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O ex -presidente da Geórgia Mikheïl Saakachvili recebe uma nova sentença de quatro anos e seis meses de prisão

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O ex -presidente da Geórgia Mikheïl Saakachvili recebe uma nova sentença de quatro anos e seis meses de prisão

O oponente e ex-presidente da Geórgia Mikheïl Saakachvili, preso desde 2021, durante uma audiência, em videoconferência, em Tbilisi, na Geórgia, em 27 de outubro de 2023.

Déjà condenado na semana passada a nove anos em detenção Para desviar, o oponente e ex-presidente da georgiana Mikheïl Saakachvili foi condenado por um tribunal da Geórgia na segunda-feira, 17 de março, a “Quatro anos e seis meses de prisão por ter atravessado ilegalmente a fronteira da Geórgia” Ao retornar do exílio em 2021, disse seu advogado, Dito Sadzagishvili, à agência da França-Puple.

Levando em consideração suas condenações anteriores pronunciadas na Geórgia, “Mikheïl Saakachvili terá que servir um total de doze anos e meio na prisão”disse o juiz Mikheïl Djindjolia. As ONGs de direitos humanos e o ex -presidente da Geórgia denunciam todos os procedimentos destinados a este último.

Reagindo ao julgamento pronunciado na segunda -feira, o Sr. Saakachvili acusou as autoridades georgianas «Prorusses» a partir disso “Punir cinicamente” para “Recusou -se a ceder na Geórgia” Durante uma guerra de raios que haviam visto o exército russo entrando no território da Geórgia em 2008.

Enquanto a Rússia lidera uma ofensiva contra a Ucrânia há três anos, Mikheïl Saakachvili apareceu em um vídeo publicado no Facebook em camiseta com a inscrição “Eu sou ucraniano”. Segundo ele, sua convicção é “Um sinal de Moscou a Zelensky de que ele compartilhará o mesmo destino, se não desistir da Ucrânia”.

Seu partido, o Movimento Nacional da UNI (MNU), acusou os tribunais da Geórgia de“Execute as ordens do regime que usa a justiça para silenciar seus oponentes”.

Greve de fome de cinquenta dias

Saakachvili, 57 anos, já havia sido condenado em 2018 à revelia a seis anos de prisão por abuso de poder. Ele foi preso na Geórgia em 2021 para cumprir esta frase, quando voltou do exílio. Exile passou em particular na Ucrânia, da qual obteve nacionalidade e onde ocupou cargos oficiais.

Na semana passada, o Tribunal Municipal de Tbilissi o sente a nove anos de prisão, acrescentando três anos de detenção à sua sentença inicial. Incharredado em 2021, Mikheïl Saakachvili está hospitalizado em Tbilisi desde 2022, depois de ter observado uma greve de fome por cinquenta dias.

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O Parlamento Europeu pediu sua libertação imediata e o presidente ucraniano Volodymyr Zelensky exigiu que Mikheïl Saakachvili fosse transferido para Kiev. A Assembléia Parlamentar do Conselho da Europa descreve como “Prisioneiro político”enquanto a ONG Anistia International diz que vê na acusação contra sua pessoa “Aparente vingança política”.

Cruzada contra a corrupção

Mikheïl Saakachvili, que estudou nos Estados Unidos e na França e fala cinco idiomas fluentemente, foi trazido ao poder pela “Rose Revolution” em 2003, que havia demitido pacificamente as antigas elites herdadas do período soviético.

Durante sua presidência, Saakachvili liderou uma cruzada contra a corrupção, reformou uma polícia notoriamente afetada por esse flagelo, aprisionou líderes criminais e reconstruiu a infraestrutura arruinada. Mas muitas vozes críticas denunciaram sob sua presidência de violações de liberdades e uma inclinação autoritária, citando em particular a repressão violenta de demonstrações antigãs.

Apesar de sua detenção, permanece uma figura na oposição ao atual governo do Partido dos Sonhos da Geórgia, acusado de deriva autoritária e de querer se aproximar de Moscou.

Leia também | Artigo reservado para nossos assinantes Mikheïl Saakachvili, ex-presidente da Geórgia: “Os russos querem se vingar”

O mundo com AFP

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Ufac participa de lançamento de projeto na Resex Cazumbá-Iracema — Universidade Federal do Acre

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Ufac participa de lançamento de projeto na Resex Cazumbá-Iracema — Universidade Federal do Acre

A Ufac participou do lançamento do projeto Tecendo Teias na Aprendizagem, realizado na reserva extrativista (Resex) Cazumbá-Iracema, em Sena Madureira (AC). O evento ocorreu em 28 de março e reuniu representantes do poder público, comunidade acadêmica e moradores da reserva.

Com uma área de aproximadamente 750 mil hectares e cerca de 500 famílias, a Resex é território de preservação ambiental e de produção de saberes tradicionais. O projeto visa fortalecer a educação e promover a troca de conhecimentos entre universidade e comunidade.

O presidente da reserva, Nenzinho, destacou que a iniciativa contribui para valorizar a educação não apenas no ensino formal, mas também na qualidade da aprendizagem construída a partir das vivências no território. Segundo ele, a proposta reforça o papel da universidade na escuta e no reconhecimento dos saberes locais.

O coordenador do projeto, Rodrigo Perea, sintetizou a relação entre universidade e comunidade. “A floresta ensina, a comunidade ensina, os professores aprendem e a Ufac aprende junto.” 

Também estiveram presentes no lançamento os professores da Ufac, Alexsande Franco, Anderson Mesquita e Tânia Mara; o senador Sérgio Petecão (PSD-AC); o prefeito de Sena Madureira, Gerlen Diniz (PP); e o agente do ICMBio, Aécio Santos.
(Fhagner Silva, estagiário Ascom/Ufac)



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Educação Física homenageia Norma Tinoco por pioneirismo na dança — Universidade Federal do Acre

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Educação Física homenageia Norma Tinoco por pioneirismo na dança — Universidade Federal do Acre

 Os professores Jhonatan Gomes Gadelha e Shirley Regina de Almeida Batista, do curso de Educação Física da Ufac, realizaram a mostra de dança NT: Sementes de uma Pioneira, em homenagem à professora aposentada Norma Tinoco, reunindo turmas de bacharelado e licenciatura, escolas de dança e artistas independentes. O evento ocorreu na noite de 25 de março, no Teatro Universitário, campus-sede, visando celebrar a trajetória da homenageada pela inserção e legitimação da dança no curso.

Norma recebeu uma placa comemorativa pelos serviços prestados à universidade. Os alunos do curso, André Albuquerque (bacharelado) e Matheus Cavalcante (licenciatura) fizeram a entrega solene. Segundo os organizadores, os anos de dedicação da professora ao curso e seu pioneirismo jamais serão esquecidos.

“A ideia, que ganhou corpo e emoção ao longo de quatro atos, nasceu do coração de quem viveu de perto a influência da homenageada”, disse Jhonatan Gomes Gadelha, que foi aluno de Norma na graduação. Ele contou que a mostra surgiu de uma entrevista feita com ela por ocasião do trabalho dele de conclusão de curso, em 2015. “As falas, os ensinamentos e as memórias compartilhadas por Norma naquele momento foram resgatadas e transformadas em movimento”, lembrou.

Gadelha explicou que as músicas que embalaram as coreografias autorais foram criadas com o auxílio de inteligência artificial. “Um encontro simbólico entre a tradição plantada pela pioneira e as ferramentas do futuro. O resultado foi uma apresentação carregada de bagagem emocional, autenticidade e reverência à história que se contava no palco.”

Mostra em 4 atos

A professora de Educação Física, Franciely Gomes Gonçalves, também ex-aluna de Norma, foi a mestre de cerimônias e guiou o público por uma narrativa que comparava a trajetória da homenageada ao crescimento de uma árvore: “A Pioneira: A Raiz (ato I), “A Transformadora: O Tronco” (ato II), “O Legado: Os Frutos” (ato III) e “Homenagem Final: O reconhecimento” (ato IV).

O ato I trouxe depoimentos em vídeo e ao vivo, além de coreografias como “Homem com H” (com os 2º períodos de bacharelado e licenciatura) e “K Dance”, que homenageou os anos 1970. O ex-bolsista Kelvin Wesley subiu ao palco para saudar a professora. A escola de dança Adorai também marcou presença com as variações de Letícia e Rayelle Bianca, coreografadas por Caline Teodoro, e o carimbó foi apresentado pelo professor Jhon e pela aluna Kethelen.

O ato II contou com o depoimento ao vivo de Jhon Gomes, ex-aluno que seguiu carreira artística e acadêmica, narrando um momento específico que mudou sua trajetória. Ele também apresentou um solo de dança, seguido por coreografias da turma de licenciatura e uma performance de ginástica acrobática do 4º período.

No ato III foi exibido um vídeo em que os atuais alunos do curso de Educação Física refletiram sobre o que a dança significa em suas formações. As apresentações incluíram o Atelier Escola de Dança com “Entre o que Fica e o que Parte” (Ana Fonseca e Elias Daniel), o Estúdio de Artes Balancé com “Estrelas” (coreografia de Lucas Souza) e a Cia. de Dança Jhon Gomes, com outra versão de “Estrelas”. A escola Adorai retornou com “Sarça Ardente”, coreografada por Lívia Teodoro; os alunos do 2º período de bacharelado encerraram o ato.

No ato IV, após o ministério de dança Plenitude apresentar “Raridade”, música de Anderson Freire, a professora Shirley Regina subiu ao palco para oferecer palavras à homenageada. Em seguida, a mestre de cerimônias convidou Norma Tinoco a entrar em cena. Ao som de “Muda Tudo”, os alunos formaram um círculo ao redor da professora, cantando o refrão em coro.

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I FÓRUM ESTADUAL "Autismo, Cultura, Mercado de Trabalho e Políticas Públicas no Acre."

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I FÓRUM ESTADUAL "Autismo, Cultura, Mercado de Trabalho e Políticas Públicas no Acre."

09 e 10 de ABRIL
Local: Teatro Universitário da UFAC
11 de ABRIL
Local: Anfiteatro Garibaldi Brasil UFAC

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