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Notebooks desenterrados lançam luz sobre o gênio vitoriano que inspirou Einstein | Física
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2 anos atrásem
Donna Ferguson
Ele era um gênio auto-instruído, cujas descobertas inovadoras nas áreas de física e química eletrificaram o mundo da ciência e lançaram as fundações para Albert Einstein’s teoria da relatividade quase um século depois.
Agora, os cadernos pouco conhecidos do Cientista vitoriano Michael Faraday foram desenterrados do arquivo da Instituição Real e devem ser digitalizados e acessíveis permanentemente on -line pela primeira vez.
Os cadernos incluem as notas manuscritas de Faraday em uma série de palestras dadas pelo pioneiro eletroquímico Sir Humphry Davy na instituição real em 1812. “Nenhum desses cadernos foi analisado ou analisado em grande profundidade”, disse Charlotte New, chefe de herança da instituição real. “Eles são pouco conhecidos pelo público.”
Faraday, filho de um ferreiro, deixou a escola aos 13 anos e trabalhava como Aprendiz, quando participou das Palestras. Ele escreveu notas muito cuidadosas e apresentou um de seus cadernos a Davy, esperando um emprego no Instituição Real Apesar de sua classe trabalhadora e educação rudimentar.
Os cadernos lançam luz sobre o funcionamento da mente de Faraday e revelam que ele fez desenhos complexos para visualizar os experimentos e princípios científicos sobre os quais estava aprendendo nas palestras. “Ele está dedicando um tempo para fazer sua própria publicação e fundamentar o que está sendo ensinado a ele em seu próprio entendimento”, disse New. “Ele está ilustrando muito suas anotações para entender o princípio que lhe foi ensinado.” Ele até escreveu um índice para cada caderno, disse ela, apenas para uso próprio e pesquisa pessoal. “Este é um momento em que o papel é tributado. Isso mostra como ele está realmente tentando entender a ciência dentro. ”
Quando Faraday deu a Davy o caderno, ele expressou seu “desejo de escapar do comércio, que eu pensei cruel e egoísta, e entrar no serviço da ciência”.
Embora Davy tenha se recusado inicialmente a ajudá -lo, os cadernos – e o próprio Faraday – pareciam causar uma boa impressão. Davy escreveu para Faraday logo depois para dizer que estava “longe de descontente com a prova que você me deu de sua confiança, o que mostra grande zelo, poder de memória e atenção”.
Quando um assistente de laboratório da instituição entrou em uma briga e foi demitido em fevereiro de 1813, Davy lembrou-se de Faraday, de 22 anos, e ofereceu a ele o emprego-que envolvia fazer um corte salarial, mas deu ao jovem acesso ao laboratório, carvão livre, velas e dois quartos do sótão.
Mais tarde, Faraday fez um relato desta oferta de emprego: “Ao mesmo tempo em que ele (Davy) gratificava meus desejos quanto ao emprego científico, ele me aconselhou a permanecer um encadernador de livros, me dizendo que a ciência era uma amante dura … gratificando mal aqueles que se dedicaram ao seu serviço”.
Apesar do conselho de Davy, Faraday aceitou o trabalho. Foi uma decisão que provaria ser seminal para a ciência. Nos 55 anos seguintes, enquanto trabalhava para a instituição real, Faraday descobriu várias leis fundamentais da física e da química – incluindo o seu Lei da Indução Eletromagnética em 1831que iluminou o movimento relativo das partículas carregadas.
Foi graças aos experimentos pioneiros de Faraday na instituição que ele descobriu a rotação eletromagnética em 1821, um avanço que levou ao desenvolvimento do motor elétrico e do benzeno, um hidrocarboneto derivado do ácido benzóico, em 1825. termos como eletrodo, cátodo e íons. Em 1845, depois de encontrar a primeira evidência experimental de que um campo magnético poderia influenciar a luz polarizada – um fenômeno que se tornou conhecido como efeito de Faraday – ele provou que a luz e o eletromagnetismo estão interconectados.
Hoje, a lei de indução de Faraday é amplamente creditada como permitindo que Einstein, que manteve uma imagem emoldurada de Faraday em sua parede, desenvolvendo sua teoria da relatividade.
Ao longo de sua carreira, Faraday continuou a desenhar seu aparato em seus cadernos ao fazer essas descobertas inovadoras. “É algo que ele começa aqui, com essas ilustrações, e continua”, disse New.
Uma seleção com curadoria das principais páginas dos notebooks será lançada on -line pela primeira vez no site da Royal Institution em 24 de março, para marcar 200 anos desde que Faraday fundou o anual Instituição Real Palestras de Natal.
Inspirado nas negociações de Davy para seguir uma carreira na ciência, Faraday estabeleceu essas palestras em 1825, na esperança de incentivar outras pessoas da mesma maneira. “Ele era muito forte em se educar, mas também em educar a todos”, disse New. “Esse princípio permanece fundamental para tudo o que a instituição real faz hoje – ainda esperamos inspirar a próxima geração de cientistas de todas as esferas da vida e origens”.
Eventualmente, todas as páginas dos notebooks de Faraday serão digitalizadas e pesquisadas on -line, acrescentou.
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Ufac inaugura núcleo de apoio administrativo às coordenações de curso — Universidade Federal do Acre
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14 de outubro de 2026A Universidade Federal do Acre (Ufac) inaugurou, na manhã desta terça-feira, 13, o Núcleo Integrado de Apoio às Coordenações (NIAC), instalado na Pró-Reitoria de Graduação (Prograd). A iniciativa tem como objetivo oferecer suporte administrativo aos cursos de graduação, neste momento com atendimento prioritário a oito coordenações que estão sem servidores técnico-administrativos. A proposta prevê também o desenvolvimento de outras ações de apoio às coordenações no âmbito do núcleo. A solenidade contou com a participação do reitor Josimar Ferreira, da vice-reitora Almecina Balbino, da pró-reitora de Graduação, Danila Torres, e da pró-reitora de Desenvolvimento e Gestão de Pessoas substituta, Juliana Queirós.
O reitor destacou a importância da iniciativa para o funcionamento dos cursos e reconheceu a colaboração dos servidores envolvidos. “Quero parabenizar toda a equipe da Prograd, reconhecer o voluntariado dos nossos secretários de curso e o apoio das coordenações”, afirmou Josimar. Segundo ele, o serviço dará suporte especialmente às coordenações que estão sem secretários, mas também poderá atender aos demais coordenadores de curso.
A criação do NIAC é uma iniciativa da Prograd e da Pró-Reitoria de Desenvolvimento e Gestão de Pessoas (Prodgep), que contou também com a participação inicial do Núcleo de Registro e Controle Acadêmico (Nurca). O espaço foi organizado nas instalações da Prograd para facilitar o acompanhamento das atividades e o apoio aos servidores.
Segundo a pró-reitora Danila Torres, a proposta surgiu da necessidade de atender coordenações que enfrentam dificuldades na execução das atividades administrativas. Algumas delas estão há mais de oito meses sem servidores técnicos, deixando os coordenadores responsáveis também pelas rotinas administrativas. “A gente vai tentar apoiar as coordenações naquilo que elas precisam”, explicou.
O núcleo funciona por meio de uma escala de revezamento de servidores técnico-administrativos de outras coordenações. Atualmente, sete profissionais participam voluntariamente da iniciativa, com autorização das chefias imediatas, dedicando dois dias por semana ao atendimento compartilhado, sem deixar suas atividades nas unidades de origem.
A meta é ampliar a equipe para dez servidores, permitindo a presença de dois profissionais no turno da manhã e dois à tarde. “O serviço deles é padrão, é comum, então não tem um técnico para uma coordenação. Todos trabalham em todas essas oito coordenações”, explicou Danila.
Entre as primeiras demandas do NIAC está o lançamento das ofertas de disciplinas do semestre letivo 2026.2 no sistema acadêmico, considerando o início das solicitações de matrícula pelos estudantes nesta quinta-feira, 15. A medida busca assegurar o andamento dos procedimentos acadêmicos nas coordenações que não dispõem de técnicos para executar essas atividades.
Além do atendimento inicial às oito coordenações, a proposta é ampliar gradualmente a atuação do núcleo para oferecer suporte às demais unidades acadêmicas, incluindo o auxílio a novos coordenadores nas rotinas administrativas dos cursos e o desenvolvimento de outras ações de apoio às coordenações.
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Alunas da Ufac criam biblioteca de grafismos do povo Huni Kuin — Universidade Federal do Acre
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6 dias atrásem
9 de outubro de 2026Alunas de graduação e mestrado do campus Floresta da Ufac criaram, em 2024, o projeto Biblioteca de Kene, que reúne tecelagem em algodão, pintura corporal, registros audiovisuais e uma plataforma digital acessível por celular. A iniciativa surgiu do trabalho de conclusão de curso de Txima Huni Kuin, em Licenciatura Indígena, e da pesquisa para a dissertação de Alexandra Deitos no programa de pós-graduação em Ensino de Humanidades e Linguagens.
Txima investigou a tecelagem como expressão dos conhecimentos, da arte e da espiritualidade de seu povo, sob orientação do professor Amilton Pelegrino de Mattos. Alexandra, artista visual e atualmente doutoranda, colaborou na construção do projeto por meio de uma pesquisa de autoria coletiva, desenvolvida com as mulheres da comunidade.
Desse encontro surgiu a proposta de criar um espaço onde os mais de 60 grafismos praticados pelas mulheres pudessem ser consultados, ensinados e aprendidos por jovens e mestras tecelãs. O projeto terá uma nova etapa entre 10 e 16 de outubro, com a realização da 2ª Oficina de Kene da Aldeia Arco-Íris, na terra indígena Seringal Independência, no município de Jordão (AC).
Aprendizagem no território
Durante os sete dias de oficina, mestras tecelãs e jovens aprendizes participarão de atividades de preparação de fios, cantos rituais, aplicação do Bawe e tecelagem de painéis com grafismos. Os processos serão documentados para compor o acervo da biblioteca na aldeia e seu site colaborativo, com gestão do conhecimento pelas próprias mulheres.
A proposta dialoga com a expressão “a universidade é na aldeia”, do professor e pesquisador Yube Huni Kuin, também acadêmico da Licenciatura Indígena da Ufac. A experiência reconhece o território e as práticas da comunidade como espaços de produção e transmissão de conhecimento.

A 2ª Oficina de Kene é realizada por Txima Huni Kuin, Alexandra Deitos e pela Aldeia Arco-Íris, com apoio do curso de Licenciatura Indígena, da Fundação de Cultura Elias Mansour, do governo do Acre, da Política Nacional Aldir Blanc de Fomento à Cultura, do Ministério da Cultura e do governo federal.
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Ufac sedia encontro regional sobre residência e preceptoria no SUS — Universidade Federal do Acre
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7 dias atrásem
8 de outubro de 2026A Ufac sediou o 2º Encontro Regional do Projeto de Desenvolvimento da Gestão de Programas de Residência e da Preceptoria no Sistema Único de Saúde (SUS). O evento ocorreu nesta quinta-feira, 8, no anfiteatro Garibaldi Brasil, campus-sede, e reuniu profissionais e representantes de instituições de saúde para a apresentação dos resultados de sete projetos de intervenção desenvolvidos ao longo de dois anos de formação.
A iniciativa é promovida pelo Hospital Sírio-Libanês, em parceria com o Ministério da Saúde, no âmbito do Programa de Apoio ao Desenvolvimento Institucional do SUS, com participação da Ufac.
Para o reitor Josimar Ferreira, cerca de 80% das atividades dos residentes são realizadas nas unidades de saúde. Ele ressaltou o compromisso da gestão com a valorização dos profissionais que atuam na formação dos residentes. “Temos desenvolvido uma política para que os nossos preceptores possam participar dos nossos programas de pós-graduação, de forma a ter vagas garantidas para sua qualificação também.”
O encontro marcou a apresentação dos projetos de intervenção dos cursos de especialização em Gestão de Programas de Residência em Saúde e Educação na Saúde para Preceptores no SUS. Os trabalhos abordaram temas como formação e avaliação de preceptores, definição de perfis de competências, saúde mental dos residentes, reestruturação curricular e melhoria dos processos de trabalho nos serviços de saúde.
Segundo a coordenadora da Residência Multiprofissional Integrada em Saúde da Família e Comunidade da Ufac, Mariane Ribeiro, as iniciativas buscam qualificar tanto a formação dos residentes quanto as atividades desenvolvidas nos campos de prática. “Esses resultados que temos hoje proporcionam uma integração com o ensino, serviço e a comunidade, porque também têm um retorno para o usuário”, disse.
Para a representante do Hospital Sírio-Libanês e facilitadora de ensino e aprendizagem, Célia Márcia Birchler, a conclusão dos cursos representa uma etapa de um trabalho que deve continuar nas instituições de saúde. “Toda vez que fazemos um movimento de fortalecimento dos programas de residência, na realidade estamos falando de um processo de qualificação do SUS”, afirmou.
A presidente da Fundação Hospitalar Governador Flaviano Melo (Fundhacre), Sóron Angélica Steiner, disse que a formação estimula mudanças na organização do trabalho e no atendimento da população. “Essa força motriz que faz com que o serviço ande de acordo com a formação é o que faz com que o gestor seja provocado a melhorar o ambiente de trabalho, o fluxo de serviço.”
Também participaram da mesa de honra do encontro o presidente do Conselho Estadual de Saúde do Acre, Osvaldo de Souza Leal Júnior; e Pedro Henrique Macedo Leitão, representando o secretário municipal de Saúde de Rio Branco, Rennan Biths.
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