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o governo sofre as primeiras derrotas no Hemiciclo num contexto de divisões na coligação Barnier

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Mesma causa, mesmos efeitos. Com uma minoria na Assembleia, o governo Barnier está a acumular desilusões face aos parlamentares indignados com o seu orçamento. Desde a comissão de finanças até aos debates em sessão pública, a secção de receitas da lei financeira de 2025 continua a enfrentar a barragem de oposições, ao mesmo tempo que se depara com fracturas na coligação governamental.

Pouco depois da meia-noite de quarta-feira, 23 de outubro, os deputados validaram assim a criação de uma contribuição excecional para os rendimentos elevados depois de a terem modificado, tal como em comissão uma semana antes. Inscrita no artigo 3.º da Lei das Finanças (PLF) sobre as receitas, esta medida fiscal, que diz respeito a 0,1% das famílias mais ricas, foi aprovada com 191 votos a favor e 35 contra. Votos principalmente de da Nova Frente Popular (NFP) e da Assembleia Nacional (RN).

Os grupos do campo governamental (Juntos pela República – EPR -, Direita Republicana – DR -, MoDem – Movimento Democrático -, Horizontes) ficaram divididos sobre uma das raras medidas do PLF 2025 visando famílias com um rendimento fiscal de referência maior mais de 250.000 euros por ano para uma pessoa solteira e 500.000 euros para um casal sem filhos. “Uma espécie de rede tributária ou limite fiscal evitando taxas médias de imposto muito baixas quando você ganha (c)Eu voltei »explicou o Ministro das Contas Públicas, Laurent Saint-Martin.

Enquanto Matignon e Bercy defendem a limitação deste imposto mínimo – um piso de 20% – a três anos, os deputados votaram para torná-lo permanente graças a alterações da esquerda e do MoDem, que, no entanto, pertence à coligação governamental. “Você está pedindo a todos no país que façam esforços de forma sustentável. E os únicos a quem você diz “não se preocupe, é excepcional” são aqueles que têm muito para viver.”ficou indignado com o presidente “rebelde” do comitê financeiro, Eric Coquerel.

“Justiça social”

Os deputados também ampliaram a base dessa sobretaxa. O relator do orçamento geral, o centrista Charles de Courson (Libertés, independentes, ultramarinos e territórios, Marne) reuniu a seu favor uma maioria para reescrever o artigo 3.º, a fim de evitar estratégias de evasão fiscal por parte das famílias mais ricas, tentadas a reduzir a sua contribuição através de certos impostos vantagens ou créditos fiscais. “O governo estava inventando uma rede que pegava sardinha, mas deixava passar baleia”ironizou o deputado comunista de Cher Nicolas Sansu.

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Ufac faz cerimônia de entrega de diplomas médicos do Revalida — Universidade Federal do Acre

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Nathalia Oliveira, Ufac 2026.10.02.jpeg

A Ufac realizou a cerimônia de entrega da revalidação de diplomas médicos expedidos por instituições de ensino superior estrangeiras, referentes à edição 2025.2 do Revalida. O Núcleo de Registro e Controle Acadêmico (Nurca) relaciona 67 certificados disponíveis para retirada. O ato ocorreu nesta sexta-feira, 2, no Nurca, campus-sede, e contou com a participação do reitor Josimar Ferreira.

“É inédito para nossa universidade fazer um ato que representa a entrega dos diplomas”, disse Josimar. Ele ressaltou a rapidez com que o processo foi concluído pela equipe do Nurca e pediu aos médicos que retribuam à sociedade com ética e acolhimento no atendimento, além de afirmar que a entrega demonstra o papel da universidade no reconhecimento daqueles que se formaram fora do Brasil.

Segundo o diretor do Nurca, Lucas de Araújo Moura, a Ufac realiza revalidações há alguns anos, mas as entregas dos certificados aconteciam de forma avulsa. Ele explicou que a proposta do ato simbólico foi atender os profissionais e valorizar o momento vivido por eles e por suas famílias. Os documentos são entregues juntamente com os originais apresentados pelos interessados, que devem assinar o termo de recebimento do certificado de revalidação.

A médica Nathalia Bragança de Oliveira, que recebeu o diploma revalidado 30 dias após dar entrada no processo na Ufac, disse ter escolhido a universidade pela organização e pelo prazo de entrega. “Foi muito rápido, um processo muito organizado também, desde o momento do início até agora.” Ela relatou que foi recebida com atenção pela equipe, que explicou todas as etapas do procedimento, disse esperar ingressar no mercado de trabalho e atender os pacientes com cuidado.



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Consu aprova comissão para destinar cotas a pessoas transgênero — Universidade Federal do Acre

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O Conselho Universitário (Consu) da Ufac aprovou a criação de uma comissão para elaborar a proposta de cotas de acesso à graduação para pessoas transgênero, que é uma pauta da Pró-Reitoria de Ações Afirmativas e Equidade (Proafe), recentemente criada com o objetivo de expandir políticas de inclusão na universidade. A aprovação ocorreu nessa quarta-feira, 30, na 5ª Reunião Ordinária do Consu, realizada no auditório do Centro de Filosofia e Ciências Humanas, campus-sede.

A Ufac já possui regulamentação que garante o acesso por cotas à comunidade transgênero na pós-graduação desde 2023. A proposta aprovada pelo Consu busca ampliar esse direito para a graduação, assegurando não apenas a entrada, mas também o acompanhamento para permanência de estudantes até a conclusão dos cursos.

A comissão terá prazo de 90 dias para realizar os estudos e apresentar a minuta final do projeto. O grupo terá formação intersetorial, reunindo representantes das três categorias acadêmicas: docentes, técnico-administrativos e discentes, além de representantes de entidades e movimentos sociais da sociedade civil voltados aos direitos da população transgênero no Acre.

“Reafirmamos nosso compromisso ao instituir a comissão que vai deliberar sobre as cotas trans”, disser o reitor Josimar Ferreira. “Trata-se de uma ação demandada pela sociedade para incluir populações historicamente invisibilizadas, garantindo que as ações afirmativas façam parte da história do nosso conselho.”

Segundo a pró-reitora de Ações Afirmativas e Equidade, Letícia Mamed, a política visa transformar a realidade de um dos grupos mais marginalizados socialmente. “Precisamos atentar para a garantia de acesso, permanência e dignidade para que essa comunidade possa construir seus projetos de vida com mais oportunidades”, comentou. “No Brasil, cerca de 30 universidades já adotam políticas semelhantes, e a Ufac dá um passo essencial para consolidar essa transformação.”

Integrante do Consu, a professora Raquel Ishii ressaltou que a comissão foi criada para ir além da gestão superior da universidade. “Considero essa aprovação uma grande vitória para a sociedade civil e para a universidade. A comissão amplia o debate da pós-graduação para a graduação. Trata-se de um grupo bem amplo, constituído não só pela gestão, mas com convites abertos ao Diretório Central dos Estudantes e a movimentos sociais externos à universidade.”

(Fhagner Soares, estagiário Ascom/Ufac)



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SAE-CZS — Universidade Federal do Acre

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SAE-CZS — Universidade Federal do Acre

A Diretoria Geral do Campus Floresta (DG-Camp), por meio do Setor de Assistência Estudantil (SAE-CZS), comunica a suspensão do Restaurante Universitário nesta segunda-feira, 28, para o Campus Floresta, em decorrência do ponto facultativo decretado pela Reitoria por meio da Portaria n.º 3.914, de 24/09/2026, em virtude da celebração do Aniversário do município de Cruzeiro do Sul (AC).
Contamos com a compreensão de toda a comunidade acadêmica.

 



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