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Numerologia: Descubra o que os números dizem sobre sua sorte
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7 anos atrásem
A numerologia é o estudo dos números e a procura do seu significado, com a finalidade de ajudar a obter um contexto positivo para o destino de uma pessoa. Por meio dessa crença, milhões de pessoas baseiam suas decisões diárias analisando os números envolvidos em várias situações cotidianas que os rodeiam, desde o número de telefone e até mesmo o próprio nome.
O significado dos números na vida cotidiana
Os números estão em toda parte e têm diferentes significados e utilidades, de acordo com o contexto. Alguns deles incluem como consultar o veículo pela placa para conhecer seu histórico e donos prévios, outro exemplo é o contexto mencionado anteriormente de boa sorte no valor dado a um nome. Além dos anteriores, também é possível mencionar o número telefone correspondente ao celular de uma pessoa e, é claro, os números utilizados dentro das apostas que dão prêmios milionários em jogos de cassino e rifas para milhões de pessoas em todo o mundo. No entanto, é precisamente no campo da fortuna que se destaca o estudo da numerologia, já que, de acordo com ela, os números que uma pessoa escolhe ao fazer uma aposta, ou pelos quais seu nome é governado, podem inclinar a balança da sorte em seu favor.
Numerologia e sorte no acaso
A numerologia tem sido fortemente relacionada à boa fortuna por séculos em várias culturas ao redor do mundo, como hindus, chineses babilônios e hebraicos, entre outros. Por isso, sites populares como Terra oferecem dicas numerológicas para escolher seus números da sorte, desde a análise do nome, data de nascimento e até do dia e a hora do sorteio, em caso de procurar sorte para participar de um jogo de azar. Um dos exemplos mais populares é dentro dos jogos de cassino, como a roleta. Isso se deve a que, como explica a secção da Roleta Online da Betway, este famoso jogo visa prever o resultado da rotação da roleta, ou seja, em qual dos 36 números irá parar a bola que é jogada na roleta. Da mesma forma, a aposta é permitida para uma cor (vermelha ou preta), ou se for um número ímpar, ou par, para dar alguns exemplos. Certamente, muitas pessoas apostam em seus números da sorte, da mesma forma que fariam com a loteria Mega-Sena em um de seus sorteios, onde eles devem escolher seis números para ganhar seu prêmio milionário. Por esse motivo, loterias como a previamente mencionada, que oferecem prêmios de até R$ 170 milhões, são um dos principais campos de uso e aplicação para buscar a sorte na numerologia.
Numerologia e fama
Além de ser um recurso amplamente utilizado no acaso, a numerologia também é muito utilizada entre pessoas que buscam melhorar sua sorte a partir de seu nome. Como dentro deste estudo, cada uma das letras do alfabeto corresponde a um número (A = 1, B = 2, C = 3, etc.), muitas pessoas mudam seu nome, seja completamente ou quase imperceptivelmente, com o propósito de que a soma das letras do seu nome se torne um número de sorte. Nesse contexto, a revista Quem Acontece, mostra algumas famosas adeptas da numerologia, que mudaram a grafia de seus nomes em busca de sucesso, como no caso de Paolla Oliveira, que adicionou um ‘l’ ao nome dela, para que isso pudesse lhe atrair mais prosperidade. Outro exemplo é da cantora Sandra de Sá, que começou sua carreira artística chamando-se simplesmente Sandra Sá, mas depois de uma visita ao numerólogo especialista, decidiu mudar seu nome, melhorando sua popularidade nos palcos quase instantaneamente. Exemplos como o anterior são abundantes no mundo dos músicos famosos, como mostra o site R7. Outro dos métodos mais comuns no uso da numerologia, é para a análise da personalidade, já que a partir da data de nascimento de uma pessoa, é possível realizar uma análise da mesma, de acordo com o site Vila Mulher. Para fazer isso, a soma do dia e mês é feita primeiro, depois se prossegue com a soma do ano de nascimento e, finalmente, com a soma dos dois resultados. Caso as somas apresentem um resultado de dois dígitos, elas se somam umas às outras (Exemplo: 7 de maio de 1995. Dia e mês: 07 + 05 = 12 = 1 + 2 = 3; Ano: 1995 = 1 + 9 + 9 + 5 = 24 = 2 + 4 = 6; Soma final: 3 + 6 = 9).
Além de algumas celebridades terem procurado apoio profissional para uma análise detalhada, muitas pessoas ao redor do mundo investigam a numerologia por si mesmos, e a aplicam em suas vidas diárias. Existem vários recursos disponíveis na internet, livros, revistas e profissionais, que permitem uma análise completa da numerologia de cada indivíduo, e isso os ajuda a atingir objetivos como melhorar sua sorte através do uso dos números a seu favor.
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Seminário na Ufac tematiza planejamento e governança pública — Universidade Federal do Acre
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23 de junho de 2026O programa de pós-graduação em Planejamento e Governança Pública, da Universidade Tecnológica Federal do Paraná (UTFPR), no âmbito do mestrado interinstitucional para técnico-administrativos da Ufac e do Instituto Federal do Acre (Ifac), realiza o 12º Seminário de Boas Práticas em Planejamento e Governança Pública, de 14 a 16 de julho, no anfiteatro Garibaldi Brasil, campus-sede da Ufac. As inscrições são gratuitas e estão abertas até 16 de julho, por meio online.
O evento será transmitido pelo YouTube e terá como tema “Governança, Políticas Públicas e Desenvolvimento Regional na Amazônia: Desafios Estruturais para o Acre”, propondo um debate sobre questões territoriais, sociais, ambientais, urbanas, institucionais e econômicas que atravessam a realidade amazônica e acreana.
A programação científica será organizada em quatro eixos temáticos: governança urbana, mobilidade e direito à cidade na Amazônia; infraestrutura, saneamento e resiliência em contextos de enchentes e queimadas; governança ambiental, desenvolvimento sustentável e capacidade estatal na Amazônia; e educação e empreendedorismo na Amazônia.
O seminário tem como público-alvo a comunidade universitária e gestores públicos, contando com a participação de autoridades locais, pesquisadores da UTFPR, docentes da Ufac e do Ifac, bem como especialistas convidados de diferentes áreas.
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Estudo indica limitações de conhecimento sobre leishmaniose — Universidade Federal do Acre
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17 de junho de 2026A Ufac é parceira em pesquisa desenvolvida no município de Sena Madureira (AC), a qual identificou limitações no conhecimento sobre a leishmaniose cutânea entre pacientes e profissionais da saúde, além de barreiras geográficas e estruturais que dificultam o acesso ao diagnóstico e ao tratamento precoce em áreas rurais endêmicas.
Os resultados do estudo foram publicados, em maio, na revista eletrônica “Acervo Saúde”, vol. 26(5), com o título “Leishmaniose Cutânea na Amazônia Ocidental: Lacunas no Conhecimento e Barreiras de Acesso Assistencial em Áreas Endêmicas”. O artigo tem coautoria de pesquisadores da Ufac.
A pesquisa foi realizada com 50 pacientes com suspeita clínica de leishmaniose cutânea e 51 agentes de saúde, sendo 63% agentes comunitários de saúde e 37% agentes de combate às endemias.
“Em nosso trabalho, identificamos que tanto os profissionais da saúde quanto os pacientes possuem informações limitadas sobre a doença. Conhecer as limitações para acesso ao diagnóstico e tratamento precoce é uma das principais estratégias para a implementação de programas de controle e de educação em saúde que contemplem o perfil epidemiológico e social das populações de áreas endêmicas”, disse o autor do estudo, Leandro Siqueira de Souza, do Instituto Oswaldo Cruz (IOC).
A região Norte é responsável por mais da metade dos casos da doença no Brasil; o Acre conta com mais de 11 mil casos notificados na última década. Em 2025, os municípios acreanos de Xapuri, Marechal Thaumaturgo, Assis Brasil, Sena Madureira e Brasileia foram classificados pelo Ministério da Saúde como áreas de risco intenso para transmissão da doença.
“A região amazônica é uma área endêmica para a leishmaniose cutânea, uma doença negligenciada que afeta principalmente populações de comunidades tradicionais”, contou o pesquisador Reginaldo Peçanha Brazil, do IOC. “Conhecer as limitações no conhecimento tanto dos pacientes como de profissionais da saúde de áreas endêmicas é fundamental para o sistema de saúde do Estado do Acre e para o controle mais efetivo da doença.”
A investigação integra um projeto de pesquisa coordenado por Brazil. Além da Ufac, são parceiros na pesquisa a Universidade Federal de Minas Gerais, a Universidade de Brasília, o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade e a Secretaria de Estado de Saúde do Acre.
Pela Ufac, são coautores do artigo os pesquisadores Andréia Luísa Peixinho da Silva Guimarães, Francisca Alana Costa de Souza, Marcos Bruno Zacarias Campelo, Breno Kalyl Freitas Nascimento, Andreia Fernandes Brilhante e Francisco Glauco de Araújo Santos. Os estudos contam com financiamento do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e apoio de instituições parceiras.
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Ufac e TCE-AC apresentam pesquisa de vitimização em Rio Branco — Universidade Federal do Acre
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16 de junho de 2026
A Ufac e o Tribunal de Contas do Estado do Acre (TCE-AC) realizaram o Seminário de Apresentação da Pesquisa de Vitimização na Cidade de Rio Branco. O evento, que ocorreu nesta terça-feira, 16, no Plenário do TCE-AC, consistiu em exposições e debate no sentido de contribuir para um diagnóstico da segurança pública e para o aprimoramento das políticas voltadas à população.
A pesquisa foi apoiada por emenda parlamentar do senador Sérgio Petecão (PSD-AC), destinada em 2025 à Ufac. “Quero agradecer a disponibilidade do senador em ajudar a universidade sempre com emendas necessárias para o desenvolvimento da educação e da pesquisa, com retorno garantido para a sociedade acreana”, disse a reitora Guida Aquino.
O seminário teve como público-alvo a comunidade acadêmica, servidores do TCE-AC e do Ministério Público de Contas do Acre, servidores públicos em geral, gestores da área de segurança pública, justiça criminal e direitos humanos e sociedade civil. A pesquisa buscou compreender como a população percebe a segurança, quais situações de violência e criminalidade afetam os cidadãos e como os serviços de segurança pública são avaliados pelas pessoas.
O trabalho provém do grupo de pesquisa Sujeitos, Ações e Percepções: Estudos em Violência e Conflitualidade, coordenado pelo professor da Ufac, Ermício Sena. Ele informou que os produtos da pesquisa foram banco de dados, mapas descritivos de Rio Branco, relatórios de campo, geral e sintético/executivo.
Em seu discurso, Sena agradeceu aos envolvidos na realização da pesquisa e a Fundação de Apoio e Desenvolvimento ao Ensino, Pesquisa e Extensão Universitária no Acre, que foi a intermediária para contratação do Instituto de Opinião Pública para execução da pesquisa.