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‘O inferno vai explodir’: Trump sugere movimentos militares no Oriente Médio e nas Américas | Notícias de Donald Trump
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O presidente eleito dos Estados Unidos, Donald Trump, sugeriu uma possível intervenção militar nas Américas e no Médio Oriente, bem como outros itens da sua agenda de política externa, durante uma ampla conferência de imprensa na Florida.
Trump falou na sua propriedade em Mar-a-Lago na terça-feira, um dia depois de o Congresso ter certificado oficialmente a sua vitória nas eleições gerais de novembro. A coletiva de imprensa também acontece apenas 13 dias antes de Trump tomar posse para seu segundo mandato, em 20 de janeiro.
O presidente eleito abordou vários assuntos internos, prometendo reverter as restrições ambientais e perdoar os apoiadores que invadiram o Capitólio dos EUA em 6 de janeiro de 2021.
Mas as suas declarações mais importantes diziam respeito à política externa. Trump expôs uma visão expansionista abrangente, com consequências para países de todo o mundo.
Ele repetiu seu desejo de Controle dos EUA no Canal do PanamáGronelândia e Canadá, ao mesmo tempo que sublinha que “o inferno irá rebentar” se os cativos detidos em Gaza não forem libertados antes de ele tomar posse.
Numa conversa com jornalistas, Trump foi questionado se descartaria o uso da força militar ou da coerção económica para assumir o controlo do Canal do Panamá ou da Gronelândia, um território autónomo dinamarquês. Ele recusou.
“Não vou me comprometer com isso”, disse Trump. Ele então se voltou para o canal, uma rota comercial arterial que conecta os oceanos Atlântico e Pacífico. “Pode ser que você tenha que fazer alguma coisa. O Canal do Panamá é vital para o nosso país.”
Mais tarde, ele acrescentou: “Precisamos da Groenlândia para fins de segurança nacional”.
Os primeiros-ministros da Gronelândia e da Dinamarca descartaram a possibilidade de a extensa ilha do Árctico ser transferida para o controlo dos EUA.
E o governo do Panamá também afirmou que o canal continuará a ser panamenho, tal como tem acontecido desde que os EUA abandonaram o controlo em 1999, na sequência de um tratado negociado pelo falecido presidente dos EUA, Jimmy Carter.
De olho no Canadá
Trump também fez declarações ousadas sobre as suas intenções em relação ao Canadá, um dos maiores parceiros comerciais dos EUA.
O país partilha uma fronteira de 8.891 quilómetros (5.525 milhas) com os EUA, e Trump sugeriu nas últimas semanas que deveria tornar-se o 51º estado dos EUA.
Mas durante a conferência de imprensa de terça-feira, ele descartou o uso da força militar contra o Canadá, que tem sido tradicionalmente um aliado próximo – embora não seja uma “força económica”.
“Você se livra da linha traçada artificialmente e olha como ela é, e também seria muito melhor para a segurança nacional”, disse Trump, referindo-se à fronteira EUA-Canadá.
O primeiro-ministro canadense, Justin Trudeau, respondeu rapidamente à perspectiva nas redes sociais.
“Não há a menor chance de que o Canadá se torne parte dos Estados Unidos”, Trudeau escreveu.
Entretanto, Trump renovou a sua promessa de impor “tarifas substanciais” ao México e ao Canadá se estes não concordarem com as exigências para travar a migração irregular e o tráfico de droga para os EUA.
Trump já tinha ameaçado impor tarifas de 25% aos dois países, apesar dos avisos dos economistas de que as guerras comerciais poderiam destruir indústrias norte-americanas fortemente interligadas.
Numa outra referência à mudança do mapa regional, Trump disse que o Golfo do México deveria ser denominado “Golfo da América”. Tem um “toque lindo”, ele brincou.
‘O inferno vai explodir’
Trump passou um tempo considerável discutindo a guerra de Israel em Gaza, um conflito que já ceifou mais de 45.885 vidas palestinas e gerou temores de graves violações dos direitos humanos.
O presidente eleito chamou o seu nomeado para enviado ao Médio Oriente, Steve Witkoff, ao pódio para dar uma actualização sobre as negociações.
Witkoff, um investidor imobiliário sem experiência em política externa, participou nas recentes conversações de cessar-fogo no Médio Oriente.
Em comentários aparentemente improvisados, Witkoff disse: “Acho que tivemos um grande progresso e tenho muita esperança de que, até a posse, teremos algumas coisas boas para anunciar em nome do presidente”.
Mas o presidente eleito adotou uma linha mais dura, concentrando-se na libertação dos restantes prisioneiros detidos pelo Hamas após o ataque de 8 de outubro de 2023, no sul de Israel. Israel estima que cerca de 100 pessoas permanecem sob custódia do Hamas.
Trunfo jurou que “todo o inferno irá rebentar” no Médio Oriente se o Hamas não libertar os cativos quando tomar posse.
Alguns observadores interpretaram a declaração de Trump como uma ameaça de uma possível intervenção militar dos EUA em Gaza, uma linha que o presidente cessante, Joe Biden, se recusou a cruzar, apesar do aumento da ajuda militar a Israel.
Quando solicitado a explicar o que queria dizer na entrevista coletiva, Trump hesitou: “Tenho que definir isso para você? O inferno vai explodir se os reféns não voltarem.”
“Se eles não voltarem quando eu assumir o cargo, o inferno irá explodir no Médio Oriente, e isso não será bom para o Hamas, e não será bom, francamente, para ninguém. Todo o inferno vai explodir. Não preciso dizer mais nada, mas é isso”, disse ele.
Política da Síria
Trump deu uma resposta caracteristicamente enigmática quando questionado sobre o futuro das tropas dos EUA na Síria. O Pentágono afirma que cerca de 2.000 militares dos EUA permanecem no país como parte de uma missão para conter o grupo armado ISIL (ISIS).
Mas surgiram questões sobre o envolvimento a longo prazo dos EUA na Síria, depois da deposição do antigo Presidente Bashar al-Assad no início de Dezembro.
As tropas dos EUA têm apoiado as Forças Democráticas Sírias (SDF) lideradas pelos curdos no nordeste da Síria desde 2014, à medida que uma guerra civil multifacetada se desenrolava no país.
Mas esse apoio colocou Washington está em desacordo com o seu aliado da NATO, Turkiye, que considera os membros das Unidades de Protecção Popular (YPG) – a maior parte dos combatentes das FDS – como “terroristas”.
Turkiye, pelo contrário, apoiou os grupos rebeldes que acabaram por derrubar al-Assad.
Durante o seu primeiro mandato, Trump sugeriu a possibilidade de retirar as tropas dos EUA da Síria. E ainda recentemente, em Dezembro, ele publicou na sua plataforma Truth Social que os EUA não deveriam ter “nada a ver” com a Síria.
Mas na conferência de imprensa de terça-feira, optou pela ambiguidade sobre o futuro do envolvimento dos EUA na Síria.
“Não vou lhe contar isso, porque faz parte de uma estratégia militar”, disse ele.
Em vez disso, elogiou o presidente turco, Recep Tayyip Erdogan, a quem chamou de “amigo” e “cara muito inteligente”.
“Ele enviou seu pessoal para lá (Síria) através de diferentes formas e nomes diferentes, e eles entraram, assumiram o controle e é assim que as coisas são”, disse Trump.
Alguns analistas especularam que Trump pode ser mais receptivo do que os anteriores presidentes dos EUA em entregar as operações anti-ISIL a Turkiye.
NATO vai pagar mais
Trump também opinou sobre outros aliados da OTAN, dizendo que os 32 membros da aliança transatlântica deveriam aumentar seus gastos com defesa a 5 por cento do seu produto interno bruto (PIB).
Isto representa um aumento significativo em relação à actual meta mínima de 2 por cento.
Trump tem acusado regularmente os membros da aliança de pagarem mal e sugeriu a retirada se os gastos não aumentarem.
“Todos podem pagar, mas deveriam estar em 5%, não em 2%”, disse Trump.
“Se eles estão a pagar as suas contas, e se eu achar que nos estão a tratar de forma justa, a resposta é absolutamente que permaneceria com a NATO”, acrescentou. Mas avisou que poderá revogar o seu apoio se não sentir que os EUA são tratados de forma justa.
Numa anedota, ele comparou os aliados da OTAN com os devedores inadimplentes nas suas contas: “Se você for inadimplente, não iremos protegê-lo”.
A ameaça surge num momento em que a OTAN assume uma importância crescente no contexto da invasão em grande escala da Ucrânia pela Rússia, que começou em Fevereiro de 2022.
Trump há muito afirma que a invasão da Rússia não teria acontecido sob o seu comando. Na terça-feira, ele novamente prometeu mediar uma resolução rápida.
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Ufac retoma Semana Acadêmica de Física após 6 anos, com planetário — Universidade Federal do Acre
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8 horas atrásem
21 de outubro de 2026A Universidade Federal do Acre (Ufac) realiza até esta sexta-feira, 23, a 3ª Semana Acadêmica de Física, no prédio do curso, no campus-sede, em Rio Branco. Iniciado nessa segunda-feira, 19, o evento retoma as atividades presenciais da semana acadêmica após seis anos de interrupção, causada pela pandemia de covid-19 e pela reorganização do calendário universitário.
A programação tem atrações abertas ao público, como oficinas de astronomia, observação do Sol com telescópio e um planetário móvel, instalado no segundo andar do prédio de Física. Há ainda palestras, apresentações de pesquisas de estudantes e minicursos práticos de elaboração de material didático, física experimental, criação de mapas, processamento de dados e sismologia.
Organizada em três eixos temáticos, a semana é voltada aos estudantes da licenciatura e do bacharelado em Física e do curso de Física Aplicada às Ciências da Terra. Os primeiros dias tiveram debates e palestras sobre o ensino de física e a formação docente. Em seguida, a programação trata de física pura, como mecânica quântica, relatividade e física de partículas, e termina com geofísica, astronomia e fenômenos naturais.
Segundo o coordenador do evento e professor do curso de Física, Victor Carreira, a retomada presencial reaproxima o curso da comunidade externa e das escolas de educação básica. Turmas do Instituto Federal do Acre visitaram a semana, e escolas da rede pública foram convidadas.

“A semana acadêmica é muito importante tanto para os nossos alunos quanto para a comunidade em geral de Rio Branco”, disse Carreira. “É uma oportunidade para jovens do ensino médio conhecerem a universidade e vivenciarem a ciência na prática.”
A cerimônia de encerramento ocorre nesta sexta-feira, 23, à tarde.
(Fhagner Soares, estagiário Ascom/Ufac)
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Pavic-Lab da Ufac apresenta seis trabalhos em congresso internacional de computação — Universidade Federal do Acre
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20 de outubro de 2026Pesquisadores do projeto Pavic-Lab, da Universidade Federal do Acre (Ufac), apresentaram seis trabalhos científicos durante a Conference on Graphics, Patterns and Images (SIBGRAPI 2026), congresso internacional de referência nas áreas de computação gráfica, processamento de imagens e visão computacional, realizado de 29 de setembro a 2 de outubro, em Goiânia (GO). As pesquisas foram desenvolvidas no projeto de pesquisa e desenvolvimento (P&D) Pesquisas Aplicadas em Visão e Inteligência Computacional (Pavic-Lab), uma iniciativa de cooperação técnico-científica entre a Ufac, Motorola, Flextronics e Fundação de Apoio e Desenvolvimento ao Ensino, Pesquisa e Extensão Universitária no Acre (Fundape).
Segundo a professora do Centro de Ciências Exatas e Tecnológicas (CCET), Ana Beatriz Alvarez Mamani, a participação no congresso contribui para divulgar a produção científica desenvolvida no Acre e ampliar o intercâmbio com outras instituições. Ela destacou que a presença da Ufac em eventos científicos também ajuda a reduzir as desigualdades regionais na ciência brasileira, além de possibilitar novas parcerias e o aperfeiçoamento das pesquisas.
A equipe foi composta pela professora Ana Beatriz Alvarez Mamani, pelo pesquisador Quefren Leher, pelos mestrandos do Programa de Pós-Graduação em Ciência da Computação (PPGCC) Clécio Silva, Lucas Carvalho, Gustavo Ferreti, Julio Martins e Ian Teixeira, além do graduando em Sistemas de Informação Kauã Galvão de Macedo.
Dos seis trabalhos apresentados, um integrou uma sessão especial do congresso e já foi publicado na revista científica Computers & Graphics. Outros três foram apresentados na programação principal, com previsão de publicação nos anais do Instituto de Engenheiros Eletricistas e Eletrônicos (IEEE) e na biblioteca digital da Sociedade Brasileira de Computação (SBC). Os dois trabalhos restantes foram apresentados em workshops, também com previsão de publicação na biblioteca digital da SBC.
As pesquisas estão divididas em duas áreas principais: reconstrução tridimensional e processamento de imagens. Na primeira, Clécio Silva apresentou um método computacional para criar representações digitais mais detalhadas de ambientes internos a partir de imagens. A tecnologia pode ser aplicada em jogos, realidade virtual e aumentada, simulações e projetos da construção civil.
Na área de processamento de imagens, Lucas Carvalho apresentou uma pesquisa para reconstruir imagens de alta faixa dinâmica (HDR) a partir de uma única imagem convencional, buscando recuperar detalhes em regiões claras e escuras. Gustavo Ferreti desenvolveu uma rede neural para combinar imagens com diferentes níveis de exposição e melhorar a qualidade visual dos resultados.

Julio Martins apresentou uma metodologia para reduzir o custo computacional da reconstrução de imagens HDR, preservando a qualidade das imagens produzidas. Ian Teixeira investigou o uso de mecanismos de atenção em modelos de inteligência artificial para recuperar informações em imagens de baixa qualidade. Já Kauã Galvão de Macedo apresentou uma abordagem que combina redes neurais e técnicas de processamento de sinais para melhorar imagens capturadas em ambientes com pouca iluminação.

Os métodos desenvolvidos apresentam potencial de aplicação em sistemas embarcados com recursos computacionais limitados, como dispositivos eletrônicos que integram processamento de imagens, permitindo aprimorar a qualidade visual com menor demanda de processamento.
Para o graduando Kauã Galvão de Macedo, a participação no congresso proporcionou a oportunidade de apresentar os resultados de sua pesquisa e conhecer novas abordagens científicas. “Foi uma ótima experiência, tanto pela oportunidade de apresentar minhas pesquisas desenvolvidas na Ufac quanto pela troca de conhecimentos com pesquisadores de outras instituições”, afirmou.
Segundo Kauã, as discussões realizadas durante o evento possibilitaram o contato com técnicas que poderão contribuir para suas pesquisas e para os projetos desenvolvidos pelo Pavic-Lab, além de abrir oportunidades de colaboração científica.
O mestrando em Ciência da Computação Gustavo de Souza Ferreti também destacou a importância da experiência para sua formação acadêmica. “Tive a oportunidade gratificante de conhecer professores e pesquisadores com ampla trajetória no nosso campo, além de ouvir sobre suas vivências e receber orientações valiosas para aprimorar meu trabalho”, disse.

O Pavic-Lab desenvolve atividades de pesquisa voltadas ao processamento de imagens, ao aprimoramento da qualidade visual e à reconstrução tridimensional de ambientes e objetos. Após a participação no congresso, a equipe dará continuidade às pesquisas científicas, com novos experimentos e avaliações para aperfeiçoar os métodos, reduzir custos computacionais e ampliar as possibilidades de aplicação prática dos resultados.
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Ufac abre 1ª Conferência Internacional Amazônia Nexus — Universidade Federal do Acre
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2 dias atrásem
19 de outubro de 2026A Universidade Federal do Acre (Ufac) iniciou, na manhã desta segunda-feira, 19, a 1ª Conferência Internacional Amazônia Nexus. A solenidade de abertura ocorreu no auditório do e-Amazônia, no campus-sede, em Rio Branco, e reuniu professores, estudantes, participantes externos e palestrantes locais, nacionais e internacionais.
A vice-reitora da Ufac, Almecina Balbino, destacou que o evento busca fortalecer a produção científica regional e estreitar os laços interinstitucionais. Segundo ela, a conferência favorece a criação de uma rede de conexão entre os programas de pós-graduação e viabiliza a internacionalização por meio da cooperação Sul-Sul, permitindo que pesquisadores externos contribuam diretamente para os estudos sobre o território amazônico.
O pró-reitor de Extensão e Cultura, Marco Amaro, ressaltou o papel da extensão universitária na articulação do conhecimento científico com a comunidade. “Não existe integração entre ensino, pesquisa e extensão se a gente tirar as pesquisas da prateleira sem estarmos envolvidos com ações de extensão, que fazem a intermediação entre o conhecimento da universidade e a sociedade”, declarou. Ele também destacou que a rede de contatos estabelecida entre as diferentes áreas fortalece a qualidade acadêmica da instituição.
O coordenador do evento, professor Flávio Roberto Chaves da Silva, expressou satisfação com o início da conferência e destacou a dimensão coletiva da iniciativa. “É com muita alegria, satisfação e gratidão que damos início a este projeto que nasceu do desejo de fortalecer a ciência, a cooperação e a internacionalização da pesquisa na Amazônia. Celebramos a coragem de começar, a força do trabalho coletivo e a realização de um sonho. Que esta seja a primeira de muitas edições, promovendo o conhecimento e contribuindo para o desenvolvimento sustentável da nossa região”, afirmou o docente, agradecendo a parceria dos palestrantes, da comissão organizadora e dos apoiadores.

Durante a abertura, a mesa de debates destacou a importância do encontro para a região. O professor e pesquisador Lin Shau Ming, da Universidade Federal do Amazonas (Ufam), um dos palestrantes do dia, ressaltou que os estudos sobre plantas medicinais e agrobiodiversidade contribuem para o bem-estar das comunidades tradicionais. Segundo ele, o tema está alinhado à proposta central do evento de promover a integração de diferentes saberes e áreas do conhecimento na universidade.
A coordenadora do Programa de Pós-Graduação em Ciência Animal na Amazônia Ocidental, Cíntia Daudt, destacou o compromisso social da universidade com a produção de conhecimento e o desenvolvimento regional. “É um evento bem importante para a nossa região e para a nossa universidade. Estamos aqui cumprindo o nosso ato de educação. Como dizia Paulo Freire, ‘educar é um ato político’. Nós estamos cumprindo a nossa parte, unindo ensino, pesquisa e extensão em um único evento”, afirmou.
A cerimônia de abertura contou ainda com a participação do pró-reitor de Pesquisa, Pós-Graduação e Inovação, Dionatas Meneguetti; dos coordenadores Fernando da Silva Souza, de Ciência, Inovação e Tecnologia para a Amazônia; Felipe Souza, de Ciência Florestal; Regina Lúcia Ferreira, de Produção Vegetal; e da vice-coordenadora Danúsia Rocha, de Saúde Coletiva.
(Fhagner Soares, estagiário Ascom/Ufac)
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