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Ninguém acerta as seis dezenas da Mega-Sena 2796, e prêmio vai a R$ 8,5 milhões; veja números sorteados | Gastar Bem
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O resultado da Mega-Sena 2796 com prêmio de R$ 4.056.392,07 milhões foi divulgado nesta quarta-feira (13), em São Paulo, e ninguém acertou as seis dezenas. Com isso, o prêmio acumulado vai a R$ 8,5 milhões no próximo sorteio que será realizado no sábado (16).
Os números sortedos hoje foram: 03 – 06 – 14 – 33 – 55 – 58
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44 apostas chegaram bem perto e acertaram cinco dezenas. Para cada uma delas a Caixa vai pagar R$ 50.046,40. Os 3.878 acertadores de quatro dezenas vão receber R$ 811,18 cada.
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Quantos ganhadores a Mega-Sena teve em 2024?
Em 2024, foram realizados 126 concursos da Mega-Sena e em 15 deles alguém levou o prêmio máximo.
A aposta ganhadora em 9 de novembro, feita em Cuiabá (MT), ganhou sozinha o prêmio de R$ 201,9 milhões, o sexto maior da história da Mega em concursos regulares (que excluem os prêmios pagos na Mega da Virada).
Em 5 de outubro, uma aposta única de Petrolina (PE) ganhou sozinha R$ 52 milhões. Em 17 de setembro, outra aposta de Pernambuco, da cidade de de Timbaúba, também faturou sozinha R$ 82,1 milhões.
Além das apostas pernambucanas, duas apostas do Rio de Janeiro (RJ) dividiram R$ 29,8 milhões em 24 de agosto.
Ainda em agosto, no dia 20, Mega-Sena teve vencedor quando um bolão com 22 cotas que faturou R$ 62,1 milhões na terça-feira (20).
A principal loteria da Caixa saiu também em 30 de julho para três apostas, uma de São Paulo e duas de Minas Gerais, que dividiram R$ 102,6 milhões.
Ainda em julho, no dia 4, outras três apostas ganharam a bolada de R$ 162,7 milhões, uma do Rio de Janeiro e duas do Rio Grande do Sul.
Uma aposta feita em Campinas (SP), em 25 de abril, faturou R$ 5,5 milhões. Em 20 de abril, uma aposta do Rio de Janeiro faturou 102,1 milhões.
Em 26 de março, uma aposta única de Recife (PE) faturou sozinha R$ 118,2 milhões. Em 5 de março, uma aposta de Goiânia ganhou 206,4 milhões.
Além desses, uma aposta faturou sozinha R$ 6,4 milhões, em 6 de janeiro, e, em 3 de fevereiro, outra aposta única ganhou R$ 94,8 milhões.
Prêmios pagos pela Mega-Sena em 2024
| Concurso | Data | Dezenas | Ganhadores | Prêmio total | Prêmio por aposta | |||||
| 2672 | 06/01/2024 | 10 | 13 | 20 | 40 | 43 | 56 | 1 | R$ 6.480.136,97 | R$ 6.480.136,97 |
| 2684 | 03/02/2024 | 17 | 26 | 45 | 46 | 48 | 53 | 1 | R$ 94.839.718,02 | R$ 94.839.718,02 |
| 2696 | 05/03/2024 | 4 | 13 | 18 | 39 | 55 | 59 | 1 | R$ 206.475.189,75 | R$ 206.475.189,75 |
| 2705 | 26/03/2024 | 2 | 16 | 22 | 27 | 35 | 47 | 1 | R$ 118.265.926,76 | R$ 118.265.926,76 |
| 2715 | 20/04/2024 | 7 | 19 | 25 | 46 | 50 | 53 | 1 | R$ 102.128.925,42 | R$ 102.128.925,42 |
| 2717 | 25/04/2024 | 6 | 22 | 34 | 36 | 44 | 50 | 1 | R$ 5.581.371,93 | R$ 5.581.371,93 |
| 2723 | 11/05/2024 | 6 | 12 | 19 | 28 | 50 | 60 | 1 | R$ 46.726.380,41 | R$ 46.726.380,41 |
| 2734 | 08/06/2024 | 21 | 27 | 35 | 48 | 59 | 60 | 1 | R$ 114.104.458,30 | R$ 114.104.458,30 |
| 2745 | 04/07/2024 | 2 | 5 | 7 | 11 | 52 | 57 | 3 | R$ 162.788.325,19 | R$ 54.262.775,06 |
| 2755 | 30/07/2024 | 7 | 13 | 17 | 33 | 41 | 58 | 3 | R$ 34.222.694,19 | R$ 11.407.564,73 |
| 2764 | 20/08/2024 | 20 | 31 | 34 | 38 | 42 | 51 | 1 | R$ 62.156.999,34 | R$ 62.156.999,34 |
| 2766 | 24/08/2024 | 9 | 10 | 34 | 36 | 38 | 44 | 2 | R$ 29.893.732,53 | R$ 14.946.866,27 |
| 2775 | 17/09/2024 | 1 | 4 | 14 | 26 | 44 | 51 | 1 | R$ 81.473.638,46 | R$ 81.473.638,46 |
| 2783 | 05/10/2024 | 7 | 30 | 38 | 39 | 43 | 54 | 1 | R$ 52.087.219,71 | R$ 52.087.219,71 |
| 2795 | 09/11/2024 | 13 | 16 | 33 | 43 | 46 | 55 | 1 | R$ 201.963.763,26 | R$ 201.963.763,26 |
Veja os últimos resultados da Mega-Sena
Como e até quando posso apostar na Mega Sena?
As apostas podem ser feitas até às 19h (horário de Brasília) do dia do sorteio nas casas lotéricas, pela internet neste link ou no app Loterias Caixa, disponível para usuários das plataformas iOS e Android.
O volante, com seis dezenas marcadas, custa R$ 5,00 e as dezenas sorteadas vão ser conhecidas às 20h. Bom lembrar que a chance de acerto para uma aposta com seis dezenas é de 50.063.860 para cada uma.
Como fazer um bolão oficial
Além da possibilidade de jogo simples, é possível fazer um bolão oficial e aumentar suas chances de abocanhar os milhões (e dividir a grana em grupo). Agora é possível fazer apostas de bolões pelo site Loterias Caixa – clique neste link e veja como.
Você também pode comprar um bolão oficial da Caixa em qualquer lotérica. É só preencher o campo específico para isso no volante. Na Mega-Sena, os bolões têm preço mínimo de R$ 15. Porém, cada cota não pode ser inferior a R$ 6.
É possível realizar um bolão de no mínimo duas e no máximo 100 cotas. A Caixa permite fazer no máximo 10 apostas por bolão, e elas devem ter a mesma quantidade de números.
Você também pode comprar cotas de bolões organizados pelas lotéricas. Porém, nesse caso, pode ser cobrada uma tarifa de serviço adicional de até 35% do valor da cota.
Também dá para jogar pelo site Loterias Online da Caixa. Você escolhe se quer visualizar os números selecionados ou se prefere o formato “Surpresinha“, em que o sistema marca aleatoriamente os números da aposta.
Como aumentar as chances de ganha na Mega-Sena?
A chance de ganhar na Mega-Sena com um jogo simples, marcando seis dezenas, é de uma em 50 milhões. Para aumentar as chances de ganhar, apostadores podem escolher marcar mais números no volante até o limite de 20 dezenas, mas o valor da aposta aumenta.
Quem escolher apostar 7 números vai pagar R$ 35 por jogo e a chance de cravar as seis dezenas cai para uma em 44,9 mil. Apostar 10 números custa R$ 1.050 e a chance de ganhar neste cenário vai para uma em 3,9 mil.
O número máximo de dezenas que podem ser marcadas no volante da Mega-Sena é de 20. E jogar marcando todas elas custa R$ 193,8 mil. (veja abaixo o valor de cada aposta na Mega da Virada e as chances de ganhar em cada uma delas)
Valor da aposta da Mega-Sena e qual a chance de acerto
| Quantidade | Valor Aposta (R$) | Probabilidade de acerto (1 em …) | ||
| nº jogados | Sena | Quina | Quadra | |
| 6 | R$ 5,00 | 50.063.860 | 154.518 | 2.332 |
| 7 | R$ 35,00 | 7.151.980 | 44.981 | 1.038 |
| 8 | R$ 140,00 | 1.787.995 | 17.192 | 539 |
| 9 | R$ 420,00 | 595.998 | 7.791 | 312 |
| 10 | R$ 1.050,00 | 238.399 | 3.973 | 195 |
| 11 | R$ 2.310,00 | 108.363 | 2.211 | 129 |
| 12 | R$ 4.620,00 | 54.182 | 1.317 | 90 |
| 13 | R$ 8.580,00 | 29.175 | 828 | 65 |
| 14 | R$ 15.015,00 | 16.671 | 544 | 48 |
| 15 | R$ 25.025,00 | 10.003 | 370 | 37 |
| 16 | R$ 40.040,00 | 6.252 | 260 | 29 |
| 17 | R$ 61.880,00 | 4.045 | 188 | 23 |
| 18 | R$ 92.820,00 | 2.697 | 139 | 19 |
| 19 | R$ 135.660,00 | 1.845 | 105 | 16 |
| 20 | R$ 193.800,00 | 1.292 | 81 | 13 |
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Estudo indica limitações de conhecimento sobre leishmaniose — Universidade Federal do Acre
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5 dias atrásem
17 de junho de 2026A Ufac é parceira em pesquisa desenvolvida no município de Sena Madureira (AC), a qual identificou limitações no conhecimento sobre a leishmaniose cutânea entre pacientes e profissionais da saúde, além de barreiras geográficas e estruturais que dificultam o acesso ao diagnóstico e ao tratamento precoce em áreas rurais endêmicas.
Os resultados do estudo foram publicados, em maio, na revista eletrônica “Acervo Saúde”, vol. 26(5), com o título “Leishmaniose Cutânea na Amazônia Ocidental: Lacunas no Conhecimento e Barreiras de Acesso Assistencial em Áreas Endêmicas”. O artigo tem coautoria de pesquisadores da Ufac.
A pesquisa foi realizada com 50 pacientes com suspeita clínica de leishmaniose cutânea e 51 agentes de saúde, sendo 63% agentes comunitários de saúde e 37% agentes de combate às endemias.
“Em nosso trabalho, identificamos que tanto os profissionais da saúde quanto os pacientes possuem informações limitadas sobre a doença. Conhecer as limitações para acesso ao diagnóstico e tratamento precoce é uma das principais estratégias para a implementação de programas de controle e de educação em saúde que contemplem o perfil epidemiológico e social das populações de áreas endêmicas”, disse o autor do estudo, Leandro Siqueira de Souza, do Instituto Oswaldo Cruz (IOC).
A região Norte é responsável por mais da metade dos casos da doença no Brasil; o Acre conta com mais de 11 mil casos notificados na última década. Em 2025, os municípios acreanos de Xapuri, Marechal Thaumaturgo, Assis Brasil, Sena Madureira e Brasileia foram classificados pelo Ministério da Saúde como áreas de risco intenso para transmissão da doença.
“A região amazônica é uma área endêmica para a leishmaniose cutânea, uma doença negligenciada que afeta principalmente populações de comunidades tradicionais”, contou o pesquisador Reginaldo Peçanha Brazil, do IOC. “Conhecer as limitações no conhecimento tanto dos pacientes como de profissionais da saúde de áreas endêmicas é fundamental para o sistema de saúde do Estado do Acre e para o controle mais efetivo da doença.”
A investigação integra um projeto de pesquisa coordenado por Brazil. Além da Ufac, são parceiros na pesquisa a Universidade Federal de Minas Gerais, a Universidade de Brasília, o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade e a Secretaria de Estado de Saúde do Acre.
Pela Ufac, são coautores do artigo os pesquisadores Andréia Luísa Peixinho da Silva Guimarães, Francisca Alana Costa de Souza, Marcos Bruno Zacarias Campelo, Breno Kalyl Freitas Nascimento, Andreia Fernandes Brilhante e Francisco Glauco de Araújo Santos. Os estudos contam com financiamento do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e apoio de instituições parceiras.
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Ufac e TCE-AC apresentam pesquisa de vitimização em Rio Branco — Universidade Federal do Acre
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6 dias atrásem
16 de junho de 2026
A Ufac e o Tribunal de Contas do Estado do Acre (TCE-AC) realizaram o Seminário de Apresentação da Pesquisa de Vitimização na Cidade de Rio Branco. O evento, que ocorreu nesta terça-feira, 16, no Plenário do TCE-AC, consistiu em exposições e debate no sentido de contribuir para um diagnóstico da segurança pública e para o aprimoramento das políticas voltadas à população.
A pesquisa foi apoiada por emenda parlamentar do senador Sérgio Petecão (PSD-AC), destinada em 2025 à Ufac. “Quero agradecer a disponibilidade do senador em ajudar a universidade sempre com emendas necessárias para o desenvolvimento da educação e da pesquisa, com retorno garantido para a sociedade acreana”, disse a reitora Guida Aquino.
O seminário teve como público-alvo a comunidade acadêmica, servidores do TCE-AC e do Ministério Público de Contas do Acre, servidores públicos em geral, gestores da área de segurança pública, justiça criminal e direitos humanos e sociedade civil. A pesquisa buscou compreender como a população percebe a segurança, quais situações de violência e criminalidade afetam os cidadãos e como os serviços de segurança pública são avaliados pelas pessoas.
O trabalho provém do grupo de pesquisa Sujeitos, Ações e Percepções: Estudos em Violência e Conflitualidade, coordenado pelo professor da Ufac, Ermício Sena. Ele informou que os produtos da pesquisa foram banco de dados, mapas descritivos de Rio Branco, relatórios de campo, geral e sintético/executivo.
Em seu discurso, Sena agradeceu aos envolvidos na realização da pesquisa e a Fundação de Apoio e Desenvolvimento ao Ensino, Pesquisa e Extensão Universitária no Acre, que foi a intermediária para contratação do Instituto de Opinião Pública para execução da pesquisa.
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Ufac e Fiocruz fazem oficina sobre leishmaniose em Sena Madureira — Universidade Federal do Acre
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6 dias atrásem
16 de junho de 2026A Ufac e a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) realizaram a oficina Epidemiologia, Vigilância e Controle da Leishmaniose Cutânea. O evento ocorreu em 1 de junho, no auditório do Instituto Federal do Acre, em Sena Madureira (AC), reunindo 110 agentes comunitários de saúde e 20 agentes de combate às endemias.
A programação contou com palestras e discussões sobre aspectos epidemiológicos, clínicos e diagnósticos da doença, abordando ciclos de transmissão, vetores e reservatórios envolvidos na manutenção da chamada “ferida brava”, nome popular da leishmaniose cutânea. Além disso, foram realizadas atividades práticas com o uso de lupas e microscópios, permitindo aos profissionais a observação de características dos vetores e compreensão dos métodos laboratoriais utilizados no diagnóstico da doença.
Com mais de 11 mil casos registrados na última década, o Acre ocupa posição de destaque no cenário nacional da doença. Em 2025, o município de Sena Madureira foi classificado pelo Ministério da Saúde como área de risco intenso para transmissão da leishmaniose cutânea, apresentando média anual de 64 casos.
A oficina integra as atividades do projeto de ensino, pesquisa e extensão EpiLeish-Acre, que na Ufac é coordenado pelo professor Francisco Glauco de Araujo Santos, do Centro de Ciências Biológicas e da Natureza. Para o pesquisador Leandro Siqueira, do Laboratório de Pesquisa Clínica e Vigilância em Leishmanioses, da Fiocruz, ações educativas para enfrentar a doença são fundamentais. “Profissionais bem capacitados conseguem orientar de forma mais eficaz a população, contribuindo para o diagnóstico e tratamento precoce”, ressaltou.
O secretário municipal de Saúde de Sena Madureira, Willisson Viana, destacou a relevância das parcerias institucionais. “Buscamos fortalecer parcerias com instituições de referência, como a Fiocruz e a Ufac, que contribuem significativamente para o desenvolvimento técnico das nossas equipes.”
O diretor da Vigilância em Saúde de Sena Madureira, Serginey Amorim, disse que a capacitação fortalece ações de saúde pública. “Com conhecimento atualizado e capacitação contínua, ampliamos a prevenção, melhoramos o diagnóstico precoce e fortalecemos as ações de controle da doença em nosso município.”
A iniciativa foi organizada pelos Laboratórios de Patologia e Biologia Parasitária e de Entomologia Médica, da Ufac, e pelo Laboratório de Pesquisa Clínica e Vigilância em Leishmanioses, da Fiocruz.
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