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níveis recordes, impulsionados pelo aumento das chegadas aos Estados Unidos e ao Reino Unido

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A imigração está a aumentar nos países da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económico (OCDE), atingindo níveis recorde em 2023 pelo segundo ano consecutivo, enquanto muitos países se comprometeram a reforçar a sua legislação para conter certos fluxos. É o que emerge do relatório anual “Perspectivas da Migração Internacional da OCDE”, divulgado quinta-feira, 14 de novembro. Ao ler este último, surge um paradoxo face ao desejo dos países de restringir as suas políticas de acolhimento e, ao mesmo tempo, à necessidade de responder a necessidades laborais significativas. Estes últimos procuram, portanto, “um equilíbrio entre restrição e atração, a fim de continuarem a ser destinos competitivos para trabalhadores estrangeiros e estudantes internacionais”observam os autores.

Em 2023, mais de 6,5 milhões de novos imigrantes permanentes chegaram aos países da OCDE, ou seja, mais 10% do que em 2022. Uma dinâmica que já não pode ser explicada apenas pelo efeito de recuperação da pandemia dos anos, que pôs fim à mobilidade internacional . “O aumento é estrutural, sublinha Jean-Christophe Dumont, chefe da divisão de migração internacional da OCDE. É amplamente apoiado pelos Estados Unidos e pelo Reino Unido. » Só os dois países explicam dois terços do aumento de 10% nos fluxos entre 2022 e 2023.

No Reino Unido, o aumento das chegadas (mais 250.000 do que em 2022, + 52%) está ligado, em particular, à migração profissional qualificada no sector da saúde e dos cuidados do subcontinente indiano, e à chegada das famílias destes trabalhadores. Os Estados Unidos continuam a ser o país de primeiro destino, com 1,2 milhões de imigrantes adicionais, à frente do Reino Unido (750 mil), Alemanha (700 mil), Canadá e Espanha. A França vem em sexto lugar, com pouco menos de 300 mil novos imigrantes em 2023.

A migração laboral está estagnada

“Em média, os países da OCDE acolheram dez novos imigrantes permanentes por cada mil habitantes em 2023, em comparação com oito em 2019”especifica o relatório. Em comparação com o tamanho das populações dos países de destino, a classificação dos primeiros países de acolhimento não é a mesma, uma vez que, por exemplo, a França passa para 27º lugar.e estão entre os países da OCDE, e Luxemburgo, Islândia, Nova Zelândia e Suíça assumem a liderança do grupo.

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Ufac lança projeto de implantação de unidade de produção rural — Universidade Federal do Acre

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Ufac lança projeto de implantação de unidade de produção rural-interna-1.jpg

A Pró-Reitoria de Extensão e Cultura (Proex) da Ufac realizou o lançamento do projeto “Extensão Universitária: Implantação e Divulgação de Unidade de Produção Rural Integrada para a Amazônia”, o qual coordenado pela professora Marilene Santos, é viabilizado por emenda parlamentar do senador Alan Rick (Republicanos-AC), no valor de R$ 5,7 milhões. O evento ocorreu nesta sexta-feira, 3, no laboratório de mecanização, e foi marcado pela entrega de equipamentos agrícolas para uso de agricultores familiares.

A rede de apoio atende produtores orgânicos, integrantes do Movimento das Mulheres Camponesas e produtores de cacau de Acrelândia (AC), englobando ações em municípios acreanos como Rio Branco, Porto Acre, Bujari e Capixaba. Entre as frentes técnicas desenvolvidas, destacam-se a implantação de sistemas agroflorestais, o incentivo à adubação verde, melhorias na suinocultura, o manejo de pastagens e o fomento à cultura do cacau, com a meta de ampliar a produção regional para mais de 10 mil pés.

No total, a iniciativa atende a cinco grupos de produtores que recebem o acompanhamento especializado de uma equipe de cinco pesquisadores da Ufac, cinco engenheiros agrônomos, técnicos de nível superior, além de bolsistas de graduação e de mestrado.

“Aqui temos os melhores pesquisadores. Estamos muito felizes com essa entrega, que temos certeza de que ajudará nossos estudantes a entrarem com uma perspectiva diferente no mercado de trabalho”, destacou a reitora Guida Aquino.

A coordenadora do projeto, Marilene Santos, disse que a ação é uma semente que foi plantada e colherá bons frutos quando chegar ao resultado final. “Agradeço ao senador pela iniciativa.” Segundo Alan Rick, é preciso investir na base. “Não vamos conseguir colher a plantação se não houver nada plantado”, pontuou. “É um imenso prazer saber que contribuí em um projeto como esse.”

Ufac lança projeto de implantação de unidade de produção rural-interna2.jpg

A equipe técnica e de pesquisadores que compõem o projeto é formada pelos professores Almecina Balbino Ferreira, Bruna Viana, Eduardo Pacca Matar, Eduardo Mitke Brandão, Matheus Matos e Sebastião Elviro Neto, além dos colaboradores Patrícia Cunha e Rogério da Silva Correia.

Também compuseram o dispositivo de honra os vereadores Neném Almeida (MDB) e Zé Lopes (Republicanos).

(Camila Barbosa, estagiária Ascom/Ufac)

 



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Ufac obtém 3º lugar nacional em chamada pública do Procel — Universidade Federal do Acre

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Proposta da Ufac, elaborada pelo Instituto eAmazônia, sobre energia sustentável e inovação para o edifício múltiplo do campus Floresta, em Cruzeiro do Sul, obteve o 3º lugar na classificação nacional e o 2º na classificação da região Norte na chamada pública Energia Zero em Prédios Públicos, do Programa Nacional de Conservação de Energia Elétrica (Procel).

O projeto contempla a modernização dos sistemas de iluminação e de climatização do edifício, além da instalação de um sistema de geração de energia fotovoltaica. As intervenções têm como objetivo reduzir o consumo de energia elétrica da edificação e equilibrar a geração local com o consumo anual, caracterizando o conceito de “Edifício Energia Zero”.

A nota final da proposta da Ufac foi de 7,62. No projeto, o eAmazônia prevê investimento de R$ 1.348.587,92 em recursos não reembolsáveis da Empresa Brasileira de Participações em Energia Nuclear e Binacional S.A., no âmbito do Procel.

Após a homologação do resultado da chamada pública, a Ufac dará continuidade aos procedimentos para assinatura do termo de cooperação técnica. A previsão é que a execução das intervenções ocorra em até 24 meses, seguida por um período de monitoramento para verificação das metas estabelecidas pelo programa.

(Fhagner Soares, estagiário Ascom/Ufac)

 



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Fórum de reitores debate desafios para ensino superior público — Universidade Federal do Acre

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A reitora Guida Aquino participou do 1º Fórum de Reitoras e Reitores da América Latina e do Caribe, realizado na segunda-feira, 29, e terça-feira, 30, em Foz do Iguaçu (PR), reunindo dirigentes de 89 instituições brasileiras, entre universidades e institutos federais, além de 67 representantes de 17 países latino-americanos e caribenhos, para debater os desafios e as perspectivas da educação superior pública, da cooperação internacional e da integração regional.

“A integração entre as universidades da América Latina e do Caribe é fundamental para o fortalecimento da educação superior pública, da produção científica e da construção de respostas conjuntas aos desafios sociais, econômicos e ambientais que compartilhamos enquanto região”, disse a reitora.

Durante a programação, foram debatidos temas estratégicos como a democratização do acesso ao ensino superior, a inclusão social, a mobilidade acadêmica, a pesquisa e a inovação, bem como mecanismos para ampliar a cooperação internacional e fortalecer as redes de produção científica e tecnológica entre os países participantes.

O evento contou com a participação do ministro da Educação, Leonardo Barchini, e do secretário de Educação Superior do Ministério da Educação, Marcus David, além de representantes de organismos internacionais e lideranças acadêmicas.

 



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