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Cruzeiro do Sul

No AC, mulher diz evitar afazeres domésticos na Sexta-feira Santa: ‘trabalhar nem pensar’

G1AC, via Acrenoticias.com - Da Amazônia para o Mundo!

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Em Cruzeiro do Sul, segunda maior cidade do Acre, a tradição de não se alimentar de carne vermelha e seguir os costumes de fazer jejum e evitar atividades laborais durante a Semana Santa ainda é seguida por muitos católicos.

As famílias, que seguem a tradição, passa isso de geração para geração, e tentam fazer os jovens manterem os mesmos costumes.
A costureira Rita Silva, de 60 anos, disse que aprendeu com os pais o que ela acha que deve e o que não deve fazer durante a quinta e sexta-feira da Semana Santa.
“Isso é do tempo dos meus pais e me casei com um esposo que os pais dele também eram assim e a gente vem nesse ritmo até hoje. Então, evito lavar roupa, não costuro, gosto de ir para a igreja, gosto de fazer munguzá e trabalhar nem pensar. Nunca na minha vida comi carne vermelha nesses dias”, disse Rita.
Ela conta que tem oito filhos e sempre procurou fazer com que eles também sigam as mesmas tradições.
“Na minha família todos têm que seguir do mesmo jeito. Tenho oito filhos, cada um mais maravilhoso que o outro, e muitos netos. Criei todos respeitando essa tradição”, afirmou a costureira.
Rita disse ainda que acredita que a Semana Santa é um período para união, reflexões e de adoração. “Temos que procurar ir à igreja para refletir sobre o sofrimento de Jesus e é um momento de paz, de procurarmos mais amor e de estar com a família reunida”, ressalta.

Cruzeiro do Sul

“Tem que ter Colégio Militar em todo corredor de droga”, diz prefeito de Cruzeiro do Sul

Blog do Evandro Cordeiro, via Acrenoticias.com - Da Amazônia para o Mundo!

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O prefeito de Cruzeiro do Sul, Ilderlei Cordeiro (Progressistas), está entusiasmado com a possibilidade de seu município ganhar dois colégios militares. Ele disse hoje cedo ao Blog do Evandro Cordeiro que, por estar na rota do tráfico, por ser considerado um corredor de drogas, o Juruá precisa desse investimento. Ilderlei informou que o governador Gladson Cameli (Progressistas) autorizou o secretário de Educação, Mauro Sérgio, e o comandante do Corpo de Bombeiros, coronel Batista, a iniciarem o processo de criação dessas escolas naquela região. “Já estive com os dois tratando desse assunto”, afirmou.

Cristão pentecostal, Ilderlei acredita que as escolas militares são alternativas seculares para a luta contra a doença mais letal dos últimos tempos, a droga. “No colégio militar a criança vai ser ensinada a respeitar a família, às pessoas, as autoridades, a ter regra para tudo. Vai melhorar a civilidade, respeitando a bandeira do nosso país. Por isso ando tão entusiasmado, porque sei que essa escola em nosso município vai ajudar muito a melhorar nosso futuro”, diz o prefeito.   

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ACRE

Centro de Zoonoses de Cruzeiro do Sul castra cadelas para controlar número de cachorros nas ruas

Juruá Online, via Acre.com.br - Da Amazônia para o Mundo!

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As cadelas encontradas nas ruas de Cruzeiro do Sul são capturadas pelo Centro de Controle de Zoonoses e submetidas ao processo da castração. Após isso, as fêmeas são doadas se aparecerem interessados, ou devolvidas às ruas, mas sem risco de ficarem prenhas novamente.
De acordo com o coordenador do centro, José Carlos, a intensão é pelo menos controlar o número de cachorros nas ruas, já que o órgão não tem a finalidade de permanecer com os cães em cativeiro. “A nossa missão é capturar os animais e vacinar, para que eles não transmitam raiva e outras doenças aos humanos. O que a gente ainda pode fazer é castrar as fêmeas para que não aumente a população nas ruas”, esclarece.

José Carlos reconhece o risco de acidentes todos os dias com o número de cachorros soltos em Cruzeiro do Sul. Ele alerta que em muitos casos, os animais têm dono, e possíveis vítimas de acidentes precisam tentar identificar os proprietários para responsabilizá-los.
Os acidentes principalmente envolvendo motociclistas que colidem com cães nas ruas de Cruzeiro do Sul são tão comuns, que nem mesmo o coordenador do centro conseguiu se livrar. “Eu estava na rua da minha casa, quando um cachorro apareceu do nada e bateu na moto, na queda eu sofri uma lesão no ombro que há dois anos tento me recuperar. Procurei o dono do cachorro, mas não encontrei. É uma situação que infelizmente temos que conviver”, lamenta.
Os cachorros que são recolhidos com doenças são tratados e vacinados, em seguida aguardam um período para doação, caso contrário, eles são soltos nas ruas novamente. Mas o número de doações tem aumentado, segundo o coordenador do centro. “Tem muita gente que está vindo adotar, só hoje fiz cinco doações. Caso não aconteça uma adaptação, a pessoa pode trazer o animal de volta”, ressalta.

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