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O governo de Portugal perde o voto de confiança, preparando o cenário para novas eleições | Notícias das eleições
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O governo central-direito de Portugal perdeu um voto de confiança no Parlamento, potencialmente empurrando o país da União Europeia (UE) para sua terceira eleição geral em três anos.
O governo “tentou tudo até o último minuto para evitar eleições para o SNAP”, disse os repórteres do primeiro-ministro de Portugal, Luis Montenegro, disseram os repórteres após a votação na noite de terça-feira.
Os legisladores votaram 142-88, com abstenções zero, contra o movimento de confiança que o Montenegro apresentou depois que a oposição questionou a integridade de suas negociações relacionadas a uma empresa de consultoria que ele fundou.
A mídia portuguesa relatou alegações de que a empresa, que agora é administrada pelos filhos da Montenegro, tinha contratos com várias empresas privadas que dependem de contratos do governo.
Montenegro, que já havia sobrevivido a dois votos de censura, nega qualquer irregularidade.
“A insinuação de que misturei meus negócios e atividade política é completamente abusiva e até insultuosa. Uma falsidade repetida não se torna a verdade, mas contamina o ambiente político … é nisso que o populismo se alimenta ”, disse ele ao Parlamento antes da votação.
Pedro Nuno Santos, o líder do Partido Socialista, o maior partido da oposição do país, descreveu a conduta do governo como “vergonhosa”, dizendo que recorreu a “manobras, jogos, truques” para sobreviver.
Montenegro tornou -se primeiro -ministro depois que o socialista Antonio Costa renunciou em novembro de 2023, sob a sombra de uma investigação de corrupção.
Costa, que nega acusações de tráfico de influência nivelado contra ele, foi eleito chefe do Conselho Europeu da UE em junho de 2024.
A administração de Montenegro agora assumirá um papel de zelador.
Após a votação, agora cabe ao presidente de Portugal, Marcelo Rebelo de Sousa, se deve convocar uma eleição parlamentar depois de consultar os principais partidos políticos na quarta -feira e seu Conselho Consultivo de Estado na quinta -feira.
De Sousa disse que uma nova votação pode ser realizada em meados de maio.
Governos minoritários e subindo a extrema direita
A Coalizão de Aliança Democrática (AD) da Montenegro-direita venceu as eleições em março de 2024, mas ocupou apenas 80 cadeiras na legislatura de 230 lugares do país. O Partido Socialista, que já havia ocupado governo, conquistou 78 cadeiras.
Por outro lado, o partido Chega de Portugal ganhou 50 assentos, mais de quatro vezes os 12 assentos que mantinham anteriormente.
Na época, Montenegro descartou trabalhando com Chega, dizendo “Não significa não” Para formar um governo com o partido, que obteve votos em campanha em uma plataforma anti-imigração.
O cientista político Adelino Maltez, da Universidade de Lisboa, disse que as pesquisas de opinião mostraram muito pouca mudança nas preferências dos eleitores a partir das eleições de março de 2024. O anúncio e os socialistas são pescoço e pescoço na maioria das pesquisas.
“O problema é que a nova eleição não será conclusiva … o anúncio e os socialistas estão ligados. É uma situação que será difícil para eles navegar ”, disse Maltez.
Um pacto centrista entre os social -democratas do Montenegro e os socialistas foi a única solução, apesar das diferenças em suas propostas políticas, disse ele. Os dois principais rivais só tiveram esse acordo no Parlamento uma vez, entre 1983 e 1985.
“Se eles não o fizerem, será mais da mesma instabilidade”, disse Maltez.
A votação sem confiança de terça-feira aponta para o pior feitiço de instabilidade política desde que Portugal adotou um sistema democrático há mais de 50 anos após a Revolução de Carnação de 1974, que encerrou uma ditadura de quatro décadas.
Uma eleição precoce é praticamente inevitável agora, mas os eleitores já estão mostrando fadiga eleitoral e desilusão com os políticos.
“Isso parece uma piada, ninguém entende por que há uma nova eleição tão cedo. Os políticos se culpam, mas todos estão sendo irresponsáveis ”, disse Joao Brito, um funcionário público aposentado de 70 anos no centro de Lisboa.
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Egressa de mestrado em CZS obtém prêmio de pós-graduação — Universidade Federal do Acre
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1 de setembro de 2026A engenheira agrônoma Mirian Soares de Amorim, aluna egressa do curso de Agronomia e do mestrado em Ciências Ambientais, do campus Floresta da Ufac, em Cruzeiro do Sul, obteve o 2º lugar na categoria Pós-Graduação do 5º Prêmio Margarida Alves de Estudos sobre Ruralidades e Feminismos, cujo resultado final foi divulgado em 17 de março. O evento foi promovido pelo Ministério do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar.
O estudo destaca a articulação entre a transição agroecológica e a igualdade de gênero, enfatizando o papel central das mulheres rurais, ribeirinhas e agricultoras na preservação da agrobiodiversidade e na soberania alimentar na Amazônia. No mestrado, sob orientação do professor Kleber Andolfato de Oliveira, Mirian também aprofundou investigações sobre o desenvolvimento sustentável e o papel das populações rurais no manejo dos ecossistemas amazônicos.
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Ufac consolida criação do curso de Farmácia com 50 vagas — Universidade Federal do Acre
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31 de agosto de 2026O reitor da Ufac, Josimar Ferreira, reuniu-se com membros da comissão responsável pela proposta de criação do curso de Farmácia. O encontro ocorreu nesta segunda-feira, 31, na sala de reuniões da Reitoria, visando consolidar o Projeto Político-Pedagógico da nova graduação, além de homenagear, com a entrega, pela Federação Nacional dos Farmacêuticos (Fenafar), de Menção Honrosa ao reitor e a pessoas cujo empenho culminou na abertura do curso.
A iniciativa faz parte do programa Universidades Transformadoras, pactuada com o Ministério da Educação (MEC). O curso prevê a oferta de 50 vagas para estudantes e liberação de 11 códigos de vagas para professores. A aula inaugural e início das atividades acadêmicas estão previstos entre 2028 e 2029.
“Esse é um curso que se assenta fortemente na demanda de conhecer os bioativos da floresta amazônica e transformar esse conhecimento em riqueza, patentes, inovação e qualidade de vida para a sociedade”, disse Josimar Ferreira. Além disso, ele ressaltou a necessidade de conectar o novo curso às estruturas já consolidadas da Ufac, otimizando disciplinas e espaços curriculares em conjunto com as áreas de saúde e química.
A presidente da comissão de criação do curso, Andréia Andrade, lembrou que o projeto começou em 2011. “Hoje nos reunimos com a perspectiva de viabilizar a abertura do curso diante do que já temos na instituição. Nosso objetivo é ofertar uma formação generalista, com investimento otimizado na estrutura existente e com forte inserção na pesquisa e extensão, aproveitando a nossa biodiversidade e criando caminho para futuros programas de pós-graduação.”
Também participaram da reunião representantes externos da categoria profissional, como a ex-conselheira federal, membro da comissão e diretora de Relações Institucionais da Fenafar, Isabela de Oliveira Sobrinho. “Acompanhei a busca por esse projeto pedagógico desde o início e ver essa etapa final é um avanço enorme”, pontuou. “É um trabalho a muitas mãos para trazer o melhor para a Ufac. Trata-se de um curso de grande magnitude, focado em tecnologias de medicamentos e em pesquisas com nossas plantas nativas para gerar qualidade de vida à população.”
(Fhagner Soares, estagiário Ascom/Ufac)
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Seminário na Ufac debate formação em enfermagem obstétrica — Universidade Federal do Acre
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28 de agosto de 2026A Ufac sediou o seminário Desafios Atuais na Formação para a Prática da Enfermagem Obstétrica, que ocorreu nesta sexta-feira, 28, na sala dos Colegiados, campus-sede. O encontro reuniu professores, pesquisadores, gestores e profissionais de saúde para debater a reestruturação do modelo de assistência ao parto e ao nascimento, o fortalecimento do Sistema Único de Saúde (SUS) e a interiorização da qualificação profissional no Estado.
O evento integra um projeto nacional, composto por uma rede de 40 instituições de ensino superior articuladas para formar mais de 700 enfermeiras obstétricas pelo país, com foco prioritário nas regiões do interior. No Acre, o programa abrange turmas de especialização e residência voltadas para profissionais atuantes nas regionais do Alto Acre, Alto Purus, Baixo Acre, Tarauacá-Envira e Juruá.
“A Ufac cumpre o seu papel social ao ampliar a formação e capacitar profissionais que atuam em um momento tão ímpar quanto o nascimento de uma criança”, disse o reitor Josimar Ferreira. “Contamos com alunos de todas as regionais. Isso gera um efeito multiplicador: o profissional capacitado coordena equipes locais e eleva diretamente a qualidade do atendimento prestado à população pelo SUS.”
A coordenadora das formações no Estado e professora da Ufac, Sheley Borges, destacou a necessidade de repensar a prática profissional para garantir um cuidado humanizado e seguro. “A intencionalidade da nossa formação é reduzir a mortalidade materna e neonatal e alcançar as mulheres em uma dimensão em que sejam respeitadas. Queremos garantir que as escolhas não ocorram por medo, como optar por uma cesariana sem compreender que é uma cirurgia de grande porte.”
A coordenadora nacional do curso de especialização em Enfermagem Obstétrica da Rede Alyne, vinculada à Universidade Federal de Minas Gerais, Kleyde Ventura, ressaltou a relevância estratégica da parceria com a Ufac. “No Acre, vivemos uma condição muito especial, pois, com exceção de uma aluna, todas as especializadas são do interior. Estamos interiorizando e descentralizando os modos de formar, abordando o trabalho multiprofissional e a articulação de redes para garantir assistência de qualidade e direitos assegurados.”
Também participaram do seminário o promotor de Justiça do MP-AC, Gláucio Oshiro; o coordenador do curso de Enfermagem da Ufac, João Francalino; e o epidemiologista Serafim Salgado, coordenador das metodologias aplicadas no programa de formação.
(Fhagner Soares, estagiário Ascom/Ufac)
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