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o fundo PAI Partners supera os americanos da CD&R para comprar a subsidiária da Sanofi
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De acordo com informações de Mundoconfirmando aqueles publicado por Le Fígaroo fundo de investimento PAI Partners, com sede em Paris, enviou uma nova oferta à Sanofi, quinta-feira, 17 de outubro, para a compra de sua subsidiária Opella, que fabrica Doliprane. A PAI Partners, que tinha sido excluída da corrida, oferece desta vez um montante 200 milhões de euros superior à tentativa anterior.
A oferta mantém-se válida até domingo à noite, enquanto prosseguem as negociações iniciadas entre a Sanofi e o fundo de investimento americano CD&R tendo em vista a venda da subsidiária do grupo farmacêutico dedicada a medicamentos não sujeitos a receita médica.
Ao mesmo tempo, na quinta-feira, funcionários de vários locais de produção de Doliprane responderam ao apelo dos sindicatos para uma greve, apesar das tentativas do governo e da gigante farmacêutica francesa para os tranquilizar sobre o seu futuro. Antes do início do movimento social, a presidente da Sanofi França, Audrey Duval, garantiu quinta-feira na RTL o “sustentabilidade” empregos, locais de produção e Doliprane, enquanto a subsidiária Opella deverá ser vendida a um fundo de investimento americano.
Nas instalações da Sanofi em Mourenx (Pirenéus Atlântico), que emprega cerca de sessenta funcionários e funciona 24 horas por dia, o apelo à greve manifesta-se através de greves sucessivas, durante cada horário de trabalho. Os sindicatos também planearam um comício no local da fábrica de Compiègne (Oise) entre as 13h00 e as 15h00, com a chegada do deputado da Nova Frente Popular, François Ruffin.
Sanofi França “garante a sustentabilidade” dos empregos
Questionado sobre os receios dos sindicatos relativamente à venda antecipada desta entidade de produtos de consumo não sujeitos a receita médica, que comercializa cerca de uma centena de marcas, entre as quais Doliprane, Mmeu Duval disse quinta-feira de manhã “para entender (deles) preocupações “. “Nós os ouvimos (…). É normal que tenham essas dúvidas porque, na verdade, estamos no meio de uma operação que não foi finalizada. Portanto, o diálogo social e o processo de negociação ainda não começaram”.declarou Audrey Duval.
“Garanto Doliprane nas farmácias para os franceses”bem como o “sustentabilidade de empregos e locais” da produção em França em “vários anos”ela disse, enquanto Os sindicatos CFDT e CGT da Sanofi convocaram uma greve na quarta-feira renovável a partir de quinta-feira. Os sindicatos temem uma «cofres sociais» entre os 1.700 empregos que a Opella tem em solo francês, incluindo 500 nas suas instalações de Compiègne (Oise) e 250 na sua fábrica de Lisieux (Calvados), inteiramente dedicada à Doliprane. A greve será particularmente seguida nestes dois locais, segundo os sindicatos.
Nesta possível transacção, cujos contornos estão actualmente a ser discutidos, “Sanofi continuará a ser acionista de 50%”o que lhe confere “direito de veto sobre decisões extremamente estratégicas do grupo, como Doliprane”enfatizou Mmeu Duval. Ela insistiu que a sede da Opella, a equipa de gestão e os funcionários nas suas instalações francesas ” ficar(ter) Na França “.
A entrada de um ator público na capital da Opella “em cima da mesa”
Esta semana, o governo pediu garantias às partes interessadas em termos de manutenção do emprego, pegada industrial, localização da sede e investigação e desenvolvimento. “Nosso objetivo não é bloquear a venda, é obter compromissos por escrito por meio do diálogo. E se não conseguirmos obter compromissos por escrito, não nos proibimos de usar todas as outras alavancas”.repetiu Maud Bregeon, porta-voz do governo, na Rádio Sud na quinta-feira.
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Na oposição, os apelos para bloquear a venda tornam-se urgentes. O deputado Landes, Boris Vallaud (Partido Socialista), lembrou, no Senado Público, que o Estado tinha as ferramentas para “aplicar” : “O decreto de Montebourg pode ser aproveitado, pode ir desde estabelecer condições até proibir a venda. » “Se quisermos garantir a nossa soberania, existe a possibilidade de usar o decreto de Montebourg para bloquear a venda”também estimou à Franceinfo o coordenador do La France insoumise, Manuel Bompard.
Entrevistado terça-feira em Os ecos sobre uma possível entrada no capital de um ator público como o banco público de investimento Bpifrance, o presidente do conselho de administração da Sanofi, Frédéric Oudéa, garantiu que « todas as disciplinas (eram) na mesa ». Bpifranca, “esta não é a nossa preferência”Audrey Duval disse quinta-feira.
A Opella produziu até 450 milhões de caixas de Doliprane em 2023 para o mercado francês e 20 milhões de euros estão atualmente investidos na unidade de Lisieux para aumentar a produção em 140 milhões de caixas por ano a partir de 2026. Doliprane é 97% vendido em França, um país que representa apenas cerca de 10% das vendas da Opella e é o seu segundo maior mercado, atrás dos Estados Unidos. Além do Doliprane, a Opella comercializa em França as marcas Dulcolax, Lysopaïne, Maalox e Novanuit.
O mundo com AFP
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Licenciatura Indígena realiza defesa de TCCs em aldeias no Juruá — Universidade Federal do Acre
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2 dias atrásem
23 de outubro de 2026O curso de Licenciatura Indígena, do campus Floresta da Ufac, realizou o 1º Seminário Acadêmico de Apresentação de Trabalhos de Conclusão de Curso (TCCs). O evento possibilitou a defesa de 16 trabalhos nas aldeias Barão, da terra indígena Puyanawa, em Mâncio Lima (AC), e Morada Nova, na terra indígena Katukina/Kaxinawá, em Feijó (AC). As atividades ocorreram entre 25 de setembro e 2 de outubro, envolvendo estudantes, professores, egressos do curso, pós-graduandos e as comunidades locais.
Os TCCs defendidos nas aldeias são de autoria de discentes que ingressaram na Ufac em 2023 e deverão colar grau no início de 2027. Os temas das pesquisas contemplaram variados aspectos da vida indígena, abrangendo história, biografia, mitologia, organização política, território, medicina tradicional, grafismos, gênero, terminologias linguísticas, educação especial, atividade cinegética e rituais tradicionais.
A viabilização das defesas nas aldeias ocorreu pela primeira vez em 18 anos de existência da graduação e está de acordo com a pedagogia da alternância, pela qual parte da carga horária do curso é realizada nas comunidades indígenas dos alunos, por meio de pesquisa e extensão. Os recursos para realização do evento foram provenientes de projeto de extensão com o mesmo nome do seminário.
As bancas de avaliação foram compostas por docentes do curso, egressos de outras turmas da Licenciatura Indígena e egressos indígenas de outros cursos da Ufac, inclusive da pós-graduação. Também compuseram algumas bancas pessoas reconhecidas por suas comunidades com “notório saber”, expediente previsto no regulamento de TCC do curso. Além de familiares dos estudantes e moradores das aldeias, indígenas de outras etnias estiverem presentes no seminário.

Organização
A atividade no município de Mâncio Lima, que é vizinho ao campus Floresta, em Cruzeiro do Sul (AC), ocorreu num só dia, em 25 de setembro, com a defesa de dois TCCs. Já para o evento em Feijó foi necessário um deslocamento de ônibus, com duração de quase seis horas, em 30 de setembro, até o porto da cidade. E, à noite, uma embarcação levou cerca de 20 pessoas até a aldeia Morada Nova, onde houve uma recepção musical para o grupo. Na manhã do dia seguinte começaram as defesas, que prosseguiram até 2 de outubro.

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Herbário da Ufac participa do 76º Congresso Nacional de Botânica — Universidade Federal do Acre
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3 dias atrásem
22 de outubro de 2026A servidora Júlia Gomes da Silva, curadora do Herbário da Ufac, vinculado ao Parque Zoobotânico (PZ), representou a instituição no 76º Congresso Nacional de Botânica e 15º Encontro de Botânicos do Centro-Oeste, eventos ocorridos de 11 a 16 de outubro, em Campo Grande. Ela participou de mesa-redonda com apresentação das coleções dos herbários da região Norte.
Na ocasião, os curadores discutiram avanços, desafios estruturais e o futuro das coleções científicas do país. Durante sua exposição, Júlia conduziu o público por uma linha do tempo que remonta a 22 de outubro de 1979, data da primeira coleta registrada no campus-sede da Ufac: uma ‘Vismia’ (gênero científico de planta) coletada por L. Coêlho. Em razão desse registro, o herbário da Ufac comemora 47 anos nesta quinta-feira, 22.
Júlia destacou perspectivas importantes para o cenário científico acreano. Entre os projetos de destaque estão investimentos viabilizados via Financiadora de Estudos e Projetos (Finep), incluindo a projeção de um novo prédio de cerca de 600 metros quadrados e a aquisição de armários compactadores modernos para garantir a preservação do acervo em longo prazo.
Também representaram a Ufac estudantes do campus Floresta, em Cruzeiro do Sul (AC), e a professora Simone Reis. A universidade enviou 11 resumos, dos quais oito foram apresentados. O evento possibilitou a troca de experiência com botânicos do país e conversas sobre parcerias de trabalho, incluindo a realização de expedições para grupos de plantas pouco estudados no Acre.
Herbário
O Herbário da Ufac tem uma equipe técnica composta por Júlia Gomes da Silva, Izailene Saar e colaboradores, como a ex-curadora e atual vice-reitora Almecina Balbino, o técnico Davi Borges e estagiários. O acervo abriga preciosidades da flora amazônica e sul-americana, registrando a superação de gargalos históricos de digitalização e integrando atualmente plataformas globais de dados de biodiversidade, como o SpeciesLink e o Global Biodiversity Information Facility.
Entre os marcos recentes destacados está o avanço na informatização de milhares de registros e a aposta em inovações, como a participação na Rede de Herbários Espectrais da Amazônia, que utiliza a espectroscopia no infravermelho próximo (tecnologia NIR portátil) para otimizar a identificação de espécies diante da escassez de taxonomistas na região.
A informatização completa do acervo ainda está em processo e figura como um dos principais objetivos da equipe, que agradeceu à direção do PZ e à Ufac pelo apoio contínuo aos servidores e à coleção, além de exaltar o esforço coletivo dos bolsistas, voluntários e parceiros que documentam, protegem e estudam a flora e funga brasileira.
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Ufac retoma Semana Acadêmica de Física após 6 anos, com planetário — Universidade Federal do Acre
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21 de outubro de 2026A Universidade Federal do Acre (Ufac) realiza até esta sexta-feira, 23, a 3ª Semana Acadêmica de Física, no prédio do curso, no campus-sede, em Rio Branco. Iniciado nessa segunda-feira, 19, o evento retoma as atividades presenciais da semana acadêmica após seis anos de interrupção, causada pela pandemia de covid-19 e pela reorganização do calendário universitário.
A programação tem atrações abertas ao público, como oficinas de astronomia, observação do Sol com telescópio e um planetário móvel, instalado no segundo andar do prédio de Física. Há ainda palestras, apresentações de pesquisas de estudantes e minicursos práticos de elaboração de material didático, física experimental, criação de mapas, processamento de dados e sismologia.
Organizada em três eixos temáticos, a semana é voltada aos estudantes da licenciatura e do bacharelado em Física e do curso de Física Aplicada às Ciências da Terra. Os primeiros dias tiveram debates e palestras sobre o ensino de física e a formação docente. Em seguida, a programação trata de física pura, como mecânica quântica, relatividade e física de partículas, e termina com geofísica, astronomia e fenômenos naturais.
Segundo o coordenador do evento e professor do curso de Física, Victor Carreira, a retomada presencial reaproxima o curso da comunidade externa e das escolas de educação básica. Turmas do Instituto Federal do Acre visitaram a semana, e escolas da rede pública foram convidadas.

“A semana acadêmica é muito importante tanto para os nossos alunos quanto para a comunidade em geral de Rio Branco”, disse Carreira. “É uma oportunidade para jovens do ensino médio conhecerem a universidade e vivenciarem a ciência na prática.”
A cerimônia de encerramento ocorre nesta sexta-feira, 23, à tarde.
(Fhagner Soares, estagiário Ascom/Ufac)
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