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Neymar, do Brasil, deve retornar ao Al Hilal após longa dispensa por lesão | Notícias de futebol

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O craque do futebol retorna aos treinos e viaja com o Al Hilal, clube da Saudi Pro League, antes da partida da Liga dos Campeões AFC.

O atacante brasileiro Neymar Jr deve retornar de uma licença de um ano após treinar e viajar com seu clube, o Al Hilal, antes do jogo da Liga dos Campeões Asiáticos, nos Emirados Árabes Unidos, confirmou o clube da Saudi Pro League.

“O Al Hilal tem o prazer de anunciar que Neymar se juntará ao elenco para a viagem fora de casa ao Al Ain. Ele está de volta”, disse o clube no sábado.

“Neymar participou do treinamento da equipe após completar seu programa de recuperação”, postou Al Hilal em suas redes sociais.

Anteriormente, a empresa de marketing de Neymar, NR Sports, também confirmou seu possível retorno na partida de segunda-feira da Liga dos Campeões da Confederação Asiática de Futebol (AFC).

“O camisa 10 poderá jogar na segunda-feira para dar continuidade à sua trajetória marcante”, diz o comunicado, em referência à partida.

Fotos postadas pelo Al Hilal mostraram Neymar participando de um treino da equipe e se juntando à equipe do Al Hilal para a viagem aos Emirados Árabes Unidos para a partida contra o clube da UAE Pro League.

O atacante brasileiro de 32 anos não joga desde que sofreu a lesão durante as eliminatórias da CONMEBOL para a Copa do Mundo contra o Uruguai, em outubro do ano passado.

Ele sofreu uma lesão no ligamento cruzado anterior (LCA) e foi submetido a uma cirurgia em novembro.

Tendo se transferido do campeão francês Paris Saint-Germain para a Arábia Saudita por uma quantia estimada em cerca de 90 milhões de euros (US$ 97,9 milhões) em agosto, Neymar disputou apenas cinco partidas antes de ser dispensado, pois lutava contra lesões musculares.

O ex-atacante do Barcelona, ​​​​artilheiro do Brasil, perdeu a campanha da Copa América de 2024 nos Estados Unidos, onde sofreu a segunda eliminação consecutiva nas quartas de final de um grande torneio, depois de perder para a Croácia nos pênaltis na Copa do Mundo de 2022.

Eles jogam contra o Al Ain no Estádio Hazza bin Zayed na segunda-feira.

A agência de Neymar disse que o amor do brasileiro pelo futebol e sua esperança de jogar a Copa do Mundo de 2026 o trouxeram de volta à ação.

“Foram dias de dor, angústia e muita saudade do futebol, que foram superados com a ajuda da família e dos amigos, sempre presentes pelo nosso camisa 10. E de todos os torcedores do mundo que lhe deram todo apoio nas redes sociais redes”, acrescentou o comunicado.

“A espera acabou.”

“Toda vez que me machuco, eu volto. Mas eu não volto no meio do caminho”, disse Neymar, chorando, em um vídeo nas redes sociais dele falando sobre sua recuperação com imagens de seus esforços para voltar.

Neymar voltou a treinar em julho, mas em setembro o técnico do clube, Jorge Jesus, diminuiu as expectativas de um retorno imediato.

O técnico português não confirmou que Neymar jogará na segunda-feira.

Neymar, cujo contrato de dois anos termina em agosto próximo, pode disputar partidas de Elite da Liga dos Campeões da AFC, já que a competição continental não tem restrições quanto ao número de jogadores estrangeiros permitidos. Não é o caso da Saudi Pro League, que o verá de volta apenas em janeiro.

Se estiver apto, Neymar poderá retornar à seleção brasileira nas duas rodadas das eliminatórias sul-americanas para a Copa do Mundo, marcadas para novembro.





Leia Mais: Aljazeera

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Fundape tem nova sede inaugurada no campus da Ufac na capital — Universidade Federal do Acre

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Fundape tem nova sede inaugurada no campus da Ufac na capital-interna.jpg

A reitora da Ufac, Guida Aquino, participou da solenidade de inauguração da nova sede da Fundação de Apoio e Desenvolvimento ao Ensino, Pesquisa e Extensão Universitária no Acre (Fundape), da qual ela é presidente do Conselho Curador. O evento ocorreu nesta sexta-feira, 26, no campus-sede, local em que se localiza o espaço administrativo e operacional da fundação.

Guida destacou a importância da Fundape para a Ufac e para outras instituições da Região Norte. Para ela, a fundação passou por um processo de fortalecimento nos últimos anos. “A Fundape hoje nos faz realizar, na verdade, todas as parcerias de formação de docentes, de ensino, de pesquisa, de extensão, de inovação”, afirmou.

Segundo a reitora, a fundação ampliou sua atuação para além do Acre, atendendo também instituições de Rondônia, Amapá e Roraima. “Olha a grandeza disso. E nós, enquanto Universidade Federal do Acre, temos que nos orgulhar”, pontuou.

O diretor-presidente da Fundape, Ismar Bernardo de Araújo, disse que a inauguração da sede própria representa uma conquista construída com dedicação, trabalho em equipe e visão de futuro. “Hoje não celebramos apenas a abertura de um novo espaço físico; celebramos uma conquista construída com dedicação, trabalho em equipe, visão de futuro e confiança.”

Ismar lembrou que a Fundape foi instituída em 22 de junho de 1998 e completa 28 anos em 2026. Atualmente, a fundação conta com 38 colaboradores, representa quatro universidades federais, três institutos federais e um hospital universitário, estando presente em quatro Estados da região Norte.

Membro fundador da Fundape e pró-reitor de Planejamento da Ufac, Alexandre Hid, relembrou a criação da fundação e os desafios enfrentados ao longo da trajetória institucional. “Hoje a fundação está aí forte e firme para maiores e melhores desafios.”

Fundape tem nova sede inaugurada no campus da Ufac na capital-interna-2.jpg

Também participaram da solenidade a reitora da Unir, Marília Pimentel; o procurador-geral adjunto para Assuntos Administrativos e Institucionais do MP-AC, Carlos Roberto da Silva Maia, representando o procurador-geral Oswaldo Lima Neto; o diretor técnico da Fundape, Camilo Gouveia; o diretor administrativo-financeiro da Fundape, Dionel de Araújo; Gemil Júnior, suplente do senador Alan Rick (Republicanos-AC); a pró-reitora de Inovação, Pesquisa e Pós-Graduação do Ifac, Alana Chocorosqui, representando o reitor Fábio Storch; o ex-reitor da Ufac, Minoru Kinpara; além de dirigentes, coordenadores de projetos, colaboradores e representantes de instituições parceiras.

 



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Seminário na Ufac tematiza planejamento e governança pública — Universidade Federal do Acre

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Seminário na Ufac tematiza planejamento e governança pública — Universidade Federal do Acre

O programa de pós-graduação em Planejamento e Governança Pública, da Universidade Tecnológica Federal do Paraná (UTFPR), no âmbito do mestrado interinstitucional para técnico-administrativos da Ufac e do Instituto Federal do Acre (Ifac), realiza o 12º Seminário de Boas Práticas em Planejamento e Governança Pública, de 14 a 16 de julho, no anfiteatro Garibaldi Brasil, campus-sede da Ufac. As inscrições são gratuitas e estão abertas até 16 de julho, por meio online.

O evento será transmitido pelo YouTube e terá como tema “Governança, Políticas Públicas e Desenvolvimento Regional na Amazônia: Desafios Estruturais para o Acre”, propondo um debate sobre questões territoriais, sociais, ambientais, urbanas, institucionais e econômicas que atravessam a realidade amazônica e acreana.

A programação científica será organizada em quatro eixos temáticos: governança urbana, mobilidade e direito à cidade na Amazônia; infraestrutura, saneamento e resiliência em contextos de enchentes e queimadas; governança ambiental, desenvolvimento sustentável e capacidade estatal na Amazônia; e educação e empreendedorismo na Amazônia.

O seminário tem como público-alvo a comunidade universitária e gestores públicos, contando com a participação de autoridades locais, pesquisadores da UTFPR, docentes da Ufac e do Ifac, bem como especialistas convidados de diferentes áreas.

 



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Estudo indica limitações de conhecimento sobre leishmaniose — Universidade Federal do Acre

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A Ufac é parceira em pesquisa desenvolvida no município de Sena Madureira (AC), a qual identificou limitações no conhecimento sobre a leishmaniose cutânea entre pacientes e profissionais da saúde, além de barreiras geográficas e estruturais que dificultam o acesso ao diagnóstico e ao tratamento precoce em áreas rurais endêmicas.

Os resultados do estudo foram publicados, em maio, na revista eletrônica “Acervo Saúde”, vol. 26(5), com o título “Leishmaniose Cutânea na Amazônia Ocidental: Lacunas no Conhecimento e Barreiras de Acesso Assistencial em Áreas Endêmicas”. O artigo tem coautoria de pesquisadores da Ufac.

A pesquisa foi realizada com 50 pacientes com suspeita clínica de leishmaniose cutânea e 51 agentes de saúde, sendo 63% agentes comunitários de saúde e 37% agentes de combate às endemias.

“Em nosso trabalho, identificamos que tanto os profissionais da saúde quanto os pacientes possuem informações limitadas sobre a doença. Conhecer as limitações para acesso ao diagnóstico e tratamento precoce é uma das principais estratégias para a implementação de programas de controle e de educação em saúde que contemplem o perfil epidemiológico e social das populações de áreas endêmicas”, disse o autor do estudo, Leandro Siqueira de Souza, do Instituto Oswaldo Cruz (IOC).

A região Norte é responsável por mais da metade dos casos da doença no Brasil; o Acre conta com mais de 11 mil casos notificados na última década. Em 2025, os municípios acreanos de Xapuri, Marechal Thaumaturgo, Assis Brasil, Sena Madureira e Brasileia foram classificados pelo Ministério da Saúde como áreas de risco intenso para transmissão da doença.

“A região amazônica é uma área endêmica para a leishmaniose cutânea, uma doença negligenciada que afeta principalmente populações de comunidades tradicionais”, contou o pesquisador Reginaldo Peçanha Brazil, do IOC. “Conhecer as limitações no conhecimento tanto dos pacientes como de profissionais da saúde de áreas endêmicas é fundamental para o sistema de saúde do Estado do Acre e para o controle mais efetivo da doença.”

A investigação integra um projeto de pesquisa coordenado por Brazil. Além da Ufac, são parceiros na pesquisa a Universidade Federal de Minas Gerais, a Universidade de Brasília, o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade e a Secretaria de Estado de Saúde do Acre.

Pela Ufac, são coautores do artigo os pesquisadores Andréia Luísa Peixinho da Silva Guimarães, Francisca Alana Costa de Souza, Marcos Bruno Zacarias Campelo, Breno Kalyl Freitas Nascimento, Andreia Fernandes Brilhante e Francisco Glauco de Araújo Santos. Os estudos contam com financiamento do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e apoio de instituições parceiras.

 



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