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Novo golpe do Pix falso; veja como se proteger e o que fazer se cair!
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1 ano atrásem
Nos últimos meses, o golpe do Pix falso tem feito diversas vítimas no país. Por meio de uma simples transação, os golpistas conseguem roubar todo o dinheiro da conta alvo. Descubra como se proteger e, caso tenha caído nesse tipo de golpe, saiba o que fazer para recuperar o valor!
Primeiro, os bandidos enviam um Pix de baixo valor para a conta da vítima e, em seguida, entram em contato afirmando que a transferência foi feita por engano. Apelando para o bom senso, eles pedem o reembolso. É nesse momento que o problema começa.
No momento da devolução, os golpistas fornecem dados bancários falsos ou de contas vinculadas ao esquema criminoso. Dessa forma, conseguem burlar os aplicativos bancários, alterar o valor da transferência e roubar todo o dinheiro. Caso você tenha sido vítima desse golpe, é possível acionar o Mecanismo de Devolução Especial (MED) para recuperar o valor!
Como funciona
O Pix é atualmente o meio de pagamento mais utilizado no país. Apesar de ter revolucionado o mercado financeiro, ainda oferece espaço para criminosos que exploram a facilidade do método para enganar vítimas.
O esquema começa quando a vítima recebe uma quantia em conta. Logo depois, os bandidos entram em contato via mensagem ou ligação pedindo a quantia de volta.
Na hora em que o usuário vai devolver, prestes a confirmar a transferência, o aplicativo do banco demora a carregar.
Nesse momento, os golpistas alteram o valor da transação. O que era R$ 30, por exemplo, passa a ser R$ 300. Como a vítima já está na tela de confirmação, acaba não percebendo a mudança.
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Golpe do estorno duplo
Semelhante ao golpe do Pix errado, existe também o golpe do estorno duplo.
O método é parecido, mas a diferença está na maneira como os golpistas obtêm vantagem sobre a vítima.
No golpe do estorno duplo, antes mesmo de os bandidos entrarem em contato com a vítima, eles já acionaram o Mecanismo de Devolução Especial (MED).
Dessa forma, quando a vítima realiza o estorno, o MED também devolve o valor para a conta original, que pertence aos golpistas. Consequentemente, os criminosos recebem o montante em dobro!
Acionando o MED
A maneira mais eficiente de recuperar o dinheiro em casos de golpe do Pix é acionando o Mecanismo de Devolução Especial (MED), ferramenta disponibilizada pelo Banco Central.
O MED é uma ferramenta que permite a devolução de valores transferidos via Pix em casos de fraudes, golpes e crimes.
Para acionar o mecanismo, você precisa entrar em contato com a sua instituição financeira o mais rápido possível.
O banco terá sete dias para analisar o caso e apresentar uma resposta. Se o golpe for confirmado, os valores serão bloqueados e devolvidos em até 96 horas.
Para aumentar as chances de reaver o dinheiro, é recomendado registrar um boletim de ocorrência (BO).
Outras dicas
Com algumas medidas de segurança essenciais, é possível reduzir as chances de cair no golpe do Pix errado.
- Verifique o pagamento: sempre confira no aplicativo do banco o nome do remetente e a quantia antes de devolver o valor. Se desconfiar de algo, volte à tela de digitação do valor e confirme se está correto;
- Desconfie de histórias: golpistas costumam criar cenários para despertar empatia ou urgência. Questione histórias incoerentes e, se possível, verifique perfis nas redes sociais, pois eles podem usar informações falsas;
- Não compartilhe dados: nunca forneça informações pessoais ou financeiras a desconhecidos. Com acesso a esses dados, os golpistas podem comprometer sua segurança;
- Não clique em links: evite abrir links desconhecidos, pois eles podem conter vírus que acessam dados pessoais e bancários.
Veja como funciona o novo golpe do Pix errado!
@florianoinveste♬ som original – Floriano Siqueira
Não clicar em links suspeitos é fundamental para não acabar sendo vítima de golpe. – Foto: Freepik
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Estudo indica limitações de conhecimento sobre leishmaniose — Universidade Federal do Acre
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5 dias atrásem
17 de junho de 2026A Ufac é parceira em pesquisa desenvolvida no município de Sena Madureira (AC), a qual identificou limitações no conhecimento sobre a leishmaniose cutânea entre pacientes e profissionais da saúde, além de barreiras geográficas e estruturais que dificultam o acesso ao diagnóstico e ao tratamento precoce em áreas rurais endêmicas.
Os resultados do estudo foram publicados, em maio, na revista eletrônica “Acervo Saúde”, vol. 26(5), com o título “Leishmaniose Cutânea na Amazônia Ocidental: Lacunas no Conhecimento e Barreiras de Acesso Assistencial em Áreas Endêmicas”. O artigo tem coautoria de pesquisadores da Ufac.
A pesquisa foi realizada com 50 pacientes com suspeita clínica de leishmaniose cutânea e 51 agentes de saúde, sendo 63% agentes comunitários de saúde e 37% agentes de combate às endemias.
“Em nosso trabalho, identificamos que tanto os profissionais da saúde quanto os pacientes possuem informações limitadas sobre a doença. Conhecer as limitações para acesso ao diagnóstico e tratamento precoce é uma das principais estratégias para a implementação de programas de controle e de educação em saúde que contemplem o perfil epidemiológico e social das populações de áreas endêmicas”, disse o autor do estudo, Leandro Siqueira de Souza, do Instituto Oswaldo Cruz (IOC).
A região Norte é responsável por mais da metade dos casos da doença no Brasil; o Acre conta com mais de 11 mil casos notificados na última década. Em 2025, os municípios acreanos de Xapuri, Marechal Thaumaturgo, Assis Brasil, Sena Madureira e Brasileia foram classificados pelo Ministério da Saúde como áreas de risco intenso para transmissão da doença.
“A região amazônica é uma área endêmica para a leishmaniose cutânea, uma doença negligenciada que afeta principalmente populações de comunidades tradicionais”, contou o pesquisador Reginaldo Peçanha Brazil, do IOC. “Conhecer as limitações no conhecimento tanto dos pacientes como de profissionais da saúde de áreas endêmicas é fundamental para o sistema de saúde do Estado do Acre e para o controle mais efetivo da doença.”
A investigação integra um projeto de pesquisa coordenado por Brazil. Além da Ufac, são parceiros na pesquisa a Universidade Federal de Minas Gerais, a Universidade de Brasília, o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade e a Secretaria de Estado de Saúde do Acre.
Pela Ufac, são coautores do artigo os pesquisadores Andréia Luísa Peixinho da Silva Guimarães, Francisca Alana Costa de Souza, Marcos Bruno Zacarias Campelo, Breno Kalyl Freitas Nascimento, Andreia Fernandes Brilhante e Francisco Glauco de Araújo Santos. Os estudos contam com financiamento do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e apoio de instituições parceiras.
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Ufac e TCE-AC apresentam pesquisa de vitimização em Rio Branco — Universidade Federal do Acre
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16 de junho de 2026
A Ufac e o Tribunal de Contas do Estado do Acre (TCE-AC) realizaram o Seminário de Apresentação da Pesquisa de Vitimização na Cidade de Rio Branco. O evento, que ocorreu nesta terça-feira, 16, no Plenário do TCE-AC, consistiu em exposições e debate no sentido de contribuir para um diagnóstico da segurança pública e para o aprimoramento das políticas voltadas à população.
A pesquisa foi apoiada por emenda parlamentar do senador Sérgio Petecão (PSD-AC), destinada em 2025 à Ufac. “Quero agradecer a disponibilidade do senador em ajudar a universidade sempre com emendas necessárias para o desenvolvimento da educação e da pesquisa, com retorno garantido para a sociedade acreana”, disse a reitora Guida Aquino.
O seminário teve como público-alvo a comunidade acadêmica, servidores do TCE-AC e do Ministério Público de Contas do Acre, servidores públicos em geral, gestores da área de segurança pública, justiça criminal e direitos humanos e sociedade civil. A pesquisa buscou compreender como a população percebe a segurança, quais situações de violência e criminalidade afetam os cidadãos e como os serviços de segurança pública são avaliados pelas pessoas.
O trabalho provém do grupo de pesquisa Sujeitos, Ações e Percepções: Estudos em Violência e Conflitualidade, coordenado pelo professor da Ufac, Ermício Sena. Ele informou que os produtos da pesquisa foram banco de dados, mapas descritivos de Rio Branco, relatórios de campo, geral e sintético/executivo.
Em seu discurso, Sena agradeceu aos envolvidos na realização da pesquisa e a Fundação de Apoio e Desenvolvimento ao Ensino, Pesquisa e Extensão Universitária no Acre, que foi a intermediária para contratação do Instituto de Opinião Pública para execução da pesquisa.
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Ufac e Fiocruz fazem oficina sobre leishmaniose em Sena Madureira — Universidade Federal do Acre
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16 de junho de 2026A Ufac e a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) realizaram a oficina Epidemiologia, Vigilância e Controle da Leishmaniose Cutânea. O evento ocorreu em 1 de junho, no auditório do Instituto Federal do Acre, em Sena Madureira (AC), reunindo 110 agentes comunitários de saúde e 20 agentes de combate às endemias.
A programação contou com palestras e discussões sobre aspectos epidemiológicos, clínicos e diagnósticos da doença, abordando ciclos de transmissão, vetores e reservatórios envolvidos na manutenção da chamada “ferida brava”, nome popular da leishmaniose cutânea. Além disso, foram realizadas atividades práticas com o uso de lupas e microscópios, permitindo aos profissionais a observação de características dos vetores e compreensão dos métodos laboratoriais utilizados no diagnóstico da doença.
Com mais de 11 mil casos registrados na última década, o Acre ocupa posição de destaque no cenário nacional da doença. Em 2025, o município de Sena Madureira foi classificado pelo Ministério da Saúde como área de risco intenso para transmissão da leishmaniose cutânea, apresentando média anual de 64 casos.
A oficina integra as atividades do projeto de ensino, pesquisa e extensão EpiLeish-Acre, que na Ufac é coordenado pelo professor Francisco Glauco de Araujo Santos, do Centro de Ciências Biológicas e da Natureza. Para o pesquisador Leandro Siqueira, do Laboratório de Pesquisa Clínica e Vigilância em Leishmanioses, da Fiocruz, ações educativas para enfrentar a doença são fundamentais. “Profissionais bem capacitados conseguem orientar de forma mais eficaz a população, contribuindo para o diagnóstico e tratamento precoce”, ressaltou.
O secretário municipal de Saúde de Sena Madureira, Willisson Viana, destacou a relevância das parcerias institucionais. “Buscamos fortalecer parcerias com instituições de referência, como a Fiocruz e a Ufac, que contribuem significativamente para o desenvolvimento técnico das nossas equipes.”
O diretor da Vigilância em Saúde de Sena Madureira, Serginey Amorim, disse que a capacitação fortalece ações de saúde pública. “Com conhecimento atualizado e capacitação contínua, ampliamos a prevenção, melhoramos o diagnóstico precoce e fortalecemos as ações de controle da doença em nosso município.”
A iniciativa foi organizada pelos Laboratórios de Patologia e Biologia Parasitária e de Entomologia Médica, da Ufac, e pelo Laboratório de Pesquisa Clínica e Vigilância em Leishmanioses, da Fiocruz.
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