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O ouro excede US $ 3.000 a onça, estimulada por tensões geopolíticas e comerciais

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O ouro excede US $ 3.000 a onça, estimulada por tensões geopolíticas e comerciais

Um funcionário flui barras de ouro puro a 99,99 % em uma oficina de produção da preciosa planta de metal da Krastsvetmet Company, na cidade da Sibéria, em Krasnoïarsk, na Rússia, em 23 de maio de 2024.

Este é o primeiro. O ouro cruzou, sexta -feira, 14 de março, o nível de US $ 3.000 (2.752 euros) a onça, galvanizada por seu status de valor de refúgio no final das preocupações geopolíticas e a guerra comercial iniciada pelos Estados Unidos de Donald Trump. O D’Or D’Or subiu na sexta -feira até 3.004,94 dólares (ou 2.756 euros). Por volta das 11h40, em Paris, ela levou 3,36 % a 2.990,20 dólares (ou 2.741 euros).

A mais recente ameaça ao presidente americano, sobre álcool europeu, contribuiu em grande parte nas últimas horas para aumentar o preço do metal amarelo: ele anunciou na quinta -feira querendo Imposto a 200 % dos champanhes, vinhos e outros álcoois na França e na União Europeia (UE) Se as tarifas alfandegárias de 50 % anunciadas por Bruxelas no uísque americano não foram abandonadas.

“A equação permanece simples para o ouro: quanto maior os deveres aduaneiros, maior a incerteza e maior a demanda”resume Stephen Innes, analista da SPI AM. “Preocupações de crescimento” global, que poderia ser penalizado por essas sobretaxas da alfândega, “Fortalecer o papel do ouro como cobertura final em um contexto econômico cada vez mais frágil”acredita no analista.

O outrora d’Or já havia excedido seu recorde anterior de fevereiro na quinta -feira após os novos anúncios de Donald Trump. O ministro da economia francesa, Eric Lombard, reagiu na sexta -feira denunciando um “Guerra Idite” com os Estados Unidos. A UE anunciou na quarta -feira Deveres alfandegários em vários produtos americanosincluindo bourbon, motocicletas e barcos, em retaliação por Sobretaxas americanas de 25 % em aço e alumínio que entram em vigor no mesmo dia.

Os bancos centrais aumentam suas reservas de ouro

“As dúvidas sobre o acordo de paz entre a Ucrânia e a Rússia aumentaram a incerteza” Nos mercados, também apoiando o curso de metal precioso, acrescenta Russ Mold, analista da AJ Bell. Vladimir Putin apontou na quinta -feira que “Perguntas importantes” deve ser resolvido sobre a proposta de trégua dos Estados Unidos na Ucrânia, Donald Trump que deseja ser implementado sem demora.

O chefe de estado ucraniano, Volodymyr Zelensky, alertou contra “As palavras muito previsíveis e muito manipuladoras de Putin em resposta à ideia” A partir deste cessar -fogo que Kyiv aceitou.

O preço do ouro finalmente se beneficia da demanda dos bancos centrais, que buscam se proteger de riscos graças a lingotes. Após a invasão da Ucrânia pela Rússia no início de 2022, as reservas de intercâmbio do Banco Central Russo mantidas no exterior haviam sido congeladas sob o golpe de sanções internacionais. Essa medida, juntamente com as incertezas atuais sobre a economia americana, empurra os bancos centrais a se destacar dos ativos americanos em favor do ouro.

“Em todo o mundo, os bancos centrais aumentam suas reservas de ouro em resposta à estrutura insustentável da dívida americana e às preocupações crescentes sobre o domínio do dólar americano como uma moeda de reserva global”diz Daniela Sabin Hathorn, analista da Capital.com.

Leia também | Artigo reservado para nossos assinantes Economia: um contexto incerto em 2025

O mundo com AFP

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Projeto da Ufac integra exposição sobre memória da covid-19 — Universidade Federal do Acre

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Ministro da Saúde Alexandre Padilha

O projeto de extensão Relatos de Maternidade, da Ufac, desenvolvido entre setembro e dezembro de 2020, compõe a exposição A Infinita Memória da Pandemia: A História da Covid-19, cuja cerimônia de inauguração ocorreu na terça-feira, 26, no shopping Conjunto Nacional, em Brasília, e que também passará por Fortaleza, Manaus, Porto Alegre e São Paulo.

O projeto foi desenvolvido pelas professoras Ana Letícia de Fiori, do curso de Ciências Sociais e do programa de pós-graduação em Artes Cênicas, e Camila Bylaardt Volker, à época do curso de Letras e atualmente servidora do Ministério das Mulheres. Elas e seis estudantes entrevistaram, por WhatsApp, mais de 50 mulheres e mães, coletando relatos sobre suas experiências de maternidade e vida.

O trabalho abordou, ainda, cuidados, trabalho, família, medos, esperanças e projetos afetados pela pandemia da covid-19 no Acre, originando um e-book (162 p.) lançado pela Editora da Ufac (Edufac) em 2025, disponível para leitura online e download gratuito. Além disso, passou a integrar o Memorial Digital da Pandemia de Covid-19, como coleção.

Nessa quarta-feira, 27, as professoras Ana Letícia e Camila participaram, tratando dos relatos de maternidades, de mesa-redonda com os organizadores dos projetos Fala, Parente (PET Indígena, Unifap), a qual contou com depoimentos de indígenas do Amapá, Pará e Guiana Francesa.

A exposição levará a capitais brasileiras parte das coleções do Memorial da Pandemia de Covid-19, sediado no Rio de Janeiro e desenvolvido pela Ministério da Saúde, Organização Pan-Americana de Saúde, Centro Latino-Americano e do Caribe de Informação em Ciências da Saúde e Centro de Humanidades Digitais da Unicamp.

 



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Projeto de extensão seleciona resumos expandidos para publicação — Universidade Federal do Acre

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O projeto de extensão ComunicAÇÃO, da Ufac, realiza processo seletivo para submissão de trabalhos extensionistas, na modalidade de resumo expandido. Os selecionados comporão a Coleção de Cadernos de Extensão “Ufac e Comunidade”. As inscrições estão abertas até 30 de junho, por meio de formulário online.

O trabalho inscrito deve estar contemplado em uma das áreas temáticas: comunicação, cultura, direitos humanos e justiça, educação, meio ambiente, saúde, tecnologia e produção, trabalho. Cada resumo deverá estar vinculado a uma ação de extensão (projeto, curso, evento ou programa) institucionalizada na Ufac.

“O resumo expandido deverá evidenciar, de forma clara e consistente, as experiências adquiridas e/ou vivenciadas junto à comunidade externa ao longo do desenvolvimento da ação de extensão, destacando as interações estabelecidas, os impactos gerados, os aprendizados construídos e as contribuições mútuas decorrentes da execução das atividades”, detalha o item 3.1 do edital.

A seleção consiste em avaliação por uma comissão que indicará 50 trabalhos aptos para publicação na 1ª Edição da Coleção de Cadernos de Extensão, considerando a formatação e os aspectos científicos, além do envolvimento da comunidade externa, dos resultados obtidos e da efetividade da metodologia proposta. O resultado final do processo seletivo está previsto para 21 de agosto.

Para mais informações sobre o certame, leia o edital Proex n.º 9.1/2026.

 



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Reitora da Ufac participa de fórum Brasil-África em Brasília — Universidade Federal do Acre

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Reitora da Ufac participa de fórum de reitores em Brasília-lula.jpg

A reitora da Ufac, Guida Aquino, participou, nessa segunda-feira, 25, em Brasília, do 1º Fórum de Reitores Brasil-África. A convite do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e do Ministério da Educação (MEC), ela representou a Ufac no encontro, acompanhada da pró-reitora de Inovação e Tecnologia, Almecina Balbino Ferreira. O evento segue até quarta-feira, 27, e tem como foco o fortalecimento da cooperação internacional em educação superior entre universidades brasileiras e instituições africanas.

Guida destacou a importância da presença da Ufac em um espaço voltado ao diálogo internacional e à construção de parcerias acadêmicas. Segundo a reitora, a aproximação entre Brasil e África por meio da educação, da pesquisa, da inovação e da troca de experiências permite avançar em soluções conjuntas para desafios comuns. “Temos histórias, identidades e desafios que nos aproximam, e a universidade tem um papel fundamental nessa conexão”, afirmou.

O fórum é uma iniciativa liderada pelo MEC, pela Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior e pela Associação Nacional dos Dirigentes das Instituições Federais de Ensino Superior. A programação reúne reitores, pró-reitores e assessores de cooperação internacional de universidades federais, estaduais e privadas do Brasil, além de representantes de universidades africanas mobilizadas pela Associação de Universidades Africanas.

Reitora da Ufac participa de fórum de reitores em Brasília-vice.jpg

A proposta do encontro é ampliar as relações acadêmicas entre Brasil e África, com a construção de novos acordos institucionais, programas de mobilidade estudantil, intercâmbio científico e cooperação em áreas estratégicas como agricultura, energias renováveis, mineração, petróleo e gás, setor aeroespacial, inteligência artificial e ciências humanas.

A programação inclui painéis temáticos, reuniões bilaterais, workshops e sessões voltadas à construção de novas parcerias universitárias. Ao final do evento, os resultados e compromissos construídos serão formalizados na Carta de Brasília do 1º Fórum de Reitores Brasil-África, documento que deve orientar os próximos passos da cooperação entre universidades brasileiras e africanas.

 



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