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O diretor do FBI, Christopher Wray, anuncia que renunciará antes da posse de Donald Trump em janeiro

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O diretor do FBI, Christopher Wray (à direita), com Donald Trump em Quantico, Virgínia, dezembro de 2017.

O seu mandato terminaria, em princípio, em 2027, mas Christopher Wray, o diretor do FBI, sabia que estava na berlinda desde que Donald Trump declarou, após a sua eleição, a sua intenção de nomear Kash Patel, um dos seus leais, para chefe da polícia federal americana. Em vez de ser demitido, Wray anunciou, quarta-feira, 11 de dezembro, que deixaria o cargo por conta própria, em janeiro de 2025, antes da posse do republicano.

“Após várias semanas de consideração cuidadosa, decidi que a melhor coisa para o FBI é permanecer no cargo até o final da atual administração e depois renunciar.”explicou Wray, citado em um comunicado de imprensa publicado pelo FBI para a atenção de seus funcionários.

“Meu objetivo é manter o foco em nossa missão, o trabalho essencial que você realiza todos os dias pelo povo americano. Na minha opinião, esta é a melhor maneira de evitar empurrar o FBI ainda mais para a briga.” política, acrescentou Christopher Wray, no cargo desde agosto de 2017.

Uma busca “ilegal”, segundo Donald Trump

Nomeado na altura por Donald Trump, o diretor do FBI tornou-se, no entanto, nos últimos anos, apesar de tudo, uma das encarnações do“instrumentalização da justiça” contra o republicano, que os apoiadores do bilionário denunciam continuamente.

“A renúncia de Christopher Wray é um grande dia para a América porque porá fim à exploração do que hoje é conhecido como Departamento Americano de Injustiça”Donald Trump reagiu em sua rede Truth Social. “Sob a direção de Christopher Wray, o FBI revistou ilegalmente minha casa”disse ele, referindo-se à busca em sua residência em Mar-a-Lago, Flórida, em agosto de 2022.

A operação permitiu a apreensão de documentos sigilosos levados pelo ex-presidente após sua saída da Casa Branca. Foi processado por ter comprometido a segurança nacional ao reter estes documentos, incluindo planos militares ou informações sobre armas nucleares, em vez de os entregar ao Arquivo Nacional, conforme exigido por lei.

Uma ação saudada pelo atual Ministro da Justiça

O Ministro da Justiça da administração democrata cessante, Merrick Garland, pelo contrário, elogiou a acção de Christopher Wray que serviu os Estados Unidos “com honra e integridade durante décadas, incluindo sete anos como diretor do FBI sob presidentes de ambos os partidos”.

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“O diretor do FBI tem a responsabilidade de preservar a sua independência de interferências inadequadas nas suas investigações criminais”sublinhou Garland num comunicado de imprensa, julgando esta independência “essencial para a proteção do Estado de direito e das liberdades que nos são caras”.

Donald Trump tinha, durante o seu primeiro mandato, nomeado Christopher Wray para suceder James Comey, que se tornou a sua bête noire por ter investigado as suas alegadas ligações com a Rússia, acusada de interferência durante a sua eleição em 2016.

Mas a investigação do FBI sobre o ataque ao Capitólio por apoiantes de Donald Trump em 6 de Janeiro de 2021, tornou nomeadamente a instituição com mais de um século de existência num alvo de ataques sem precedentes. A Polícia Federal, bastante conservadora, sempre teve, até agora, o apoio da classe política.

O mundo com AFP

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Projeto da Ufac integra exposição sobre memória da covid-19 — Universidade Federal do Acre

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Ministro da Saúde Alexandre Padilha

O projeto de extensão Relatos de Maternidade, da Ufac, desenvolvido entre setembro e dezembro de 2020, compõe a exposição A Infinita Memória da Pandemia: A História da Covid-19, cuja cerimônia de inauguração ocorreu na terça-feira, 26, no shopping Conjunto Nacional, em Brasília, e que também passará por Fortaleza, Manaus, Porto Alegre e São Paulo.

O projeto foi desenvolvido pelas professoras Ana Letícia de Fiori, do curso de Ciências Sociais e do programa de pós-graduação em Artes Cênicas, e Camila Bylaardt Volker, à época do curso de Letras e atualmente servidora do Ministério das Mulheres. Elas e seis estudantes entrevistaram, por WhatsApp, mais de 50 mulheres e mães, coletando relatos sobre suas experiências de maternidade e vida.

O trabalho abordou, ainda, cuidados, trabalho, família, medos, esperanças e projetos afetados pela pandemia da covid-19 no Acre, originando um e-book (162 p.) lançado pela Editora da Ufac (Edufac) em 2025, disponível para leitura online e download gratuito. Além disso, passou a integrar o Memorial Digital da Pandemia de Covid-19, como coleção.

Nessa quarta-feira, 27, as professoras Ana Letícia e Camila participaram, tratando dos relatos de maternidades, de mesa-redonda com os organizadores dos projetos Fala, Parente (PET Indígena, Unifap), a qual contou com depoimentos de indígenas do Amapá, Pará e Guiana Francesa.

A exposição levará a capitais brasileiras parte das coleções do Memorial da Pandemia de Covid-19, sediado no Rio de Janeiro e desenvolvido pela Ministério da Saúde, Organização Pan-Americana de Saúde, Centro Latino-Americano e do Caribe de Informação em Ciências da Saúde e Centro de Humanidades Digitais da Unicamp.

 



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Projeto de extensão seleciona resumos expandidos para publicação — Universidade Federal do Acre

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O projeto de extensão ComunicAÇÃO, da Ufac, realiza processo seletivo para submissão de trabalhos extensionistas, na modalidade de resumo expandido. Os selecionados comporão a Coleção de Cadernos de Extensão “Ufac e Comunidade”. As inscrições estão abertas até 30 de junho, por meio de formulário online.

O trabalho inscrito deve estar contemplado em uma das áreas temáticas: comunicação, cultura, direitos humanos e justiça, educação, meio ambiente, saúde, tecnologia e produção, trabalho. Cada resumo deverá estar vinculado a uma ação de extensão (projeto, curso, evento ou programa) institucionalizada na Ufac.

“O resumo expandido deverá evidenciar, de forma clara e consistente, as experiências adquiridas e/ou vivenciadas junto à comunidade externa ao longo do desenvolvimento da ação de extensão, destacando as interações estabelecidas, os impactos gerados, os aprendizados construídos e as contribuições mútuas decorrentes da execução das atividades”, detalha o item 3.1 do edital.

A seleção consiste em avaliação por uma comissão que indicará 50 trabalhos aptos para publicação na 1ª Edição da Coleção de Cadernos de Extensão, considerando a formatação e os aspectos científicos, além do envolvimento da comunidade externa, dos resultados obtidos e da efetividade da metodologia proposta. O resultado final do processo seletivo está previsto para 21 de agosto.

Para mais informações sobre o certame, leia o edital Proex n.º 9.1/2026.

 



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Reitora da Ufac participa de fórum Brasil-África em Brasília — Universidade Federal do Acre

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Reitora da Ufac participa de fórum de reitores em Brasília-lula.jpg

A reitora da Ufac, Guida Aquino, participou, nessa segunda-feira, 25, em Brasília, do 1º Fórum de Reitores Brasil-África. A convite do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e do Ministério da Educação (MEC), ela representou a Ufac no encontro, acompanhada da pró-reitora de Inovação e Tecnologia, Almecina Balbino Ferreira. O evento segue até quarta-feira, 27, e tem como foco o fortalecimento da cooperação internacional em educação superior entre universidades brasileiras e instituições africanas.

Guida destacou a importância da presença da Ufac em um espaço voltado ao diálogo internacional e à construção de parcerias acadêmicas. Segundo a reitora, a aproximação entre Brasil e África por meio da educação, da pesquisa, da inovação e da troca de experiências permite avançar em soluções conjuntas para desafios comuns. “Temos histórias, identidades e desafios que nos aproximam, e a universidade tem um papel fundamental nessa conexão”, afirmou.

O fórum é uma iniciativa liderada pelo MEC, pela Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior e pela Associação Nacional dos Dirigentes das Instituições Federais de Ensino Superior. A programação reúne reitores, pró-reitores e assessores de cooperação internacional de universidades federais, estaduais e privadas do Brasil, além de representantes de universidades africanas mobilizadas pela Associação de Universidades Africanas.

Reitora da Ufac participa de fórum de reitores em Brasília-vice.jpg

A proposta do encontro é ampliar as relações acadêmicas entre Brasil e África, com a construção de novos acordos institucionais, programas de mobilidade estudantil, intercâmbio científico e cooperação em áreas estratégicas como agricultura, energias renováveis, mineração, petróleo e gás, setor aeroespacial, inteligência artificial e ciências humanas.

A programação inclui painéis temáticos, reuniões bilaterais, workshops e sessões voltadas à construção de novas parcerias universitárias. Ao final do evento, os resultados e compromissos construídos serão formalizados na Carta de Brasília do 1º Fórum de Reitores Brasil-África, documento que deve orientar os próximos passos da cooperação entre universidades brasileiras e africanas.

 



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