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o confronto decisivo no final de “No Rancho Fundo”

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A novela “No Rancho Fundo”, que está chegando em sua reta final, promete grandes emoções com o aguardado embate entre Xaviera, personagem interpretada por Giovana Cordeiro, e Sabá Bodó (Welder Rodrigues). Esse confronto já vinha sendo esperado pelos fãs da trama, especialmente depois do retorno triunfal de Xaviera, conhecida por seu senso de justiça e personalidade marcante.

O retorno de Xaviera: uma nova missão

Desde a sua participação em “Mar do Sertão”, Xaviera conquistou o público com sua história de superação e garra. Na nova trama, ela retorna como prefeita da cidade fictícia de Canta Pedra, trazendo consigo mais sabedoria e uma postura ainda mais determinada. Seu retorno em “No Rancho Fundo” marca o início de uma série de reviravoltas importantes na história, principalmente com relação à luta pelos direitos das terras da Gruta Azul, um dos focos centrais da trama.

Agora, como uma figura influente, Xaviera se junta à família Leonel, principalmente a Zefa (Andrea Beltrão) e Tico Leonel (Alexandre Nero), para enfrentar os vilões que ameaçam seus direitos sobre a Gruta Azul. Entre esses vilões, está Sabá Bodó, que desempenha um papel fundamental nas intrigas e conflitos que permeiam a trama.

O embate com Sabá Bodó

O conflito entre Xaviera e Sabá Bodó promete ser um dos momentos mais eletrizantes da reta final. Sabá Bodó, conhecido por suas atitudes corruptas e manipuladoras, encontra em Xaviera uma adversária à altura. A prefeita de Canta Pedra chega decidida a confrontá-lo e impedir que ele continue seus planos de tomar as terras da Gruta Azul, o que envolve uma série de artimanhas e traições.

Essa luta pelo controle das terras é carregada de simbolismo, pois envolve não apenas a disputa pelo território, mas também questões de justiça, moralidade e poder. Sabá Bodó, que já enfrentou outros desafios ao longo da novela, vê em Xaviera um obstáculo inesperado e formidável, já que a personagem tem uma forte base de apoio e uma determinação que a torna implacável em sua busca por justiça.

A importância de Timbó no desenrolar da trama

Outro personagem que retorna junto com Xaviera é Timbó, interpretado por Enrique Diaz. Antigo amigo e compadre de Zefa e Tico Leonel, Timbó tem um papel crucial na reta final da novela, especialmente ao usar sua influência como barão do petróleo para apoiar os Leonel na batalha contra Sabá Bodó e seus aliados. Timbó e Xaviera formam uma dupla poderosa, ambos comprometidos com a causa da justiça e com a proteção da família Leonel.

A presença de Timbó também ajuda a equilibrar a balança de poder na trama, já que ele traz recursos e autoridade para enfrentar Sabá Bodó de forma direta. Sua lealdade à família Leonel é um dos elementos que adiciona mais tensão e emoção aos últimos capítulos.

As alianças e traições de Sabá Bodó

Sabá Bodó, ao longo da novela, formou diversas alianças para garantir seus interesses, mas também se envolveu em traições que o deixaram cada vez mais vulnerável. Um exemplo disso é sua parceria com Ariosto (Eduardo Moscovis), outro personagem que joga um papel importante na luta pelas terras da Gruta Azul. No entanto, à medida que a trama avança, essas alianças começam a desmoronar, e Sabá se vê cada vez mais encurralado.

Um dos momentos mais aguardados pelos telespectadores é o confronto final entre Sabá Bodó e Xaviera, que, além de resolver as questões de poder e controle das terras, trará à tona antigas rivalidades e desavenças, principalmente relacionadas ao passado de Xaviera e sua ligação com Tertulinho (Renato Góes), filho falecido de Deodora (Débora Bloch). Essa relação complexa entre as personagens é um dos fatores que intensificam o drama e a tensão dos últimos episódios.

O desfecho da trama e o legado de Xaviera

Com o embate final entre Xaviera e Sabá Bodó se aproximando, os fãs de “No Rancho Fundo” aguardam ansiosamente o desfecho dessa história cheia de reviravoltas e emoções intensas. A trajetória de Xaviera, desde “Mar do Sertão” até sua volta triunfal, reflete sua evolução como personagem e sua importância dentro do universo da novela.

O papel de Xaviera como defensora da justiça e das causas populares a coloca em um patamar de destaque, sendo uma das figuras mais queridas e respeitadas da trama. Sua luta contra Sabá Bodó simboliza não apenas uma vitória pessoal, mas também uma vitória para todos aqueles que buscam justiça e igualdade.

Nos próximos capítulos, o público será testemunha de momentos de alta tensão e emoção, com Xaviera enfrentando seus inimigos e lutando para garantir um final justo para a família Leonel. A novela “No Rancho Fundo” chega ao seu clímax, prometendo encerrar a história de forma grandiosa, com Xaviera no centro dessa conclusão épica.

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Ufac entrega equipamentos para Laboratório de Sismologia — Universidade Federal do Acre

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A Ufac realizou a entrega de novos equipamentos para o Laboratório de Sismologia da Estação de Geofísica Aplicada do Acre. Os dispositivos provêm de emenda parlamentar no valor de R$ 750 mil, alocada pela deputada federal Socorro Neri (PP-AC), inseridos em um investimento global de R$ 900 mil destinados ao projeto de pesquisa da universidade. O evento ocorreu na sexta-feira, 29, no auditório do bloco do curso de Física. 

O aporte viabilizou a aquisição de um sistema de videoconferência e monitoramento —composto por TVs, câmeras e nobreaks— além de workstations com GPU e servidores dedicados de alta performance para o Núcleo de Tecnologia da Informação (NTI) da universidade.

A estrutura física e computacional dará suporte a uma rede de seis estações sismográficas de banda larga com telemetria, que funcionarão de forma contínua (24 horas por dia, sete dias por semana) nos municípios de Rio Branco (campus-sede), Sena Madureira, Tarauacá, Assis Brasil, Marechal Thaumaturgo e Santa Rosa do Purus.

Além de atuar no monitoramento da atividade tectônica regional para fins de proteção junto à Defesa Civil do Estado, o laboratório utilizará métodos de sísmica passiva para o mapeamento de falhas profundas com potencial de geração e migração de hidrogênio geológico. 

“Este é o primeiro laboratório de sismologia da região Norte. Isso é muito importante porque nossa região sofre influência da atividade na borda de duas placas tectônicas”, explicou a reitora Guida Aquino.

Socorro Neri enfatizou o compromisso com o avanço científico regional, ressaltando que os novos dispositivos tecnológicos contribuirão diretamente para o monitoramento preciso e seguro de abalos na Amazônia.

O coordenador do projeto e da área de Física, professor Antonio Romero da Costa Pinheiro, destacou o caráter integrador do projeto. “Unimos a pesquisa de ponta à extensão universitária através da confecção de sismômetros didáticos de baixo custo com sensores Arduino para escolas públicas da rede estadual e municipal.”

Ufac entrega equipamentos para Laboratório de Sismologia-interna.jpg

Também compuseram o dispositivo de honra da solenidade a vice-reitora eleita, Almecina Balbino; a pró-reitora de Pesquisa e Pós-Graduação, Margarida Carvalho; o diretor do CCBN, José Ribamar Lima; e o coordenador do curso de Física, Victor Ribeiro.

(Camila Barbosa, estagiária Ascom/Ufac)

 



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PZ realiza reunião para discutir prevenção de incêndios florestais — Universidade Federal do Acre

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PZ realiza reunião para discutir prevenção de incêndios florestais-interna.jpg

O Parque Zoobotânico (PZ) da Ufac sediou uma reunião estratégica para debater alternativas de prevenção, controle, monitoramento e combate a incêndios florestais nas áreas verdes do campus-sede, projeto Humaitá e Fazenda Experimental Catuaba. O encontro ocorreu na sexta-feira, 29, na sala ambiente do PZ.

A iniciativa foi motivada pela necessidade de ampliar a articulação institucional frente à aproximação do período de estiagem. Nessa época, a combinação de vegetação seca, acúmulo de folhas e galhos e baixa umidade eleva drasticamente a vulnerabilidade desses espaços. Além do viés ambiental, a pauta destacou a relevância acadêmica das áreas para atividades de ensino, pesquisa e extensão de diversos cursos da universidade.

Os participantes discutiram propostas para fortalecer o controle de acesso, a vigilância e o planejamento preventivo. O histórico de sinistros na instituição, como o incêndio de 2010 ocorrido nas proximidades da Unidade de Tecnologia de Alimentos (Utal), foi lembrado para reforçar a urgência de tratar o tema de forma permanente.

Além disso, foi apresentada uma contextualização institucional do PZ e sua relevância para a Ufac e a sociedade acreana. O professor Rodrigo Perea expôs a pesquisa desenvolvida em 2025 por seu orientando, Moisés Pereira, aluno do doutorado Bionorte da Ufac, sobre risco de incêndio em áreas florestadas do campus-sede.

As discussões foram enriquecidas pelas contribuições do professor Moisés Barbosa de Souza, do Centro de Ciências Biológicas e da Natureza (CCBN), reconhecido por seu conhecimento sobre as áreas florestadas da Ufac, apontando para a necessidade de uma construção coletiva que envolva orientação, resposta rápida e proteção da biodiversidade.

“Esperamos que a organização de alternativas de prevenção, monitoramento e combate ao risco de incêndios florestais nas áreas da Ufac avance significativamente em 2026”, disse o diretor substituto do PZ, Wanderson Gomes. “Diante da previsão de uma estiagem mais severa, é fundamental que a universidade esteja preparada para agir de forma planejada, integrada e preventiva.”

Também participaram da reunião representantes da Prefcam, do CCBN, do CFCH, dos cursos de Geografia e Medicina Veterinária, do doutorado Bionorte, além de servidores e colaboradores ligados à temática ambiental.

Próximos passos

Para dar materialidade às ações propostas, foram definidos os seguintes encaminhamentos práticos:

– 3 de junho às 8h: visita in loco à trilha interna do PZ (trajeto de aproximadamente 3 quilômetros) para mapear pontos críticos, gargalos de acesso e possibilidades de intervenção;

– 12 de junho às 8h30: nova reunião de trabalho com o objetivo de dar continuidade às discussões e avançar na consolidação de medidas integradas.

 



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Projeto da Ufac integra exposição sobre memória da covid-19 — Universidade Federal do Acre

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Ministro da Saúde Alexandre Padilha

O projeto de extensão Relatos de Maternidade, da Ufac, desenvolvido entre setembro e dezembro de 2020, compõe a exposição A Infinita Memória da Pandemia: A História da Covid-19, cuja cerimônia de inauguração ocorreu na terça-feira, 26, no shopping Conjunto Nacional, em Brasília, e que também passará por Fortaleza, Manaus, Porto Alegre e São Paulo.

O projeto foi desenvolvido pelas professoras Ana Letícia de Fiori, do curso de Ciências Sociais e do programa de pós-graduação em Artes Cênicas, e Camila Bylaardt Volker, à época do curso de Letras e atualmente servidora do Ministério das Mulheres. Elas e seis estudantes entrevistaram, por WhatsApp, mais de 50 mulheres e mães, coletando relatos sobre suas experiências de maternidade e vida.

O trabalho abordou, ainda, cuidados, trabalho, família, medos, esperanças e projetos afetados pela pandemia da covid-19 no Acre, originando um e-book (162 p.) lançado pela Editora da Ufac (Edufac) em 2025, disponível para leitura online e download gratuito. Além disso, passou a integrar o Memorial Digital da Pandemia de Covid-19, como coleção.

Nessa quarta-feira, 27, as professoras Ana Letícia e Camila participaram, tratando dos relatos de maternidades, de mesa-redonda com os organizadores dos projetos Fala, Parente (PET Indígena, Unifap), a qual contou com depoimentos de indígenas do Amapá, Pará e Guiana Francesa.

A exposição levará a capitais brasileiras parte das coleções do Memorial da Pandemia de Covid-19, sediado no Rio de Janeiro e desenvolvido pela Ministério da Saúde, Organização Pan-Americana de Saúde, Centro Latino-Americano e do Caribe de Informação em Ciências da Saúde e Centro de Humanidades Digitais da Unicamp.

 



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