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No Cause For Alarm: Q&A With Madagascar Central Bank Governor Aivo Andrianarivelo

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Aivo Andrianarivelo, governor of the Central Bank of Madagascar (Banky Foiben’i Madagasikara, or BFM), speaks to Global Finance about a more effective monetary policy framework and why a decline in bank loans is not a cause for concern.

Global Finance: What is your outlook for Madagascar’s economy over the next 12 months, and the main risks to growth?

Aivo Andrianarivelo: Madagascar’s economic outlook is generally positive. Growth is projected at 4.5% and 5% in 2024 and 2025, respectively, with the tourism, agriculture and telecommunications sectors being the main drivers. Improvement in the investment climate should also stimulate private investments. Overall, the macroeconomic fundamentals project optimism. Inflation is in the single digits and should average 8% this year. On foreign trade, falling prices of nickel and cobalt could impact earnings but should be offset by the increase in tourism receipts and revenue flows under private services. Foreign direct investment [FDI] should also consolidate, driven by the textile and mining sectors.

The government has also put in place measures to strengthen revenue mobilization and optimize expenditures. The move, coupled by budgetary support expected from development partners and temporary advances from BFM, is essential in regenerating liquidity in the economy and stimulating economic activities. Annual growth in money supply is thus estimated at around 12% at the end of 2024.

Despite the positive outlook, there are several risks, the top one being climate shocks. Madagascar remains vulnerable to cyclones, droughts and floods that can cause significant damage. Another risk is price fluctuations of agricultural exports such as vanilla and cloves. A global economic slowdown, particularly among our main trading partners, also has the potential to reduce demand for exports and curb FDI. The volatility of world prices that could trigger surges in the prices of energy and basic food products, particularly rice prices, could worsen Madagascar’s trade balance and cause additional inflationary pressures.

GF: BFM has implemented an operational monetary policy framework. What is the progress, and what has been the impact?

Andrianarivelo: BFM started using the new framework on February 7, 2024. It has four main characteristics. The first is the use of monetary policy instruments on money market interventions, thus guaranteeing stability. The second is adopting a methodology for calculating interest rates, namely the weighted average rates calculated on a daily basis for interbank loans with one day of maturity and without guarantee. The operational target constitutes the market reference rate and is published daily by BFM. The other characteristics are improving the monetary policy forecasting and formulation system in order to pursue a more forward-looking monetary policy and improve BFM’s communication with the public.

Since the implementation of the new framework, BFM has succeeded in achieving stability around its operational objective, ensuring a clear transmission of its decisions in terms of short-term interest rates on the money market. We understand that transmission on the rates of other market segments and on the medium- and long-term rates still needs to be improved.

GF: BFM has contained inflation at a single-digit rate. Are there any plans for monetary policy easing?

Andrianarivelo: Inflation has certainly slowed significantly compared with last year, but its current level remains high. Furthermore, inflation is persistent, having recorded only very slight variation since the start of the year. In our August meeting, the Monetary Committee opted for an increase in rates, signifying a tightening of policy after a year of status quo. We estimated that current monetary conditions, which are already in a tightening zone, are still insufficient to bring inflation back to its medium-term target. The disinflation process in Madagascar is considered fragile. New shocks could plunge the country back into an inflationary spiral. For the moment, we are very cautious about the prospects for monetary policy easing.

GF: Is BFM concerned about a decline in bank loans and the knock-on effects on the economy?Andrianarivelo: The banking sector plays a crucial role in the country’s economy, contributing 27.6% in terms of assets. Activity in the sector demonstrates its good solidity and capacity for resilience despite the context of crises that have plagued the country in recent years. Indeed, all banks have sound capital adequacy. Though the rate of growth of activity is lower compared to the previous year, profitability continues to flourish as reflected by the good level of return on assets of 3.6% and return on equity of 34.9%.

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Egressa de mestrado em CZS obtém prêmio de pós-graduação — Universidade Federal do Acre

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Mirian Soares de Amorim.jpeg

A engenheira agrônoma Mirian Soares de Amorim, aluna egressa do curso de Agronomia e do mestrado em Ciências Ambientais, do campus Floresta da Ufac, em Cruzeiro do Sul, obteve o 2º lugar na categoria Pós-Graduação do 5º Prêmio Margarida Alves de Estudos sobre Ruralidades e Feminismos, cujo resultado final foi divulgado em 17 de março. O evento foi promovido pelo Ministério do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar.

O estudo destaca a articulação entre a transição agroecológica e a igualdade de gênero, enfatizando o papel central das mulheres rurais, ribeirinhas e agricultoras na preservação da agrobiodiversidade e na soberania alimentar na Amazônia. No mestrado, sob orientação do professor Kleber Andolfato de Oliveira, Mirian também aprofundou investigações sobre o desenvolvimento sustentável e o papel das populações rurais no manejo dos ecossistemas amazônicos.



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Ufac consolida criação do curso de Farmácia com 50 vagas — Universidade Federal do Acre

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Curso de Farmácia-entrega de Menção Honrosa (2).jpg

O reitor da Ufac, Josimar Ferreira, reuniu-se com membros da comissão responsável pela proposta de criação do curso de Farmácia. O encontro ocorreu nesta segunda-feira, 31, na sala de reuniões da Reitoria, visando consolidar o Projeto Político-Pedagógico da nova graduação, além de homenagear, com a entrega, pela Federação Nacional dos Farmacêuticos (Fenafar), de Menção Honrosa ao reitor e a pessoas cujo empenho culminou na abertura do curso.

A iniciativa faz parte do programa Universidades Transformadoras, pactuada com o Ministério da Educação (MEC). O curso prevê a oferta de 50 vagas para estudantes e liberação de 11 códigos de vagas para professores. A aula inaugural e início das atividades acadêmicas estão previstos entre 2028 e 2029.

“Esse é um curso que se assenta fortemente na demanda de conhecer os bioativos da floresta amazônica e transformar esse conhecimento em riqueza, patentes, inovação e qualidade de vida para a sociedade”, disse Josimar Ferreira. Além disso, ele ressaltou a necessidade de conectar o novo curso às estruturas já consolidadas da Ufac, otimizando disciplinas e espaços curriculares em conjunto com as áreas de saúde e química.

A presidente da comissão de criação do curso, Andréia Andrade, lembrou que o projeto começou em 2011. “Hoje nos reunimos com a perspectiva de viabilizar a abertura do curso diante do que já temos na instituição. Nosso objetivo é ofertar uma formação generalista, com investimento otimizado na estrutura existente e com forte inserção na pesquisa e extensão, aproveitando a nossa biodiversidade e criando caminho para futuros programas de pós-graduação.”

Também participaram da reunião representantes externos da categoria profissional, como a ex-conselheira federal, membro da comissão e diretora de Relações Institucionais da Fenafar, Isabela de Oliveira Sobrinho. “Acompanhei a busca por esse projeto pedagógico desde o início e ver essa etapa final é um avanço enorme”, pontuou. “É um trabalho a muitas mãos para trazer o melhor para a Ufac. Trata-se de um curso de grande magnitude, focado em tecnologias de medicamentos e em pesquisas com nossas plantas nativas para gerar qualidade de vida à população.”

(Fhagner Soares, estagiário Ascom/Ufac)



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Seminário na Ufac debate formação em enfermagem obstétrica — Universidade Federal do Acre

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A Ufac sediou o seminário Desafios Atuais na Formação para a Prática da Enfermagem Obstétrica, que ocorreu nesta sexta-feira, 28, na sala dos Colegiados, campus-sede. O encontro reuniu professores, pesquisadores, gestores e profissionais de saúde para debater a reestruturação do modelo de assistência ao parto e ao nascimento, o fortalecimento do Sistema Único de Saúde (SUS) e a interiorização da qualificação profissional no Estado.

O evento integra um projeto nacional, composto por uma rede de 40 instituições de ensino superior articuladas para formar mais de 700 enfermeiras obstétricas pelo país, com foco prioritário nas regiões do interior. No Acre, o programa abrange turmas de especialização e residência voltadas para profissionais atuantes nas regionais do Alto Acre, Alto Purus, Baixo Acre, Tarauacá-Envira e Juruá.

“A Ufac cumpre o seu papel social ao ampliar a formação e capacitar profissionais que atuam em um momento tão ímpar quanto o nascimento de uma criança”, disse o reitor Josimar Ferreira. “Contamos com alunos de todas as regionais. Isso gera um efeito multiplicador: o profissional capacitado coordena equipes locais e eleva diretamente a qualidade do atendimento prestado à população pelo SUS.”

A coordenadora das formações no Estado e professora da Ufac, Sheley Borges, destacou a necessidade de repensar a prática profissional para garantir um cuidado humanizado e seguro. “A intencionalidade da nossa formação é reduzir a mortalidade materna e neonatal e alcançar as mulheres em uma dimensão em que sejam respeitadas. Queremos garantir que as escolhas não ocorram por medo, como optar por uma cesariana sem compreender que é uma cirurgia de grande porte.”

A coordenadora nacional do curso de especialização em Enfermagem Obstétrica da Rede Alyne, vinculada à Universidade Federal de Minas Gerais, Kleyde Ventura, ressaltou a relevância estratégica da parceria com a Ufac. “No Acre, vivemos uma condição muito especial, pois, com exceção de uma aluna, todas as especializadas são do interior. Estamos interiorizando e descentralizando os modos de formar, abordando o trabalho multiprofissional e a articulação de redes para garantir assistência de qualidade e direitos assegurados.”

Também participaram do seminário o promotor de Justiça do MP-AC, Gláucio Oshiro; o coordenador do curso de Enfermagem da Ufac, João Francalino; e o epidemiologista Serafim Salgado, coordenador das metodologias aplicadas no programa de formação.

(Fhagner Soares, estagiário Ascom/Ufac)



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