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No Acre, ministra diz querer desburocratizar processos para ajudar no desenvolvimento
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8 anos atrásem
A ministra Tereza Cristina, afirmou em visita ao Acre, nesta sexta-feira, dia 22, que vai trabalhar para desburocratizar os processos que chegam ao Ministério da Agricultura. Ela participou de uma reunião na sede da Federação de Agricultura e Pecuária do Acre, em Rio Branco. A ministra veio ao Acre a convite da bancada federal.
A ministra não falou com a imprensa, mas destacou o interesse do Governo Bolsonaro em observar a Amazônia como potência de desenvolvimento sustentável, sem que isso impeça o agronegócio, bandeira levantada pelo governador Gladson Cameli e apoiada pela bancada federal.
Segundo o coordenador da bancada, o senador Sérgio Petecão, a presença da ministra nesse corpo a corpo com os produtores acreanos mostra o interesse dela em dialogar com quem faz a roda girar no campo. Petecão se mostra otimista com a recepção da ministra de Jair Bolsonaro.
“Algumas pessoas de Brasília até ironizaram, perguntando onde que vamos colher soja. Mas a gente sabe que isso aqui é uma simbologia, é um gesto de compromisso do governo federal para com o Estado. Isso é uma página que estamos virando, cria-se uma expectativa positiva. Eu acredito, e essa vinda apenas consolida o nosso sonho”, aponta o senador.
Já o presidente da Federação da Agricultura, Assuero Veronez, comenta que a carga tributária é inimiga das indústrias, e isso impacta diretamente no bolso do produtor, mas mais que isso, há a necessidade da união dos políticos para um olhar diferencia à Amazônia, onde os curtos operacionais são, originalmente, mais altos.
“Está aí a soja, hoje, exatamente uma cultura que até ontem não tinha nada. Isso, com certeza, vai aumentar. O fundamental é que estamos alinhado com o governo aqui e lá em Brasília, para fazer o Brasil crescer. Isso faz gerar emprego, aumenta a confiança, e ativa a economia do país. É um círculo virtuoso, e não vicioso como tínhamos”, acredita.
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publicado:
09/09/2026 10h59,
última modificação:
09/09/2026 11h03
As inscrições são gratuitas e estão abertas no site do 5º Simeco.
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Egressa de mestrado em CZS obtém prêmio de pós-graduação — Universidade Federal do Acre
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1 semana atrásem
1 de setembro de 2026A engenheira agrônoma Mirian Soares de Amorim, aluna egressa do curso de Agronomia e do mestrado em Ciências Ambientais, do campus Floresta da Ufac, em Cruzeiro do Sul, obteve o 2º lugar na categoria Pós-Graduação do 5º Prêmio Margarida Alves de Estudos sobre Ruralidades e Feminismos, cujo resultado final foi divulgado em 17 de março. O evento foi promovido pelo Ministério do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar.
O estudo destaca a articulação entre a transição agroecológica e a igualdade de gênero, enfatizando o papel central das mulheres rurais, ribeirinhas e agricultoras na preservação da agrobiodiversidade e na soberania alimentar na Amazônia. No mestrado, sob orientação do professor Kleber Andolfato de Oliveira, Mirian também aprofundou investigações sobre o desenvolvimento sustentável e o papel das populações rurais no manejo dos ecossistemas amazônicos.
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Ufac consolida criação do curso de Farmácia com 50 vagas — Universidade Federal do Acre
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1 semana atrásem
31 de agosto de 2026O reitor da Ufac, Josimar Ferreira, reuniu-se com membros da comissão responsável pela proposta de criação do curso de Farmácia. O encontro ocorreu nesta segunda-feira, 31, na sala de reuniões da Reitoria, visando consolidar o Projeto Político-Pedagógico da nova graduação, além de homenagear, com a entrega, pela Federação Nacional dos Farmacêuticos (Fenafar), de Menção Honrosa ao reitor e a pessoas cujo empenho culminou na abertura do curso.
A iniciativa faz parte do programa Universidades Transformadoras, pactuada com o Ministério da Educação (MEC). O curso prevê a oferta de 50 vagas para estudantes e liberação de 11 códigos de vagas para professores. A aula inaugural e início das atividades acadêmicas estão previstos entre 2028 e 2029.
“Esse é um curso que se assenta fortemente na demanda de conhecer os bioativos da floresta amazônica e transformar esse conhecimento em riqueza, patentes, inovação e qualidade de vida para a sociedade”, disse Josimar Ferreira. Além disso, ele ressaltou a necessidade de conectar o novo curso às estruturas já consolidadas da Ufac, otimizando disciplinas e espaços curriculares em conjunto com as áreas de saúde e química.
A presidente da comissão de criação do curso, Andréia Andrade, lembrou que o projeto começou em 2011. “Hoje nos reunimos com a perspectiva de viabilizar a abertura do curso diante do que já temos na instituição. Nosso objetivo é ofertar uma formação generalista, com investimento otimizado na estrutura existente e com forte inserção na pesquisa e extensão, aproveitando a nossa biodiversidade e criando caminho para futuros programas de pós-graduação.”
Também participaram da reunião representantes externos da categoria profissional, como a ex-conselheira federal, membro da comissão e diretora de Relações Institucionais da Fenafar, Isabela de Oliveira Sobrinho. “Acompanhei a busca por esse projeto pedagógico desde o início e ver essa etapa final é um avanço enorme”, pontuou. “É um trabalho a muitas mãos para trazer o melhor para a Ufac. Trata-se de um curso de grande magnitude, focado em tecnologias de medicamentos e em pesquisas com nossas plantas nativas para gerar qualidade de vida à população.”
(Fhagner Soares, estagiário Ascom/Ufac)