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O Banco do Canadá corta as taxas de juros, alertou o país de enfrenta ‘Nova Crise’ | Notícias de guerra comercial
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O BOC também disse que ‘prosseguiria cuidadosamente com quaisquer mudanças adicionais’ às taxas, dadas as pressões inflacionárias das tarifas.
O Banco do Canadá reduziu sua taxa de política principal em 25 pontos base para 2,75 % e levantou preocupações sobre as pressões inflacionárias e o crescimento mais fraco decorrente da incerteza comercial e das tarifas do presidente Donald Trump.
O banco na quarta -feira também disse que “prosseguiria com cuidado com quaisquer mudanças adicionais” às taxas, dada a necessidade de avaliar as pressões ascendente sobre a inflação de custos mais altos e as pressões descendentes da demanda mais fraca.
A posição do banco, que alguns economistas disseram que pode ser um sinal de que as taxas não cairão mais, ocorre após meses de inflação em sua meta de 2 %.
“Estamos focados em avaliar essas pressões descendentes e essas pressões ascendente. Nosso trabalho é manter a estabilidade dos preços, e é nisso que estamos focados ”, disse o governador Tiff Macklem em entrevista coletiva.
Mas ele se recusou a fornecer qualquer orientação a termo em termos de onde as taxas possam ir.
O corte marcou o sétimo tempo consecutivo em que o Banco Central facilitou a política monetária, diminuindo a taxa -chave em um total de 225 pontos base em um espaço de nove meses e tornando -o um dos bancos centrais mais agressivos em todo o mundo.
“Terminamos 2024 em uma sólida base econômica. Mas agora estamos enfrentando uma nova crise ”, disse ele ao abrir comentários a uma entrevista coletiva.
As políticas de tarifas de partida de Trump e ameaças a uma ampla gama de produtos canadenses alarmaram empresas, abalam a confiança do consumidor e prejudicam o investimento nos negócios.
Trump impôs uma tarifa de 25 % a todos os produtos de aço e alumínio na quarta -feira e o Canadá disse que imporá 29,8 bilhões de dólares canadenses (US $ 20,68 bilhões) em Tarifas de retaliação na quinta -feira dos EUA.
O banco disse que uma guerra tarifária prolongada levaria ao fraco crescimento do PIB e aos altos preços, uma mistura desafiadora que dificulta a decisão de aumentar ou reduzir as taxas.
O Conselho de Administração de Creates se concentrará em avaliar o tempo e a força da pressão descendente sobre a inflação de uma economia mais fraca e a pressão ascendente dos custos mais altos, disse Macklem.
O conflito comercial diminuiria o PIB do primeiro trimestre e poderia interromper a recuperação no mercado de trabalho, disse ele, acrescentando que o medo do impacto das tarifas nos preços já havia aumentado as expectativas de inflação de curto prazo.
Espera-se que a inflação seja de aproximadamente 2,5 % em março, acima de 1,9 % em janeiro, quando um intervalo de imposto sobre vendas de curto prazo termina.
O dólar canadense ampliou os ganhos após a decisão e estava sendo mais forte em 0,2 %, para 1,44, ao dólar americano.
Os mercados de moedas estão apostando que as chances de outro corte de taxa de 25 pontos base no próximo anúncio do Banco em 16 de abril estão próximos de 45 %.
“O foco no aumento das expectativas da inflação no lançamento de hoje é um pouco hawkish”, disse Royce Mendes, chefe da estratégia macro do Desjardins Group.
Desacelerar
Os EUA são o maior parceiro comercial do Canadá e leva quase 75 % de todas as exportações canadenses.
Uma pesquisa bancária especial separada sobre empresas e famílias realizadas do final de janeiro até o final de fevereiro mostrou que muitas famílias estavam preocupadas com a segurança no emprego, especialmente em setores expostos ao comércio dos EUA.
A ameaça tarifária forçou as empresas a diminuir suas perspectivas de vendas.
Algumas empresas estão achando difícil obter crédito, e uma moeda mais fraca tornou as importações caras, apontou a pesquisa. Isso significa que as empresas estão recuando seus planos de contratação e investimento, afirmou.
Espera -se que a recente mudança nas intenções de consumidores e negócios se traduz em uma desaceleração acentuada na demanda doméstica no primeiro trimestre, disse Macklem em suas observações.
“A política monetária não pode compensar os impactos de uma guerra comercial. O que pode e deve fazer é garantir que os preços mais altos não levem à inflação contínua ”, afirmou.
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Alunas da Ufac criam biblioteca de grafismos do povo Huni Kuin — Universidade Federal do Acre
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9 de outubro de 2026Alunas de graduação e mestrado do campus Floresta da Ufac criaram, em 2024, o projeto Biblioteca de Kene, que reúne tecelagem em algodão, pintura corporal, registros audiovisuais e uma plataforma digital acessível por celular. A iniciativa surgiu do trabalho de conclusão de curso de Txima Huni Kuin, em Licenciatura Indígena, e da pesquisa para a dissertação de Alexandra Deitos no programa de pós-graduação em Ensino de Humanidades e Linguagens.
Txima investigou a tecelagem como expressão dos conhecimentos, da arte e da espiritualidade de seu povo, sob orientação do professor Amilton Pelegrino de Mattos. Alexandra, artista visual e atualmente doutoranda, colaborou na construção do projeto por meio de uma pesquisa de autoria coletiva, desenvolvida com as mulheres da comunidade.
Desse encontro surgiu a proposta de criar um espaço onde os mais de 60 grafismos praticados pelas mulheres pudessem ser consultados, ensinados e aprendidos por jovens e mestras tecelãs. O projeto terá uma nova etapa entre 10 e 16 de outubro, com a realização da 2ª Oficina de Kene da Aldeia Arco-Íris, na terra indígena Seringal Independência, no município de Jordão (AC).
Aprendizagem no território
Durante os sete dias de oficina, mestras tecelãs e jovens aprendizes participarão de atividades de preparação de fios, cantos rituais, aplicação do Bawe e tecelagem de painéis com grafismos. Os processos serão documentados para compor o acervo da biblioteca na aldeia e seu site colaborativo, com gestão do conhecimento pelas próprias mulheres.
A proposta dialoga com a expressão “a universidade é na aldeia”, do professor e pesquisador Yube Huni Kuin, também acadêmico da Licenciatura Indígena da Ufac. A experiência reconhece o território e as práticas da comunidade como espaços de produção e transmissão de conhecimento.

A 2ª Oficina de Kene é realizada por Txima Huni Kuin, Alexandra Deitos e pela Aldeia Arco-Íris, com apoio do curso de Licenciatura Indígena, da Fundação de Cultura Elias Mansour, do governo do Acre, da Política Nacional Aldir Blanc de Fomento à Cultura, do Ministério da Cultura e do governo federal.
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Ufac sedia encontro regional sobre residência e preceptoria no SUS — Universidade Federal do Acre
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8 de outubro de 2026A Ufac sediou o 2º Encontro Regional do Projeto de Desenvolvimento da Gestão de Programas de Residência e da Preceptoria no Sistema Único de Saúde (SUS). O evento ocorreu nesta quinta-feira, 8, no anfiteatro Garibaldi Brasil, campus-sede, e reuniu profissionais e representantes de instituições de saúde para a apresentação dos resultados de sete projetos de intervenção desenvolvidos ao longo de dois anos de formação.
A iniciativa é promovida pelo Hospital Sírio-Libanês, em parceria com o Ministério da Saúde, no âmbito do Programa de Apoio ao Desenvolvimento Institucional do SUS, com participação da Ufac.
Para o reitor Josimar Ferreira, cerca de 80% das atividades dos residentes são realizadas nas unidades de saúde. Ele ressaltou o compromisso da gestão com a valorização dos profissionais que atuam na formação dos residentes. “Temos desenvolvido uma política para que os nossos preceptores possam participar dos nossos programas de pós-graduação, de forma a ter vagas garantidas para sua qualificação também.”
O encontro marcou a apresentação dos projetos de intervenção dos cursos de especialização em Gestão de Programas de Residência em Saúde e Educação na Saúde para Preceptores no SUS. Os trabalhos abordaram temas como formação e avaliação de preceptores, definição de perfis de competências, saúde mental dos residentes, reestruturação curricular e melhoria dos processos de trabalho nos serviços de saúde.
Segundo a coordenadora da Residência Multiprofissional Integrada em Saúde da Família e Comunidade da Ufac, Mariane Ribeiro, as iniciativas buscam qualificar tanto a formação dos residentes quanto as atividades desenvolvidas nos campos de prática. “Esses resultados que temos hoje proporcionam uma integração com o ensino, serviço e a comunidade, porque também têm um retorno para o usuário”, disse.
Para a representante do Hospital Sírio-Libanês e facilitadora de ensino e aprendizagem, Célia Márcia Birchler, a conclusão dos cursos representa uma etapa de um trabalho que deve continuar nas instituições de saúde. “Toda vez que fazemos um movimento de fortalecimento dos programas de residência, na realidade estamos falando de um processo de qualificação do SUS”, afirmou.
A presidente da Fundação Hospitalar Governador Flaviano Melo (Fundhacre), Sóron Angélica Steiner, disse que a formação estimula mudanças na organização do trabalho e no atendimento da população. “Essa força motriz que faz com que o serviço ande de acordo com a formação é o que faz com que o gestor seja provocado a melhorar o ambiente de trabalho, o fluxo de serviço.”
Também participaram da mesa de honra do encontro o presidente do Conselho Estadual de Saúde do Acre, Osvaldo de Souza Leal Júnior; e Pedro Henrique Macedo Leitão, representando o secretário municipal de Saúde de Rio Branco, Rennan Biths.
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Ufac faz cerimônia de entrega de diplomas médicos do Revalida — Universidade Federal do Acre
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2 de outubro de 2026A Ufac realizou a cerimônia de entrega da revalidação de diplomas médicos expedidos por instituições de ensino superior estrangeiras, referentes à edição 2025.2 do Revalida. O Núcleo de Registro e Controle Acadêmico (Nurca) relaciona 67 certificados disponíveis para retirada. O ato ocorreu nesta sexta-feira, 2, no Nurca, campus-sede, e contou com a participação do reitor Josimar Ferreira.
“É inédito para nossa universidade fazer um ato que representa a entrega dos diplomas”, disse Josimar. Ele ressaltou a rapidez com que o processo foi concluído pela equipe do Nurca e pediu aos médicos que retribuam à sociedade com ética e acolhimento no atendimento, além de afirmar que a entrega demonstra o papel da universidade no reconhecimento daqueles que se formaram fora do Brasil.
Segundo o diretor do Nurca, Lucas de Araújo Moura, a Ufac realiza revalidações há alguns anos, mas as entregas dos certificados aconteciam de forma avulsa. Ele explicou que a proposta do ato simbólico foi atender os profissionais e valorizar o momento vivido por eles e por suas famílias. Os documentos são entregues juntamente com os originais apresentados pelos interessados, que devem assinar o termo de recebimento do certificado de revalidação.
A médica Nathalia Bragança de Oliveira, que recebeu o diploma revalidado 30 dias após dar entrada no processo na Ufac, disse ter escolhido a universidade pela organização e pelo prazo de entrega. “Foi muito rápido, um processo muito organizado também, desde o momento do início até agora.” Ela relatou que foi recebida com atenção pela equipe, que explicou todas as etapas do procedimento, disse esperar ingressar no mercado de trabalho e atender os pacientes com cuidado.
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