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no tribunal de Papeete, as tensões continuam altas

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Com quatro inspeções em três anos, o tribunal de Papeete é o mais monitorado na República Francesa. Com consequências limitadas: o último relatório da Inspecção Geral da Justiça nunca saiu de Paris. E as tensões continuam elevadas no Ministério Público, onde metade dos magistrados estão de licença médica há vários meses.

Esta história é a de um longo conflito entre magistrados estabelecidos há muito tempo na Polinésia e outros que chegaram mais recentemente. Entre um sindicato forte em Papeete, o Unité Magistrats-FO, e outro, dominante a nível nacional, o Union Syndicale des Magistrates (USM). E, agora, entre pessoas que não se suportam mais.

O primeiro sintoma destes conflitos foi a investigação lançada em 2020 pelo então procurador-geral, Thomas Pison, a um juiz de instrução do mesmo tribunal e delegado da USM. Com a sua companheira, este juiz acolheu um recém-nascido de acordo com a prática ancestral polinésia de adopção, a faa’um. O Sr. Pison ordenou uma investigação criminal ao juiz por “provocação ao abandono infantil”. A investigação foi rejeitada pelo tribunal de Nouméa, mas deixou vestígios em Papeete.

Outro caso divide o tribunal até 2023: o caso da Rádio Tefana. A rádio de Fa’a’a, uma comuna taitiana cujo prefeito inamovível é o antigo líder independentista Oscar Temaru. O promotor Hervé Leroy suspeita que o então vereador tenha financiado uma estação de rádio de propaganda com recursos públicos. Mas o antigo presidente polinésio é absolvido após nove anos de processodurante o qual denuncia a implacabilidade do promotor e grita com seus advogados sobre o julgamento político.

Leia o relatório: Artigo reservado para nossos assinantes Na Polinésia, magistrados nômades levam uma pequena República até os confins do mundo

Movimento de não confiança

Os separatistas não são os únicos a ficarem irritados com Leroy. O procurador, mas também o procurador-geral, exaspera muitos dos seus colegas, como destaca a fiscalização de 2022: “A missão tem naturalmente as fortes expectativas de alguns magistrados para quem a única saída para o seu desconforto continua a ser a saída das pessoas que consideram estar na origem das situações de stress que vivem, nomeadamente o Procurador-Geral da República e o Ministério Público. . »

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Ufac lança Plano de Acessibilidade da Infraestrutura Física (2026-2029) — Universidade Federal do Acre

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Ufac lança seu Plano de Acessibilidade da Infraestrutura Física-interna.jpg

A Ufac lançou seu Plano de Acessibilidade da Infraestrutura Física (2026-2029). A solenidade ocorreu na sexta-feira, 17, no auditório Pedro Martinello, no Centro de Convenções, campus-sede. A iniciativa integra o projeto “Ufac em Ação: Acessibilidade, Inclusão e Segurança” e busca orientar as ações destinadas à construção de uma universidade mais acessível, inclusiva e segura.

A reitora Guida Aquino destacou que a instituição já realizou melhorias de acessibilidade, mas ainda precisa avançar e buscar recursos para executar as ações previstas no plano. “Nós temos que buscar agora investimento para que possamos acolher nossos estudantes; a universidade não existe sem aluno.” Segundo ela, essas iniciativas devem atender também os servidores que necessitam de condições adequadas de acessibilidade.

O coordenador do projeto e prefeito do campus-sede, Artheson Cruz, explicou que o crescimento da infraestrutura física da Ufac ocorreu em diferentes períodos, com edificações construídas de acordo com normas distintas. Essa situação, para ele, resultou na existência de espaços acessíveis que não estão completamente conectados entre si.

“Você entra em um prédio que tem acessibilidade e, quando sai daquele local, já se depara com uma situação de ausência da acessibilidade”, disse e ressaltou que o aumento do número de pessoas com deficiência que ingressam na universidade exige a adequação dos espaços para garantir dignidade, autonomia, permanência e conclusão dos cursos.

O plano estabelece diretrizes para superar progressivamente os desafios de acessibilidade no campus-sede, no campus Floresta e nos núcleos da Ufac no Estado. Para a elaboração do documento, foram realizados levantamento técnico da infraestrutura e escuta qualificada com pessoas surdas, com deficiência visual e autistas.

A representante do Núcleo de Acessibilidade e Inclusão, Rayfa Almeida, destacou que a efetivação das medidas é fundamental para garantir o acesso e a permanência das pessoas com deficiência na universidade. “Esperamos que seja concretizado realmente, que seja efetivo para as pessoas com deficiência conseguirem finalizar seus cursos.”

 



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Parfor da Ufac em Santa Rosa do Purus lança livro de contos — Universidade Federal do Acre

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Parfor da Ufac em Santa Rosa do Purus lança livro de contos-interna.jpg

Estuantes do Plano Nacional de Formação de Professores da Educação Básica (Parfor), da Ufac em Santa Rosa do Purus (AC), no âmbito da disciplina Oficina Pedagógica: Leitura e Escrita na Escola, lançaram o livro “Tecendo Leituras: Contos e Caminhos para o Letramento Literário”. O evento ocorreu no sábado, 18, no município, reunindo professores, gestores, autoridades locais, familiares dos alunos e a representante do Parfor na ocasião, professora Grace Gotelip.

A obra foi organizada pela professora Emilly Ganum Areal e sua reprodução foi viabilizada com o apoio da Pró-Reitoria de Graduação (Prograd), por meio da Diretoria de Apoio à Interiorização e Programas Especiais (Dainpes). Segundo ela e os envolvidos no processo criativo, a iniciativa representa um marco para o Parfor da Ufac por resultar diretamente de uma disciplina do curso de graduação e reunir, pela primeira vez, textos literários de autores de Santa Rosa do Purus.

Além disso, agradeceram à Ufac, por meio da Prograd e da Dainpes, pelo apoio na concretização do projeto, o qual, para eles, deixa um legado no munícipio, incentiva a produção literária regional e reafirma o compromisso da universidade com a interiorização do ensino superior e com o desenvolvimento social através da educação.

 



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Curso de Ciências Contáveis realiza evento sobre IA e deepfakes — Universidade Federal do Acre

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O curso e o Centro Acadêmico de Ciências Contábeis, da Ufac, promoveram o evento de extensão Inteligência Artificial (IA), Regulação de Deepfakes e Formação Cidadã, em 9 e 10 de julho, no bloco do Centro de Ciências Jurídicas e Sociais Aplicadas. Nesse período, estudantes, professores e interessados no assunto realizaram troca de experiências, além de debates sobre temas atuais para cidadania e o exercício profissional.

A programação contou com palestra de Virgilio Viana, a qual proporcionou aos participantes reflexões sobre os desafios e as oportunidades decorrentes das transformações tecnológicas na sociedade contemporânea. Também ocorreram três oficinas: O Perfil Profissional para a Gestão Pública, ministrada por Esteferson Rocha; Cartão de Crédito: Aliado ou Vilão?, ministrada por Gilvanete Pereira; e Inteligência Emocional, ministrada por Jordeane Oliveira

Os professores Marconde Silva e Oleides Oliveira organizaram o evento, que, segundo eles, reafirmou o compromisso do curso de Ciências Contábeis com a promoção de ações de extensão que integram ensino, pesquisa e extensão, fortalecendo o diálogo entre a universidade e a sociedade.

 



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