplamente fechado, pois os edifícios danificados ainda estão sendo limpos e reconstruídos.
“Esperamos que, antes do meio deste ano, seja possível abrir o principal distrito comercial central”, disse Napat.
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Alunas da Ufac criam biblioteca de grafismos do povo Huni Kuin — Universidade Federal do Acre
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9 de outubro de 2026Alunas de graduação e mestrado do campus Floresta da Ufac criaram, em 2024, o projeto Biblioteca de Kene, que reúne tecelagem em algodão, pintura corporal, registros audiovisuais e uma plataforma digital acessível por celular. A iniciativa surgiu do trabalho de conclusão de curso de Txima Huni Kuin, em Licenciatura Indígena, e da pesquisa para a dissertação de Alexandra Deitos no programa de pós-graduação em Ensino de Humanidades e Linguagens.
Txima investigou a tecelagem como expressão dos conhecimentos, da arte e da espiritualidade de seu povo, sob orientação do professor Amilton Pelegrino de Mattos. Alexandra, artista visual e atualmente doutoranda, colaborou na construção do projeto por meio de uma pesquisa de autoria coletiva, desenvolvida com as mulheres da comunidade.
Desse encontro surgiu a proposta de criar um espaço onde os mais de 60 grafismos praticados pelas mulheres pudessem ser consultados, ensinados e aprendidos por jovens e mestras tecelãs. O projeto terá uma nova etapa entre 10 e 16 de outubro, com a realização da 2ª Oficina de Kene da Aldeia Arco-Íris, na terra indígena Seringal Independência, no município de Jordão (AC).
Aprendizagem no território
Durante os sete dias de oficina, mestras tecelãs e jovens aprendizes participarão de atividades de preparação de fios, cantos rituais, aplicação do Bawe e tecelagem de painéis com grafismos. Os processos serão documentados para compor o acervo da biblioteca na aldeia e seu site colaborativo, com gestão do conhecimento pelas próprias mulheres.
A proposta dialoga com a expressão “a universidade é na aldeia”, do professor e pesquisador Yube Huni Kuin, também acadêmico da Licenciatura Indígena da Ufac. A experiência reconhece o território e as práticas da comunidade como espaços de produção e transmissão de conhecimento.

A 2ª Oficina de Kene é realizada por Txima Huni Kuin, Alexandra Deitos e pela Aldeia Arco-Íris, com apoio do curso de Licenciatura Indígena, da Fundação de Cultura Elias Mansour, do governo do Acre, da Política Nacional Aldir Blanc de Fomento à Cultura, do Ministério da Cultura e do governo federal.
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Ufac sedia encontro regional sobre residência e preceptoria no SUS — Universidade Federal do Acre
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8 de outubro de 2026A Ufac sediou o 2º Encontro Regional do Projeto de Desenvolvimento da Gestão de Programas de Residência e da Preceptoria no Sistema Único de Saúde (SUS). O evento ocorreu nesta quinta-feira, 8, no anfiteatro Garibaldi Brasil, campus-sede, e reuniu profissionais e representantes de instituições de saúde para a apresentação dos resultados de sete projetos de intervenção desenvolvidos ao longo de dois anos de formação.
A iniciativa é promovida pelo Hospital Sírio-Libanês, em parceria com o Ministério da Saúde, no âmbito do Programa de Apoio ao Desenvolvimento Institucional do SUS, com participação da Ufac.
Para o reitor Josimar Ferreira, cerca de 80% das atividades dos residentes são realizadas nas unidades de saúde. Ele ressaltou o compromisso da gestão com a valorização dos profissionais que atuam na formação dos residentes. “Temos desenvolvido uma política para que os nossos preceptores possam participar dos nossos programas de pós-graduação, de forma a ter vagas garantidas para sua qualificação também.”
O encontro marcou a apresentação dos projetos de intervenção dos cursos de especialização em Gestão de Programas de Residência em Saúde e Educação na Saúde para Preceptores no SUS. Os trabalhos abordaram temas como formação e avaliação de preceptores, definição de perfis de competências, saúde mental dos residentes, reestruturação curricular e melhoria dos processos de trabalho nos serviços de saúde.
Segundo a coordenadora da Residência Multiprofissional Integrada em Saúde da Família e Comunidade da Ufac, Mariane Ribeiro, as iniciativas buscam qualificar tanto a formação dos residentes quanto as atividades desenvolvidas nos campos de prática. “Esses resultados que temos hoje proporcionam uma integração com o ensino, serviço e a comunidade, porque também têm um retorno para o usuário”, disse.
Para a representante do Hospital Sírio-Libanês e facilitadora de ensino e aprendizagem, Célia Márcia Birchler, a conclusão dos cursos representa uma etapa de um trabalho que deve continuar nas instituições de saúde. “Toda vez que fazemos um movimento de fortalecimento dos programas de residência, na realidade estamos falando de um processo de qualificação do SUS”, afirmou.
A presidente da Fundação Hospitalar Governador Flaviano Melo (Fundhacre), Sóron Angélica Steiner, disse que a formação estimula mudanças na organização do trabalho e no atendimento da população. “Essa força motriz que faz com que o serviço ande de acordo com a formação é o que faz com que o gestor seja provocado a melhorar o ambiente de trabalho, o fluxo de serviço.”
Também participaram da mesa de honra do encontro o presidente do Conselho Estadual de Saúde do Acre, Osvaldo de Souza Leal Júnior; e Pedro Henrique Macedo Leitão, representando o secretário municipal de Saúde de Rio Branco, Rennan Biths.
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Ufac faz cerimônia de entrega de diplomas médicos do Revalida — Universidade Federal do Acre
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2 de outubro de 2026A Ufac realizou a cerimônia de entrega da revalidação de diplomas médicos expedidos por instituições de ensino superior estrangeiras, referentes à edição 2025.2 do Revalida. O Núcleo de Registro e Controle Acadêmico (Nurca) relaciona 67 certificados disponíveis para retirada. O ato ocorreu nesta sexta-feira, 2, no Nurca, campus-sede, e contou com a participação do reitor Josimar Ferreira.
“É inédito para nossa universidade fazer um ato que representa a entrega dos diplomas”, disse Josimar. Ele ressaltou a rapidez com que o processo foi concluído pela equipe do Nurca e pediu aos médicos que retribuam à sociedade com ética e acolhimento no atendimento, além de afirmar que a entrega demonstra o papel da universidade no reconhecimento daqueles que se formaram fora do Brasil.
Segundo o diretor do Nurca, Lucas de Araújo Moura, a Ufac realiza revalidações há alguns anos, mas as entregas dos certificados aconteciam de forma avulsa. Ele explicou que a proposta do ato simbólico foi atender os profissionais e valorizar o momento vivido por eles e por suas famílias. Os documentos são entregues juntamente com os originais apresentados pelos interessados, que devem assinar o termo de recebimento do certificado de revalidação.
A médica Nathalia Bragança de Oliveira, que recebeu o diploma revalidado 30 dias após dar entrada no processo na Ufac, disse ter escolhido a universidade pela organização e pelo prazo de entrega. “Foi muito rápido, um processo muito organizado também, desde o momento do início até agora.” Ela relatou que foi recebida com atenção pela equipe, que explicou todas as etapas do procedimento, disse esperar ingressar no mercado de trabalho e atender os pacientes com cuidado.
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