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O ataque de Liam Livingstone ajuda a Inglaterra a nivelar a série ODI das Índias Ocidentais | Seleção inglesa de críquete

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Cameron Ponsonby at the Sir Vivian Richards Stadium, Antigua

Uma entrada fenomenal de Liam Livingstone garantiu à Inglaterra uma vitória improvável e empatou a série nas Índias Ocidentais, enquanto os visitantes perseguiam um imponente 329 em Antígua.

Seguindo A derrota da Inglaterra na partida de abertura na quinta-feira, o capitão Livingstone implorou à sua equipa para “rebater com mais inteligência”. Isso é o que ele quis dizer, enquanto incitava e depois abria caminho para o primeiro século internacional de um dia e 124 vitórias não foram eliminadas. Suas primeiras cinquenta renderam 60 bolas, a segunda levou 17.

Diante de 329 vitórias depois que o capitão das Índias Ocidentais, Shai Hope, fez um excelente 117, a Inglaterra mostrou a contenção que lhes escapou na quinta-feira, já que no topo do século de Livingstone, todos Phil Salt, Jacob Bethell e Sam Curran fizeram meio século.

Livingstone e Curran combinaram-se para uma parceria fundamental. Com 169 vitórias em 22 saldos e quatro postigos a menos, a Inglaterra estava atrás do jogo, mas não por quilômetros. A parceria de 50 chegou em 47 bolas, mas eles logo pisaram no freio enquanto a dupla procurava levar a disputa o mais fundo possível. A certa altura, eles não marcaram um limite em 34 bolas antes que duas chegassem em lançamentos consecutivos.

Com 10 saldos restantes e exatamente 100 corridas necessárias, Livingstone apertou o botão. Diante do giro do braço esquerdo de Gudakesh Motie, ele acertou três seis em dois saldos. Mas foi apenas o começo do ataque de Livingstone. 328 das Índias Ocidentais foi um total recorde de ODI no Sir Vivian Richards Stadium e até Jayden Seales fazer o 45º a mais, parecia que seria o suficiente. Livingstone acertou 22 de seis entregas legais, que incluíram dois enormes seis sobre cobertura extra. No espaço de algumas bolas, o jogo passou de favorável aos donos da casa, para equilibrado, para a favor da Inglaterra.

Seis semanas atrás, a Inglaterra trocou Livingstone pelos ODIs contra a Austrália antes que a lesão de Jos Buttler na panturrilha lhe desse uma chance de voltar. Em uma conversa honesta com o diretor-gerente Rob Key, Livingstone disse que sua única reclamação era que ele sentia que não havia recebido responsabilidade suficiente nos últimos dois anos. Muitas vezes rebatendo aos sete e lançando alguns saldos, ele não teve a chance de ditar as partidas. Aqui, como capitão, ele arremessou sete saldos, rebateu cinco e jogou as melhores entradas de sua carreira.

Liam Livingstone sai de campo com Dan Mousley após vencer o segundo ODI. Fotografia: Gareth Copley/Getty Images

No entanto, este não foi de forma alguma o desempenho completo da Inglaterra. A exibição deles em campo foi bizarra, com quatro recepções perdidas, erros desleixados foram cometidos e palavras duras entre companheiros foram trocadas. Pela segunda vez na história da Inglaterra, eles usaram nove arremessadores em um turno. Em teoria, Livingstone era proativo, mas, na realidade, parecia confuso. Dos quatro lançadores especialistas da Inglaterra, Jofra Archer, Saqib Mahmood, Adil Rashid e John Turner, apenas Rashid lançou sua alocação total, com os três restantes restantes, com sete saldos de sobra entre eles. Sete saldos que foram lançados pelos spinners de meio período Dan Mousley, Bethell e Will Jacks, que ficaram sem postigo e sofreram 54 corridas.

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Mas onde faltava clareza no campo, ela estava presente em abundância com o taco. O momento da vitória veio num piscar de olhos, já que com 26 necessárias em 24 bolas, Livingstone acertou Shamar Joseph para três seis e um quatro para deixar duas corridas necessárias nos últimos três saldos. Um single de Mousley significava que, apropriadamente, foi Livingstone quem fez as corridas vitoriosas e ergueu os braços em comemoração. Ele sempre pediu responsabilidade extra com a camisa da Inglaterra e aqui provou o porquê.



Leia Mais: The Guardian

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Ufac retoma reuniões presenciais dos conselhos superiores após 6 anos — Universidade Federal do Acre

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A Ufac retomou as sessões presenciais dos seus órgãos colegiados após quase seis anos. O retorno foi marcado pela 2ª reunião ordinária do Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão (Cepex) de 2026, a qual ocorreu nesta quarta-feira, 19, no anfiteatro Garibaldi Brasil, campus-sede.

As sessões passaram a ser remotas devido à pandemia da covid-19, em 2020. Depois, foram impactadas por paralisações dos servidores, crise no transporte público de Rio Branco e greve dos estudantes. “É um recomeço e o cumprimento de um dos principais compromissos assumidos durante nossa campanha eleitoral”, disse o reitor Josimar Ferreira. “Este anfiteatro foi arena de grandes lutas do movimento sindical e dos próprios conselhos universitários.”

Segundo o servidor Jairo Nogueira, que atuou na intermediação do encontro com a Reitoria, a volta do formato presencial é fundamental para resgatar a interação direta entre os colegas e destravar os processos acumulados do Cepex. A sessão serviu de preparo para a reunião do Conselho Universitário (Consu), agendada para esta quinta-feira, 20.

Entre as propostas para a sessão do Consu, destacam-se reformulações no organograma da universidade, como a criação da Pró-Reitoria de Ações Afirmativas e Equidade, a reestruturação da Pró-Reitoria de Pesquisa e Pós-Graduação, que passará a incorporar ações de inovação e o fortalecimento da autonomia do campus Floresta, em Cruzeiro do Sul, com a criação da figura do diretor do campus e de duas diretorias administrativas de suporte.

Por conta dos custos operacionais para o deslocamento dos 21 conselheiros de Cruzeiro do Sul, o modelo no campus do interior seguirá de forma híbrida temporariamente. A gestão está estruturando uma sala com suporte tecnológico para garantir a transmissão em tempo real, sem prejuízos aos participantes remotos. Paralelamente, nos próximos cem dias, a Reitoria pretende adaptar um espaço definitivo para as reuniões dos órgãos colegiados no campus-sede.

(Fhagner Soares, estagiário Ascom/Ufac)



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Podcast da Ufac entrevista novo reitor Josimar Ferreira — Universidade Federal do Acre

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O canal UfacTV no YouTube transmitiu ao vivo, na quinta-feira, 13, a estreia da terceira temporada do CapiCast, podcast oficial produzido pela Assessoria de Comunicação da universidade. O episódio inaugural trouxe como convidado o professor Josimar Ferreira, que assumiu a Reitoria da instituição para o quadriênio 2026-2030, em uma entrevista conduzida pela apresentadora e assessora de Comunicação Nattércia Damasceno. A solenidade oficial de transmissão de cargo será na sexta-feira, 21, às 17h, no Teatro Universitário.

Com a temática geral “Ufac em Perspectiva: Floresta, Conhecimento, Futuro”, a nova temporada busca debater o papel da universidade na transformação social e no desenvolvimento regional, integrando a produção acadêmica à preservação ambiental e às demandas da comunidade acreana.

Durante a conversa, o novo reitor relembrou sua trajetória acadêmica iniciada em 1997, quando ingressou no curso de Agronomia como filho de produtores rurais e enfrentou os desafios do ensino superior na época, como a escassez de transporte e de bolsas de estudo. “Estar no cargo de reitor me faz refletir isso, porque eu sei de onde vim, como se diz, o chão de fábrica, um filho de um produtor rural que, graças ao processo educacional, chega ao maior posto da sua casa.”

Ao tratar das prioridades para os primeiros cem dias de gestão, Josimar antecipou medidas voltadas à reestruturação de serviços e ao diálogo com a comunidade. O primeiro ato administrativo a ser submetido ao Conselho Universitário (Consu) será a revogação das reuniões virtuais, garantindo o retorno das sessões presenciais dos colegiados.

O plano de ação inicial também inclui a retomada dos serviços de xerox para alunos e docentes, o estudo para implantação de reconhecimento facial nas catracas do Restaurante Universitário e o foco na conclusão de obras pendentes, como a passarela da Medicina Veterinária e as instalações do Colégio de Aplicação.

Outro tema abordado foi o compromisso com a inclusão e a equidade. O gestor anunciou que proporá ao Consu a criação da Pró-Reitoria de Ações Afirmativas e Equidade, estrutura planejada para centralizar e fortalecer as políticas voltadas aos estudantes indígenas, ao Núcleo de Apoio à Inclusão e aos observatórios sociais da instituição.

Por fim, o fortalecimento da comunicação pública foi apontado como peça-chave para romper os muros da academia e levar o conhecimento científico diretamente à sociedade.

(Fhagner Soares, estagiário Ascom/Ufac)



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Josimar Ferreira inicia gestão de 4 anos como reitor da Ufac — Universidade Federal do Acre

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Josimar Ferreira inicia gestão de 4 anos como reitor da Ufac-reitor-e-vice.jpg

O reitor da Ufac, Josimar Ferreira, reuniu-se com os novos pró-reitores da administração superior para marcar o início da gestão do quadriênio 2026-2030 e tratar das primeiras ações e prioridades a serem tomadas na universidade. O encontro ocorreu nesta quarta-feira, 12, na Reitoria, campus-sede. A sessão solene pública de transmissão de cargo da Reitoria será realizada na sexta-feira, 21, às 17h, no Teatro Universitário.

Josimar afirmou que a eficiência na aplicação dos recursos e a austeridade estarão entre os princípios da gestão. Hoje ele também se reúne com as equipes das áreas de planejamento e administração para avaliar o orçamento disponível para execução das atividades até o fim do ano. “Esse é um princípio que adotamos desde o primeiro dia”, afirmou.

Entre as primeiras medidas anunciadas está a retomada das reuniões presenciais dos conselhos universitários. Segundo o reitor, a mudança será implementada já nesta primeira semana de gestão.

Outra ação prevista é a criação de uma nova pró-reitoria, voltada a ações afirmativas, equidade, gênero e inclusão. De acordo com Josimar, a proposta é colocar essas políticas no centro da estrutura administrativa da universidade e ampliar sua atuação nas políticas acadêmicas.

A nova gestão também dará continuidade ao processo de realização do vestibular do curso de Medicina. O reitor informou que a Ufac já garantiu recursos e iniciará a fase de contratação da empresa responsável pelo certame. A previsão é que as provas sejam aplicadas nas cinco regionais do Acre, com manutenção do bônus regional.

A interiorização também está entre as prioridades apresentadas. A gestão pretende iniciar discussões sobre a ampliação da presença permanente da universidade no interior, incluindo a regional do Purus, em Sena Madureira, e a região de Tarauacá e Envira.

Josimar destacou ainda a intenção de ampliar a aproximação da Ufac com diferentes setores da sociedade. “Queremos aproximar a relação com a sociedade, com o serviço, com o comércio, com a indústria, e com isso fortalecer o nosso tripé, o ensino, a pesquisa e a extensão.”

Integram a nova administração superior a vice-reitora Almecina Balbino; a pró-reitora de Graduação, Danila Torres; o pró-reitor de Pesquisa e Pós-Graduação, Dionatas Meneguetti; o pró-reitor de Extensão e Cultura, Marco Amaro; a pró-reitora de Assuntos Estudantis, Aline Nicolli; o pró-reitor de Planejamento, Edcarlos Souza; o pró-reitor de Desenvolvimento e Gestão de Pessoas, Thiago Lima; e o pró-reitor de Administração, Tone Roca.

 



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