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O esforço de Rachel Reeves para melhorar os laços com a UE permanece limitado por linhas vermelhas | Heather Stewart Editora de Economia
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2 anos atrásem
Heather Stewart Economics editor
Rachel Reeves procura uma “relação mais profunda e madura” entre o Reino Unido e a UE: esta foi a sua mensagem central aos ministros das finanças do bloco em Bruxelas, há duas semanas.
Nela breve discurso na reunião dos seus homólogos europeus – a primeira em que uma chanceler do Reino Unido participou desde o Brexit – Reeves mencionou o “relacionamento” do Reino Unido com a UE, nove vezes.
Além de mais profundo e maduro, ela deseja que seja mais próximo, mais forte, “maduro (de novo) e profissional” e “construído com base na confiança, no respeito mútuo e no pragmatismo”.
Poucos detalhes concretos surgiram da visita de Reeves a Bruxelas; mas quando um chanceler repete a mesma mensagem nove vezes, vale a pena tomar nota.
Com a estagnação da economia, fontes trabalhistas dizem que Reeves está a impulsionar cada vez mais o esforço para reduzir as barreiras comerciais com a UE – liderado formalmente a partir do Gabinete do Governo por Nick Thomas-Symonds.
Mujtaba Rahman, da consultoria Eurasia Group, um analista atento das reviravoltas do governo Brexit política, diz: “Penso que há uma perceção crescente, no Tesouro e não só, de que um comércio mais tranquilo com a UE é uma das poucas alavancas que podem utilizar para melhorar o crescimento a médio prazo”.
Além de procurar formas de obter melhores resultados económicos, a chanceler também espera aplacar os líderes empresariais, que continuam irritados com a sua situação. ataque fiscal orçamentário.
E nosso novo homem em Washington, Lord Mandelsoncomo antigo comissário do comércio da UE, provavelmente estará perfeitamente consciente dos possíveis conflitos entre qualquer coisa que o Reino Unido possa oferecer a Donald Trump e as perspectivas de uma redefinição da UE.
No entanto, é muito mais difícil discernir exactamente o que o governo do Reino Unido quer da UE – para irritação de Bruxelas e dos deputados trabalhistas pró-UE. “Existe um risco real de perdermos oportunidades, porque não somos claros sobre o que queremos”, alerta Stella Creasy, presidente do Movimento Trabalhista para Europaum grupo de pressão interno do partido.
Os ministros reafirmaram repetidamente as “linhas vermelhas” do Reino Unido, que incluem o não regresso ao mercado único ou à união aduaneira. E reiteraram as políticas do manifesto trabalhista sobre o Brexit, como a negociação de um acordo veterinário e a garantia do reconhecimento mútuo das qualificações profissionais.
Mas mesmo aqui, os interlocutores do Reino Unido parecem inseguros sobre o que exatamente estará em cima da mesa – e só agora é que o governo nomeia um intermediário com Bruxelas. (O ex-funcionário do Tesouro Michael Ellam, agora um banqueiro sênior, foi indicado para este trabalho pelo Financial Times – uma escolha que provavelmente agradará ao seu antigo departamento.)
Há alguns indícios de que o governo pode estar preparado para ir além do que o manifesto pede, onde poderá fazê-lo com as linhas vermelhas intactas.
No entanto, se o Partido Trabalhista quiser fazer progressos na cimeira UE-Reino Unido marcada para Fevereiro e posteriormente, a UE deixou bem claro que quer discutir um esquema de mobilidade juvenil. Os ministros rejeitaram repetidamente essa ideia, sugerindo por vezes que seria equivalente à livre circulação.
Apesar de uma vez afirmar ele queria ver o retorno da livre circulação com a UE, Keir Starmer tinha boas razões para a excluir como política laboral – e com ela, portanto, a adesão ao mercado único.
A preocupação com a migração descontrolada e o seu impacto nos empregos e nas comunidades fez claramente parte da motivação para a votação do Brexit, e a relevância da questão entre os eleitores continua elevada. No entanto – e nem seria necessário dizê-lo – um regime de mobilidade recíproca e limitado no tempo dos jovens não é a mesma coisa que livre circulação irrestrita.
A proposta inicial da UE previa que um número ilimitado de jovens entre os 18 e os 30 anos pudessem vir até quatro anos, mas isso é um ponto de partida: o governo poderia certamente defender algo mais definido.
E não deveria ser impossível aos políticos conceber um esquema que ajudasse os jovens do Reino Unido a obter aprendizagem, formação e estágios profissionais na UE, além de permitir o estereótipo do ano sabático dos filhos ricos.
Mas Starmer minou a sua própria capacidade de defender tal esquema com os seus recentes pronunciamentos sobre a migração, que o envolveram de forma estridente acusam os Conservadores de uma “experiência de fronteiras abertas”.
O resultado líquido do actual sistema ao longo dos últimos anos – incluindo a decisão de criar vistos de saúde e de assistência social para ajudar a resolver a escassez de mão-de-obra – foi uma migração líquida recorde, com um pico extraordinário de 906.000 no ano passado.
Mas a fronteira definitivamente não está “aberta”. Você só pode vir legalmente para o Reino Unido para trabalhar se tiver um empregador para patrociná-lo e um emprego para onde ir; pagar uma alta taxa de visto e um sobretaxa anual do SNS de £ 1.035 por ano; e se enquadram em uma série de outros critérios.
As regras podem ter sido demasiado frouxas e, sem dúvida, muito pouco foi feito para desenvolver internamente o nosso próprio talento, uma política de fronteiras abertas, não é – ao agrupar todos os migrantes, incluindo aqueles que foram recrutados para preencher lacunas na difícil situação. pressionado o NHS e os setores de cuidados, como parte de uma “experiência”, Starmer presta-lhes um péssimo serviço.
Foi o medo corrosivo do Partido Trabalhista em relação a Nigel Farage e à Reforma que moldou a retórica do governo aqui; mas poderá dificultar a sua própria vida, se mais tarde tiver de defender algumas concessões à UE em matéria de mobilidade juvenil.
As intervenções de Reeves sobre a Europa nas últimas semanas podem ser interpretadas como o início de um esforço determinado para defender publicamente uma relação mais estreita, mesmo quando isso signifique perturbar os conservadores do Brexit. Isso parece, como ela disse, “maduro”.
Mas para que o argumento se mantenha, o Partido Trabalhista também terá de levar em conta a sua relação controversa com a migração.
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Alunas da Ufac criam biblioteca de grafismos do povo Huni Kuin — Universidade Federal do Acre
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9 de outubro de 2026Alunas de graduação e mestrado do campus Floresta da Ufac criaram, em 2024, o projeto Biblioteca de Kene, que reúne tecelagem em algodão, pintura corporal, registros audiovisuais e uma plataforma digital acessível por celular. A iniciativa surgiu do trabalho de conclusão de curso de Txima Huni Kuin, em Licenciatura Indígena, e da pesquisa para a dissertação de Alexandra Deitos no programa de pós-graduação em Ensino de Humanidades e Linguagens.
Txima investigou a tecelagem como expressão dos conhecimentos, da arte e da espiritualidade de seu povo, sob orientação do professor Amilton Pelegrino de Mattos. Alexandra, artista visual e atualmente doutoranda, colaborou na construção do projeto por meio de uma pesquisa de autoria coletiva, desenvolvida com as mulheres da comunidade.
Desse encontro surgiu a proposta de criar um espaço onde os mais de 60 grafismos praticados pelas mulheres pudessem ser consultados, ensinados e aprendidos por jovens e mestras tecelãs. O projeto terá uma nova etapa entre 10 e 16 de outubro, com a realização da 2ª Oficina de Kene da Aldeia Arco-Íris, na terra indígena Seringal Independência, no município de Jordão (AC).
Aprendizagem no território
Durante os sete dias de oficina, mestras tecelãs e jovens aprendizes participarão de atividades de preparação de fios, cantos rituais, aplicação do Bawe e tecelagem de painéis com grafismos. Os processos serão documentados para compor o acervo da biblioteca na aldeia e seu site colaborativo, com gestão do conhecimento pelas próprias mulheres.
A proposta dialoga com a expressão “a universidade é na aldeia”, do professor e pesquisador Yube Huni Kuin, também acadêmico da Licenciatura Indígena da Ufac. A experiência reconhece o território e as práticas da comunidade como espaços de produção e transmissão de conhecimento.

A 2ª Oficina de Kene é realizada por Txima Huni Kuin, Alexandra Deitos e pela Aldeia Arco-Íris, com apoio do curso de Licenciatura Indígena, da Fundação de Cultura Elias Mansour, do governo do Acre, da Política Nacional Aldir Blanc de Fomento à Cultura, do Ministério da Cultura e do governo federal.
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Ufac sedia encontro regional sobre residência e preceptoria no SUS — Universidade Federal do Acre
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8 de outubro de 2026A Ufac sediou o 2º Encontro Regional do Projeto de Desenvolvimento da Gestão de Programas de Residência e da Preceptoria no Sistema Único de Saúde (SUS). O evento ocorreu nesta quinta-feira, 8, no anfiteatro Garibaldi Brasil, campus-sede, e reuniu profissionais e representantes de instituições de saúde para a apresentação dos resultados de sete projetos de intervenção desenvolvidos ao longo de dois anos de formação.
A iniciativa é promovida pelo Hospital Sírio-Libanês, em parceria com o Ministério da Saúde, no âmbito do Programa de Apoio ao Desenvolvimento Institucional do SUS, com participação da Ufac.
Para o reitor Josimar Ferreira, cerca de 80% das atividades dos residentes são realizadas nas unidades de saúde. Ele ressaltou o compromisso da gestão com a valorização dos profissionais que atuam na formação dos residentes. “Temos desenvolvido uma política para que os nossos preceptores possam participar dos nossos programas de pós-graduação, de forma a ter vagas garantidas para sua qualificação também.”
O encontro marcou a apresentação dos projetos de intervenção dos cursos de especialização em Gestão de Programas de Residência em Saúde e Educação na Saúde para Preceptores no SUS. Os trabalhos abordaram temas como formação e avaliação de preceptores, definição de perfis de competências, saúde mental dos residentes, reestruturação curricular e melhoria dos processos de trabalho nos serviços de saúde.
Segundo a coordenadora da Residência Multiprofissional Integrada em Saúde da Família e Comunidade da Ufac, Mariane Ribeiro, as iniciativas buscam qualificar tanto a formação dos residentes quanto as atividades desenvolvidas nos campos de prática. “Esses resultados que temos hoje proporcionam uma integração com o ensino, serviço e a comunidade, porque também têm um retorno para o usuário”, disse.
Para a representante do Hospital Sírio-Libanês e facilitadora de ensino e aprendizagem, Célia Márcia Birchler, a conclusão dos cursos representa uma etapa de um trabalho que deve continuar nas instituições de saúde. “Toda vez que fazemos um movimento de fortalecimento dos programas de residência, na realidade estamos falando de um processo de qualificação do SUS”, afirmou.
A presidente da Fundação Hospitalar Governador Flaviano Melo (Fundhacre), Sóron Angélica Steiner, disse que a formação estimula mudanças na organização do trabalho e no atendimento da população. “Essa força motriz que faz com que o serviço ande de acordo com a formação é o que faz com que o gestor seja provocado a melhorar o ambiente de trabalho, o fluxo de serviço.”
Também participaram da mesa de honra do encontro o presidente do Conselho Estadual de Saúde do Acre, Osvaldo de Souza Leal Júnior; e Pedro Henrique Macedo Leitão, representando o secretário municipal de Saúde de Rio Branco, Rennan Biths.
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Ufac faz cerimônia de entrega de diplomas médicos do Revalida — Universidade Federal do Acre
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2 de outubro de 2026A Ufac realizou a cerimônia de entrega da revalidação de diplomas médicos expedidos por instituições de ensino superior estrangeiras, referentes à edição 2025.2 do Revalida. O Núcleo de Registro e Controle Acadêmico (Nurca) relaciona 67 certificados disponíveis para retirada. O ato ocorreu nesta sexta-feira, 2, no Nurca, campus-sede, e contou com a participação do reitor Josimar Ferreira.
“É inédito para nossa universidade fazer um ato que representa a entrega dos diplomas”, disse Josimar. Ele ressaltou a rapidez com que o processo foi concluído pela equipe do Nurca e pediu aos médicos que retribuam à sociedade com ética e acolhimento no atendimento, além de afirmar que a entrega demonstra o papel da universidade no reconhecimento daqueles que se formaram fora do Brasil.
Segundo o diretor do Nurca, Lucas de Araújo Moura, a Ufac realiza revalidações há alguns anos, mas as entregas dos certificados aconteciam de forma avulsa. Ele explicou que a proposta do ato simbólico foi atender os profissionais e valorizar o momento vivido por eles e por suas famílias. Os documentos são entregues juntamente com os originais apresentados pelos interessados, que devem assinar o termo de recebimento do certificado de revalidação.
A médica Nathalia Bragança de Oliveira, que recebeu o diploma revalidado 30 dias após dar entrada no processo na Ufac, disse ter escolhido a universidade pela organização e pelo prazo de entrega. “Foi muito rápido, um processo muito organizado também, desde o momento do início até agora.” Ela relatou que foi recebida com atenção pela equipe, que explicou todas as etapas do procedimento, disse esperar ingressar no mercado de trabalho e atender os pacientes com cuidado.
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