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O Ministro da Migração da UE diz mais a ser feito nos retornos, pois a extrema direita alemão ajuda a promover a proposta de asilo radical – a Europa vive | Alemanha
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2 anos atrásem
Jakub Krupa
Mais precisa ser feito nos retornos, diz o comissário de migração da UE
Comissário de Assuntos Internos e Migração da UE Magnus Brunner acabou de falar em Varsóvia.
O austríaco disse que, embora a UE tenha mudado sua política de migração e asilo no ano passado, ainda há mais a ser feito nos retornos.
“Ninguém entende por que as pessoas (que) não têm permissão, não podem ficar no União Europeia Não serão devolvidos, e é por isso que estão trabalhando em novas regras e também em retornos ”, afirmou.
Perguntado especificamente sobre a moção alemã Passou ontem à noite, ele disse que a UE precisava dar uma olhada no que realmente estava na proposta.
Eventos -chave
Não queremos controles internos de fronteira, diz o ministro do Luxemburgo
Há um tema emergindo em respostas às perguntas sobre Alemanha.
Ministro do Interior do Reino Unido Léon Glisten:
Não queremos ter controles sobre as fronteiras internas (da UE). Temos 250.000 passageiros que trabalham no Luxemburgo da Alemanha, França e Bélgica, então (restaurar) os controles de fronteira sobre fronteiras internas não é a solução certa para o nosso país.
“Schengen é uma das conquistas mais importantes da UE”, diz ele.
Perguntado diretamente sobre Merz’s Propostas, ele diz: “Não estou comentando sobre a política doméstica alemã”.
Mas empurrado mais longe, ele parece sugerir que, se a Alemanha solicitar uma extensão dos controles de fronteira com o Luxemburgo, isso responderia por apresentando uma objeção com o Comissão Europeia.
Bundestag Motion ‘irresponsável, alheio à história’, diz o ministro alemão
Ministro do Interior alemão Nancy Faeser abriu sua declaração com uma escavação direcionada para os partidos da oposição que apoiaram o movimento da migração na noite passada, insistindo Alemanha “Não comprometerá essa ação européia conjunta por meio de perigosos esforços solo nacionais”.
Ecoando chanceler Scholz’s Comentários de ontem, ela disse que tinha que agir de acordo com a Constituição alemã e a lei da UE.
“Quero deixar claro porque os debates na Alemanha estão causando irritação entre nossos vizinhos europeus hoje em dia”, disse ela.
Perguntado especificamente sobre os eventos no Bundestag ontem, ela vai além: “O que aconteceu ontem foi irresponsável e alheio à história.”
Ela também defendeu os acordos da UE Schengen, mas argumentou que alguns controles de fronteira eram necessários “até que tenhamos uma proteção de fronteira externa melhor e mais segura”.
Os controles da fronteira entre a UE devem ser “excepcionais”, diz o ministro espanhol
Uh-oh, ministro do Interior espanhol Fernando Grande-Marlaska Gómez não está satisfeito com as propostas alemãs, que incluem pedidos de restauração de controles de fronteira:
É muito importante para nós forçar nossas fronteiras externas, mas achamos que o controle interno deve ser (permitido apenas em) excepcional (circunstâncias). A livre circulação dentro da UE é para nós um dos valores mais importantes que temos.
Temos que forçar nossa cooperação em (proteger) as fronteiras externas … (mas) os controles internos da fronteira devem ser o último recurso.
Perguntou o que a UE fará se Alemanha Vai em frente com suas propostas, ele diz:
Eu acho que não será possível. Eu gostaria de pensar assim.
Mais precisa ser feito nos retornos, diz o comissário de migração da UE
Comissário de Assuntos Internos e Migração da UE Magnus Brunner acabou de falar em Varsóvia.
O austríaco disse que, embora a UE tenha mudado sua política de migração e asilo no ano passado, ainda há mais a ser feito nos retornos.
“Ninguém entende por que as pessoas (que) não têm permissão, não podem ficar no União Europeia Não serão devolvidos, e é por isso que estão trabalhando em novas regras e também em retornos ”, afirmou.
Perguntado especificamente sobre a moção alemã Passou ontem à noite, ele disse que a UE precisava dar uma olhada no que realmente estava na proposta.
Abertura da manhã: O que vem a seguir para a migração da UE e a política de asilo?

Jakub Krupa
Um dia depois Alemanha oposição conservadora, confiando nos votos da extrema direita Alternativa para a Alemanha Partido, passou por uma moção pedindo uma revisão radical da política de migração e asilo do país, a justiça da UE e os ministros de assuntos internos se reúnem em Varsóvia Para discutir … migração.
Os críticos dizem que as propostas alemãs, propostas pela CDU/CSU, que lidera nas pesquisas antes das eleições gerais do próximo mês e que logo poderiam se encontrar no poder em Berlim, poderia violar as leis da UE.
O atual chanceler Olaf Scholz alertou ontem que seu governo “ultrapassou as fronteiras” do que é possível, mas insistiu que “não podemos e não devemos ir além da lei”, ou a reputação da Alemanha como aliada cumpridora da lei estaria em risco.
No entanto, a maioria dos alemães parece discordar mais de 60% de volta às propostas controversas – incluindo a maioria desses eleitores da Scholz.
Nesse contexto, os ministros de justiça e assuntos internos da UE se reúnem em Varsóvia nesta manhã para uma “reunião informal” para discutir a gestão da migração, entre outras coisas. Espero que eles tenham boas idéias.
Os ministros começarão a chegar a qualquer momento e traremos seus comentários sobre a chegada (se eles disserem algo interessante, é isso).
Mas há muita coisa acontecendo em outro lugar em Europatambém: em forte contraste com o evento de ontem, o Bundestag estará discutindo se deve proibir AfdAssim, Nórdico Ministros da Defesa estão se reunindo em Helsinquee temos muita atualização sobre França, Sérvia, Eslováquia, Dinamarca, Groenlândia, e Ucrâniaentre outros.
Isso é Quinta -feira, 30 de janeiro de 2025e isso é A Europa vive. Isso é Jakub Krupa aqui.
Bom dia.
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Alunas da Ufac criam biblioteca de grafismos do povo Huni Kuin — Universidade Federal do Acre
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2 dias atrásem
9 de outubro de 2026Alunas de graduação e mestrado do campus Floresta da Ufac criaram, em 2024, o projeto Biblioteca de Kene, que reúne tecelagem em algodão, pintura corporal, registros audiovisuais e uma plataforma digital acessível por celular. A iniciativa surgiu do trabalho de conclusão de curso de Txima Huni Kuin, em Licenciatura Indígena, e da pesquisa para a dissertação de Alexandra Deitos no programa de pós-graduação em Ensino de Humanidades e Linguagens.
Txima investigou a tecelagem como expressão dos conhecimentos, da arte e da espiritualidade de seu povo, sob orientação do professor Amilton Pelegrino de Mattos. Alexandra, artista visual e atualmente doutoranda, colaborou na construção do projeto por meio de uma pesquisa de autoria coletiva, desenvolvida com as mulheres da comunidade.
Desse encontro surgiu a proposta de criar um espaço onde os mais de 60 grafismos praticados pelas mulheres pudessem ser consultados, ensinados e aprendidos por jovens e mestras tecelãs. O projeto terá uma nova etapa entre 10 e 16 de outubro, com a realização da 2ª Oficina de Kene da Aldeia Arco-Íris, na terra indígena Seringal Independência, no município de Jordão (AC).
Aprendizagem no território
Durante os sete dias de oficina, mestras tecelãs e jovens aprendizes participarão de atividades de preparação de fios, cantos rituais, aplicação do Bawe e tecelagem de painéis com grafismos. Os processos serão documentados para compor o acervo da biblioteca na aldeia e seu site colaborativo, com gestão do conhecimento pelas próprias mulheres.
A proposta dialoga com a expressão “a universidade é na aldeia”, do professor e pesquisador Yube Huni Kuin, também acadêmico da Licenciatura Indígena da Ufac. A experiência reconhece o território e as práticas da comunidade como espaços de produção e transmissão de conhecimento.

A 2ª Oficina de Kene é realizada por Txima Huni Kuin, Alexandra Deitos e pela Aldeia Arco-Íris, com apoio do curso de Licenciatura Indígena, da Fundação de Cultura Elias Mansour, do governo do Acre, da Política Nacional Aldir Blanc de Fomento à Cultura, do Ministério da Cultura e do governo federal.
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Ufac sedia encontro regional sobre residência e preceptoria no SUS — Universidade Federal do Acre
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4 dias atrásem
8 de outubro de 2026A Ufac sediou o 2º Encontro Regional do Projeto de Desenvolvimento da Gestão de Programas de Residência e da Preceptoria no Sistema Único de Saúde (SUS). O evento ocorreu nesta quinta-feira, 8, no anfiteatro Garibaldi Brasil, campus-sede, e reuniu profissionais e representantes de instituições de saúde para a apresentação dos resultados de sete projetos de intervenção desenvolvidos ao longo de dois anos de formação.
A iniciativa é promovida pelo Hospital Sírio-Libanês, em parceria com o Ministério da Saúde, no âmbito do Programa de Apoio ao Desenvolvimento Institucional do SUS, com participação da Ufac.
Para o reitor Josimar Ferreira, cerca de 80% das atividades dos residentes são realizadas nas unidades de saúde. Ele ressaltou o compromisso da gestão com a valorização dos profissionais que atuam na formação dos residentes. “Temos desenvolvido uma política para que os nossos preceptores possam participar dos nossos programas de pós-graduação, de forma a ter vagas garantidas para sua qualificação também.”
O encontro marcou a apresentação dos projetos de intervenção dos cursos de especialização em Gestão de Programas de Residência em Saúde e Educação na Saúde para Preceptores no SUS. Os trabalhos abordaram temas como formação e avaliação de preceptores, definição de perfis de competências, saúde mental dos residentes, reestruturação curricular e melhoria dos processos de trabalho nos serviços de saúde.
Segundo a coordenadora da Residência Multiprofissional Integrada em Saúde da Família e Comunidade da Ufac, Mariane Ribeiro, as iniciativas buscam qualificar tanto a formação dos residentes quanto as atividades desenvolvidas nos campos de prática. “Esses resultados que temos hoje proporcionam uma integração com o ensino, serviço e a comunidade, porque também têm um retorno para o usuário”, disse.
Para a representante do Hospital Sírio-Libanês e facilitadora de ensino e aprendizagem, Célia Márcia Birchler, a conclusão dos cursos representa uma etapa de um trabalho que deve continuar nas instituições de saúde. “Toda vez que fazemos um movimento de fortalecimento dos programas de residência, na realidade estamos falando de um processo de qualificação do SUS”, afirmou.
A presidente da Fundação Hospitalar Governador Flaviano Melo (Fundhacre), Sóron Angélica Steiner, disse que a formação estimula mudanças na organização do trabalho e no atendimento da população. “Essa força motriz que faz com que o serviço ande de acordo com a formação é o que faz com que o gestor seja provocado a melhorar o ambiente de trabalho, o fluxo de serviço.”
Também participaram da mesa de honra do encontro o presidente do Conselho Estadual de Saúde do Acre, Osvaldo de Souza Leal Júnior; e Pedro Henrique Macedo Leitão, representando o secretário municipal de Saúde de Rio Branco, Rennan Biths.
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Ufac faz cerimônia de entrega de diplomas médicos do Revalida — Universidade Federal do Acre
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1 semana atrásem
2 de outubro de 2026A Ufac realizou a cerimônia de entrega da revalidação de diplomas médicos expedidos por instituições de ensino superior estrangeiras, referentes à edição 2025.2 do Revalida. O Núcleo de Registro e Controle Acadêmico (Nurca) relaciona 67 certificados disponíveis para retirada. O ato ocorreu nesta sexta-feira, 2, no Nurca, campus-sede, e contou com a participação do reitor Josimar Ferreira.
“É inédito para nossa universidade fazer um ato que representa a entrega dos diplomas”, disse Josimar. Ele ressaltou a rapidez com que o processo foi concluído pela equipe do Nurca e pediu aos médicos que retribuam à sociedade com ética e acolhimento no atendimento, além de afirmar que a entrega demonstra o papel da universidade no reconhecimento daqueles que se formaram fora do Brasil.
Segundo o diretor do Nurca, Lucas de Araújo Moura, a Ufac realiza revalidações há alguns anos, mas as entregas dos certificados aconteciam de forma avulsa. Ele explicou que a proposta do ato simbólico foi atender os profissionais e valorizar o momento vivido por eles e por suas famílias. Os documentos são entregues juntamente com os originais apresentados pelos interessados, que devem assinar o termo de recebimento do certificado de revalidação.
A médica Nathalia Bragança de Oliveira, que recebeu o diploma revalidado 30 dias após dar entrada no processo na Ufac, disse ter escolhido a universidade pela organização e pelo prazo de entrega. “Foi muito rápido, um processo muito organizado também, desde o momento do início até agora.” Ela relatou que foi recebida com atenção pela equipe, que explicou todas as etapas do procedimento, disse esperar ingressar no mercado de trabalho e atender os pacientes com cuidado.
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