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O compromisso com prazo de validade do União Brasi…

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O compromisso com prazo de validade do União Brasi...

Gustavo Maia

Articuladora política do Planalto, a ministra Gleisi Hoffmann foi almoçar na terça-feira na casa do presidente do União Brasil, Antonio Rueda, em Brasília e com outros integrantes do partido, como o presidente do Senado, Davi Alcolumbre, os líderes da legenda no Senado, Efraim Filho, e na Câmara, Pedro Lucas Fernandes, e os ministros Celso Sabino (Turismo) e Juscelino Filho (Comunicações).

O encontro já estava marcado havia alguns dias para discutir a relação da sigla com o governo Lula. Calhou, no entanto, de a conversa ocorrer horas depois da divulgação da notícia de que Juscelino Filho havia sido denunciado pela PGR ao STF por suspeita de desvio de emendas parlamentares quando cumpria mandato de deputado federal. A denúncia acabou sacrementando a demissão do ministro.

Depois de tratarem do tema mais urgente, os participantes do almoço falaram sobre o apoio do União Brasil ao governo do petista. E Gleisi teve que voltar ao Planalto com uma promessa nada alentadora para os planos de reeleição de Lula. A legenda até se comprometeu a apoiar a “governabilidade”, mas só até o fim de… 2025.

As lideranças do partido, que tem uma ala bolsonarista de oposição e outra governista, alegaram que qualquer discussão sobre as eleições de 2026, ficarão para o ano do pleito. Na semana passada, aliás, o governador de Goiás, Ronaldo Caiado, lançou sua pré-candidatura à Presidêncida da República em Salvador, ao lado do prefeito de Salvador, Bruno Reis, e de seu antecessor, ACM Neto, ambos do União Brasil.



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Frase do dia: Ciro Gomes

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Frase do dia: Ciro Gomes

Matheus Leitão

Frase do dia: Ciro Gomes | VEJA

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“Estou muito envergonhado! Isto é uma indignidade inexplicável!” (Ciro Gomes, ex-ministro da Fazenda, usando as redes sociais para reclamar da troca de Carlos Lupi por Wolney Queiroz, seu desafeto no PDT, no comando do Ministério da Previdência Social) 


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Charge do JCaesar: 05 de maio

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Charge do JCaesar: 05 de maio

Felipe Barbosa

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A articulação para mudar quem define o teto de jur…

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A articulação para mudar quem define o teto de jur...

Nicholas Shores

O Ministério da Fazenda e os principais bancos do país trabalham em uma articulação para transferir a definição do teto de juros das linhas de consignado para o Conselho Monetário Nacional (CMN). 

A ideia é que o poder de decisão sobre o custo desse tipo de crédito fique com um órgão vocacionado para a análise da conjuntura econômica. 

Compõem o CMN os titulares dos ministérios da Fazenda e do Planejamento e Orçamento e da presidência do Banco Central – que, atualmente, são Fernando Haddad, Simone Tebet e Gabriel Galípolo.

A oportunidade enxergada pelos defensores da mudança é a MP 1.292 de 2025, do chamado consignado CLT. O Congresso deve instalar a comissão mista que vai analisar a proposta na próxima quarta-feira. 

Uma possibilidade seria aprovar uma emenda ao texto para transferir a função ao CMN.

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Hoje, o poder de definir o teto de juros das diferentes linhas de empréstimo consignado está espalhado por alguns ministérios. 

Cabe ao Conselho Nacional da Previdência Social (CNPS), presidido pelo ministro da Previdência Social, Wolney Queiroz, fixar o juro máximo cobrado no consignado para pensionistas e aposentados do INSS.

A ministra da Gestão e Inovação, Esther Dweck, é quem decide o teto para os empréstimos consignados contraídos por servidores públicos federais.

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Na modalidade do consignado para beneficiários do BPC-Loas, a decisão cabe ao ministro do Desenvolvimento Social e Combate à Fome, Wellington Dias.

Já no consignado de adiantamento do saque-aniversário do FGTS, é o ministro do Trabalho, Luiz Marinho, que tem a palavra final sobre o juro máximo.

Atualmente, o teto de juros no consignado para aposentados do INSS é de 1,85% ao mês. No consignado de servidores públicos federais, o limite está fixado em 1,80% ao mês.

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Segundo os defensores da transferência da decisão para o CMN, o teto “achatado” de juros faz com que, a partir de uma modelagem de risco de crédito, os bancos priorizem conceder empréstimos nessas linhas para quem ganha mais e tem menos idade – restringindo o acesso a crédito para uma parcela considerável do público-alvo desses consignados.

Ainda de acordo com essa lógica, com os contratos de juros futuros de dois anos beirando os 15% e a regra do Banco Central que proíbe que qualquer empréstimo consignado tenha rentabilidade negativa, a tendência é que o universo de tomadores elegíveis para os quais os bancos estejam dispostos a emprestar fique cada vez menor.



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