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O Parlamento Alemão rejeita a lei de migração da oposição apoiada pela extrema-direita AFD | Notícias das eleições
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Bill pedindo regras mais difíceis sobre a migração amplamente criticada por minar o ‘firewall’ contra o trabalho com a extrema direita.
O Parlamento alemão rejeitou por pouco um projeto de lei para restringir a imigração proposta pelos conservadores da oposição com o apoio da alternativa de extrema direita para a Alemanha (AFD), evitando a perspectiva de uma lei que passa pela primeira vez na história moderna da história alemã graças ao apoio ao apoio da extrema direita.
Na sexta -feira, após um debate incomumente acalorado atrasado por negociações longas e malsucedidas sobre um compromisso entre os partidos convencionais, o projeto foi rejeitado por 350 votos para 338, com cinco abstenções.
Alemanha está definido para segurar eleições estranguladas em 23 de fevereiro, após o colapso da coalizão do chanceler Olaf Scholz no ano passado. O líder da oposição, Friedrich Merz, colocou demandas por uma abordagem mais restritiva da migração no centro de sua campanha desde um ataque mortal de facas na semana passada por um requerente rejeitado de asilo.
Na quarta-feira, os conservadores de sua União Democrática Cristã/União Social Cristã na Baviera (CDU/CSU) aprovaram uma moção não vinculativa pedindo uma repressão à imigração, com apoio pelo AFD.
Este movimento foi amplamente criticado pelo público e pelos políticos que disseram que apodreciam os “firewall” dos partidos convencionais contra os partidos de extrema direita.
Até a ex -chanceler alemã Angela Merkel, que raramente comenta a política desde sua aposentadoria, bateu A decisão de Merz como “errada”. Milhares de manifestantes também se reuniram na quinta -feira fora da sede em Berlim da CDU de Merz. Outras manifestações foram realizadas em outros lugares da Alemanha.
Durante o debate de sexta -feira sobre o projeto de lei de Merz, a ministra das Relações Exteriores da Alemanha, Annalena Baerbock, um verde, disse: “Você não precisa derrubar um firewall com uma bola de demolição para incendiar sua própria casa. É o suficiente para continuar perfurando buracos. ”
“Primeiro uma moção na quarta -feira, depois uma conta hoje – o que está por vir?”
Merz disse: “Você não pode acreditar seriamente que estamos alcançando nossa mão para uma festa que quer nos destruir?”
Ele disse que “fará tudo nas próximas semanas, meses e, se necessário, anos para que essa parte não continue a crescer e se torne um fenômeno periférico novamente o mais rápido possível”.
“As pessoas por aí … não querem que discutamos um com o outro sobre o AFD”, disse ele.
“Eles querem que alcancemos soluções para as perguntas com as quais as pessoas se preocupam em suas vidas cotidianas e, acima de tudo, queremos alcançar soluções para que as pessoas em nosso país possam se sentir seguras novamente”, acrescentou.
O resultado final após a votação do projeto foi recebido por uma breve explosão dos aplausos dos social -democratas e verdes que foram os maiores partidos a se oporem a essa lei de imigração.
Mas a líder da AFD, Alice Weidel, disse aos repórteres que o resultado foi uma “derrota amarga” para o líder da CDU Merz. Ela acrescentou que mostrou sua incapacidade de promover medidas restringindo a imigração.
Como as eleições próximas, as pesquisas mostram a CDU que lidera com cerca de 30 % de apoio, enquanto a AFD é o segundo com cerca de 20 %, e os social -democratas e verdes estão mais atrás.
A manobra desta semana, no entanto, amplificou uma divisão entre o bloco de Merz, os social-democratas de Scholz e seus parceiros restantes da coalizão, os ambientalistas-os partidos Merz podem precisar formar uma coalizão que governa após a eleição.
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Estudo indica limitações de conhecimento sobre leishmaniose — Universidade Federal do Acre
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17 de junho de 2026A Ufac é parceira em pesquisa desenvolvida no município de Sena Madureira (AC), a qual identificou limitações no conhecimento sobre a leishmaniose cutânea entre pacientes e profissionais da saúde, além de barreiras geográficas e estruturais que dificultam o acesso ao diagnóstico e ao tratamento precoce em áreas rurais endêmicas.
Os resultados do estudo foram publicados, em maio, na revista eletrônica “Acervo Saúde”, vol. 26(5), com o título “Leishmaniose Cutânea na Amazônia Ocidental: Lacunas no Conhecimento e Barreiras de Acesso Assistencial em Áreas Endêmicas”. O artigo tem coautoria de pesquisadores da Ufac.
A pesquisa foi realizada com 50 pacientes com suspeita clínica de leishmaniose cutânea e 51 agentes de saúde, sendo 63% agentes comunitários de saúde e 37% agentes de combate às endemias.
“Em nosso trabalho, identificamos que tanto os profissionais da saúde quanto os pacientes possuem informações limitadas sobre a doença. Conhecer as limitações para acesso ao diagnóstico e tratamento precoce é uma das principais estratégias para a implementação de programas de controle e de educação em saúde que contemplem o perfil epidemiológico e social das populações de áreas endêmicas”, disse o autor do estudo, Leandro Siqueira de Souza, do Instituto Oswaldo Cruz (IOC).
A região Norte é responsável por mais da metade dos casos da doença no Brasil; o Acre conta com mais de 11 mil casos notificados na última década. Em 2025, os municípios acreanos de Xapuri, Marechal Thaumaturgo, Assis Brasil, Sena Madureira e Brasileia foram classificados pelo Ministério da Saúde como áreas de risco intenso para transmissão da doença.
“A região amazônica é uma área endêmica para a leishmaniose cutânea, uma doença negligenciada que afeta principalmente populações de comunidades tradicionais”, contou o pesquisador Reginaldo Peçanha Brazil, do IOC. “Conhecer as limitações no conhecimento tanto dos pacientes como de profissionais da saúde de áreas endêmicas é fundamental para o sistema de saúde do Estado do Acre e para o controle mais efetivo da doença.”
A investigação integra um projeto de pesquisa coordenado por Brazil. Além da Ufac, são parceiros na pesquisa a Universidade Federal de Minas Gerais, a Universidade de Brasília, o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade e a Secretaria de Estado de Saúde do Acre.
Pela Ufac, são coautores do artigo os pesquisadores Andréia Luísa Peixinho da Silva Guimarães, Francisca Alana Costa de Souza, Marcos Bruno Zacarias Campelo, Breno Kalyl Freitas Nascimento, Andreia Fernandes Brilhante e Francisco Glauco de Araújo Santos. Os estudos contam com financiamento do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e apoio de instituições parceiras.
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Ufac e TCE-AC apresentam pesquisa de vitimização em Rio Branco — Universidade Federal do Acre
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16 de junho de 2026
A Ufac e o Tribunal de Contas do Estado do Acre (TCE-AC) realizaram o Seminário de Apresentação da Pesquisa de Vitimização na Cidade de Rio Branco. O evento, que ocorreu nesta terça-feira, 16, no Plenário do TCE-AC, consistiu em exposições e debate no sentido de contribuir para um diagnóstico da segurança pública e para o aprimoramento das políticas voltadas à população.
A pesquisa foi apoiada por emenda parlamentar do senador Sérgio Petecão (PSD-AC), destinada em 2025 à Ufac. “Quero agradecer a disponibilidade do senador em ajudar a universidade sempre com emendas necessárias para o desenvolvimento da educação e da pesquisa, com retorno garantido para a sociedade acreana”, disse a reitora Guida Aquino.
O seminário teve como público-alvo a comunidade acadêmica, servidores do TCE-AC e do Ministério Público de Contas do Acre, servidores públicos em geral, gestores da área de segurança pública, justiça criminal e direitos humanos e sociedade civil. A pesquisa buscou compreender como a população percebe a segurança, quais situações de violência e criminalidade afetam os cidadãos e como os serviços de segurança pública são avaliados pelas pessoas.
O trabalho provém do grupo de pesquisa Sujeitos, Ações e Percepções: Estudos em Violência e Conflitualidade, coordenado pelo professor da Ufac, Ermício Sena. Ele informou que os produtos da pesquisa foram banco de dados, mapas descritivos de Rio Branco, relatórios de campo, geral e sintético/executivo.
Em seu discurso, Sena agradeceu aos envolvidos na realização da pesquisa e a Fundação de Apoio e Desenvolvimento ao Ensino, Pesquisa e Extensão Universitária no Acre, que foi a intermediária para contratação do Instituto de Opinião Pública para execução da pesquisa.
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Ufac e Fiocruz fazem oficina sobre leishmaniose em Sena Madureira — Universidade Federal do Acre
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16 de junho de 2026A Ufac e a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) realizaram a oficina Epidemiologia, Vigilância e Controle da Leishmaniose Cutânea. O evento ocorreu em 1 de junho, no auditório do Instituto Federal do Acre, em Sena Madureira (AC), reunindo 110 agentes comunitários de saúde e 20 agentes de combate às endemias.
A programação contou com palestras e discussões sobre aspectos epidemiológicos, clínicos e diagnósticos da doença, abordando ciclos de transmissão, vetores e reservatórios envolvidos na manutenção da chamada “ferida brava”, nome popular da leishmaniose cutânea. Além disso, foram realizadas atividades práticas com o uso de lupas e microscópios, permitindo aos profissionais a observação de características dos vetores e compreensão dos métodos laboratoriais utilizados no diagnóstico da doença.
Com mais de 11 mil casos registrados na última década, o Acre ocupa posição de destaque no cenário nacional da doença. Em 2025, o município de Sena Madureira foi classificado pelo Ministério da Saúde como área de risco intenso para transmissão da leishmaniose cutânea, apresentando média anual de 64 casos.
A oficina integra as atividades do projeto de ensino, pesquisa e extensão EpiLeish-Acre, que na Ufac é coordenado pelo professor Francisco Glauco de Araujo Santos, do Centro de Ciências Biológicas e da Natureza. Para o pesquisador Leandro Siqueira, do Laboratório de Pesquisa Clínica e Vigilância em Leishmanioses, da Fiocruz, ações educativas para enfrentar a doença são fundamentais. “Profissionais bem capacitados conseguem orientar de forma mais eficaz a população, contribuindo para o diagnóstico e tratamento precoce”, ressaltou.
O secretário municipal de Saúde de Sena Madureira, Willisson Viana, destacou a relevância das parcerias institucionais. “Buscamos fortalecer parcerias com instituições de referência, como a Fiocruz e a Ufac, que contribuem significativamente para o desenvolvimento técnico das nossas equipes.”
O diretor da Vigilância em Saúde de Sena Madureira, Serginey Amorim, disse que a capacitação fortalece ações de saúde pública. “Com conhecimento atualizado e capacitação contínua, ampliamos a prevenção, melhoramos o diagnóstico precoce e fortalecemos as ações de controle da doença em nosso município.”
A iniciativa foi organizada pelos Laboratórios de Patologia e Biologia Parasitária e de Entomologia Médica, da Ufac, e pelo Laboratório de Pesquisa Clínica e Vigilância em Leishmanioses, da Fiocruz.
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