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O “cardápio” de Castro, Paes e da bancada do RJ pa…

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Nicholas Shores

Favorito à sucessão de Arthur Lira (PP-AL) na presidência da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB) vai participar nesta terça-feira de um jantar com o governador Cláudio Castro (PL), o prefeito Eduardo Paes (PSD) e toda a bancada de deputados federais do Rio de Janeiro. 

O encontro será às 19h30, na churrascaria Assador, no Aterro do Flamengo, na zona sul carioca.

No “cardápio” preparado para Motta estão pedidos de que ele assuma compromissos com:

  • a derrubada de vetos de Lula ao Programa de Pleno Pagamento de Dívidas dos Estados (Propag) considerados prejudiciais ao estado do Rio de Janeiro;
  • e a mediação de um acordo entre estados para não haver a redução do número de cadeiras de deputados federais do Rio de Janeiro na Câmara dos Deputados e estaduais na Assembleia Legislativa (Alerj) como fruto de uma ação ajuizada pelo governo do Pará no STF sobre a revisão periódica da proporcionalidade deputado/população.

Cláudio Castro foi um dos governadores mais enfáticos nas críticas aos vetos de Lula ao programa de renegociação das dívidas dos estados com a União.

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Ao sancionar o Propag, Lula vetou os trechos que previam: possibilidade do uso do Fundo Nacional de Desenvolvimento Regional (FNDR) para abater parte do saldo devedor com a União e possibilidade de abatimento deste saldo por meio de valores investidos nos chamados “serviços de cooperação federativa” em áreas como segurança e infraestrutura.

“Vetar o uso do Fundo Nacional de Desenvolvimento Regional, aprovado na reforma tributária, para o abatimento da dívida e permitir assim que os estados possam abater 20% das suas dívidas e ingressar em um ambiente de menos juros, na prática, mata o programa”, declarou o governador do Rio à época.

Em nota à imprensa depois da sanção, Castro afirmou ser “sabido que, nos corredores do Palácio do Planalto, pessoas de baixo espírito público eram contra a sanção do Propag, alegando que esse projeto beneficiaria apenas os estados governados por aqueles que não apoiaram a eleição do atual Presidente da República”.

“É dessa visão míope que se alimenta o ódio entre as pessoas, que gera violência política e mantém nosso país refém de um ambiente tóxico, onde alguns insistem em dividir o país entre os bons e os maus, os de direita e os de esquerda, os de situação e os de oposição”, acrescentou Castro naquela ocasião.



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Frase do dia: Ciro Gomes

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Frase do dia: Ciro Gomes

Matheus Leitão

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“Estou muito envergonhado! Isto é uma indignidade inexplicável!” (Ciro Gomes, ex-ministro da Fazenda, usando as redes sociais para reclamar da troca de Carlos Lupi por Wolney Queiroz, seu desafeto no PDT, no comando do Ministério da Previdência Social) 


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Charge do JCaesar: 05 de maio

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Felipe Barbosa

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A articulação para mudar quem define o teto de jur…

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A articulação para mudar quem define o teto de jur...

Nicholas Shores

O Ministério da Fazenda e os principais bancos do país trabalham em uma articulação para transferir a definição do teto de juros das linhas de consignado para o Conselho Monetário Nacional (CMN). 

A ideia é que o poder de decisão sobre o custo desse tipo de crédito fique com um órgão vocacionado para a análise da conjuntura econômica. 

Compõem o CMN os titulares dos ministérios da Fazenda e do Planejamento e Orçamento e da presidência do Banco Central – que, atualmente, são Fernando Haddad, Simone Tebet e Gabriel Galípolo.

A oportunidade enxergada pelos defensores da mudança é a MP 1.292 de 2025, do chamado consignado CLT. O Congresso deve instalar a comissão mista que vai analisar a proposta na próxima quarta-feira. 

Uma possibilidade seria aprovar uma emenda ao texto para transferir a função ao CMN.

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Hoje, o poder de definir o teto de juros das diferentes linhas de empréstimo consignado está espalhado por alguns ministérios. 

Cabe ao Conselho Nacional da Previdência Social (CNPS), presidido pelo ministro da Previdência Social, Wolney Queiroz, fixar o juro máximo cobrado no consignado para pensionistas e aposentados do INSS.

A ministra da Gestão e Inovação, Esther Dweck, é quem decide o teto para os empréstimos consignados contraídos por servidores públicos federais.

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Na modalidade do consignado para beneficiários do BPC-Loas, a decisão cabe ao ministro do Desenvolvimento Social e Combate à Fome, Wellington Dias.

Já no consignado de adiantamento do saque-aniversário do FGTS, é o ministro do Trabalho, Luiz Marinho, que tem a palavra final sobre o juro máximo.

Atualmente, o teto de juros no consignado para aposentados do INSS é de 1,85% ao mês. No consignado de servidores públicos federais, o limite está fixado em 1,80% ao mês.

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Segundo os defensores da transferência da decisão para o CMN, o teto “achatado” de juros faz com que, a partir de uma modelagem de risco de crédito, os bancos priorizem conceder empréstimos nessas linhas para quem ganha mais e tem menos idade – restringindo o acesso a crédito para uma parcela considerável do público-alvo desses consignados.

Ainda de acordo com essa lógica, com os contratos de juros futuros de dois anos beirando os 15% e a regra do Banco Central que proíbe que qualquer empréstimo consignado tenha rentabilidade negativa, a tendência é que o universo de tomadores elegíveis para os quais os bancos estejam dispostos a emprestar fique cada vez menor.



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