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O chefe da ONU pede que Ruanda puxe as tropas – DW – 26/01/2025
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26/01/202526 de janeiro de 2025
Forças de paz internacionais mortas
Os relatos do avanço dos rebeldes parecem contradizer uma declaração de sábado da Força de Defesa Nacional da África do Sul (SANDF) que disse que um militante M23 havia sido interrompido e até recuado. O som de tiros pesados continuou sendo ouvido em Goma, pois dezenas de pessoas deslocadas, incluindo muitas crianças, fugiram.
As forças de paz internacionais estão apoiando as forças armadas congolitas nos combates no território da RDC.
Pelo menos três forças de paz da ONU foram mortas nos combates – dois sul -africanos e um uruguaio – enquanto sete outros soldados sul -africanos e três do Malawi, servindo em uma missão africana do sul separados também foram mortos.
As agências de ajuda estão preocupadas com o impacto do conflito nos civis e alertaram que os combates aprofundarão o que já é uma das piores crises humanitárias do mundo.
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26/01/202526 de janeiro de 2025
Os rebeldes M23 se aproximam de Goma, forçando milhares a fugir
M23 rebeldes, que se acredita serem apoiados por Ruandacontinuou se aproximando da cidade de Goma do leste da RDC no domingo.
Milhares de civis foram forçados a fugir em meio a um Escalada na luta Enquanto as forças do governo lutavam para impedir que os rebeldes assumissem o controle da cidade rica em minerais.
O representante especial da ONU para o Congo, Bintu Keita, disse em uma reunião de emergência do Conselho de Segurança da ONU de que “as forças M23 e Ruanda penetraram no trimestre de Munigi na cidade de Goma, causando pânico em massa e vôo entre a população”.
A ONU diz que várias centenas de milhares já foram forçadas a fugir de várias áreas em que a luta ocorreu desde que a mais recente ofensiva do M23 começou em 23 de janeiro.
“Vários locais nos arredores de Goma, abrigando mais de 300.000 pessoas deslocadas, foram completamente esvaziadas no espaço de algumas horas”, disse o coordenador humanitário da ONU em comunicado.
Milhares fogem lutando no leste do Congo
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26/01/202526 de janeiro de 2025
Antonio Guterres da ONU pede que Ruanda puxe as tropas
Secretário Geral das Nações Unidas Antonio Guterres chamado Ruanda retirar suas forças do leste República Democrática do Congo (DRC) Em meio a ferozes lutando enquanto os rebeldes M23 se aproximaram dos arredores da cidade congolesa de Goma.
A luta pesada já matou 13 soldados da África do Sul, Malawi e Uruguai. Alguns dos soldados que perderam a vida faziam parte de uma missão da ONU, enquanto outros membros de uma força regional de manutenção da paz
“O Secretário-Geral está profundamente preocupado com a crescente violência na República Democrática do Leste do Congo e reitera sua condenação mais forte da ofensiva contínua do grupo armado do M23 e os avanços em direção a Goma em Kivu do Norte com o apoio das forças de defesa de Rwanda”, o porta-voz da Stephane Dujarric disse em comunicado.
Facções em guerra batalham pelo controle no leste do Congo
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“Ele pede ao M23 que cessasse imediatamente todas as ações hostil e se retire de áreas ocupadas. Ele exige ainda as forças de defesa de Ruanda a interromper o apoio ao M23 e se retirar do território da RDC”, disse Dujarric.
Os rebeldes M23 são compostos principalmente de tuts étnicos que se separaram do exército congolês há mais de uma década. Especialistas do Congo, dos Estados Unidos e da ONU acusaram Ruanda de apoiar o grupo armado do M23.
KB (AFP, AP, Reuters, DPA)
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Fundape tem nova sede inaugurada no campus da Ufac na capital — Universidade Federal do Acre
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26 de junho de 2026A reitora da Ufac, Guida Aquino, participou da solenidade de inauguração da nova sede da Fundação de Apoio e Desenvolvimento ao Ensino, Pesquisa e Extensão Universitária no Acre (Fundape), da qual ela é presidente do Conselho Curador. O evento ocorreu nesta sexta-feira, 26, no campus-sede, local em que se localiza o espaço administrativo e operacional da fundação.
Guida destacou a importância da Fundape para a Ufac e para outras instituições da Região Norte. Para ela, a fundação passou por um processo de fortalecimento nos últimos anos. “A Fundape hoje nos faz realizar, na verdade, todas as parcerias de formação de docentes, de ensino, de pesquisa, de extensão, de inovação”, afirmou.
Segundo a reitora, a fundação ampliou sua atuação para além do Acre, atendendo também instituições de Rondônia, Amapá e Roraima. “Olha a grandeza disso. E nós, enquanto Universidade Federal do Acre, temos que nos orgulhar”, pontuou.
O diretor-presidente da Fundape, Ismar Bernardo de Araújo, disse que a inauguração da sede própria representa uma conquista construída com dedicação, trabalho em equipe e visão de futuro. “Hoje não celebramos apenas a abertura de um novo espaço físico; celebramos uma conquista construída com dedicação, trabalho em equipe, visão de futuro e confiança.”

Ismar lembrou que a Fundape foi instituída em 22 de junho de 1998 e completa 28 anos em 2026. Atualmente, a fundação conta com 38 colaboradores, representa quatro universidades federais, três institutos federais e um hospital universitário, estando presente em quatro Estados da região Norte.
Membro fundador da Fundape e pró-reitor de Planejamento da Ufac, Alexandre Hid, relembrou a criação da fundação e os desafios enfrentados ao longo da trajetória institucional. “Hoje a fundação está aí forte e firme para maiores e melhores desafios.”

Também participaram da solenidade a reitora da Unir, Marília Pimentel; o procurador-geral adjunto para Assuntos Administrativos e Institucionais do MP-AC, Carlos Roberto da Silva Maia, representando o procurador-geral Oswaldo Lima Neto; o diretor técnico da Fundape, Camilo Gouveia; o diretor administrativo-financeiro da Fundape, Dionel de Araújo; Gemil Júnior, suplente do senador Alan Rick (Republicanos-AC); a pró-reitora de Inovação, Pesquisa e Pós-Graduação do Ifac, Alana Chocorosqui, representando o reitor Fábio Storch; o ex-reitor da Ufac, Minoru Kinpara; além de dirigentes, coordenadores de projetos, colaboradores e representantes de instituições parceiras.
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Seminário na Ufac tematiza planejamento e governança pública — Universidade Federal do Acre
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23 de junho de 2026O programa de pós-graduação em Planejamento e Governança Pública, da Universidade Tecnológica Federal do Paraná (UTFPR), no âmbito do mestrado interinstitucional para técnico-administrativos da Ufac e do Instituto Federal do Acre (Ifac), realiza o 12º Seminário de Boas Práticas em Planejamento e Governança Pública, de 14 a 16 de julho, no anfiteatro Garibaldi Brasil, campus-sede da Ufac. As inscrições são gratuitas e estão abertas até 16 de julho, por meio online.
O evento será transmitido pelo YouTube e terá como tema “Governança, Políticas Públicas e Desenvolvimento Regional na Amazônia: Desafios Estruturais para o Acre”, propondo um debate sobre questões territoriais, sociais, ambientais, urbanas, institucionais e econômicas que atravessam a realidade amazônica e acreana.
A programação científica será organizada em quatro eixos temáticos: governança urbana, mobilidade e direito à cidade na Amazônia; infraestrutura, saneamento e resiliência em contextos de enchentes e queimadas; governança ambiental, desenvolvimento sustentável e capacidade estatal na Amazônia; e educação e empreendedorismo na Amazônia.
O seminário tem como público-alvo a comunidade universitária e gestores públicos, contando com a participação de autoridades locais, pesquisadores da UTFPR, docentes da Ufac e do Ifac, bem como especialistas convidados de diferentes áreas.
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Estudo indica limitações de conhecimento sobre leishmaniose — Universidade Federal do Acre
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17 de junho de 2026A Ufac é parceira em pesquisa desenvolvida no município de Sena Madureira (AC), a qual identificou limitações no conhecimento sobre a leishmaniose cutânea entre pacientes e profissionais da saúde, além de barreiras geográficas e estruturais que dificultam o acesso ao diagnóstico e ao tratamento precoce em áreas rurais endêmicas.
Os resultados do estudo foram publicados, em maio, na revista eletrônica “Acervo Saúde”, vol. 26(5), com o título “Leishmaniose Cutânea na Amazônia Ocidental: Lacunas no Conhecimento e Barreiras de Acesso Assistencial em Áreas Endêmicas”. O artigo tem coautoria de pesquisadores da Ufac.
A pesquisa foi realizada com 50 pacientes com suspeita clínica de leishmaniose cutânea e 51 agentes de saúde, sendo 63% agentes comunitários de saúde e 37% agentes de combate às endemias.
“Em nosso trabalho, identificamos que tanto os profissionais da saúde quanto os pacientes possuem informações limitadas sobre a doença. Conhecer as limitações para acesso ao diagnóstico e tratamento precoce é uma das principais estratégias para a implementação de programas de controle e de educação em saúde que contemplem o perfil epidemiológico e social das populações de áreas endêmicas”, disse o autor do estudo, Leandro Siqueira de Souza, do Instituto Oswaldo Cruz (IOC).
A região Norte é responsável por mais da metade dos casos da doença no Brasil; o Acre conta com mais de 11 mil casos notificados na última década. Em 2025, os municípios acreanos de Xapuri, Marechal Thaumaturgo, Assis Brasil, Sena Madureira e Brasileia foram classificados pelo Ministério da Saúde como áreas de risco intenso para transmissão da doença.
“A região amazônica é uma área endêmica para a leishmaniose cutânea, uma doença negligenciada que afeta principalmente populações de comunidades tradicionais”, contou o pesquisador Reginaldo Peçanha Brazil, do IOC. “Conhecer as limitações no conhecimento tanto dos pacientes como de profissionais da saúde de áreas endêmicas é fundamental para o sistema de saúde do Estado do Acre e para o controle mais efetivo da doença.”
A investigação integra um projeto de pesquisa coordenado por Brazil. Além da Ufac, são parceiros na pesquisa a Universidade Federal de Minas Gerais, a Universidade de Brasília, o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade e a Secretaria de Estado de Saúde do Acre.
Pela Ufac, são coautores do artigo os pesquisadores Andréia Luísa Peixinho da Silva Guimarães, Francisca Alana Costa de Souza, Marcos Bruno Zacarias Campelo, Breno Kalyl Freitas Nascimento, Andreia Fernandes Brilhante e Francisco Glauco de Araújo Santos. Os estudos contam com financiamento do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e apoio de instituições parceiras.
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