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O campeão de boxe Imane Khelif tem como segundo ouro olímpico nos jogos de LA 2028 | Notícias de boxe
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A medalhista de ouro da Argélia diz que não tem ‘nada a esconder’ e promete defender seu título nos jogos de verão de 2028 nos EUA.
Stand Chelif, quem ganho A Paris Olympics Boxing Gold em meio a uma fila de elegibilidade de gênero, está determinada a defender seu título nos Jogos de Los Angeles de 2028 e diz que não ficará intimidada pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump.
“Vou lhe dar uma resposta direta, não sou transgênero”, disse Khelif à ITV em uma entrevista ao ar na terça -feira.
“Isso não me preocupa, e não me intimida.”
Trunfo assinado Uma ordem executiva que proíbe mulheres trans de esportes femininas nos Estados Unidos no mês passado e ligou para Khelif de “um boxeador” em seu discurso depois de assinar a ordem.
Sob o ordem Assinado em fevereiro, o financiamento do governo federal será negado a institutos educacionais que permitem que meninas e mulheres trans participem de esportes femininos e usem vestiários.
Trump também disse que levaria o Comitê Olímpico Internacional, que deixou a questão da participação das pessoas trans no esporte a órgãos de governo internacional, para endossar explicitamente a participação baseada em gênero antes dos Olimpíadas de Verão de 2028 em Los Angeles.
“Queremos que eles mudem tudo o que tem a ver com as Olimpíadas e tendo a ver com esse assunto absolutamente ridículo”, disse o presidente dos EUA.
O conselho executivo do Comitê Olímpico Internacional recomendou a inclusão do Boxing nos jogos de 2028 na segunda -feira e Khelif disse que sonhava em manter seu título na Califórnia.
“Segunda medalha de ouro, é claro.
“Acredito que se o velho Imane operava com 50 % de seu potencial, o Imane Khelif de hoje é ainda mais motivado e determinado.”
Khelif foi desqualificado pela International Boxing Association no Campeonato Mundial de 2023 após um teste que o órgão disse que a tornou inelegível para lutar como uma mulher no terreno de gênero.
A IBA perdeu seu reconhecimento olímpico sobre questões de governança, no entanto, e o Comitê Olímpico Internacional limpou Khelif para competir em Paris, defendendo agressivamente sua posição após pesadas críticas.
Um órgão rival para o IBA, World Boxing, recebeu reconhecimento provisório como o órgão internacional do esporte no mês passado.
A recomendação ainda requer a aprovação final do COI em sua sessão na Grécia e o presidente Thomas Bach disse que estava confiante de que a sessão a aprovaria.
“Neste ponto, posso dizer que o IBA é coisa do passado”, disse Khelif. “Como dizemos na Argélia, aqueles que não têm nada a esconder não têm medo.”
O debate sobre a inclusão de atletas e atletas transgêneros com diferenças de desenvolvimento sexual (DSD) no esporte feminino tem sido uma questão -chave na corrida presidencial do COI, com as eleições marcadas para quinta -feira.
“Espero que o próximo presidente do COI lide com verdadeiro espírito esportivo, permaneça comprometido com os princípios olímpicos e defenda os valores do jogo justo”, disse Khelif.
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Ufac participa de lançamento de projeto na Resex Cazumbá-Iracema — Universidade Federal do Acre
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7 de abril de 2026A Ufac participou do lançamento do projeto Tecendo Teias na Aprendizagem, realizado na reserva extrativista (Resex) Cazumbá-Iracema, em Sena Madureira (AC). O evento ocorreu em 28 de março e reuniu representantes do poder público, comunidade acadêmica e moradores da reserva.
Com uma área de aproximadamente 750 mil hectares e cerca de 500 famílias, a Resex é território de preservação ambiental e de produção de saberes tradicionais. O projeto visa fortalecer a educação e promover a troca de conhecimentos entre universidade e comunidade.
O presidente da reserva, Nenzinho, destacou que a iniciativa contribui para valorizar a educação não apenas no ensino formal, mas também na qualidade da aprendizagem construída a partir das vivências no território. Segundo ele, a proposta reforça o papel da universidade na escuta e no reconhecimento dos saberes locais.
O coordenador do projeto, Rodrigo Perea, sintetizou a relação entre universidade e comunidade. “A floresta ensina, a comunidade ensina, os professores aprendem e a Ufac aprende junto.”
Também estiveram presentes no lançamento os professores da Ufac, Alexsande Franco, Anderson Mesquita e Tânia Mara; o senador Sérgio Petecão (PSD-AC); o prefeito de Sena Madureira, Gerlen Diniz (PP); e o agente do ICMBio, Aécio Santos.
(Fhagner Silva, estagiário Ascom/Ufac)
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Educação Física homenageia Norma Tinoco por pioneirismo na dança — Universidade Federal do Acre
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7 de abril de 2026Os professores Jhonatan Gomes Gadelha e Shirley Regina de Almeida Batista, do curso de Educação Física da Ufac, realizaram a mostra de dança NT: Sementes de uma Pioneira, em homenagem à professora aposentada Norma Tinoco, reunindo turmas de bacharelado e licenciatura, escolas de dança e artistas independentes. O evento ocorreu na noite de 25 de março, no Teatro Universitário, campus-sede, visando celebrar a trajetória da homenageada pela inserção e legitimação da dança no curso.
Norma recebeu uma placa comemorativa pelos serviços prestados à universidade. Os alunos do curso, André Albuquerque (bacharelado) e Matheus Cavalcante (licenciatura) fizeram a entrega solene. Segundo os organizadores, os anos de dedicação da professora ao curso e seu pioneirismo jamais serão esquecidos.
“A ideia, que ganhou corpo e emoção ao longo de quatro atos, nasceu do coração de quem viveu de perto a influência da homenageada”, disse Jhonatan Gomes Gadelha, que foi aluno de Norma na graduação. Ele contou que a mostra surgiu de uma entrevista feita com ela por ocasião do trabalho dele de conclusão de curso, em 2015. “As falas, os ensinamentos e as memórias compartilhadas por Norma naquele momento foram resgatadas e transformadas em movimento”, lembrou.
Gadelha explicou que as músicas que embalaram as coreografias autorais foram criadas com o auxílio de inteligência artificial. “Um encontro simbólico entre a tradição plantada pela pioneira e as ferramentas do futuro. O resultado foi uma apresentação carregada de bagagem emocional, autenticidade e reverência à história que se contava no palco.”
Mostra em 4 atos
A professora de Educação Física, Franciely Gomes Gonçalves, também ex-aluna de Norma, foi a mestre de cerimônias e guiou o público por uma narrativa que comparava a trajetória da homenageada ao crescimento de uma árvore: “A Pioneira: A Raiz (ato I), “A Transformadora: O Tronco” (ato II), “O Legado: Os Frutos” (ato III) e “Homenagem Final: O reconhecimento” (ato IV).
O ato I trouxe depoimentos em vídeo e ao vivo, além de coreografias como “Homem com H” (com os 2º períodos de bacharelado e licenciatura) e “K Dance”, que homenageou os anos 1970. O ex-bolsista Kelvin Wesley subiu ao palco para saudar a professora. A escola de dança Adorai também marcou presença com as variações de Letícia e Rayelle Bianca, coreografadas por Caline Teodoro, e o carimbó foi apresentado pelo professor Jhon e pela aluna Kethelen.

O ato II contou com o depoimento ao vivo de Jhon Gomes, ex-aluno que seguiu carreira artística e acadêmica, narrando um momento específico que mudou sua trajetória. Ele também apresentou um solo de dança, seguido por coreografias da turma de licenciatura e uma performance de ginástica acrobática do 4º período.
No ato III foi exibido um vídeo em que os atuais alunos do curso de Educação Física refletiram sobre o que a dança significa em suas formações. As apresentações incluíram o Atelier Escola de Dança com “Entre o que Fica e o que Parte” (Ana Fonseca e Elias Daniel), o Estúdio de Artes Balancé com “Estrelas” (coreografia de Lucas Souza) e a Cia. de Dança Jhon Gomes, com outra versão de “Estrelas”. A escola Adorai retornou com “Sarça Ardente”, coreografada por Lívia Teodoro; os alunos do 2º período de bacharelado encerraram o ato.
No ato IV, após o ministério de dança Plenitude apresentar “Raridade”, música de Anderson Freire, a professora Shirley Regina subiu ao palco para oferecer palavras à homenageada. Em seguida, a mestre de cerimônias convidou Norma Tinoco a entrar em cena. Ao som de “Muda Tudo”, os alunos formaram um círculo ao redor da professora, cantando o refrão em coro.
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I FÓRUM ESTADUAL "Autismo, Cultura, Mercado de Trabalho e Políticas Públicas no Acre."
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6 de abril de 202609 e 10 de ABRIL
Local: Teatro Universitário da UFAC
11 de ABRIL
Local: Anfiteatro Garibaldi Brasil UFAC






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