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O novo campo de sonhos do Manchester United em risco de repetir a armadilha do Tottenham | Manchester United
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Jonathan Wilson
BUrding e eles virão – mas você deve estar ciente de que ficará com pagamentos significativos de dívidas, um elemento da história em que Kevin Costner adotou uma atitude caracteristicamente descuidada. Qual pode ser por que Campo dos sonhos Foi sobre a construção de um estádio de beisebol em Iowa para Joe Jackson e os fantasmas do Chicago Black Sox de 1919, em vez de, digamos, Daniel Levy construindo um estádio de futebol em Haringey para Vincent Janssen e os restos do 2019 Tottenham Hotspur equipe.
Na semana passada, o Manchester United tem planos revelados para um novo estádio de £ 2 bilhões. Estádio de 65.000 capacidade no parque Leazes. O Everton se mudará para um novo estádio no Bramley-Moore Dock na próxima temporada. Wrexham está construindo um Kop de 5.500 capacidade. Os novos estádios de repente estão na moda novamente após um período em que pareciam quase uma reflexão tardia. Isso, talvez, seja uma conseqüência não intencional das regras de rentabilidade e sustentabilidade (PSR).
A maioria dos clubes descobre que se mudar para um novo estádio funciona a longo prazo – pelo menos em termos de atrair fãs. Talvez a maior razão única para o status do Manchester United como o maior clube da Inglaterra – embora a receita do Manchester City seja agora maior – é que em 1910 eles se mudaram para Old Trafford, na época o maior e melhor estádio do país.
Atualmente, a participação média do Arsenal é um pouco mais de 60.000, enquanto a capacidade de Highbury era de apenas 38.000. O Tottenham também recebe cerca de 61.000 em oposição a 36.000 em White Hart Lane. Houve momentos em que o estádio de luz de Sunderland, com capacidade 48.000, se sentiu bastante vazio, mas a participação média é de cerca de 40.000, em oposição a 21.000 na temporada final em Roker Park, apesar de ser uma divisão mais baixa. Até o West Ham, cujos fãs têm uma atitude distintamente ambivalente em relação ao estádio de Londres, viram atendimentos subirem para 62.000 de 35.000 desde que deixaram o Upton Park.
Veja os motivos mais vazios da Inglaterra – MK Dons, Port Vale, Tranmere Rovers, Colchester United e Wigan Athletic – e tendem a haver problemas específicos que causaram a disparidade entre o tamanho do estádio e o apoio que vão além da arrogância da construção de um estádio excessivamente grande.
Talvez se possa argumentar que Colchester era ambicioso na construção de um estádio, com uma capacidade, o dobro de sua participação média, mesmo quando eles estavam no campeonato, mas 10.000 dificilmente parecem excessivos para algum lugar que se comercializa como o maior local de entretenimento de Essex e já recebeu Elton John, Lionel Richie e Olly Murs.
Mas há um custo. O Arsenal sempre ofereceu a história de advertência. Foi o infortúnio deles que eles tomaram a ousada decisão de deixar Highbury – que, apesar de todos os seus encantos, simplesmente não era grande o suficiente para permitir que eles competissem com o Manchester United – na hora errada. Levou nove anos desde o início do processo em 1997 até o primeiro jogo no Emirates e, quando chegaram lá, o cenário financeiro havia mudado completamente.
Não apenas a receita de transmissão aumentou para reduzir a importância dos recebimentos de portões e da hospitalidade corporativa, mas Roman Abramovich havia assumido o cargo no Chelsea. Assim como seu dinheiro, desmarcado por qualquer forma de Financial Fair Play (FFP), estava transformando a Premier League, o Arsenal estava tendo que reduzir seus gastos para atender aos pagamentos de juros sobre a dívida do estádio.
O momento exato em que os presentes de Arsène Wenger começaram a diminuir pode ser debatido, mas as lutas do Arsenal para acompanhar Chelsea e United depois de ganhar o título em 2003-04, pelo menos inicialmente, foram causadas em grande parte pelas restrições financeiras em que estavam operando.
Essa foi uma história não desconhecida. Nottingham Forest fez uma aposta semelhante em 1979-80, iniciando o trabalho em uma nova posição que levou uma década para pagar e estava, em seu caminho, tão responsável pelo fracasso de Forest em aproveitar seus dois sucessos da Copa da Europa quanto a queda entre Brian Clough e seu assistente de longa data Peter Taylor.
A forma da liga do Tottenham já estava em declínio quando chegaram à final da Liga dos Campeões em 2018-19, uma temporada em que, graças ao custo de seu novo estádio, eles não fizeram uma única assinatura.
Mas os regulamentos da FFP significam que o tipo de alarde realizado por Abramovich não é mais possível. Os direitos domésticos da televisão serem criados e, embora os direitos no exterior continuem subindo, o sentido é que eles estão chegando ao seu pico. Os clubes que precisam gerar suas próprias receitas para fins de PSR se transformaram em duas exigências: a venda de talentos e receita caseiros gerados pelo estádio.
Após a promoção do boletim informativo
Comercialmente, o novo terreno do Tottenham tem sido um enorme sucesso. Os resultados financeiros do ano passado mostram recibos de correspondência de até 117 milhões de libras e receitas comerciais, que incluem patrocínio, merchandising, atrações de visitantes, conferências e eventos no estádio, até £ 227,7 milhões de uma receita total de £ 549,6 milhões.
Como os Spurs se arranharam na metade inferior da Premier League nesta temporada, houve muita zomba da ênfase dada ao futebol americano, boxe e shows, mas o problema é menos da maneira que a receita é gerada do que o fato de que tão pouco acaba sendo gasto em jogadores.
Para o Newcastle, o novo estádio parece vir com poucos riscos. O investimento em infraestrutura está isento dos cálculos de PSR; portanto, um novo estádio gerador de receita é uma maneira de o fundo de investimento público da Arábia Saudita colocar dinheiro significativo no clube que renderia um retorno e estará dentro dos regulamentos. Os benefícios podem levar alguns anos a serem sentidos, mas muito menos do que faria se o estádio fosse financiado por um empréstimo padrão.
E é aí que o Manchester United deve ter cuidado, por mais poderoso que se mova após duas décadas de negligenciar Old Trafford. Eles já têm pagamentos de juros de cerca de £ 50 milhões por ano, portanto, mesmo que o financiamento público seja garantido, é difícil ver como eles não estariam dobrando pelo menos em um momento em que o dinheiro é necessário para uma revisão completa da equipe.
Construa -o e eles quase certamente chegariam a um novo Old Trafford, mas como o Tottenham descobriu, como o Arsenal e a Floresta encontraram no passado, alguns pensamentos devem ser dados ao que eles estariam assistindo quando estiverem lá.
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Alunas da Ufac criam biblioteca de grafismos do povo Huni Kuin — Universidade Federal do Acre
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9 de outubro de 2026Alunas de graduação e mestrado do campus Floresta da Ufac criaram, em 2024, o projeto Biblioteca de Kene, que reúne tecelagem em algodão, pintura corporal, registros audiovisuais e uma plataforma digital acessível por celular. A iniciativa surgiu do trabalho de conclusão de curso de Txima Huni Kuin, em Licenciatura Indígena, e da pesquisa para a dissertação de Alexandra Deitos no programa de pós-graduação em Ensino de Humanidades e Linguagens.
Txima investigou a tecelagem como expressão dos conhecimentos, da arte e da espiritualidade de seu povo, sob orientação do professor Amilton Pelegrino de Mattos. Alexandra, artista visual e atualmente doutoranda, colaborou na construção do projeto por meio de uma pesquisa de autoria coletiva, desenvolvida com as mulheres da comunidade.
Desse encontro surgiu a proposta de criar um espaço onde os mais de 60 grafismos praticados pelas mulheres pudessem ser consultados, ensinados e aprendidos por jovens e mestras tecelãs. O projeto terá uma nova etapa entre 10 e 16 de outubro, com a realização da 2ª Oficina de Kene da Aldeia Arco-Íris, na terra indígena Seringal Independência, no município de Jordão (AC).
Aprendizagem no território
Durante os sete dias de oficina, mestras tecelãs e jovens aprendizes participarão de atividades de preparação de fios, cantos rituais, aplicação do Bawe e tecelagem de painéis com grafismos. Os processos serão documentados para compor o acervo da biblioteca na aldeia e seu site colaborativo, com gestão do conhecimento pelas próprias mulheres.
A proposta dialoga com a expressão “a universidade é na aldeia”, do professor e pesquisador Yube Huni Kuin, também acadêmico da Licenciatura Indígena da Ufac. A experiência reconhece o território e as práticas da comunidade como espaços de produção e transmissão de conhecimento.

A 2ª Oficina de Kene é realizada por Txima Huni Kuin, Alexandra Deitos e pela Aldeia Arco-Íris, com apoio do curso de Licenciatura Indígena, da Fundação de Cultura Elias Mansour, do governo do Acre, da Política Nacional Aldir Blanc de Fomento à Cultura, do Ministério da Cultura e do governo federal.
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Ufac sedia encontro regional sobre residência e preceptoria no SUS — Universidade Federal do Acre
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8 de outubro de 2026A Ufac sediou o 2º Encontro Regional do Projeto de Desenvolvimento da Gestão de Programas de Residência e da Preceptoria no Sistema Único de Saúde (SUS). O evento ocorreu nesta quinta-feira, 8, no anfiteatro Garibaldi Brasil, campus-sede, e reuniu profissionais e representantes de instituições de saúde para a apresentação dos resultados de sete projetos de intervenção desenvolvidos ao longo de dois anos de formação.
A iniciativa é promovida pelo Hospital Sírio-Libanês, em parceria com o Ministério da Saúde, no âmbito do Programa de Apoio ao Desenvolvimento Institucional do SUS, com participação da Ufac.
Para o reitor Josimar Ferreira, cerca de 80% das atividades dos residentes são realizadas nas unidades de saúde. Ele ressaltou o compromisso da gestão com a valorização dos profissionais que atuam na formação dos residentes. “Temos desenvolvido uma política para que os nossos preceptores possam participar dos nossos programas de pós-graduação, de forma a ter vagas garantidas para sua qualificação também.”
O encontro marcou a apresentação dos projetos de intervenção dos cursos de especialização em Gestão de Programas de Residência em Saúde e Educação na Saúde para Preceptores no SUS. Os trabalhos abordaram temas como formação e avaliação de preceptores, definição de perfis de competências, saúde mental dos residentes, reestruturação curricular e melhoria dos processos de trabalho nos serviços de saúde.
Segundo a coordenadora da Residência Multiprofissional Integrada em Saúde da Família e Comunidade da Ufac, Mariane Ribeiro, as iniciativas buscam qualificar tanto a formação dos residentes quanto as atividades desenvolvidas nos campos de prática. “Esses resultados que temos hoje proporcionam uma integração com o ensino, serviço e a comunidade, porque também têm um retorno para o usuário”, disse.
Para a representante do Hospital Sírio-Libanês e facilitadora de ensino e aprendizagem, Célia Márcia Birchler, a conclusão dos cursos representa uma etapa de um trabalho que deve continuar nas instituições de saúde. “Toda vez que fazemos um movimento de fortalecimento dos programas de residência, na realidade estamos falando de um processo de qualificação do SUS”, afirmou.
A presidente da Fundação Hospitalar Governador Flaviano Melo (Fundhacre), Sóron Angélica Steiner, disse que a formação estimula mudanças na organização do trabalho e no atendimento da população. “Essa força motriz que faz com que o serviço ande de acordo com a formação é o que faz com que o gestor seja provocado a melhorar o ambiente de trabalho, o fluxo de serviço.”
Também participaram da mesa de honra do encontro o presidente do Conselho Estadual de Saúde do Acre, Osvaldo de Souza Leal Júnior; e Pedro Henrique Macedo Leitão, representando o secretário municipal de Saúde de Rio Branco, Rennan Biths.
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Ufac faz cerimônia de entrega de diplomas médicos do Revalida — Universidade Federal do Acre
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2 de outubro de 2026A Ufac realizou a cerimônia de entrega da revalidação de diplomas médicos expedidos por instituições de ensino superior estrangeiras, referentes à edição 2025.2 do Revalida. O Núcleo de Registro e Controle Acadêmico (Nurca) relaciona 67 certificados disponíveis para retirada. O ato ocorreu nesta sexta-feira, 2, no Nurca, campus-sede, e contou com a participação do reitor Josimar Ferreira.
“É inédito para nossa universidade fazer um ato que representa a entrega dos diplomas”, disse Josimar. Ele ressaltou a rapidez com que o processo foi concluído pela equipe do Nurca e pediu aos médicos que retribuam à sociedade com ética e acolhimento no atendimento, além de afirmar que a entrega demonstra o papel da universidade no reconhecimento daqueles que se formaram fora do Brasil.
Segundo o diretor do Nurca, Lucas de Araújo Moura, a Ufac realiza revalidações há alguns anos, mas as entregas dos certificados aconteciam de forma avulsa. Ele explicou que a proposta do ato simbólico foi atender os profissionais e valorizar o momento vivido por eles e por suas famílias. Os documentos são entregues juntamente com os originais apresentados pelos interessados, que devem assinar o termo de recebimento do certificado de revalidação.
A médica Nathalia Bragança de Oliveira, que recebeu o diploma revalidado 30 dias após dar entrada no processo na Ufac, disse ter escolhido a universidade pela organização e pelo prazo de entrega. “Foi muito rápido, um processo muito organizado também, desde o momento do início até agora.” Ela relatou que foi recebida com atenção pela equipe, que explicou todas as etapas do procedimento, disse esperar ingressar no mercado de trabalho e atender os pacientes com cuidado.
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