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No AC, servidores de presídio fazem teste contra tuberculose e resultados dão negativos

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Após denúncia de que servidores da Unidade Penitenciária Evaristo de Moraes, em Sena Madureira, no interior do Acre, estariam com tuberculose, o Instituto de Administração Penitenciária do Estado do Acre (Iapen-AC) realizou uma ação na unidade prisional e os exames de todos os colaboradores do órgão deram negativo. Ao todo, foram realizados 52 exames e todos deram negativos para tuberculose.

A preocupação do Instituto, de acordo com a assessoria de comunicação, é garantir a qualidade de vida e valorização dos servidores da unidade, além de mostrar os dados negativos.

O Iapen informou ainda que faz ações de saúde como esta além oferecer acompanhamento biopsicossocial. Ações desse tipo servem, segundo o órgão, para reforçar a qualidade de vida dos servidores

Presos com tuberculose

De acordo com levantamento do Iapen, divulgado em fevereiro desse ano, dentro da comunidade carcerária havia sido diagnosticado nove casos da doença, em Sena Madureira. Ao todo, 79 detentos das unidades prisionais do Acre estavam em tratamento de tuberculose.

À época, a gerente de Saúde do Iapen, Ingrid Suarez, informou que o tratamento da doença leva seis meses e que nos primeiros 15 dias, período mais crítico de contágio, os presos ficam isolados.

O Iapen afirmou que todas as regionais têm equipes de saúde para controlar os tipos de patologias, principalmente a tuberculose. A gerente disse ainda na época que o ambiente prisional era mais propício para o desenvolvimento da doença.

“Por conta do ambiente que é mais úmido, aglomerado, a propagação dessa doença é mais fácil. Mas, isso não quer dizer que entramos em um surto. Quando o preso começa com os sintomas, que é a tosse há mais de um mês, febre, emagrecimento repentino, a gente já faz o exame. Em caso positivo, ele é notificado e já medicado no mesmo dia. A gente não pode esperar nenhum dia”, afirmou Ingrid.

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PZ e Corpo de Bombeiros fazem curso de combate a incêndio florestal — Universidade Federal do Acre

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O Parque Zoobotânico (PZ), da Ufac, e o Corpo de Bombeiros Militar do Acre (CBM-AC) realizaram o curso Brigada de Incêndio Florestal, ministrado pelo Sargento Filipe Lima. A capacitação ocorreu na quinta-feira, 10, e sexta-feira, 11, no PZ, campus-sede, reunindo 35 participantes de setores da universidade, dos cursos de Engenharia Florestal, Biologia e Geografia, do doutorado da Rede Bionorte e da comunidade externa, que receberão certificado emitido pelo CBM-AC.

O primeiro dia foi de aulas teóricas sobre conceitos fundamentais, como triângulo do fogo, diferentes tipos de incêndio e técnicas de prevenção. No segundo dia ocorreram atividades práticas, com manuseio e manutenção de equipamentos de combate a incêndio, além de exercícios de campo simulando situações reais de combate e prevenção a incêndios florestais.

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O diretor do PZ, Harley Araújo da Silva, destacou que a iniciativa tem relação direta com os mais de 188 hectares de área florestal do campus-sede, tendo o PZ como o maior fragmento de floresta preservada. “Formar brigadistas preparados para atuar na prevenção e no combate a incêndios florestais é parte essencial do cuidado com esse patrimônio ambiental, tanto para a universidade quanto para as comunidades do entorno.”



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V Simpósio de Ciências Ambientais da Amazônia Sul Ocidental e o II Simpósio de Ciências Agrárias do Vale do Juruá

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Livro reúne pesquisas da Ufac sobre teatro e saberes da floresta — Universidade Federal do Acre

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O professor, pesquisador e artista Flavio da Conceição, da Ufac, organizou o livro “Teatro do Oprimido e as Pedagogias das Florestas” (Mundo Contemporâneo; Edufac, 452 p.), que foi lançado na sexta-feira, 11, durante a 28ª Bienal Internacional do Livro de São Paulo.

A obra é resultado de cerca de dez anos de pesquisas desenvolvidas na universidade, reunindo experiências que relacionam a metodologia teatral aos conhecimentos tradicionais da Amazônia. “Apresentamos o Acre como produtor de conhecimento e como semente de um pensamento que pode inspirar outros professores e artistas no resto do Brasil e do mundo”, afirmou Flavio.

As pesquisas que deram origem ao livro começaram após a chegada do professor ao Acre e à Ufac, em 2017. O contato com experiências amazônicas, estudantes filhos de seringueiros e indígenas e conhecimentos tradicionais da floresta levou o pesquisador a rever sua prática com o método Teatro do Oprimido, idealizado por Augusto Boal. A partir dessas vivências, os projetos passaram a investigar como a metodologia poderia ser afetada por esses saberes.

Os estudos teóricos e práticos foram desenvolvidos pelo programa de pesquisa e extensão Gesto da Floresta, criado e coordenado por Flavio através de projetos de iniciação científica e extensão. As atividades envolveram comunidades periféricas de Rio Branco, como Calafate e Cidade do Povo, parcerias com comunidades tradicionais hunikuin e shanenawa e experiências relacionadas ao santo-daime, à Barquinha e à ayahuasca.

Estudantes de graduação e pós-graduação participaram dos projetos e das pesquisas e alguns assinam artigos na publicação. O trabalho também contou com a contribuição de parceiros de outras cidades, países e territórios. Para o organizador, os alunos são coautores das experiências que contribuíram para a construção da proposta das pedagogias das florestas.

Antes da programação em São Paulo, o livro foi apresentado em 3 de setembro, no Rio de Janeiro, durante a 12ª Jornada Internacional de Teatro do Oprimido e Universidade. As atividades integram o projeto Gesto Semeando Cidadania, que conta com apoio do Pulitzer Center.



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