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O norovírus está aumentando nos EUA: o que precisamos saber? | Notícias de saúde

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O norovírus está aumentando nos Estados Unidos neste inverno. Também conhecido como “inseto do vômito de inverno”, o norovírus é um vírus altamente contagioso que se espalha por meio de superfícies contaminadas, alimentos e água, e pelo contato próximo com indivíduos infectados.

Aqui está o que você deve saber sobre o vírus, como ele se espalha e o surto atual nos EUA.

O que é norovírus?

O norovírus é a causa de 58% das doenças de origem alimentar nos EUA.

Às vezes é conhecido como vírus Norwalk, em homenagem à primeira cepa de norovírus identificado em Norwalk, Ohio na década de 1970.

O norovírus pertence a uma família de pequenos vírus de RNA chamados Caliciviridae, que causam infecções em seus hospedeiros, incluindo humanos e animais como porcos, vacas, coelhos e cães.

Os surtos de norovírus são mais prevalentes entre novembro e abril, um período frequentemente referido como “temporada de norovírus”.

Como o norovírus se espalha?

O norovírus é altamente contagioso. Ela se espalha através do contato direto com partículas virais em superfícies e pessoas, através do consumo de líquidos e alimentos contaminados, e através de aerossóis e da falta de lavagem adequada das mãos.

A transmissão ocorre de diversas maneiras. A infecção pode ocorrer quando pessoas tocam superfícies contendo partículas de norovírus ou indivíduos infectados com o vírus e depois tocam a boca, o nariz ou os olhos. O vírus também é transmitido pela ingestão de líquidos ou pela ingestão de alimentos que contenham partículas de norovírus.

O norovírus normalmente se espalha quando uma pessoa infectada toca em alimentos, bebidas ou gelo antes de servi-los, ou quando as pessoas compartilham alimentos ou utensílios de cozinha ou têm contato pessoal próximo.

O vírus atinge o intestino delgado, onde se replica e causa inflamação, resultando em gastroenterite ou interrupção da função intestinal, o que leva a diarreia e vômitos.

O vírus é notavelmente resistente e pode permanecer em superfícies duras ou macias – como lençóis – e em vários ambientes durante até duas semanas, o que torna a sua contenção particularmente difícil.

O norovírus está no ar?

O norovírus não é um vírus transmitido pelo ar como a gripe ou o COVID-19. No entanto, pode tornar-se aerossolizado se uma pessoa infectada vomitar e pequenas gotículas contendo o vírus forem libertadas no ar. Quando inaladas, essas gotículas podem causar infecção.

O norovírus tende a se espalhar rapidamente em locais confinados, como navios de cruzeiro, onde muitos passageiros se reúnem em locais próximos ou fechados e jantam juntos.

No início deste mês, três surtos separados de norovírus em navios de cruzeiro no Havaí e no Caribe deixaram 301 passageiros doentes. Foi o maior número de surtos em navios de cruzeiro já registrado em um único mês.

Você pode pegar norovírus de ostras?

Mariscos crus ou mal cozidos, especialmente ostras, são portadores bem documentados de norovírus.

As ostras alimentam-se constantemente coando a comida de grandes quantidades de água num processo conhecido como “alimentação por filtro”. Durante esse processo, eles podem pegar contaminantes como o norovírus de águas poluídas. Como o norovírus é tão contagioso, mesmo pequenas partículas na água podem transportar vírus suficientes para causar doenças.

A Food and Drug Administration (FDA) dos EUA emitiu um alerta contra o consumo ou venda de ostras de períodos de colheita específicos e empresas na Colúmbia Britânica, Canadá, devido à potencial contaminação por norovírus. Este aviso se aplica a restaurantes, varejistas e consumidores.

Em 2022, um surto multiestatal nos EUA esteve ligado a ostras cruas colhidas nas águas do Texas. Em 2023, vários surtos de norovírus na Europa foram atribuídos a ostras.

Um cientista sénior dos Centros de Controlo e Prevenção de Doenças dos EUA disse que, embora as notícias muitas vezes se centrem em infecções causadas por ostras, pelo menos 80 por cento dos casos são transmitidos através do contacto pessoal.

“Comer frutos do mar crus sempre representa um risco de infecções entéricas (relacionadas ao intestino), como o norovírus, mas comparado ao número total de surtos de origem alimentar, os surtos relacionados às ostras representam uma pequena proporção”, disse ele à Al Jazeera por e-mail, solicitando anonimato porque não estava autorizado a falar com a mídia.

Um criador de ostras abre uma concha de ostras no sul da Croácia (Arquivo: Eldar Emric/AP Photo)

Qual é a dimensão do atual surto nos EUA?

Neste inverno, os EUA estão enfrentando um aumento significativo nos casos de norovírus.

De acordo com os dados do CDC nos EUA, o número de surtos aumentou de 69 na última semana de Novembro para 91 na primeira semana de Dezembro. Anteriormente, o maior número de surtos durante um período de uma semana no mesmo período foi de 65, em 2019.

Um único “surto” de norovírus é definido como dois ou mais casos interligados de doença atribuídos a uma fonte comum, como alimentos contaminados ou contacto próximo num ambiente específico. Um surto refere-se a grupos de infecções, não a casos individuais.

Em dezembro, o Departamento de Saúde de Minnesota registrou 40 casos de norovírus – o dobro do número normal daquele mês.

O cientista do CDC disse que embora os casos de norovírus aumentem normalmente nos EUA durante esta época do ano, uma estirpe relativamente nova, GII.17, tornou-se o tipo dominante nesta época.

Uma imunidade populacional mais baixa ao GII.17 em comparação com a cepa anteriormente dominante, GII.4 Sydney, pode ter contribuído para um aumento anterior de casos em dezembro, em vez do aumento habitual de janeiro, explicou ele.

Quais são os sintomas do norovírus?

O período de incubação típico do norovírus é de 12 a 24 horas; no entanto, pode ocorrer até 10 horas após a exposição. Os sintomas característicos são vômitos e diarreia intensos e de início súbito. Esses sintomas podem durar de 24 a 36 horas.

A desidratação resultante é uma preocupação séria, especialmente para crianças pequenas, adultos mais velhos e indivíduos com sistema imunológico enfraquecido.

As crianças pequenas têm reservas de líquidos menores e os adultos mais velhos ou aqueles com doenças crónicas podem ter mais dificuldade em tolerar a rápida perda de líquidos.

Os sinais de desidratação incluem boca seca, diminuição da micção e tonturas, bem como sonolência atípica em crianças.

Outros sintomas incluem:

  • Náusea
  • Dor abdominal
  • Dores no corpo, dores de cabeça
  • Febre baixa

A maioria das pessoas se recupera totalmente em poucos dias.

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O norovírus é particularmente difícil de controlar em locais fechados, como navios de cruzeiro (Arquivo: Lynne Sladky/AP Photo)

Como o norovírus é tratado?

O norovírus não pode ser tratado com medicamentos – ele precisa seguir seu curso. O foco principal é controlar os sintomas, principalmente a desidratação, bebendo muitos líquidos, como água ou soluções de reidratação oral.

Bebidas como café, chá e álcool podem agravar a desidratação e devem ser evitadas.

Em caso de desidratação grave, pode ser necessária intervenção médica, como fluidos intravenosos. Alguns médicos também podem prescrever medicamentos antidiarreicos de venda livre.

Como prevenir infecções por norovírus?

O CDC recomenda várias medidas para prevenir infecções por norovírus:

  • Pratique uma higiene rigorosa: Lave as mãos frequentemente com sabão e água morna por pelo menos 20 segundos, principalmente antes de comer e depois de usar o banheiro.
  • Desinfetar superfícies: Use soluções de limpeza doméstica projetadas especificamente para matar vírus, prestando muita atenção às áreas de alto contato, como maçanetas e bancadas.
  • Fique em casa: Embora sintomático, evite preparar comida para outras pessoas. Fique em casa por pelo menos dois dias após a resolução dos sintomas.
  • Pratique a segurança alimentar: Cozinhe bem os alimentos e lave as mãos com frequência. Evite consumir marisco cru, que às vezes pode abrigar o vírus.
  • Evite depender de desinfetantes para as mãos: Os desinfetantes para as mãos à base de álcool são menos eficazes contra o norovírus e não devem ser usados ​​como substitutos da lavagem adequada das mãos.



Leia Mais: Aljazeera

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Pavic-Lab da Ufac apresenta seis trabalhos em congresso internacional de computação — Universidade Federal do Acre

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Pavic-Lab da Ufac apresenta seis trabalhos em congresso internacional de computação — Universidade Federal do Acre

Pesquisadores do projeto Pavic-Lab, da Universidade Federal do Acre (Ufac), apresentaram seis trabalhos científicos durante a Conference on Graphics, Patterns and Images (SIBGRAPI 2026), congresso internacional de referência nas áreas de computação gráfica, processamento de imagens e visão computacional, realizado de 29 de setembro a 2 de outubro, em Goiânia (GO). As pesquisas foram desenvolvidas no projeto de pesquisa e desenvolvimento (P&D) Pesquisas Aplicadas em Visão e Inteligência Computacional (Pavic-Lab), uma iniciativa de cooperação técnico-científica entre a Ufac, Motorola, Flextronics e Fundação de Apoio e Desenvolvimento ao Ensino, Pesquisa e Extensão Universitária no Acre (Fundape).

Segundo a professora do Centro de Ciências Exatas e Tecnológicas (CCET), Ana Beatriz Alvarez Mamani, a participação no congresso contribui para divulgar a produção científica desenvolvida no Acre e ampliar o intercâmbio com outras instituições. Ela destacou que a presença da Ufac em eventos científicos também ajuda a reduzir as desigualdades regionais na ciência brasileira, além de possibilitar novas parcerias e o aperfeiçoamento das pesquisas.

A equipe foi composta pela professora Ana Beatriz Alvarez Mamani, pelo pesquisador Quefren Leher, pelos mestrandos do Programa de Pós-Graduação em Ciência da Computação (PPGCC) Clécio Silva, Lucas Carvalho, Gustavo Ferreti, Julio Martins e Ian Teixeira, além do graduando em Sistemas de Informação Kauã Galvão de Macedo.

Dos seis trabalhos apresentados, um integrou uma sessão especial do congresso e já foi publicado na revista científica Computers & Graphics. Outros três foram apresentados na programação principal, com previsão de publicação nos anais do Instituto de Engenheiros Eletricistas e Eletrônicos (IEEE) e na biblioteca digital da Sociedade Brasileira de Computação (SBC). Os dois trabalhos restantes foram apresentados em workshops, também com previsão de publicação na biblioteca digital da SBC.

As pesquisas estão divididas em duas áreas principais: reconstrução tridimensional e processamento de imagens. Na primeira, Clécio Silva apresentou um método computacional para criar representações digitais mais detalhadas de ambientes internos a partir de imagens. A tecnologia pode ser aplicada em jogos, realidade virtual e aumentada, simulações e projetos da construção civil.

Na área de processamento de imagens, Lucas Carvalho apresentou uma pesquisa para reconstruir imagens de alta faixa dinâmica (HDR) a partir de uma única imagem convencional, buscando recuperar detalhes em regiões claras e escuras. Gustavo Ferreti desenvolveu uma rede neural para combinar imagens com diferentes níveis de exposição e melhorar a qualidade visual dos resultados.

Julio Martins apresentou uma metodologia para reduzir o custo computacional da reconstrução de imagens HDR, preservando a qualidade das imagens produzidas. Ian Teixeira investigou o uso de mecanismos de atenção em modelos de inteligência artificial para recuperar informações em imagens de baixa qualidade. Já Kauã Galvão de Macedo apresentou uma abordagem que combina redes neurais e técnicas de processamento de sinais para melhorar imagens capturadas em ambientes com pouca iluminação.

Os métodos desenvolvidos apresentam potencial de aplicação em sistemas embarcados com recursos computacionais limitados, como dispositivos eletrônicos que integram processamento de imagens, permitindo aprimorar a qualidade visual com menor demanda de processamento.

Para o graduando Kauã Galvão de Macedo, a participação no congresso proporcionou a oportunidade de apresentar os resultados de sua pesquisa e conhecer novas abordagens científicas. “Foi uma ótima experiência, tanto pela oportunidade de apresentar minhas pesquisas desenvolvidas na Ufac quanto pela troca de conhecimentos com pesquisadores de outras instituições”, afirmou.

Segundo Kauã, as discussões realizadas durante o evento possibilitaram o contato com técnicas que poderão contribuir para suas pesquisas e para os projetos desenvolvidos pelo Pavic-Lab, além de abrir oportunidades de colaboração científica.

O mestrando em Ciência da Computação Gustavo de Souza Ferreti também destacou a importância da experiência para sua formação acadêmica. “Tive a oportunidade gratificante de conhecer professores e pesquisadores com ampla trajetória no nosso campo, além de ouvir sobre suas vivências e receber orientações valiosas para aprimorar meu trabalho”, disse.

O Pavic-Lab desenvolve atividades de pesquisa voltadas ao processamento de imagens, ao aprimoramento da qualidade visual e à reconstrução tridimensional de ambientes e objetos. Após a participação no congresso, a equipe dará continuidade às pesquisas científicas, com novos experimentos e avaliações para aperfeiçoar os métodos, reduzir custos computacionais e ampliar as possibilidades de aplicação prática dos resultados.



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Ufac abre 1ª Conferência Internacional Amazônia Nexus — Universidade Federal do Acre

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Ufac abre 1ª Conferência Internacional Amazônia Nexus — Universidade Federal do Acre

A Universidade Federal do Acre (Ufac) iniciou, na manhã desta segunda-feira, 19, a 1ª Conferência Internacional Amazônia Nexus. A solenidade de abertura ocorreu no auditório do e-Amazônia, no campus-sede, em Rio Branco, e reuniu professores, estudantes, participantes externos e palestrantes locais, nacionais e internacionais.

A vice-reitora da Ufac, Almecina Balbino, destacou que o evento busca fortalecer a produção científica regional e estreitar os laços interinstitucionais. Segundo ela, a conferência favorece a criação de uma rede de conexão entre os programas de pós-graduação e viabiliza a internacionalização por meio da cooperação Sul-Sul, permitindo que pesquisadores externos contribuam diretamente para os estudos sobre o território amazônico.

O pró-reitor de Extensão e Cultura, Marco Amaro, ressaltou o papel da extensão universitária na articulação do conhecimento científico com a comunidade. “Não existe integração entre ensino, pesquisa e extensão se a gente tirar as pesquisas da prateleira sem estarmos envolvidos com ações de extensão, que fazem a intermediação entre o conhecimento da universidade e a sociedade”, declarou. Ele também destacou que a rede de contatos estabelecida entre as diferentes áreas fortalece a qualidade acadêmica da instituição.

O coordenador do evento, professor Flávio Roberto Chaves da Silva, expressou satisfação com o início da conferência e destacou a dimensão coletiva da iniciativa. “É com muita alegria, satisfação e gratidão que damos início a este projeto que nasceu do desejo de fortalecer a ciência, a cooperação e a internacionalização da pesquisa na Amazônia. Celebramos a coragem de começar, a força do trabalho coletivo e a realização de um sonho. Que esta seja a primeira de muitas edições, promovendo o conhecimento e contribuindo para o desenvolvimento sustentável da nossa região”, afirmou o docente, agradecendo a parceria dos palestrantes, da comissão organizadora e dos apoiadores.

Durante a abertura, a mesa de debates destacou a importância do encontro para a região. O professor e pesquisador Lin Shau Ming, da Universidade Federal do Amazonas (Ufam), um dos palestrantes do dia, ressaltou que os estudos sobre plantas medicinais e agrobiodiversidade contribuem para o bem-estar das comunidades tradicionais. Segundo ele, o tema está alinhado à proposta central do evento de promover a integração de diferentes saberes e áreas do conhecimento na universidade.

A coordenadora do Programa de Pós-Graduação em Ciência Animal na Amazônia Ocidental, Cíntia Daudt, destacou o compromisso social da universidade com a produção de conhecimento e o desenvolvimento regional. “É um evento bem importante para a nossa região e para a nossa universidade. Estamos aqui cumprindo o nosso ato de educação. Como dizia Paulo Freire, ‘educar é um ato político’. Nós estamos cumprindo a nossa parte, unindo ensino, pesquisa e extensão em um único evento”, afirmou.

A cerimônia de abertura contou ainda com a participação do pró-reitor de Pesquisa, Pós-Graduação e Inovação, Dionatas Meneguetti; dos coordenadores Fernando da Silva Souza, de Ciência, Inovação e Tecnologia para a Amazônia; Felipe Souza, de Ciência Florestal; Regina Lúcia Ferreira, de Produção Vegetal; e da vice-coordenadora Danúsia Rocha, de Saúde Coletiva.

(Fhagner Soares, estagiário Ascom/Ufac)



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Ufac promove ação de prevenção à saúde da mulher durante o Outubro Rosa — Universidade Federal do Acre

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Ufac promove ação de prevenção à saúde da mulher durante o Outubro Rosa — Universidade Federal do Acre

A Ufac, por meio da Pró-Reitoria de Desenvolvimento e Gestão de Pessoas (Progep) e da Diretoria de Saúde e Qualidade de Vida (DSQV), realizou nesta sexta-feira, 16, no estacionamento H (bloco de Medicina) do campus-sede, uma ação de prevenção e cuidado à saúde da mulher em alusão à campanha Outubro Rosa. Com o tema “A rotina pode esperar um pouco. Cuidar de você também é prioridade”, a iniciativa disponibilizou exames preventivos do colo do útero (PCCU) e testes rápidos para toda a comunidade acadêmica.

A diretora de Saúde e Qualidade de Vida da Ufac, Ane Kelly Severino Salvino, destacou a importância de facilitar o atendimento no próprio ambiente de trabalho para servidoras e terceirizadas. “A ideia é que elas parem por um momento, deixem o trabalho um pouquinho de lado e passem a se cuidar. Oferecer essa facilidade é muito gratificante”, afirmou. Ela ressaltou ainda as parcerias com a Uninorte, o sindicato e a Residência em Enfermagem Obstétrica para ampliar a ação.

A coordenadora de Vigilância à Saúde do Servidor, Priscila Miranda, ressaltou a importância de uma abordagem integral da saúde feminina e chamou a atenção para a sobrecarga da rotina das mulheres. “Trazemos esse olhar para mostrar que a mulher precisa se conscientizar sobre a prioridade de cuidar de si mesma e de sua saúde física e mental, não apenas no Outubro Rosa. Trazer esses exames para dentro da universidade dá a elas o tempo necessário para o autocuidado”, pontuou.

Conscientização e prevenção

Durante a ação, residentes do programa de Enfermagem Obstétrica da Ufac atuaram no acolhimento e na orientação das mulheres atendidas, reforçando a importância da prevenção do câncer do colo do útero, apontado como o segundo tipo com maior mortalidade feminina no mundo.

A enfermeira residente Francisca da Silva enfatizou que a campanha é um momento estratégico de mobilização. “Nós temos todos os 12 meses do ano para orientar, mas o mês de outubro é quando toda a rede intensifica ações para chamar as mulheres a realizarem seus exames o quanto antes”, ressaltou.

A enfermeira residente Vitória Amorim alertou que o câncer do colo do útero é assintomático no início, mas pode ser prevenido por meio do rastreamento e do tratamento de lesões precursoras. “Com o rastreamento periódico pelo PCCU, é possível diagnosticar e tratar lesões pré-cancerígenas anos antes que a doença se desenvolva. Por isso, promover essa educação em saúde no campus é vital para estimular o cuidado rotineiro”, explicou.

A iniciativa contou com a parceria do programa de Residência em Enfermagem Obstétrica da Ufac, dos cursos de Medicina e Enfermagem da Uninorte e do sindicato da categoria, que contribuíram para o suporte técnico e o atendimento às participantes.



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