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O cessar-fogo em Gaza finalmente começa após três horas de atraso e ataques israelenses | Guerra Israel-Gaza
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Lorenzo Tondo in Jerusalem, Bethan McKernan in Sderot and Peter Beaumont
Israel e o Hamas iniciaram um cessar-fogo há muito aguardado em Gaza, que começou com horas de atraso, em meio a preocupações crescentes sobre a fragilidade do acordo para encerrar 15 meses de guerra brutal.
A trégua entrou em vigor um dia antes da posse do presidente dos EUA, Donald Trump, que exigiu o fim dos combates em Gaza. O Hamas estava se preparando para libertar três mulheres israelenses mantidas reféns – incluindo a cidadã britânica Emily Damari – em troca da libertação de prisioneiros palestinianos detidos em prisões israelitas.
Várias centenas de camiões de entrega de ajuda, incluindo 20 transportando combustível, começaram a chegar à passagem de Kerem Shalom, controlada por Israel, antes de entrarem na região. Gaza como parte de um aumento humanitário acordado para os 2,3 milhões de residentes da faixa.
A suspensão da violência, que ceifou quase 47 mil palestinos, ocorreu quase três horas atrasada depois que Israel disse que o Hamas não conseguiu divulgar os nomes dos reféns que libertaria no domingo, em meio à desconfiança generalizada de ambos os lados.
O Hamas atribuiu o atraso na entrega dos nomes a “razões técnicas de campo”, acrescentando num comunicado que estava comprometido com o acordo de cessar-fogo anunciado na semana passada.
Israel continuou a atacar Gaza até que o cessar-fogo finalmente entrou em vigor às 11h15, horário local (9h15 GMT), quando o Hamas publicou os nomes dos três reféns em seus canais de mídia social. Os desafios enfrentados pelo acordo complexo e faseado eram claramente evidentes.
Os primeiros três reféns a serem libertados foram nomeados como Damari, 28, Romi Gonen, 24, e Doren Steinbrecher, 31, que foram sequestrados em 7 de outubro de 2023 durante o ataque de choque do Hamas ao sul de Israel.
Em Gaza, milhares de palestinianos saíram às ruas quando o cessar-fogo começou.
“Sinto que finalmente encontrei água para beber depois de me perder no deserto durante 15 meses. Sinto-me viva novamente”, disse Aya, uma mulher deslocada da Cidade de Gaza, que está abrigada em Deir al-Balah, no centro de Gaza, há mais de um ano.
Combatentes armados do Hamas atravessaram a cidade de Khan Younis, no sul, com multidões aplaudindo e cantando.
A libertação de reféns por prisioneiros estava programada para ocorrer num momento em que o primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, enfrentava crescentes obstáculos políticos em relação ao acordo. O partido de extrema-direita liderado por Itamar Ben-Gvir abandonou a sua coligação em protesto, e o ministro das Finanças, Bezalel Smotrich, também ameaçava derrubar o governo.
Ben-Gvir disse que os ministros do seu partido apresentaram as suas demissões do governo no domingo, em oposição ao cessar-fogo.
A saída do partido Poder Judeu, embora enfraqueça a coligação de Netanyahu, não afectará o cessar-fogo, cujos termos permaneceriam em vigor mesmo se o governo de Netanyahu entrar em colapso.
A primeira fase de 42 dias do cessar-fogo deverá significar um total de 33 reféns que regressam de Gaza e centenas de prisioneiros e detidos palestinianos libertados.
O acordo também exige que as forças israelitas recuem para uma zona tampão dentro de Gaza, e muitos palestinianos deslocados deverão poder regressar a casa.
Muito mais complicadas, no entanto, serão provavelmente as negociações para a segunda fase do cessar-fogo, que deverá começar dentro de pouco mais de duas semanas. Subsistem questões importantes, incluindo se a guerra irá recomeçar após a primeira fase de seis semanas e como será libertado o resto dos quase 100 reféns em Gaza.
Após a libertação dos reféns no domingo, de acordo com o principal negociador dos EUA, Brett McGurk, o acordo prevê a libertação de mais quatro reféns após sete dias, seguida pela libertação de mais três reféns a cada sete dias a partir de então.
A agência de defesa civil dirigida pelo Hamas disse que oito pessoas foram mortas nos ataques israelenses no Gaza Tire-se durante as horas após a entrada em vigor do cessar-fogo.
As forças israelenses começaram a se retirar de áreas da cidade de Rafah, em Gaza, para o corredor de Filadélfia, ao longo da fronteira entre o Egito e Gaza, informou a mídia pró-Hamas na manhã de domingo.
Os militares de Israel alertaram os residentes de Gaza para não se aproximarem das suas tropas ou circularem pelo território palestiniano antes do prazo final do cessar-fogo, acrescentando que quando o movimento for permitido “será emitida uma declaração e instruções sobre métodos de trânsito seguros”.
O acordo de cessar-fogo em três etapas seguiu-se a meses de negociações intermitentes mediadas pelo Egito, Catar e Estados Unidos, e ocorreu pouco antes da posse de Donald Trump como presidente, na segunda-feira.
Durante a primeira fase, o exército israelita retirar-se-á de algumas das suas posições em Gaza e os palestinianos deslocados de áreas no norte de Gaza serão autorizados a regressar.
A equipe do presidente dos EUA, Joe Biden, trabalhou em estreita colaboração com o enviado de Trump ao Oriente Médio, Steve Witkoff, para levar o acordo além dos limites.
À medida que a sua tomada de posse se aproximava, Trump repetiu a sua exigência de que um acordo fosse feito rapidamente, alertando repetidamente que haveria “um inferno a pagar” se os reféns não fossem libertados.
Mas o que acontecerá a seguir em Gaza permanece incerto, na ausência de um acordo abrangente sobre o futuro pós-guerra do território, que exigirá milhares de milhões de dólares e anos de trabalho para reconstruir.
E embora o objectivo declarado do cessar-fogo seja acabar totalmente com a guerra, este poderá facilmente desmoronar-se.
O Hamas, que controla Gaza há quase duas décadas, sobreviveu apesar de ter perdido a sua liderança máxima e milhares de combatentes.
Israel prometeu que não permitirá que o Hamas regresse ao poder e limpou grandes extensões de terreno dentro de Gaza, num passo amplamente visto como um movimento no sentido da criação de uma zona tampão que permitirá às suas tropas agir livremente contra ameaças no território.
Em Israel, o regresso dos reféns poderá aliviar alguma da raiva pública contra Netanyahu e o seu governo de direita devido à falha de segurança de 7 de Outubro, que levou ao dia mais mortífero da história do país.
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Estudantes de Jornalismo da Ufac ensinam audiovisual a moradores da Reserva Cazumbá-Iracema — Universidade Federal do Acre
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16 de outubro de 2026Estudantes do curso de Jornalismo da Universidade Federal do Acre (Ufac) realizaram oficinas de audiovisual na Reserva Extrativista Cazumbá-Iracema, em Sena Madureira. A iniciativa ensinou técnicas de produção de vídeos a moradores da reserva, com atividades de roteiro, gravação e edição, para incentivar o registro da história, da cultura e do cotidiano das comunidades.
As oficinas começaram em 6 de outubro e ocorreram em duas escolas: José Siqueira dos Santos, na comunidade Cazumbá, e Francisco Siqueira Moura, no Seguro. As atividades tiveram duração de um dia e meio em cada local e reuniram 20 participantes por comunidade, entre crianças, adolescentes e adultos.
Estudantes do ensino médio, professoras, funcionárias e bolsistas participaram da capacitação na escola José Siqueira dos Santos, localizada no núcleo da reserva.
- Foto: Beatriz Guedes
A formação foi ministrada por sete estudantes do 4º período de Jornalismo da Ufac, que desenvolveram atividades teóricas e práticas de produção audiovisual. Durante as aulas, os participantes aprenderam técnicas de elaboração de roteiros, captação de áudio e imagem, gravação e edição de vídeos. Na etapa prática, dividiram-se em grupos para produzir conteúdos sobre temas relacionados à comunidade.
A equipe foi formada pela professora Aleta Dreves e pelos estudantes Beatriz Oliveira, Islana Wiciuk, Railan Costa, Gabriela Guedes, Lauana Brito, Beatriz Guedes e Joás Linhares.

A atividade integra uma ação de extensão do curso de Jornalismo, desenvolvida em parceria com o projeto Tecendo Teias de Aprendizagem e o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio).
Demanda da comunidade
A oficina surgiu a partir de uma solicitação dos próprios moradores da reserva. Segundo a professora Aleta Dreves, responsável pela ação de extensão, a proposta inicial era oferecer uma atividade voltada à fotografia, mas a comunidade manifestou interesse em aprender também técnicas de produção audiovisual.
A intenção é ampliar o acesso ao conhecimento na área e incentivar os moradores a produzir registros sobre a própria realidade. A formação também busca contribuir para a criação de agentes comunicadores na reserva, capazes de compartilhar histórias, tradições e experiências sem precisar sair do território para adquirir esse conhecimento.
“Os objetivos são qualificar a população da Resex para despertar conhecimento nessa área, para que, somada a outras qualificações, possamos formar agentes comunicadores, visando à possibilidade de esses jovens e adultos não precisarem sair de dentro da reserva para obter o conhecimento”, explicou Aleta.
Para adaptar as aulas à realidade dos participantes, a equipe priorizou conteúdos básicos e ferramentas acessíveis, como celulares e tablets.

- Foto: Beatriz Guedes
A proposta também considerou a possibilidade de os moradores utilizarem a internet para aprimorar o aprendizado e divulgar as próprias produções.
Durante as oficinas, os estudantes da Ufac utilizaram exemplos próximos da rotina dos participantes para facilitar a compreensão das técnicas. A produção dos vídeos também permitiu que os moradores escolhessem temas ligados à cultura, ao trabalho e às experiências vividas na reserva.
Beatriz Guedes, uma das universitárias que ministraram as aulas, explicou que o foco foi ensinar a produção de vídeos curtos, desde a gravação até a edição. A proposta é que os participantes utilizem o conhecimento para registrar acontecimentos do cotidiano e desenvolver novas produções por conta própria.
“Estamos trabalhando com produção de audiovisual e tendo uma troca de conhecimento com os alunos. Ensinamos outros modelos, mas o nosso foco é vídeos curtos, para que eles registrem o seu cotidiano e publiquem nas redes sociais”, explicou Beatriz.
Entre os temas escolhidos pelos grupos estão a castanha e as lendas da comunidade. A estudante afirmou que a escolha de assuntos conhecidos pelos moradores ajuda a aproximar o conteúdo das oficinas das experiências de cada participante.
Um dos participantes da oficina é Kairo Siqueira, de 17 anos, que integra um grupo responsável pela produção de um vídeo sobre a seringueira, o látex e o artesanato. Para ele, a oficina permitiu conhecer novas técnicas de gravação e pensar em outras possibilidades de produção de conteúdo.
“Está sendo engraçado e bem produtivo. Nós estamos aprendendo mais sobre as filmagens, sobre as nossas formas de filmagem e sobre várias outras coisas”, relatou o estudante.
Kairo Siqueira, de 17 anos, participou da oficina de audiovisual e pretende utilizar o aprendizado para produzir vídeos próprios.

Kairo pretende aproveitar o aprendizado para criar vídeos sobre jogos, experiências pessoais e atividades realizadas na floresta. Segundo ele, a vontade de gravar já existia, mas a oficina apresentou conhecimentos que podem ajudar a desenvolver essas produções.
A experiência também pode ampliar o uso do audiovisual por quem já tinha contato com a fotografia e a gravação de vídeos. Keven dos Santos, de 19 anos, conta que acompanha registros da reserva desde a infância, quando o pai participava de projetos com fotógrafos de Brasília. Com o tempo, ele próprio passou a gravar momentos do cotidiano e publicar vídeos em uma conta privada.
Para Keven, o audiovisual também pode ajudar a apresentar diferentes perspectivas sobre a vida na comunidade, especialmente as diferenças entre as gerações.

- Foto: Beatriz Guedes
Troca de experiências
Além dos moradores, os estudantes da Ufac também aproveitam a experiência para colocar em prática os conhecimentos adquiridos durante a graduação. Para Railan Costa, as oficinas aproximam os conteúdos teóricos das situações que os futuros jornalistas encontram fora da universidade.
“A gente espera que fiquem boas sementes, pessoas interessadas em ser comunicadoras na questão de reproduzir tudo aquilo que a comunidade tem a oferecer. E que, assim como nós viemos ensiná-los a fazer, eles também possam ensinar as outras crianças, os outros jovens, que também possam somar junto com eles aqui na comunidade”, declarou.
A ação também prevê novas etapas de formação. Segundo Aleta Dreves, estão planejados um curso mais aprofundado de audiovisual em Rio Branco, oficinas de podcast e fotografia, além de uma atividade de fotografia na comunidade, voltada ao registro do artesanato local e à produção de fotografia artística.
Tecendo Teias de Aprendizagem
A oficina de audiovisual faz parte de uma iniciativa mais ampla de extensão universitária desenvolvida na Reserva Extrativista Cazumbá-Iracema. O projeto Tecendo Teias de Aprendizagem surgiu a partir de demandas da própria comunidade por ações nas áreas de educação, saúde e oportunidades para jovens e trabalhadores extrativistas.
Segundo a pedagoga Socorro Siqueira, que atua na coordenação local, o projeto foi elaborado em 2025 e assumido pela Ufac no fim do mesmo ano, como um programa de extensão. As ações começaram a ser executadas no início de 2026 e incluem atividades de apoio à educação, preparação para o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) e produção de materiais pedagógicos para as escolas da reserva.
Para Socorro, a oficina de audiovisual contribui para aproximar os jovens da comunidade dos universitários e incentivar a expressão de suas próprias ideias. A convivência entre os grupos também permite a troca de conhecimentos entre pessoas com experiências diferentes.
“Um dos objetivos é fazer com que os jovens da comunidade se sintam em pé de igualdade, apesar de terem saberes diferentes. Perder a timidez, conseguir expressar-se como eles querem. Então, a comunicação é de fundamental importância para eles poderem conquistar os objetivos que têm”, afirmou a pedagoga.
A pedagoga Socorro Siqueira destaca a importância da comunicação para que os jovens da comunidade expressem suas ideias.

- Foto: Beatriz Guedes
Participantes da primeira etapa do projeto na escola Francisco Siqueira Moura.

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Ufac promove ação de prevenção à saúde da mulher durante o Outubro Rosa — Universidade Federal do Acre
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16 de outubro de 2026A Ufac, por meio da Pró-Reitoria de Desenvolvimento e Gestão de Pessoas (Progep) e da Diretoria de Saúde e Qualidade de Vida (DSQV), realizou nesta sexta-feira, 16, no estacionamento H (bloco de Medicina) do campus-sede, uma ação de prevenção e cuidado à saúde da mulher em alusão à campanha Outubro Rosa. Com o tema “A rotina pode esperar um pouco. Cuidar de você também é prioridade”, a iniciativa disponibilizou exames preventivos do colo do útero (PCCU) e testes rápidos para toda a comunidade acadêmica.
A diretora de Saúde e Qualidade de Vida da Ufac, Ane Kelly Severino Salvino, destacou a importância de facilitar o atendimento no próprio ambiente de trabalho para servidoras e terceirizadas. “A ideia é que elas parem por um momento, deixem o trabalho um pouquinho de lado e passem a se cuidar. Oferecer essa facilidade é muito gratificante”, afirmou. Ela ressaltou ainda as parcerias com a Uninorte, o sindicato e a Residência em Enfermagem Obstétrica para ampliar a ação.
A coordenadora de Vigilância à Saúde do Servidor, Priscila Miranda, ressaltou a importância de uma abordagem integral da saúde feminina e chamou a atenção para a sobrecarga da rotina das mulheres. “Trazemos esse olhar para mostrar que a mulher precisa se conscientizar sobre a prioridade de cuidar de si mesma e de sua saúde física e mental, não apenas no Outubro Rosa. Trazer esses exames para dentro da universidade dá a elas o tempo necessário para o autocuidado”, pontuou.
Conscientização e prevenção
Durante a ação, residentes do programa de Enfermagem Obstétrica da Ufac atuaram no acolhimento e na orientação das mulheres atendidas, reforçando a importância da prevenção do câncer do colo do útero, apontado como o segundo tipo com maior mortalidade feminina no mundo.
A enfermeira residente Francisca da Silva enfatizou que a campanha é um momento estratégico de mobilização. “Nós temos todos os 12 meses do ano para orientar, mas o mês de outubro é quando toda a rede intensifica ações para chamar as mulheres a realizarem seus exames o quanto antes”, ressaltou.
A enfermeira residente Vitória Amorim alertou que o câncer do colo do útero é assintomático no início, mas pode ser prevenido por meio do rastreamento e do tratamento de lesões precursoras. “Com o rastreamento periódico pelo PCCU, é possível diagnosticar e tratar lesões pré-cancerígenas anos antes que a doença se desenvolva. Por isso, promover essa educação em saúde no campus é vital para estimular o cuidado rotineiro”, explicou.
A iniciativa contou com a parceria do programa de Residência em Enfermagem Obstétrica da Ufac, dos cursos de Medicina e Enfermagem da Uninorte e do sindicato da categoria, que contribuíram para o suporte técnico e o atendimento às participantes.
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Ufac e SEE discutem disponibilização de produtos educacionais para professores da rede estadual — Universidade Federal do Acre
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15 de outubro de 2026A Universidade Federal do Acre (Ufac), por meio do Mestrado Profissional em Ensino de Ciências e Matemática (MPECIM), reuniu-se com representantes da Secretaria de Estado de Educação do Acre (SEE) na manhã desta terça-feira, 13, para discutir possibilidades de parceria para disponibilizar produtos educacionais desenvolvidos no programa de pós-graduação aos professores da rede estadual de ensino. O encontro ocorreu na sede da secretaria.
A proposta busca ampliar o acesso dos professores aos materiais produzidos no âmbito do MPECIM, contribuindo para o fortalecimento das práticas pedagógicas e da formação continuada dos docentes.
Participaram da reunião o coordenador do MPECIM, Pierre André Garcia Pires; a secretária adjunta de Ensino, Gleicicleia Gonçalves de Souza; e a assessora técnico-pedagógica da Diretoria de Ensino, Fabiany Soares Mamed.
O encontro permitiu discutir possibilidades de cooperação entre as instituições para viabilizar o acesso dos professores da rede estadual aos produtos educacionais desenvolvidos pela universidade
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