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O Deepseek da China causa derrota entre as ações ligadas à IA | Notícias dos mercados financeiros

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As superestrelas de Wall Street estão caindo quando um concorrente da China ameaça aumentar o frenesi de inteligência artificial que criou uma bonanza de gastos.

O S&P 500 caiu 1,7 % nas negociações do meio -dia na segunda -feira e indo para o pior dia em mais de um mês. As grandes ações de tecnologia tiveram algumas das perdas mais pesadas com a NVIDIA em 14,4 % e arrastaram o Nasdaq Composite para baixo de 2,8 %.

As ações fora do setor relacionadas à IA se sustentaram muito melhor, e a média industrial da Dow Jones caiu apenas 54 pontos, ou 0,1 %, a partir das 11h05 em Nova York (16:05 GMT). O Dow, cujas empresas têm muito menos ênfase na tecnologia do que o S&P 500 e a NASDAQ, estavam brevemente no caminho para um pequeno ganho no início da manhã.

O choque para os mercados financeiros veio da China, onde uma empresa chamada Deepseek disse que havia desenvolvido um grande modelo de idioma que pode competir com os gigantes dos Estados Unidos por uma fração do custo.

O aplicativo da Deepseek já havia atingido o topo do gráfico da App Store da Apple na segunda -feira de manhã, e os analistas disseram que esse feito seria particularmente impressionante, uma vez que o governo dos EUA restringiu o acesso chinês aos principais chips de IA.

Marc Andreessen, um capitalista do Vale do Vale do Silício, disse em um post no X no domingo que o modelo R1 da Deepseek foi o “Momento do Sputnik” da AI, referindo -se ao lançamento da União Soviética de um satélite que marcou o início da corrida espacial com os EUA no final 1950.

“O Deepseek R1 é um dos avanços mais incríveis e impressionantes que eu já vi – e como código aberto, um presente profundo para o mundo”, disse ele em um post separado.

O ceticismo, no entanto, permanece sobre o quanto o anúncio da Deepseek abalará a cadeia de suprimentos da IA ​​dos fabricantes de chips, que faz semicondutores para os utilitários que esperam eletrificar vastos centers de dados devorando o poder de computação.

“Resta saber se Deepseek encontrou uma maneira de contornar essas regras de restrições de chip e quais chips eles usavam, pois haverá muitos céticos em torno desse problema, dado que as informações são provenientes da China”, segundo Dan Ives, um analista com títulos de Wedbush.

O anúncio da Deepseek, no entanto, abalou as bolsas de valores em todo o mundo.

Em Amsterdã, o fornecedor de chip holandês ASML deslizou 6,6 %. Em Tóquio, o Softbank Group Corp do Japão perdeu 8,3 % para se aproximar de onde estava antes de pular em um anúncio trompeado pela Casa Branca de que estava se juntando a uma parceria para investir até US $ 500 bilhões na infraestrutura de IA.

E em Wall Street, as ações da Constellation Energy afundaram 19 %. A empresa disse que reiniciaria a usina nuclear de três milhas da ilha de três milhas para fornecer energia aos data centers da Microsoft.

Todas as preocupações enviaram investidores a títulos, que podem ser investimentos mais seguros do que qualquer estoque.

‘Magnificent Seven’

É uma reviravolta acentuada para os vencedores da IA, cujas ações subiram nos últimos anos na esperança de que todo o investimento seja realizado refazer a economia global e oferecer lucros gigantescos ao longo do caminho.

Antes da queda de segunda -feira, as ações da Nvidia, por exemplo, subiram de menos de US $ 20 para mais de US $ 140 em menos de dois anos.

Outras grandes empresas de tecnologia também se juntaram ao frenesi, e seus preços das ações também se beneficiaram. Foi apenas na sexta -feira que o CEO da Meta Plataformas, Mark Zuckerberg, estava dizendo que esperava investir até US $ 65 bilhões este ano, enquanto conversava com uma meta de datacentro está construindo na Louisiana que é tão grande que cobriria uma parte significativa de Manhattan.

Um pequeno grupo dessas empresas se tornou tão dominante que passou a ser conhecido como o “magnífico sete”. Essas empresas – alfabeto, Amazon, Apple, Meta plataformas, Microsoft, Nvidia e Tesla – somente representavam mais da metade do retorno total do S&P 500 no ano passado, de acordo com os índices da S&P Dow Jones.

Seus tamanhos imensos, por sua vez, também deram a eles enormes influências sobre o S&P 500 e outros índices que dão mais peso a empresas maiores. Ele mostra o risco de apostar demais em apenas alguns estoques vencedores, algo que os especialistas do mercado chamam de “risco de concentração”.

Isso “pode ​​se sentir bem quando esses poucos nomes ou idéias estão na subida, mas é ainda mais perigoso quando as interrupções ocorrem”, disse Brian Jacobsen, economista -chefe da Anex Wealth Management.

Ainda assim, ele sugeriu não exagerar nas balanços agudos de segunda -feira. “É possível que as notícias da China possam ser exageradas e depois pudemos ver uma reversão dos recentes movimentos do mercado”, disse Jacobsen. “Também é possível que as notícias sejam verdadeiras, mas isso apresentaria novas oportunidades de investimento”.



Leia Mais: Aljazeera

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Ufac sedia encontro regional sobre residência e preceptoria no SUS — Universidade Federal do Acre

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2º Encontro Regional do Projeto de Desenvolvimento da Gestão de Programas de Residência e da Preceptoria no SUS (2).jpg

A Ufac sediou o 2º Encontro Regional do Projeto de Desenvolvimento da Gestão de Programas de Residência e da Preceptoria no Sistema Único de Saúde (SUS). O evento ocorreu nesta quinta-feira, 8, no anfiteatro Garibaldi Brasil, campus-sede, e reuniu profissionais e representantes de instituições de saúde para a apresentação dos resultados de sete projetos de intervenção desenvolvidos ao longo de dois anos de formação.

A iniciativa é promovida pelo Hospital Sírio-Libanês, em parceria com o Ministério da Saúde, no âmbito do Programa de Apoio ao Desenvolvimento Institucional do SUS, com participação da Ufac.

Para o reitor Josimar Ferreira, cerca de 80% das atividades dos residentes são realizadas nas unidades de saúde. Ele ressaltou o compromisso da gestão com a valorização dos profissionais que atuam na formação dos residentes. “Temos desenvolvido uma política para que os nossos preceptores possam participar dos nossos programas de pós-graduação, de forma a ter vagas garantidas para sua qualificação também.”

O encontro marcou a apresentação dos projetos de intervenção dos cursos de especialização em Gestão de Programas de Residência em Saúde e Educação na Saúde para Preceptores no SUS. Os trabalhos abordaram temas como formação e avaliação de preceptores, definição de perfis de competências, saúde mental dos residentes, reestruturação curricular e melhoria dos processos de trabalho nos serviços de saúde.

Segundo a coordenadora da Residência Multiprofissional Integrada em Saúde da Família e Comunidade da Ufac, Mariane Ribeiro, as iniciativas buscam qualificar tanto a formação dos residentes quanto as atividades desenvolvidas nos campos de prática. “Esses resultados que temos hoje proporcionam uma integração com o ensino, serviço e a comunidade, porque também têm um retorno para o usuário”, disse.

Para a representante do Hospital Sírio-Libanês e facilitadora de ensino e aprendizagem, Célia Márcia Birchler, a conclusão dos cursos representa uma etapa de um trabalho que deve continuar nas instituições de saúde. “Toda vez que fazemos um movimento de fortalecimento dos programas de residência, na realidade estamos falando de um processo de qualificação do SUS”, afirmou.

A presidente da Fundação Hospitalar Governador Flaviano Melo (Fundhacre), Sóron Angélica Steiner, disse que a formação estimula mudanças na organização do trabalho e no atendimento da população. “Essa força motriz que faz com que o serviço ande de acordo com a formação é o que faz com que o gestor seja provocado a melhorar o ambiente de trabalho, o fluxo de serviço.”

Também participaram da mesa de honra do encontro o presidente do Conselho Estadual de Saúde do Acre, Osvaldo de Souza Leal Júnior; e Pedro Henrique Macedo Leitão, representando o secretário municipal de Saúde de Rio Branco, Rennan Biths.



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Ufac faz cerimônia de entrega de diplomas médicos do Revalida — Universidade Federal do Acre

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Nathalia Oliveira, Ufac 2026.10.02.jpeg

A Ufac realizou a cerimônia de entrega da revalidação de diplomas médicos expedidos por instituições de ensino superior estrangeiras, referentes à edição 2025.2 do Revalida. O Núcleo de Registro e Controle Acadêmico (Nurca) relaciona 67 certificados disponíveis para retirada. O ato ocorreu nesta sexta-feira, 2, no Nurca, campus-sede, e contou com a participação do reitor Josimar Ferreira.

“É inédito para nossa universidade fazer um ato que representa a entrega dos diplomas”, disse Josimar. Ele ressaltou a rapidez com que o processo foi concluído pela equipe do Nurca e pediu aos médicos que retribuam à sociedade com ética e acolhimento no atendimento, além de afirmar que a entrega demonstra o papel da universidade no reconhecimento daqueles que se formaram fora do Brasil.

Segundo o diretor do Nurca, Lucas de Araújo Moura, a Ufac realiza revalidações há alguns anos, mas as entregas dos certificados aconteciam de forma avulsa. Ele explicou que a proposta do ato simbólico foi atender os profissionais e valorizar o momento vivido por eles e por suas famílias. Os documentos são entregues juntamente com os originais apresentados pelos interessados, que devem assinar o termo de recebimento do certificado de revalidação.

A médica Nathalia Bragança de Oliveira, que recebeu o diploma revalidado 30 dias após dar entrada no processo na Ufac, disse ter escolhido a universidade pela organização e pelo prazo de entrega. “Foi muito rápido, um processo muito organizado também, desde o momento do início até agora.” Ela relatou que foi recebida com atenção pela equipe, que explicou todas as etapas do procedimento, disse esperar ingressar no mercado de trabalho e atender os pacientes com cuidado.



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Consu aprova comissão para destinar cotas a pessoas transgênero — Universidade Federal do Acre

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2026.09.30 Reunião Consu-Ufac (2).JPG

O Conselho Universitário (Consu) da Ufac aprovou a criação de uma comissão para elaborar a proposta de cotas de acesso à graduação para pessoas transgênero, que é uma pauta da Pró-Reitoria de Ações Afirmativas e Equidade (Proafe), recentemente criada com o objetivo de expandir políticas de inclusão na universidade. A aprovação ocorreu nessa quarta-feira, 30, na 5ª Reunião Ordinária do Consu, realizada no auditório do Centro de Filosofia e Ciências Humanas, campus-sede.

A Ufac já possui regulamentação que garante o acesso por cotas à comunidade transgênero na pós-graduação desde 2023. A proposta aprovada pelo Consu busca ampliar esse direito para a graduação, assegurando não apenas a entrada, mas também o acompanhamento para permanência de estudantes até a conclusão dos cursos.

A comissão terá prazo de 90 dias para realizar os estudos e apresentar a minuta final do projeto. O grupo terá formação intersetorial, reunindo representantes das três categorias acadêmicas: docentes, técnico-administrativos e discentes, além de representantes de entidades e movimentos sociais da sociedade civil voltados aos direitos da população transgênero no Acre.

“Reafirmamos nosso compromisso ao instituir a comissão que vai deliberar sobre as cotas trans”, disser o reitor Josimar Ferreira. “Trata-se de uma ação demandada pela sociedade para incluir populações historicamente invisibilizadas, garantindo que as ações afirmativas façam parte da história do nosso conselho.”

Segundo a pró-reitora de Ações Afirmativas e Equidade, Letícia Mamed, a política visa transformar a realidade de um dos grupos mais marginalizados socialmente. “Precisamos atentar para a garantia de acesso, permanência e dignidade para que essa comunidade possa construir seus projetos de vida com mais oportunidades”, comentou. “No Brasil, cerca de 30 universidades já adotam políticas semelhantes, e a Ufac dá um passo essencial para consolidar essa transformação.”

Integrante do Consu, a professora Raquel Ishii ressaltou que a comissão foi criada para ir além da gestão superior da universidade. “Considero essa aprovação uma grande vitória para a sociedade civil e para a universidade. A comissão amplia o debate da pós-graduação para a graduação. Trata-se de um grupo bem amplo, constituído não só pela gestão, mas com convites abertos ao Diretório Central dos Estudantes e a movimentos sociais externos à universidade.”

(Fhagner Soares, estagiário Ascom/Ufac)



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