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Novo presidente do Senegal busca maioria na votação parlamentar – DW – 17/11/2024

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As urnas foram abertas em Senegal no domingo para eleições parlamentares antecipadas, convocado em setembro pelo presidente Bassirou Diomaye Fayealguns meses depois de seu vitória no primeiro turno nas eleições presidenciais com base em uma plataforma anti-sistema de reformas rápidas e de longo alcance.

Um total de 165 assentos estão em disputa na legislatura do país, com as eleições marcadas para encerrar na noite de domingo.

Os primeiros resultados projetados podem chegar já na manhã de segunda-feira, mas os resultados finalizados podem levar muito mais tempo.

Novo presidente busca apoio parlamentar para agenda

Faye, de 44 anos, prometeu mudanças em sua posse em abrilmas teve dificuldade em cumprir enquanto o seu partido PATSEF não detinha a maioria no parlamento do país, com menos de um terço dos assentos.

Novo presidente do Senegal promete mudanças ao tomar posse

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Ele diz que o parlamento liderado pela oposição o impediu de cumprir promessas como o combate à corrupção, a revisão das licenças de pesca para empresas estrangeiras e a garantia de uma maior parcela dos recursos naturais do país para a população.

Dada a vitória precipitada de Faye no final de Março, ganhando 54% dos votos na primeira volta e reivindicando a presidência sem a necessidade de uma segunda volta, as hipóteses do PATSEF de obter ganhos nas eleições parlamentares sob O primeiro-ministro Ousmane Sonko e o seu governo parecer razoável.

Tanto Faye como o seu mentor incendiário, Sonko, enfrentaram pena de prisão e várias acusações criminais, que dizem ter motivação política, sob a liderança anterior do Senegal.

Os eleitores esperam do lado de fora de uma estação de votação pela abertura das urnas na aldeia piscatória de Ndayane, em 17 de novembro de 2024, durante as eleições parlamentares do Senegal, com os novos líderes do país a apontarem para uma maioria clara para concretizarem a sua ambiciosa agenda de reformas.
As urnas estão programadas para encerrar às 18h, horário local (1800 GMT/UTC), no domingo.Imagem: John Wessels/AFP

E a oposição?

O antigo Presidente Macky Sall lidera um grupo de oposição estrangeiro, embora fosse normalmente comum que os antigos chefes de Estado senegaleses se abstivessem de desempenhar outros papéis políticos.

Já sob pressão pelas ações legais contra Sonko e Faye Sall desencadeou grandes protestos e violência no período que antecedeu as eleições presidenciais buscando um atraso de última hora, que a comissão eleitoral posteriormente derrubou.

O antigo primeiro-ministro e vice-campeão presidencial Amadou Ba também lidera a sua própria coligação.

O Presidente da Câmara de Dakar, Barthelemy Dias, também se destacou na campanha no meio de algumas discussões acaloradas com Sonko.

Apesar de incidentes esporádicos de violência entre apoiantes – e de alguns comentários incendiários de líderes de ambos os lados, por vezes, muitas vezes seguidos de retratações e apelos à calma – a campanha foi comparativamente pacífica.

A Diomaye do Senegal fará entrega?

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Desemprego alto, governo diz que dívida era maior do que anunciada anteriormente

A oposição acusou o novo governo de inacção, amadorismo e de estar preocupado em acertar velhas contas com a administração anterior desde que chegou ao poder.

Mais de 20% da população deste país da África Ocidental está desempregada e muitos continuam a arriscar as suas vidas tentando chegar à Europa de barco.

Entretanto, o governo disse que uma auditoria às finanças públicas mostrou que o défice orçamental era maior do que o anunciado anteriormente sob Sall.

O FMI suspendeu um programa de ajuda enquanto se aguarda uma revisão dessa auditoria, e a agência de classificação de dívida Moody’s também reduziu a classificação de crédito do Senegal em resposta.

Desde que tomaram posse, as autoridades baixaram o preço de bens domésticos, como o arroz, o petróleo e o açúcar, tentando cumprir as promessas eleitorais, mas também arriscando ainda mais pressões sobre o orçamento.

Alemanha pretende expandir a cooperação com a África Ocidental

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msh/lo (AFP, Reuters)



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Projeto da Ufac integra exposição sobre memória da covid-19 — Universidade Federal do Acre

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Ministro da Saúde Alexandre Padilha

O projeto de extensão Relatos de Maternidade, da Ufac, desenvolvido entre setembro e dezembro de 2020, compõe a exposição A Infinita Memória da Pandemia: A História da Covid-19, cuja cerimônia de inauguração ocorreu na terça-feira, 26, no shopping Conjunto Nacional, em Brasília, e que também passará por Fortaleza, Manaus, Porto Alegre e São Paulo.

O projeto foi desenvolvido pelas professoras Ana Letícia de Fiori, do curso de Ciências Sociais e do programa de pós-graduação em Artes Cênicas, e Camila Bylaardt Volker, à época do curso de Letras e atualmente servidora do Ministério das Mulheres. Elas e seis estudantes entrevistaram, por WhatsApp, mais de 50 mulheres e mães, coletando relatos sobre suas experiências de maternidade e vida.

O trabalho abordou, ainda, cuidados, trabalho, família, medos, esperanças e projetos afetados pela pandemia da covid-19 no Acre, originando um e-book (162 p.) lançado pela Editora da Ufac (Edufac) em 2025, disponível para leitura online e download gratuito. Além disso, passou a integrar o Memorial Digital da Pandemia de Covid-19, como coleção.

Nessa quarta-feira, 27, as professoras Ana Letícia e Camila participaram, tratando dos relatos de maternidades, de mesa-redonda com os organizadores dos projetos Fala, Parente (PET Indígena, Unifap), a qual contou com depoimentos de indígenas do Amapá, Pará e Guiana Francesa.

A exposição levará a capitais brasileiras parte das coleções do Memorial da Pandemia de Covid-19, sediado no Rio de Janeiro e desenvolvido pela Ministério da Saúde, Organização Pan-Americana de Saúde, Centro Latino-Americano e do Caribe de Informação em Ciências da Saúde e Centro de Humanidades Digitais da Unicamp.

 



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Projeto de extensão seleciona resumos expandidos para publicação — Universidade Federal do Acre

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O projeto de extensão ComunicAÇÃO, da Ufac, realiza processo seletivo para submissão de trabalhos extensionistas, na modalidade de resumo expandido. Os selecionados comporão a Coleção de Cadernos de Extensão “Ufac e Comunidade”. As inscrições estão abertas até 30 de junho, por meio de formulário online.

O trabalho inscrito deve estar contemplado em uma das áreas temáticas: comunicação, cultura, direitos humanos e justiça, educação, meio ambiente, saúde, tecnologia e produção, trabalho. Cada resumo deverá estar vinculado a uma ação de extensão (projeto, curso, evento ou programa) institucionalizada na Ufac.

“O resumo expandido deverá evidenciar, de forma clara e consistente, as experiências adquiridas e/ou vivenciadas junto à comunidade externa ao longo do desenvolvimento da ação de extensão, destacando as interações estabelecidas, os impactos gerados, os aprendizados construídos e as contribuições mútuas decorrentes da execução das atividades”, detalha o item 3.1 do edital.

A seleção consiste em avaliação por uma comissão que indicará 50 trabalhos aptos para publicação na 1ª Edição da Coleção de Cadernos de Extensão, considerando a formatação e os aspectos científicos, além do envolvimento da comunidade externa, dos resultados obtidos e da efetividade da metodologia proposta. O resultado final do processo seletivo está previsto para 21 de agosto.

Para mais informações sobre o certame, leia o edital Proex n.º 9.1/2026.

 



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Reitora da Ufac participa de fórum Brasil-África em Brasília — Universidade Federal do Acre

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A reitora da Ufac, Guida Aquino, participou, nessa segunda-feira, 25, em Brasília, do 1º Fórum de Reitores Brasil-África. A convite do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e do Ministério da Educação (MEC), ela representou a Ufac no encontro, acompanhada da pró-reitora de Inovação e Tecnologia, Almecina Balbino Ferreira. O evento segue até quarta-feira, 27, e tem como foco o fortalecimento da cooperação internacional em educação superior entre universidades brasileiras e instituições africanas.

Guida destacou a importância da presença da Ufac em um espaço voltado ao diálogo internacional e à construção de parcerias acadêmicas. Segundo a reitora, a aproximação entre Brasil e África por meio da educação, da pesquisa, da inovação e da troca de experiências permite avançar em soluções conjuntas para desafios comuns. “Temos histórias, identidades e desafios que nos aproximam, e a universidade tem um papel fundamental nessa conexão”, afirmou.

O fórum é uma iniciativa liderada pelo MEC, pela Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior e pela Associação Nacional dos Dirigentes das Instituições Federais de Ensino Superior. A programação reúne reitores, pró-reitores e assessores de cooperação internacional de universidades federais, estaduais e privadas do Brasil, além de representantes de universidades africanas mobilizadas pela Associação de Universidades Africanas.

Reitora da Ufac participa de fórum de reitores em Brasília-vice.jpg

A proposta do encontro é ampliar as relações acadêmicas entre Brasil e África, com a construção de novos acordos institucionais, programas de mobilidade estudantil, intercâmbio científico e cooperação em áreas estratégicas como agricultura, energias renováveis, mineração, petróleo e gás, setor aeroespacial, inteligência artificial e ciências humanas.

A programação inclui painéis temáticos, reuniões bilaterais, workshops e sessões voltadas à construção de novas parcerias universitárias. Ao final do evento, os resultados e compromissos construídos serão formalizados na Carta de Brasília do 1º Fórum de Reitores Brasil-África, documento que deve orientar os próximos passos da cooperação entre universidades brasileiras e africanas.

 



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