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Nova York começa a cobrar pedágio urbano – 06/01/2025 – Ciclocosmo

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Caio Guatelli

Com a expectativa de diminuir os engarrafamentos e os níveis de poluição, a cidade de Nova York começou a cobrar pedágio de veículos que acessam a região central, entre a rua 60 e o sul da ilha de Manhattan.

A medida, pioneira nos Estados Unidos, teve início início neste domingo (5) sem grandes alterações no trânsito, mas é a partir desta segunda (6) que a MTA (Autoridade de Transportes Metropolitanos) espera verificar a eficiência da cobrança diária de US$ 9 (R$ 55) por veículo.

Projeções indicam que o pedágio tem potencial de reduzir em até 13% o volume de carros que acessam a zona de amortecimento —são cerca de 700 mil veículos chegando diariamente por pontes e túneis na parte mais congestionada da ilha.

Em comunicado, a MTA indica que os congestionamentos têm dado prejuízos de US$ 20 bilhões anuais à cidade em termos de produção, e que a nova medida visa reverter esse cenário e melhorar a qualidade do ar, os níveis de ruído e a circulação de veículos de serviço, como ambulâncias e caminhões dos bombeiros.

“O pedágio urbano é nossa melhor aposta para finalmente resolver o problema dos congestionamentos de Nova York. Menos carros significa ar mais limpo, menos congestionamento, ruas mais seguras e melhor trânsito para a região”, diz o vídeo institucional do governo.

De acordo com a lei, 80% do valor arrecadado deve ser investido em melhorias do sistema de transporte coletivo, dando prioridade à acessibilidade, aumento da frota de ônibus elétricos e financiamento da construção da linha de metrô da Segunda avenida.

Também são considerados dentro da linha de financiamento projetos que tenham como objetivo melhorar as condições de deslocamento não motorizado e sua intermodalidade com o transporte coletivo. Expansão da malha de ciclovias e do sistema de compartilhamento de bicicletas estão em análise.

Inicialmente anunciado em 2019, o pedágio urbano de Nova York estava programado para começar em 2020 e já era considerado um plano piloto para implementação em outras cidades americanas. Contudo, a inação do primeiro governo de Donald Trump não possibilitou que o relatório de impactos ambientais, indispensável para a aprovação do plano, fosse concluído.

Nesse meio tempo, a medida sofreu vários revezes até a governadora do estado de Nova York, Kathy Hochul, do partido Democrata, conseguir sua aprovação após reduzir o valor da cobrança em 40%.

Mas o governador do estado de Nova Jersey, vizinho à Nova York e de onde chega a maioria dos veículos que entra na ilha, Phil Murphy, outro democrata, está processando o programa de pedágio. Também movem ações contra a cobrança a Federação Unida de Professores e parte dos moradores de Manhattan que se sentiram prejudicados.

O presidente eleito, Donald Trump, disse em maio do ano passado que se opõe à medida. “Acabarei com o pedágio urbano na minha primeira semana de governo.”

Cobranças de pedágio urbano já acontecem em outras cidades do mundo, como Londres, Estocolmo e Singapura


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Seminário na Ufac tematiza planejamento e governança pública — Universidade Federal do Acre

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Seminário na Ufac tematiza planejamento e governança pública — Universidade Federal do Acre

O programa de pós-graduação em Planejamento e Governança Pública, da Universidade Tecnológica Federal do Paraná (UTFPR), no âmbito do mestrado interinstitucional para técnico-administrativos da Ufac e do Instituto Federal do Acre (Ifac), realiza o 12º Seminário de Boas Práticas em Planejamento e Governança Pública, de 14 a 16 de julho, no anfiteatro Garibaldi Brasil, campus-sede da Ufac. As inscrições são gratuitas e estão abertas até 16 de julho, por meio online.

O evento será transmitido pelo YouTube e terá como tema “Governança, Políticas Públicas e Desenvolvimento Regional na Amazônia: Desafios Estruturais para o Acre”, propondo um debate sobre questões territoriais, sociais, ambientais, urbanas, institucionais e econômicas que atravessam a realidade amazônica e acreana.

A programação científica será organizada em quatro eixos temáticos: governança urbana, mobilidade e direito à cidade na Amazônia; infraestrutura, saneamento e resiliência em contextos de enchentes e queimadas; governança ambiental, desenvolvimento sustentável e capacidade estatal na Amazônia; e educação e empreendedorismo na Amazônia.

O seminário tem como público-alvo a comunidade universitária e gestores públicos, contando com a participação de autoridades locais, pesquisadores da UTFPR, docentes da Ufac e do Ifac, bem como especialistas convidados de diferentes áreas.

 



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Estudo indica limitações de conhecimento sobre leishmaniose — Universidade Federal do Acre

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Estudo indica limitações de conhecimento sobre leishmaniose-interna.jpg

A Ufac é parceira em pesquisa desenvolvida no município de Sena Madureira (AC), a qual identificou limitações no conhecimento sobre a leishmaniose cutânea entre pacientes e profissionais da saúde, além de barreiras geográficas e estruturais que dificultam o acesso ao diagnóstico e ao tratamento precoce em áreas rurais endêmicas.

Os resultados do estudo foram publicados, em maio, na revista eletrônica “Acervo Saúde”, vol. 26(5), com o título “Leishmaniose Cutânea na Amazônia Ocidental: Lacunas no Conhecimento e Barreiras de Acesso Assistencial em Áreas Endêmicas”. O artigo tem coautoria de pesquisadores da Ufac.

A pesquisa foi realizada com 50 pacientes com suspeita clínica de leishmaniose cutânea e 51 agentes de saúde, sendo 63% agentes comunitários de saúde e 37% agentes de combate às endemias.

“Em nosso trabalho, identificamos que tanto os profissionais da saúde quanto os pacientes possuem informações limitadas sobre a doença. Conhecer as limitações para acesso ao diagnóstico e tratamento precoce é uma das principais estratégias para a implementação de programas de controle e de educação em saúde que contemplem o perfil epidemiológico e social das populações de áreas endêmicas”, disse o autor do estudo, Leandro Siqueira de Souza, do Instituto Oswaldo Cruz (IOC).

A região Norte é responsável por mais da metade dos casos da doença no Brasil; o Acre conta com mais de 11 mil casos notificados na última década. Em 2025, os municípios acreanos de Xapuri, Marechal Thaumaturgo, Assis Brasil, Sena Madureira e Brasileia foram classificados pelo Ministério da Saúde como áreas de risco intenso para transmissão da doença.

“A região amazônica é uma área endêmica para a leishmaniose cutânea, uma doença negligenciada que afeta principalmente populações de comunidades tradicionais”, contou o pesquisador Reginaldo Peçanha Brazil, do IOC. “Conhecer as limitações no conhecimento tanto dos pacientes como de profissionais da saúde de áreas endêmicas é fundamental para o sistema de saúde do Estado do Acre e para o controle mais efetivo da doença.”

A investigação integra um projeto de pesquisa coordenado por Brazil. Além da Ufac, são parceiros na pesquisa a Universidade Federal de Minas Gerais, a Universidade de Brasília, o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade e a Secretaria de Estado de Saúde do Acre.

Pela Ufac, são coautores do artigo os pesquisadores Andréia Luísa Peixinho da Silva Guimarães, Francisca Alana Costa de Souza, Marcos Bruno Zacarias Campelo, Breno Kalyl Freitas Nascimento, Andreia Fernandes Brilhante e Francisco Glauco de Araújo Santos. Os estudos contam com financiamento do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e apoio de instituições parceiras.

 



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Ufac e TCE-AC apresentam pesquisa de vitimização em Rio Branco — Universidade Federal do Acre

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Ufac e TCE-AC apresentam pesquisa de vitimização em Rio Branco — Universidade Federal do Acre

 

A Ufac e o Tribunal de Contas do Estado do Acre (TCE-AC) realizaram o Seminário de Apresentação da Pesquisa de Vitimização na Cidade de Rio Branco. O evento, que ocorreu nesta terça-feira, 16, no Plenário do TCE-AC, consistiu em exposições e debate no sentido de contribuir para um diagnóstico da segurança pública e para o aprimoramento das políticas voltadas à população.

A pesquisa foi apoiada por emenda parlamentar do senador Sérgio Petecão (PSD-AC), destinada em 2025 à Ufac. “Quero agradecer a disponibilidade do senador em ajudar a universidade sempre com emendas necessárias para o desenvolvimento da educação e da pesquisa, com retorno garantido para a sociedade acreana”, disse a reitora Guida Aquino.

O seminário teve como público-alvo a comunidade acadêmica, servidores do TCE-AC e do Ministério Público de Contas do Acre, servidores públicos em geral, gestores da área de segurança pública, justiça criminal e direitos humanos e sociedade civil. A pesquisa buscou compreender como a população percebe a segurança, quais situações de violência e criminalidade afetam os cidadãos e como os serviços de segurança pública são avaliados pelas pessoas.

O trabalho provém do grupo de pesquisa Sujeitos, Ações e Percepções: Estudos em Violência e Conflitualidade, coordenado pelo professor da Ufac, Ermício Sena. Ele informou que os produtos da pesquisa foram banco de dados, mapas descritivos de Rio Branco, relatórios de campo, geral e sintético/executivo.

Em seu discurso, Sena agradeceu aos envolvidos na realização da pesquisa e a Fundação de Apoio e Desenvolvimento ao Ensino, Pesquisa e Extensão Universitária no Acre, que foi a intermediária para contratação do Instituto de Opinião Pública para execução da pesquisa.

 



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