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Cruzeiro do Sul

No AC, mulher diz evitar afazeres domésticos na Sexta-feira Santa: ‘trabalhar nem pensar’

G1AC, via Acre.com.br - Da Amazônia para o Mundo!

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Em Cruzeiro do Sul, segunda maior cidade do Acre, a tradição de não se alimentar de carne vermelha e seguir os costumes de fazer jejum e evitar atividades laborais durante a Semana Santa ainda é seguida por muitos católicos.

As famílias, que seguem a tradição, passa isso de geração para geração, e tentam fazer os jovens manterem os mesmos costumes.
A costureira Rita Silva, de 60 anos, disse que aprendeu com os pais o que ela acha que deve e o que não deve fazer durante a quinta e sexta-feira da Semana Santa.
“Isso é do tempo dos meus pais e me casei com um esposo que os pais dele também eram assim e a gente vem nesse ritmo até hoje. Então, evito lavar roupa, não costuro, gosto de ir para a igreja, gosto de fazer munguzá e trabalhar nem pensar. Nunca na minha vida comi carne vermelha nesses dias”, disse Rita.
Ela conta que tem oito filhos e sempre procurou fazer com que eles também sigam as mesmas tradições.
“Na minha família todos têm que seguir do mesmo jeito. Tenho oito filhos, cada um mais maravilhoso que o outro, e muitos netos. Criei todos respeitando essa tradição”, afirmou a costureira.
Rita disse ainda que acredita que a Semana Santa é um período para união, reflexões e de adoração. “Temos que procurar ir à igreja para refletir sobre o sofrimento de Jesus e é um momento de paz, de procurarmos mais amor e de estar com a família reunida”, ressalta.

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ACRE

Homem é achado morto em igarapé no interior do Acre

G1AC, via Acre.com.br - Da Amazônia para o Mundo!

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No AC, bombeiros registraram 33 mortes por afogamento em 2019 — Foto: Gledisson Albano/Rede Amazônica Acre

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ACRE

Em Cruzeiro do Sul, moradora e Prefeitura são condenados por poluição de rua com esgoto a céu aberto

Gecom TJAC, via Acre.com.br - Da Amazônia para o Mundo!

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Juízo da Vara Cível da Comarca de Cruzeiro do Sul baseou-se na legislação sobre a proteção ao meio ambiente e na responsabilidade em reparar dano causado

O Juízo da Vara Cível da Comarca de Cruzeiro do Sul condenou Ente Público e uma moradora que polui a rua na qual reside por dano ambiental. A denúncia foi feita pelo Ministério Público do Estado do Acre (MPAC) contra  o Ente municipal e a moradora acusada de  jogar esgoto doméstico na rua. Segundo os autos, na casa da denunciada há despejo de esgoto doméstico na rua a céu aberto, o que tem ocasionado transtornos aos vizinhos.

Dessa forma, no prazo máximo de 90 dias, a moradora deverá executar obras de saneamento básico em sua casa, seguindo as orientações da Vigilância Sanitária, “de forma a impedir que o esgoto continue correndo a céu aberto e transborde para a via pública e terrenos particulares”, destaca a sentença, publicada na edição n° 6.512 do Diário da Justiça Eletrônico, da quinta-feira, 9. Caso, ela não cumpra a obrigação será penalizada com multa diária de mil reais.

Já o Município reclamado foi condenado em caráter subsidiário, por competência prevista em lei para cuidar do meio ambiente e promover o saneamento básico, explicou o juiz de Direito Hugo Torquato, titular da unidade judiciária e responsável pela sentença. Assim, o segundo requerido deverá realizar as adequações necessárias para resolver a situação.

Legislação para proteger meio ambiente

Ao avaliar o caso, o magistrado embasou seu julgamento na legislação que trata da proteção ao meio ambiente. “A Constituição da República, em seu artigo 225, prevê os princípios da restauração, recuperação e reparação do meio ambiente, e ainda, no § 3.º, traz expressamente a obrigação de reparar os danos causados”, escreveu o juiz.

Além disso, o magistrado também enfatizou que “conforme a Lei de Política Nacional do Meio Ambiente (Lei n.º 6.938/81) deve-se ter por objetivo a preservação, melhoria e recuperação da qualidade ambiental propícia à vida, visando a assegurar condições ao desenvolvimento socioeconômico, aos interesses da segurança nacional e à proteção da dignidade da vida humana”.

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