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O ouro quebra US $ 3.000 em meio às guerras comerciais de Donald Trump – DW – 14/03/2025

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O ouro quebra US $ 3.000 em meio às guerras comerciais de Donald Trump - DW - 14/03/2025

O ouro superou outro marco histórico na sexta -feira (14 de março), rompendo a barreira psicologicamente significativa de US $ 3.000 (2.750 euros) por onça de Troy (31,1 gramas) pela primeira vez na história. Desde o início do ano, os preços do ouro subiram mais de 13%.

A razão subjacente à alta de todos os tempos do Gold é uma incerteza geral sobre as perspectivas econômicas, fazendo com que muitas pessoas temam seu dinheiro e busquem investimentos à prova de crises. O ouro mantém seu valor, independentemente de inflação Os níveis permanecem seguros durante as reformas cambiais e são imunes a flutuações da taxa de câmbio.

Londres é o mercado mais influente para a Spot Gold Trading, pois abriga a London Bullion Market Association (LBMA), que estabelece o preço global de referência para o comércio de ouro desde 1919. Outros hubs comerciais um pouco menos significativos incluem China, Índia, Oriente Médio e Estados Unidos.

A política tarifária de Trump pesa sobre o sentimento

Para Frank Schallenberger, analista de commodities do Landesbank Baden-Württemberg da Alemanha (LBBW), a principal razão para o rali atual em ouro é o política tarifária perseguido pelo presidente dos EUA Donald Trump.

“Isso está causando incerteza nos mercados financeiros, fazendo ouro, mais uma vez, um ativo de teor de teor de segurança”, disse ele à DW.

Donald Trump segurando uma pasta com uma ordem executiva mostrando sua singnature
Com Trump assinando ordens executivas quase diariamente, os investidores estão se perguntando o que está chegando ao lado de prejudicar a economia dos EUAImagem: Chip Somodevilla/Getty Images

Outro analista de commodities, Carsten Fritsch, do credor alemão Commerzbankcompartilha a mesma visão em comunicado à DW.

“O maior impulsionador do forte aumento dos preços do ouro é a incerteza em torno das políticas tarifárias do presidente dos EUA, Donald Trump,”, disse ele, acrescentando que os fatores usuais que influenciam o preço do ouro, como o dólar e as expectativas da taxa de juros, “não estão desempenhando um papel significativo no surto de preço atual”.

Redação de mídias sociais temores de crise

Medo de um global crise econômica também são alimentados por reivindicações especulativas – algumas menos credíveis que outras. Em várias plataformas on -line, as previsões do empresário americano e do autor best -seller Robert Kiyosaki estão circulando. Ele já previu há uma década que uma “crise econômica maciça” é esperada em 2025. Ele aconselha as pessoas a se concentrarem em “auto-suficiência e empreendedorismo” e investir principalmente em “ouro, prata e Bitcoin. “

Enquanto isso, Economistas do Banco de Investimentos dos EUA Goldman Sachs dei uma olhada mais sóbria sobre a situação, apontando para o papel dos bancos centrais em todo o mundo ao aumentar o preço do ouro.

A negociação de ouro normalmente segue as taxas de juros e, em tempos de baixas taxas, investir em metais preciosos se torna particularmente atraente, disseram eles em uma nota aos investidores.

Nós: preços incomumente altos dos ovos provocam preocupação

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Bancos centrais em uma onda de compras de ouro

O ouro tem muitos compradores – indivíduos particulares que buscam proteger sua riqueza, investidores institucionais que procuram alternativas em meio a retornos em declínio e até economias nacionais.

De acordo com o analista do Commerzbank Fritsch, os bancos centrais também podem ter contribuído para o aumento de preços “por meio de compras em ouro em larga escala”.

Um motivo comum dos bancos centrais comprar ouro é proteger contra o risco de sanções financeiras – algo particularmente relevante para as economias emergentes. Esses países se preocupam em serem desproporcionalmente afetados por interrupções no comércio global ou serem pegos em conflitos entre grandes potências econômicas.

A pesquisa da Goldman Sachs relatou que as compras de ouro nessas nações aumentaram significativamente desde que as nações ocidentais foram impostas sanções sobre a Rússia na esteira Invasão da Ucrânia por Moscou.

Quando o Rally Gold terminará?

O World Gold Council (WGC), um grupo da indústria que representa empresas de mineração de ouro, permanece cautelosamente otimista com o preço do ouro no curto prazo.

“Esperamos que os bancos centrais continuem desempenhando um papel fundamental em 2025, com mais investidores entrando em fundos de ouro negociados em bolsa”, disse a especialista em WGC Louise Street Gerente de revista. No entanto, ela também observou que “a fraqueza no setor de jóias provavelmente persistirá, pois os altos preços do ouro e o crescimento econômico lento reduzem o poder de compra do consumidor”.

Um membro da equipe mostra jóias de ouro em uma loja de ouro na cidade de Lianyungang, província de Jiangsu, no leste da China,
China e Índia representam aproximadamente metade da demanda global de ouro privado, que deve cair devido ao alto preço do ouroImagem: CFOTO/Picture Alliance

Para Frank Schallenberger, do LBBW, o fim da manifestação de ouro já pode estar à vista, pois prevê que os investidores venderão e obterão lucros em breve. “No final do ano, a fraca demanda de jóias, um ligeiro declínio nas vendas de moedas e ouro e a redução de compras de ouro dos bancos centrais provavelmente aumentarão os preços”.

Carsten Fritsch no Commerzbank também vê sinais de desaceleração chegando. “A demanda de ouro na China e na Índia provavelmente enfraquecerá devido ao recente aumento de preços e níveis recordes de preços”, disse ele.

Além disso, como o ciclo atual de redução da taxa de juros pelos principais bancos centrais, como o BCE na Europa ou no Nós alimentados Está chegando ao fim, “os principais fatores de apoio do Gold podem desaparecer em breve” em meio a taxas estáveis ​​ou crescentes.

Este artigo foi originalmente escrito em alemão.



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Fundape tem nova sede inaugurada no campus da Ufac na capital — Universidade Federal do Acre

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Fundape tem nova sede inaugurada no campus da Ufac na capital-interna.jpg

A reitora da Ufac, Guida Aquino, participou da solenidade de inauguração da nova sede da Fundação de Apoio e Desenvolvimento ao Ensino, Pesquisa e Extensão Universitária no Acre (Fundape), da qual ela é presidente do Conselho Curador. O evento ocorreu nesta sexta-feira, 26, no campus-sede, local em que se localiza o espaço administrativo e operacional da fundação.

Guida destacou a importância da Fundape para a Ufac e para outras instituições da Região Norte. Para ela, a fundação passou por um processo de fortalecimento nos últimos anos. “A Fundape hoje nos faz realizar, na verdade, todas as parcerias de formação de docentes, de ensino, de pesquisa, de extensão, de inovação”, afirmou.

Segundo a reitora, a fundação ampliou sua atuação para além do Acre, atendendo também instituições de Rondônia, Amapá e Roraima. “Olha a grandeza disso. E nós, enquanto Universidade Federal do Acre, temos que nos orgulhar”, pontuou.

O diretor-presidente da Fundape, Ismar Bernardo de Araújo, disse que a inauguração da sede própria representa uma conquista construída com dedicação, trabalho em equipe e visão de futuro. “Hoje não celebramos apenas a abertura de um novo espaço físico; celebramos uma conquista construída com dedicação, trabalho em equipe, visão de futuro e confiança.”

Ismar lembrou que a Fundape foi instituída em 22 de junho de 1998 e completa 28 anos em 2026. Atualmente, a fundação conta com 38 colaboradores, representa quatro universidades federais, três institutos federais e um hospital universitário, estando presente em quatro Estados da região Norte.

Membro fundador da Fundape e pró-reitor de Planejamento da Ufac, Alexandre Hid, relembrou a criação da fundação e os desafios enfrentados ao longo da trajetória institucional. “Hoje a fundação está aí forte e firme para maiores e melhores desafios.”

Fundape tem nova sede inaugurada no campus da Ufac na capital-interna-2.jpg

Também participaram da solenidade a reitora da Unir, Marília Pimentel; o procurador-geral adjunto para Assuntos Administrativos e Institucionais do MP-AC, Carlos Roberto da Silva Maia, representando o procurador-geral Oswaldo Lima Neto; o diretor técnico da Fundape, Camilo Gouveia; o diretor administrativo-financeiro da Fundape, Dionel de Araújo; Gemil Júnior, suplente do senador Alan Rick (Republicanos-AC); a pró-reitora de Inovação, Pesquisa e Pós-Graduação do Ifac, Alana Chocorosqui, representando o reitor Fábio Storch; o ex-reitor da Ufac, Minoru Kinpara; além de dirigentes, coordenadores de projetos, colaboradores e representantes de instituições parceiras.

 



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Seminário na Ufac tematiza planejamento e governança pública — Universidade Federal do Acre

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Seminário na Ufac tematiza planejamento e governança pública — Universidade Federal do Acre

O programa de pós-graduação em Planejamento e Governança Pública, da Universidade Tecnológica Federal do Paraná (UTFPR), no âmbito do mestrado interinstitucional para técnico-administrativos da Ufac e do Instituto Federal do Acre (Ifac), realiza o 12º Seminário de Boas Práticas em Planejamento e Governança Pública, de 14 a 16 de julho, no anfiteatro Garibaldi Brasil, campus-sede da Ufac. As inscrições são gratuitas e estão abertas até 16 de julho, por meio online.

O evento será transmitido pelo YouTube e terá como tema “Governança, Políticas Públicas e Desenvolvimento Regional na Amazônia: Desafios Estruturais para o Acre”, propondo um debate sobre questões territoriais, sociais, ambientais, urbanas, institucionais e econômicas que atravessam a realidade amazônica e acreana.

A programação científica será organizada em quatro eixos temáticos: governança urbana, mobilidade e direito à cidade na Amazônia; infraestrutura, saneamento e resiliência em contextos de enchentes e queimadas; governança ambiental, desenvolvimento sustentável e capacidade estatal na Amazônia; e educação e empreendedorismo na Amazônia.

O seminário tem como público-alvo a comunidade universitária e gestores públicos, contando com a participação de autoridades locais, pesquisadores da UTFPR, docentes da Ufac e do Ifac, bem como especialistas convidados de diferentes áreas.

 



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Estudo indica limitações de conhecimento sobre leishmaniose — Universidade Federal do Acre

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A Ufac é parceira em pesquisa desenvolvida no município de Sena Madureira (AC), a qual identificou limitações no conhecimento sobre a leishmaniose cutânea entre pacientes e profissionais da saúde, além de barreiras geográficas e estruturais que dificultam o acesso ao diagnóstico e ao tratamento precoce em áreas rurais endêmicas.

Os resultados do estudo foram publicados, em maio, na revista eletrônica “Acervo Saúde”, vol. 26(5), com o título “Leishmaniose Cutânea na Amazônia Ocidental: Lacunas no Conhecimento e Barreiras de Acesso Assistencial em Áreas Endêmicas”. O artigo tem coautoria de pesquisadores da Ufac.

A pesquisa foi realizada com 50 pacientes com suspeita clínica de leishmaniose cutânea e 51 agentes de saúde, sendo 63% agentes comunitários de saúde e 37% agentes de combate às endemias.

“Em nosso trabalho, identificamos que tanto os profissionais da saúde quanto os pacientes possuem informações limitadas sobre a doença. Conhecer as limitações para acesso ao diagnóstico e tratamento precoce é uma das principais estratégias para a implementação de programas de controle e de educação em saúde que contemplem o perfil epidemiológico e social das populações de áreas endêmicas”, disse o autor do estudo, Leandro Siqueira de Souza, do Instituto Oswaldo Cruz (IOC).

A região Norte é responsável por mais da metade dos casos da doença no Brasil; o Acre conta com mais de 11 mil casos notificados na última década. Em 2025, os municípios acreanos de Xapuri, Marechal Thaumaturgo, Assis Brasil, Sena Madureira e Brasileia foram classificados pelo Ministério da Saúde como áreas de risco intenso para transmissão da doença.

“A região amazônica é uma área endêmica para a leishmaniose cutânea, uma doença negligenciada que afeta principalmente populações de comunidades tradicionais”, contou o pesquisador Reginaldo Peçanha Brazil, do IOC. “Conhecer as limitações no conhecimento tanto dos pacientes como de profissionais da saúde de áreas endêmicas é fundamental para o sistema de saúde do Estado do Acre e para o controle mais efetivo da doença.”

A investigação integra um projeto de pesquisa coordenado por Brazil. Além da Ufac, são parceiros na pesquisa a Universidade Federal de Minas Gerais, a Universidade de Brasília, o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade e a Secretaria de Estado de Saúde do Acre.

Pela Ufac, são coautores do artigo os pesquisadores Andréia Luísa Peixinho da Silva Guimarães, Francisca Alana Costa de Souza, Marcos Bruno Zacarias Campelo, Breno Kalyl Freitas Nascimento, Andreia Fernandes Brilhante e Francisco Glauco de Araújo Santos. Os estudos contam com financiamento do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e apoio de instituições parceiras.

 



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